Cara, como eu tava com saudade dos Contos de Gaveta. Muita saudade mesmo.
O que eu tenho pra falar, meu Deus? Ficou lindo. E perfeito, naturalmente, como todos os seus outros contos. É impressionante como eles me prendem, como os personagens me cativam... É tudo perfeito.
Como você já sabe, eu nunca escrevo muito em review porque não sei o que dizer, mas é isso. Você tem a minha admiração.
Ai meu Deus, você não precisa dizer mais nada além disso não! Seu review foi a melhor coisa do meu dia. É sempre muito gratificante envolver alguém, ser reconhecida. E eu só posso te agradecer, flor. Mesmo mesmo mesmo. Obrigadãão!
Já li! Mas leio de novo porque texto bom é tipo filme bom é tipo livro bom é tipo TUDO bom, sempre vai valer a pena ver de novo! Mas não comentei... Eu acho. Muuuito bom sis. ♥
Obrigada minha siri linda! Infelizmente, eu repito textos que dou pra vocês lerem. Felizmente, isso significa que cês são prioridade. E felizmente vocês lêem de novo e comentam. muito muito muito obrigada!
Esse conto. Se eu não me engano é justamente esse o conto que a Srta. pediu algumas frases, estou certa?!
Dizer que está bem escrito e que cê deixa muito claro a cena que quer demonstrar, já chega a ser clichê. Então procurarei descrevê-lo com outras palavras. Ou tentar, pelo menos.
Vemos, no início de tudo, alguém normal. Ou quase, uma vez que seu gosto é claramente peculiar. Rosas azuis não é uma espécie de planta que normalmente pensamos em usar no casamento, ou para um buquê de flores para deixar na mesa de casa. Mas a personagem dos passos de bailarina é diferente. Chegamos a conclusão que ela não é normal. Ou comum, se preferir esse termo. Mas como qualquer pessoa que já se apaixonou uma vez, ela se feriu. Voltando assim, ao seu estado de normalidade. E como, muitas das pessoas, deixou que ele a levasse para um café, mesmo não gostando, só para ouvir o que ele tem a dizer. Ele arranja a tão sonhada rosa azul. E aí vem a surpresa. Ela não volta com ele. Voltando assim, a seu estado de diferença.
Isso, surpreende, de fato, o leitor que está acostumado com novelas, ou romances comuns. Não sabemos o que aconteceu na vida dos dois. Não sabemos quem foi o vilão da história, ou se realmente houve um vilão. Mas por puro instinto, desejamos que eles fiquem juntos e tenham o seu "felizes para sempre".
Você, mais uma vez, surpreendeu os leitores. Mas creio que há ainda uma peculiaridade que deixa a história com um final tão delicioso quanto o começo: o perdão.
No final de tudo, acaba que ela perdoa ele. E isso, me intrigou. Não que tenha sido ruim, não é isso. Mas você, minha querida Mamuska, nos lembrou de uma das características mais nobre em ser humano: a capacidade de perdoar, algo que é tão passado, que esquecemos que existe.
Então, parabéns, mais uma vez, pelo conto. Sei que às vezes briso quando escrevo comentários. E que a maior parte das vezes, não tem absolutamente nada a ver com aquilo que você pensou. Mas eu escrevo somente aquilo que eu sinto quando leio os seus contos. E como você pode perceber, eu sinto muita coisa.
Eu gosto do clichê. Esse conto, ele é meio clichê. Mas também de clichê se faz a vida, não é mesmo? E eu precisava falar do perdão. Perdão é o segundo sentimento mais nobre do ser, perdendo apenas para o amor. Esse conto carrega ambas coisas. Havia ainda muito amor entre os dois. Sempre há. Mas algo machucou, e ninguém gosta de ser machucado. E aí que entra o perdão. Pra amenizar a dor, saná-la. OU pelo menos eu penso que seja assim
Obrigada, de novo. Cê tá me deixando encabulada. Mas eu amo que brise, e que me deixe saber das suas brisas, mesmo. Obrigada.
Cara, como eu tava com saudade dos Contos de Gaveta. Muita saudade mesmo.
O que eu tenho pra falar, meu Deus? Ficou lindo. E perfeito, naturalmente, como todos os seus outros contos. É impressionante como eles me prendem, como os personagens me cativam... É tudo perfeito.
Como você já sabe, eu nunca escrevo muito em review porque não sei o que dizer, mas é isso. Você tem a minha admiração.
Ai meu Deus, você não precisa dizer mais nada além disso não! Seu review foi a melhor coisa do meu dia. É sempre muito gratificante envolver alguém, ser reconhecida. E eu só posso te agradecer, flor. Mesmo mesmo mesmo. Obrigadãão!
Beijos de alguém que ficou alegre por sua causa
Pode chorar? Pq se nao puder, eu sinto muito...... AI MEU DEUS que coisa mais lindaaaa
Aí meu deus, desculpa! Eu não pretendia fazer ninguém chorar! mas obrigada, mesmo, mesmo, mesmo!
Já li! Mas leio de novo porque texto bom é tipo filme bom é tipo livro bom é tipo TUDO bom, sempre vai valer a pena ver de novo! Mas não comentei... Eu acho. Muuuito bom sis. ♥
Obrigada minha siri linda! Infelizmente, eu repito textos que dou pra vocês lerem. Felizmente, isso significa que cês são prioridade. E felizmente vocês lêem de novo e comentam. muito muito muito obrigada!
Esse conto. Se eu não me engano é justamente esse o conto que a Srta. pediu algumas frases, estou certa?!
Dizer que está bem escrito e que cê deixa muito claro a cena que quer demonstrar, já chega a ser clichê. Então procurarei descrevê-lo com outras palavras. Ou tentar, pelo menos.
Vemos, no início de tudo, alguém normal. Ou quase, uma vez que seu gosto é claramente peculiar. Rosas azuis não é uma espécie de planta que normalmente pensamos em usar no casamento, ou para um buquê de flores para deixar na mesa de casa. Mas a personagem dos passos de bailarina é diferente. Chegamos a conclusão que ela não é normal. Ou comum, se preferir esse termo. Mas como qualquer pessoa que já se apaixonou uma vez, ela se feriu. Voltando assim, ao seu estado de normalidade. E como, muitas das pessoas, deixou que ele a levasse para um café, mesmo não gostando, só para ouvir o que ele tem a dizer. Ele arranja a tão sonhada rosa azul. E aí vem a surpresa. Ela não volta com ele. Voltando assim, a seu estado de diferença.
Isso, surpreende, de fato, o leitor que está acostumado com novelas, ou romances comuns. Não sabemos o que aconteceu na vida dos dois. Não sabemos quem foi o vilão da história, ou se realmente houve um vilão. Mas por puro instinto, desejamos que eles fiquem juntos e tenham o seu "felizes para sempre".
Você, mais uma vez, surpreendeu os leitores. Mas creio que há ainda uma peculiaridade que deixa a história com um final tão delicioso quanto o começo: o perdão.
No final de tudo, acaba que ela perdoa ele. E isso, me intrigou. Não que tenha sido ruim, não é isso. Mas você, minha querida Mamuska, nos lembrou de uma das características mais nobre em ser humano: a capacidade de perdoar, algo que é tão passado, que esquecemos que existe.
Então, parabéns, mais uma vez, pelo conto. Sei que às vezes briso quando escrevo comentários. E que a maior parte das vezes, não tem absolutamente nada a ver com aquilo que você pensou. Mas eu escrevo somente aquilo que eu sinto quando leio os seus contos. E como você pode perceber, eu sinto muita coisa.
Está certíssima. Em tudo, aliás.
Eu gosto do clichê. Esse conto, ele é meio clichê. Mas também de clichê se faz a vida, não é mesmo? E eu precisava falar do perdão. Perdão é o segundo sentimento mais nobre do ser, perdendo apenas para o amor. Esse conto carrega ambas coisas. Havia ainda muito amor entre os dois. Sempre há. Mas algo machucou, e ninguém gosta de ser machucado. E aí que entra o perdão. Pra amenizar a dor, saná-la. OU pelo menos eu penso que seja assim
Obrigada, de novo. Cê tá me deixando encabulada. Mas eu amo que brise, e que me deixe saber das suas brisas, mesmo. Obrigada.