Boa tarde, Matheus! Como vai? Espero que esteja tudo indo bem! Acabo de ler mais um capítulo da sua história e, mais uma vez, tenho algumas palavras para acrescentar.
Como já mencionei tantas vezes em nossas conversas lá no grupo, uma boa estrutura narrativa é eficaz para garantir a potência de uma história, e entre as estruturas possíveis de ser aplicada, a Estrutura de Três Atos é realmente a mais eficaz de se aplicar, especialmente em histórias como a sua em que a trama e seus desdobramentos têm mais peso no avanço da história.
Os diálogos nesse capítulo me prenderam a atenção a todo momento, especialmente a forma como a Rina comanda a reunião com sua fala pomposa e refinada, mas carregada de tensão e ambição. Rina é facilmente a personagem mais chamativa, na minha opinião, até o momento. Ela segue muito os trejeitos arquetípicos do arquétipo Governante e, de certa forma, ela me lembra muito a Daenerys Targaryen de Game of Thrones ou a Princesa Azula de Avatar: A Lenda de Aang. Eu apenas espero que a personagem não seja tratada em seu fim da mesma forma vil que essas personagens em suas obras de origem (Hollywood tem uma mania feia de tratar mulheres fortes e poderosas como tendenciosas a enlouquecer com o poder. Basta olhar o final de cada personagem para entender).
Bem, no que se segue a respeito da trama, a virada ao final do capítulo com a Rina delatando o espião sueco e colocando os membros da Espada contra a parede foi uma decisão muito inteligente. Isso não só ajudou a elevar a tensão da narrativa como criou um clímax satisfatório e excelente para esse capítulo em questão. Além disso, do ponto de vista estrutural, essa virada encerra de vez os momentos de apresentação da história e dá seguimento a trama com a introdução do chamado “Evento Incitante” da trama.
A forma como os membros da Espada irão responder e se o mundo será ou não abalado por uma guerra... Bem, estou muito ansioso para continuar a ler. Espero retornar a leitura dos próximos capítulos muito em breve! Até uma próxima!
Atenciosamente,
João V. Guimarães!
O que mais gostei: Um excelente ponto de virada ao final do capítulo
Bom capítulo. Achei que podia fazer o discurso inicial da Rina, no lugar de pontuar os pontos principais; Achei o motivo da guerra um pouco raso, talvez seja algo de momento, relendo eu mude de ideia. Os imperadores da espada não gostaram quando falaram o nome da aliança na assembléia, mas eles próprios se referiram com o nome diversas vezes. Parece até o congresso nacional, um cortando o outro na hora de falar rs. A minha outra implicação já conhecida são com os nomes serem todos abrasileirados e somente o do imperador do Brasil não é um nome tão comum de ser ver rs... fora isso bom capítulo, ansioso para ver como vai ser daí para frente, se vai ter guerra mesmo, quem vai tomar a frente, quem vai se dar melhor, apesar dos "espadas" serem jogados mais como os vilões da histórias é bom lembrar que quem está declarando guerra é a rainha da França. Cadê a rainha da Suíça? Afirmou e reafirmou que ia fazer de tudo para que não fosse declarada um guerra na assembléia, mas na hora não fez nada para intervir. Agora é ler o próximo e ver o que está por vir...
O que acho que pode melhorar: No 6 parágrafo seria conheciam não? Onda no lugar de onde.
Olá meu caro, agradeço pelos apontamentos, fiz as devidas correções. Além desses que você mencionou, acabei encontrando alguns outros erros no texto.
Não entendi isso sobre o discurso inicial da Rina, acho que precisarei que me explique. Será que é sobre o discurso dela ter sido mais expandido?
Realmente, num primeiro momento, o motivo acerca da guerra (as questões comerciais e a acusação de espionagem da Suécia sobre a França) podem parecer rasos, mas haverá outros motivos que serão explorados com mais intensidade mais à frente. Inclusive quando entrarmos no lado "místico" dessa história.
Os imperadores da coalizão Espada não gostaram quando o nome foi utilizado pela Rina e demais imperadores, mesmo sendo um nome que eles próprios usam, porque é um termo considerado oficial, mas de foro particular entre os imperadores de tal grupo, logo quando algum monarca de fora desse grupo utiliza tal termo, eles ficam incomodados.
Realmente houve algumas falas cortadas, achei importante para mostrar que, apesar de sustentarem uma imagem de cortesia entre eles, o clima entre os imperadores está longe de ser agradável.
Sobre os nomes , já expliquei lá no grupo, mas estou aberto a me alongar na exposição acerca de cada nome.
A guerra entre eles já é algo praticamente dado como certo. Uma coisa que esqueci de mencionar aqui é que a simples menção da palavra "guerra" já faz as pessoas desse universo se tremerem, ficando aterrorizadas, devido ao trauma das guerras passadas (semelhante a quando alguém falava 'Voldemort' em Harry Potter), e alguns dos imperadores compartilham desse temor, mas mesmo assim todos terão que escolher um lado na batalha. Alguns grupos já estão um tanto definidos, outros ainda irão tomar forma.
Claro que quem está tomando a frente e dando o pontapé inicial é a França e sua rainha com o desejo conquistador, mas ela pintou os Impérios da Espada como os "errados" da história justamente para atrair a opinião pública, seja do país dela seja dos demais países, para o lado dela e da coalizão que ela está tencionando formar.
Realmente a rainha da Suíça entrou na reunião disposta a evitar qualquer decisão extremada, mas como o diálogo entre os demais monarcas não saiu como ela esperava (devido à atitude desenfreada de Rina, e seus aliados Paulo, Filipe e Marilia, bem como a resposta audaciosa de Daniel em nome de seu próprio reino e de seus aliados), ela acabou entrando muda e saindo calada, e viu que sua diplomacia, nesse momento, não será de grande valia, já que, depois dessa provocação inicial, os dois lados entrarão num clima de tensão ainda maior, a ponto de já quererem marchar para o campo de batalha. E então, Isabella e a Suíça terão que decidir qual lado irão apoiar.
Literalmente começou parecendo uma dessas reuniões diplomáticas que demoram horas e ficam na mídia por dias e as vezes rendem momentos de tensão. E agora me questiono se isso foi armação ou Gustavo de fato mandou um agente para espionar.
Se tivemos de fato dedo dos impérios isolacionistas tipo o Brasil, México e China, imagino que seriam a Córeia Americana do Norte e Brasil a do Sul, ambas prontificando mísseis nucleares e todo tipo de tecnologia militar para superar os imperialistas do velho mundo sskskskk
De fato você acaboi estando certo que a partir do 3 e 4 capítulo a história acaba por andar mais, e acredite depois desse desfecho vou me questionar muito sobre os próximos acontecimentos sksksks
Sobre se foi armação ou se foi realmente obra do Gustavo, realmente é algo que será revelado apenas no decorrer, mas eu diria que será mais cedo do que tarde. Mas é sensato da sua parte reparar na ausência dos 3 impérios citados.
O discurso de Daniel for firme e tinha a intenção de colocar o jogo a favor dos Impérios da Espada, de início conseguiu, mas Rina, como uma raposa astuta, virou o jogo outra vez. Apresentou um espião sueco e disse que se não receber um pedido formal de desculpas, seria considerado um pedido de guerra. Isso deixou os imperadores dos Impérios da Espada bem tensos e apreensivos. Para piorar, Gustavo lança uma frase daquelas. As tensões vão se aflorando.
P. S: Você também tem um Marco. Eu tenho dois, um da fanfic de Neopets e o outro da saga de Mitologia Grega de um jeito diferente, que vai aparecer só na segunda fase. Só coloquei de curiosidade, kkkk.
Analisou tudo meticulosamente. Daniel iniciou bem e achava que seu discurso bastaria, mas foi surpreendido por Rina que tinha um trunfo, um ace para ser jogado. Com isso colocou os cinco principais imperadores numa arapuca. Gustavo principalmente. E ele é justamente quem no fim dá a resposta mais enérgica. O que pode ser a faísca que faltava para desencadear... tudo.
O Marco é apenas secundário nesse começo. Depois ele aparecerá melhor e com mais foco. Será importante para o andamento da história assim como os demais imperadores
Uma semelhança que notei também entre as duas histórias é que vc dá os nomes aos filhos dos deuses, alguns até nomes comuns dos seus respectivos países em que nascem e irão fundar. Aqui não tem tanto isso da relação , mas cada imperador tem o seu nome forte , como para se imporem como liderança cada um para seu respectivo país e população.
Que coincidencia isso dos Marco's. Eu não lembrava ou não fazia ideia . rs
Pelo visto a guerra vai começar, no mínimo teremos sérias hostilidades entre França e Suécia. No final das contas tudo se resume a boa e velha questão envolvendo grana.
Infelizmente não deu para segurar. As cartas estão na mesa para que a guerra tenha seu início.
A hostilidade começa entre França e Suécia, mas irá se expandir entre todos os aliados envolvidos de ambos. Sim, como vc pôde notar, tudo se resume ao financeiro, que motiva a batalha entre esses reinos.
J
João Vitor Guimarães
Boa tarde, Matheus! Como vai? Espero que esteja indo bem.
Caramba, que capítulo mais excitante esse que acabo de ler, e pelo visto, como já havia indicado à você antes, percebo que aqui você está emulando, de forma consciente ou não, o modelo narrativo clássico, como eu havia lhe explicado. Esse capítulo aqui deixa claro o momento marcante de qualquer narrativa clássica que se prese: o incidente incitante/chamado à aventura (incident event).
A entrada do espião sueco durante o discurso da Rina e fez me lembrar a cena inicial de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, quando os Wakandanos trazem espiões e mercenários franceses que tentaram roubar o vibranium dos centros de ajuda wakandanos. Esse momento definitivamente marcou o ápice desse capítulo e ajudou a pontuar esse momento da narrativa com êxito.
Confesso que agora estou cada vez mais curioso em saber como essa história irá se desdobrar. A trama é mesmo o ponto forte dessa história e a forma como ela está se desenvolvendo está me deixando colado na cadeira ansioso pelo próximo capítulo. Espero terminar de ler o quanto antes! Até uma próxima!
Atenciosamente,
João V. Guimarães!
O que mais gostei: Rina está cada vez mais me cativando.
Sei que acabou saindo do site por razões acidentais, mas irei responder seu coment. mesmo assim kkkk
A ideia é essa. A Rina mesmo andando por essa área cinzenta na história, acaba por te cativar.
Eu nao conhecia o momento narrativo clássico quando escrevi originalmente este capítulo, mas que bom que consegui reproduzi-lo quase que ao pé da letra como é dito pelos seus estudos.
O incidente de fato estava planejado desde o começo para ocorrer aqui e desta forma. É uma virada de página, turning point e de agora em diante as coisas começam a esquentar em todos os lados deste universo que estou descrevendo a você e aos demais leitores. Tudo muda.
A comparação é bem cabida e interessante, muito embora o filme Wakanda para Sempre ainda não havia sido lançado quando comecei a escrever esta história ou quando fiz este capítulo; esta história está na minha cabeça desde 2007 pelo menos, e este capítulo deve ter sido feito entre essa data e 2014, que foi quando postei no Nyah!. E o filme só saiu em 2022. Mas cabe perfeitamente aqui esta observação. Apesar de haver todo um contexto diferente um do outro por trás das duas cenas, a conotação política se faz presente de modo parecido, como vc ja observou .
Obrigado pelas pontuações.
Aprecio que esteja ansioso para os próximos desenvolvimentos. Espero que a história continue sendo do seu agrado e que as próximas etapas também caiam no seu gosto ou até te surpreendam. Sigo disponível para o diálogo e esclarecimentos. Até breve
Olha só. Brasil foi citada. Finalmente. Maximiliano. Nome forte. Significa literalmente "o maior". Mas o fato dele não comparecer na reunião torna de alguma forma o Brasil de terceiro mundo, como sempre? Se manter neuro é um histórico muito forte do Brasil, até certo ponto, até que se envolve na guerra já no final dela rs Mas interessante saber que haviam acentos para aqueles que resolveram ignorar o convite.
Finalmente o início da reunião. Vamos ver no que vai dá.
Rina iniciou a tensão da reunião. Eita. Começou a pegar fogo. Rs
Daniel, meu amigo, ops, meu Imperador, foi duro em suas palavras e caiu como um deboche bem ríspido aos demais. "Vocês não administram bem seus territórios, nós sim".
Rina então tinha uma carta na manga contra o império da espada. Então ela tentou negociar antes, para demostrar que era uma fina rainha, mas no fim, era muito inteligente e calculista, como se soubesse como os imperadores da espada reagiriam.
Gustavo, Gustavo... Declarando guerra? Não bastava apenas se desculpar? Enfim. Continuaremos nos próximos capítulos...
Boa tarde, Matheus! Como vai? Espero que esteja tudo indo bem! Acabo de ler mais um capítulo da sua história e, mais uma vez, tenho algumas palavras para acrescentar.
Como já mencionei tantas vezes em nossas conversas lá no grupo, uma boa estrutura narrativa é eficaz para garantir a potência de uma história, e entre as estruturas possíveis de ser aplicada, a Estrutura de Três Atos é realmente a mais eficaz de se aplicar, especialmente em histórias como a sua em que a trama e seus desdobramentos têm mais peso no avanço da história.
Os diálogos nesse capítulo me prenderam a atenção a todo momento, especialmente a forma como a Rina comanda a reunião com sua fala pomposa e refinada, mas carregada de tensão e ambição. Rina é facilmente a personagem mais chamativa, na minha opinião, até o momento. Ela segue muito os trejeitos arquetípicos do arquétipo Governante e, de certa forma, ela me lembra muito a Daenerys Targaryen de Game of Thrones ou a Princesa Azula de Avatar: A Lenda de Aang. Eu apenas espero que a personagem não seja tratada em seu fim da mesma forma vil que essas personagens em suas obras de origem (Hollywood tem uma mania feia de tratar mulheres fortes e poderosas como tendenciosas a enlouquecer com o poder. Basta olhar o final de cada personagem para entender).
Bem, no que se segue a respeito da trama, a virada ao final do capítulo com a Rina delatando o espião sueco e colocando os membros da Espada contra a parede foi uma decisão muito inteligente. Isso não só ajudou a elevar a tensão da narrativa como criou um clímax satisfatório e excelente para esse capítulo em questão. Além disso, do ponto de vista estrutural, essa virada encerra de vez os momentos de apresentação da história e dá seguimento a trama com a introdução do chamado “Evento Incitante” da trama.
A forma como os membros da Espada irão responder e se o mundo será ou não abalado por uma guerra... Bem, estou muito ansioso para continuar a ler. Espero retornar a leitura dos próximos capítulos muito em breve! Até uma próxima!
Atenciosamente,
João V. Guimarães!
O que mais gostei: Um excelente ponto de virada ao final do capítulo
Daniel dando na cara...
Vai Império da Espada ! \o/ É direito de todos os países saber o que acontece nos outros, por isso a espionagem não é um crime, aprenda, Rina u.u
Hehe valeu cara.
Thanks! obrigado por acompanhar.
Bom capítulo. Achei que podia fazer o discurso inicial da Rina, no lugar de pontuar os pontos principais; Achei o motivo da guerra um pouco raso, talvez seja algo de momento, relendo eu mude de ideia. Os imperadores da espada não gostaram quando falaram o nome da aliança na assembléia, mas eles próprios se referiram com o nome diversas vezes. Parece até o congresso nacional, um cortando o outro na hora de falar rs. A minha outra implicação já conhecida são com os nomes serem todos abrasileirados e somente o do imperador do Brasil não é um nome tão comum de ser ver rs... fora isso bom capítulo, ansioso para ver como vai ser daí para frente, se vai ter guerra mesmo, quem vai tomar a frente, quem vai se dar melhor, apesar dos "espadas" serem jogados mais como os vilões da histórias é bom lembrar que quem está declarando guerra é a rainha da França. Cadê a rainha da Suíça? Afirmou e reafirmou que ia fazer de tudo para que não fosse declarada um guerra na assembléia, mas na hora não fez nada para intervir. Agora é ler o próximo e ver o que está por vir...
O que acho que pode melhorar: No 6 parágrafo seria conheciam não? Onda no lugar de onde.
Olá meu caro, agradeço pelos apontamentos, fiz as devidas correções. Além desses que você mencionou, acabei encontrando alguns outros erros no texto.
Não entendi isso sobre o discurso inicial da Rina, acho que precisarei que me explique. Será que é sobre o discurso dela ter sido mais expandido?
Realmente, num primeiro momento, o motivo acerca da guerra (as questões comerciais e a acusação de espionagem da Suécia sobre a França) podem parecer rasos, mas haverá outros motivos que serão explorados com mais intensidade mais à frente. Inclusive quando entrarmos no lado "místico" dessa história.
Os imperadores da coalizão Espada não gostaram quando o nome foi utilizado pela Rina e demais imperadores, mesmo sendo um nome que eles próprios usam, porque é um termo considerado oficial, mas de foro particular entre os imperadores de tal grupo, logo quando algum monarca de fora desse grupo utiliza tal termo, eles ficam incomodados.
Realmente houve algumas falas cortadas, achei importante para mostrar que, apesar de sustentarem uma imagem de cortesia entre eles, o clima entre os imperadores está longe de ser agradável.
Sobre os nomes , já expliquei lá no grupo, mas estou aberto a me alongar na exposição acerca de cada nome.
A guerra entre eles já é algo praticamente dado como certo. Uma coisa que esqueci de mencionar aqui é que a simples menção da palavra "guerra" já faz as pessoas desse universo se tremerem, ficando aterrorizadas, devido ao trauma das guerras passadas (semelhante a quando alguém falava 'Voldemort' em Harry Potter), e alguns dos imperadores compartilham desse temor, mas mesmo assim todos terão que escolher um lado na batalha. Alguns grupos já estão um tanto definidos, outros ainda irão tomar forma.
Claro que quem está tomando a frente e dando o pontapé inicial é a França e sua rainha com o desejo conquistador, mas ela pintou os Impérios da Espada como os "errados" da história justamente para atrair a opinião pública, seja do país dela seja dos demais países, para o lado dela e da coalizão que ela está tencionando formar.
Realmente a rainha da Suíça entrou na reunião disposta a evitar qualquer decisão extremada, mas como o diálogo entre os demais monarcas não saiu como ela esperava (devido à atitude desenfreada de Rina, e seus aliados Paulo, Filipe e Marilia, bem como a resposta audaciosa de Daniel em nome de seu próprio reino e de seus aliados), ela acabou entrando muda e saindo calada, e viu que sua diplomacia, nesse momento, não será de grande valia, já que, depois dessa provocação inicial, os dois lados entrarão num clima de tensão ainda maior, a ponto de já quererem marchar para o campo de batalha. E então, Isabella e a Suíça terão que decidir qual lado irão apoiar.
Minha nossa mano...
Literalmente começou parecendo uma dessas reuniões diplomáticas que demoram horas e ficam na mídia por dias e as vezes rendem momentos de tensão. E agora me questiono se isso foi armação ou Gustavo de fato mandou um agente para espionar.
Se tivemos de fato dedo dos impérios isolacionistas tipo o Brasil, México e China, imagino que seriam a Córeia Americana do Norte e Brasil a do Sul, ambas prontificando mísseis nucleares e todo tipo de tecnologia militar para superar os imperialistas do velho mundo sskskskk
De fato você acaboi estando certo que a partir do 3 e 4 capítulo a história acaba por andar mais, e acredite depois desse desfecho vou me questionar muito sobre os próximos acontecimentos sksksks
Um abraço!
Sobre se foi armação ou se foi realmente obra do Gustavo, realmente é algo que será revelado apenas no decorrer, mas eu diria que será mais cedo do que tarde. Mas é sensato da sua parte reparar na ausência dos 3 impérios citados.
Olá!
Essa assembléia foi um verdadeiro toma lá da cá.
O discurso de Daniel for firme e tinha a intenção de colocar o jogo a favor dos Impérios da Espada, de início conseguiu, mas Rina, como uma raposa astuta, virou o jogo outra vez. Apresentou um espião sueco e disse que se não receber um pedido formal de desculpas, seria considerado um pedido de guerra. Isso deixou os imperadores dos Impérios da Espada bem tensos e apreensivos. Para piorar, Gustavo lança uma frase daquelas. As tensões vão se aflorando.
P. S: Você também tem um Marco. Eu tenho dois, um da fanfic de Neopets e o outro da saga de Mitologia Grega de um jeito diferente, que vai aparecer só na segunda fase. Só coloquei de curiosidade, kkkk.
Até a próxima!!!
Foi mesmo.
Analisou tudo meticulosamente. Daniel iniciou bem e achava que seu discurso bastaria, mas foi surpreendido por Rina que tinha um trunfo, um ace para ser jogado. Com isso colocou os cinco principais imperadores numa arapuca. Gustavo principalmente. E ele é justamente quem no fim dá a resposta mais enérgica. O que pode ser a faísca que faltava para desencadear... tudo.
O Marco é apenas secundário nesse começo. Depois ele aparecerá melhor e com mais foco. Será importante para o andamento da história assim como os demais imperadores
Uma semelhança que notei também entre as duas histórias é que vc dá os nomes aos filhos dos deuses, alguns até nomes comuns dos seus respectivos países em que nascem e irão fundar. Aqui não tem tanto isso da relação , mas cada imperador tem o seu nome forte , como para se imporem como liderança cada um para seu respectivo país e população.
Que coincidencia isso dos Marco's. Eu não lembrava ou não fazia ideia . rs
Infelizmente não deu para segurar. As cartas estão na mesa para que a guerra tenha seu início.
A hostilidade começa entre França e Suécia, mas irá se expandir entre todos os aliados envolvidos de ambos. Sim, como vc pôde notar, tudo se resume ao financeiro, que motiva a batalha entre esses reinos.
Boa tarde, Matheus! Como vai? Espero que esteja indo bem.
Caramba, que capítulo mais excitante esse que acabo de ler, e pelo visto, como já havia indicado à você antes, percebo que aqui você está emulando, de forma consciente ou não, o modelo narrativo clássico, como eu havia lhe explicado. Esse capítulo aqui deixa claro o momento marcante de qualquer narrativa clássica que se prese: o incidente incitante/chamado à aventura (incident event).
A entrada do espião sueco durante o discurso da Rina e fez me lembrar a cena inicial de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, quando os Wakandanos trazem espiões e mercenários franceses que tentaram roubar o vibranium dos centros de ajuda wakandanos. Esse momento definitivamente marcou o ápice desse capítulo e ajudou a pontuar esse momento da narrativa com êxito.
Confesso que agora estou cada vez mais curioso em saber como essa história irá se desdobrar. A trama é mesmo o ponto forte dessa história e a forma como ela está se desenvolvendo está me deixando colado na cadeira ansioso pelo próximo capítulo. Espero terminar de ler o quanto antes! Até uma próxima!
Atenciosamente,
João V. Guimarães!
O que mais gostei: Rina está cada vez mais me cativando.
Sei que acabou saindo do site por razões acidentais, mas irei responder seu coment. mesmo assim kkkk
A ideia é essa. A Rina mesmo andando por essa área cinzenta na história, acaba por te cativar.
Eu nao conhecia o momento narrativo clássico quando escrevi originalmente este capítulo, mas que bom que consegui reproduzi-lo quase que ao pé da letra como é dito pelos seus estudos.
O incidente de fato estava planejado desde o começo para ocorrer aqui e desta forma. É uma virada de página, turning point e de agora em diante as coisas começam a esquentar em todos os lados deste universo que estou descrevendo a você e aos demais leitores. Tudo muda.
A comparação é bem cabida e interessante, muito embora o filme Wakanda para Sempre ainda não havia sido lançado quando comecei a escrever esta história ou quando fiz este capítulo; esta história está na minha cabeça desde 2007 pelo menos, e este capítulo deve ter sido feito entre essa data e 2014, que foi quando postei no Nyah!. E o filme só saiu em 2022. Mas cabe perfeitamente aqui esta observação. Apesar de haver todo um contexto diferente um do outro por trás das duas cenas, a conotação política se faz presente de modo parecido, como vc ja observou .
Obrigado pelas pontuações.
Aprecio que esteja ansioso para os próximos desenvolvimentos. Espero que a história continue sendo do seu agrado e que as próximas etapas também caiam no seu gosto ou até te surpreendam. Sigo disponível para o diálogo e esclarecimentos. Até breve
Olha só. Brasil foi citada. Finalmente. Maximiliano. Nome forte. Significa literalmente "o maior". Mas o fato dele não comparecer na reunião torna de alguma forma o Brasil de terceiro mundo, como sempre? Se manter neuro é um histórico muito forte do Brasil, até certo ponto, até que se envolve na guerra já no final dela rs Mas interessante saber que haviam acentos para aqueles que resolveram ignorar o convite.
Finalmente o início da reunião. Vamos ver no que vai dá.
Rina iniciou a tensão da reunião. Eita. Começou a pegar fogo. Rs
Daniel, meu amigo, ops, meu Imperador, foi duro em suas palavras e caiu como um deboche bem ríspido aos demais. "Vocês não administram bem seus territórios, nós sim".
Rina então tinha uma carta na manga contra o império da espada. Então ela tentou negociar antes, para demostrar que era uma fina rainha, mas no fim, era muito inteligente e calculista, como se soubesse como os imperadores da espada reagiriam.
Gustavo, Gustavo... Declarando guerra? Não bastava apenas se desculpar? Enfim. Continuaremos nos próximos capítulos...