Gostei muito desse prefácio, só por ele já da para perceber o que esperar da história, muita aventura e batalha, dois pontos que eu particularmente amo em histórias desse tipo, sua escrita é perfeita, tenho que aprender algumas coisinhas com você rsrss, ansiosa para começar a ler o próximo capitulo.
O que mais gostei:
Dos Orcs rsrss, criaturas horrendas, mas adoro a menção delas nas histórias.
Muito legal e muito bem escrita. O universo esta bem pensado eu acho. Vai ter que me perdoar mas naum sei fazer cometários muito analíticos e fazer críticas
A
Arquivista dG Ideia Literaria
A história se passa em um mundo de fantasia no estilo RPG, com divisão de classes e a presença de magia como elemento. No primeiro capítulo, somos apresentados a uma expedição onde os personagens serão atacados em uma emboscada.
Existe um certo humor negro nas entrelinhas, como quando Vivici reclama da eterna preocupação dos druidas com a natureza e preocupação de menos com os próprios seres humanos. Pela maneira com que a passagem do tempo é contada, o leitor deduz que esse universo é regido por mais de uma divindade. Vale a pena destacar que, de fato, o politeísmo é mais comum nesse tipo de história do que o monoteísmo.
O autor não se prende a descrições mais detalhadas e já introduz o primeiro confronto da história. Aprendemos sobre as classes dos inimigos - Sáurios, Draconianos e Orcs-, bem como suas características e poderes de luta. Durante o embate, nos damos conta de como Vivici raciocina exatamente segundo a classe ao qual pertence, os ladinos. Ele procura avaliar de forma objetiva os inimigos e usa seus conhecimentos para explorar suas fraquezas e minimizar o dano recebido. É mais um elemento que demonstra a coerência dos personagens e acontecimentos com o pano de fundo da fic.
As únicas críticas que faço são:
-"Limpar" um pouco o texto: corrigir o português, evitar repetições, reestruturar frases, elaborar melhor os diálogos, etc.
-Contar mais sobre o contexto da história e o passado dos personagens. Confesso que me senti perdida quanto a quem era quem. Mal pude visualizar com clareza os personagens.
Ambas são mudanças que valem a pena caso você deseje transformar a história em "algo mais". Pode ser um conto ou até livro.
Gostei muito desse prefácio, só por ele já da para perceber o que esperar da história, muita aventura e batalha, dois pontos que eu particularmente amo em histórias desse tipo, sua escrita é perfeita, tenho que aprender algumas coisinhas com você rsrss, ansiosa para começar a ler o próximo capitulo.
O que mais gostei:
Dos Orcs rsrss, criaturas horrendas, mas adoro a menção delas nas histórias.
A história se passa em um mundo de fantasia no estilo RPG, com divisão de classes e a presença de magia como elemento. No primeiro capítulo, somos apresentados a uma expedição onde os personagens serão atacados em uma emboscada.
Existe um certo humor negro nas entrelinhas, como quando Vivici reclama da eterna preocupação dos druidas com a natureza e preocupação de menos com os próprios seres humanos. Pela maneira com que a passagem do tempo é contada, o leitor deduz que esse universo é regido por mais de uma divindade. Vale a pena destacar que, de fato, o politeísmo é mais comum nesse tipo de história do que o monoteísmo.
O autor não se prende a descrições mais detalhadas e já introduz o primeiro confronto da história. Aprendemos sobre as classes dos inimigos - Sáurios, Draconianos e Orcs-, bem como suas características e poderes de luta. Durante o embate, nos damos conta de como Vivici raciocina exatamente segundo a classe ao qual pertence, os ladinos. Ele procura avaliar de forma objetiva os inimigos e usa seus conhecimentos para explorar suas fraquezas e minimizar o dano recebido. É mais um elemento que demonstra a coerência dos personagens e acontecimentos com o pano de fundo da fic.
As únicas críticas que faço são:
-"Limpar" um pouco o texto: corrigir o português, evitar repetições, reestruturar frases, elaborar melhor os diálogos, etc.
-Contar mais sobre o contexto da história e o passado dos personagens. Confesso que me senti perdida quanto a quem era quem. Mal pude visualizar com clareza os personagens.
Ambas são mudanças que valem a pena caso você deseje transformar a história em "algo mais". Pode ser um conto ou até livro.