"Não sei mais lágrimas derramar Minhas lágrimas não mais transparentes Marca meu rosto com a cor de um sol poente Me sinto apenas decadente
Sorrisos tendem ir e vir Pessoas a vir e ir Você a ir e vir E eu apenas permaneço o mesmo tolo"
Adorei! E esse trecho acima foi o melhor! Era como se eu ouvisse uma doce e melancólica música em rock gótico, quase em um blues.
Percebo que o eu lírico começou falando de um assunto e terminou em outro. Primeiramente falou do mundo que você enxerga em geral, e depois reduziu para algo mais pessoal, indo direto na pior ferida. Porém retornava no assunto anterior, e repetia o ciclo. Um ir e vir constante. Isso demonstra certa frustração por nada mudar, simplesmente tudo se repetir com mudanças insignificantes. E para retratar a angústia, mascarou-a com a dor do amor no final. Por isso que "mudou" de assunto, pois de aflição por tudo e por ela, focou no final só nela, para esconder a mensagem real do texto.
Bem, talvez você não tenha feito isso de propósito, mas foi o que eu enxerguei. Até a próxima, mando.
O que eu escrevo tende a ser literalmente o que está ali, se há outros sentidos é uma coisa que foi por acaso. Eu escrevo o que vem a mente, nunca estudei muito português e nem me foquei em poemas por isso meus textos são declarações, eu escrevo o que eu não consigo dizer e apenas escrevo se isso ganha ou não sonoridade cabe quanto o que me vem durante a construção deste texto.
No texto retrato o ciclo que eu vivo, não só eu como o próprio mundo, e eu preso nesse ciclo acabo amando e apenas não amando, num ciclo constante.
Não sei exatamente o que fazer pra sair desse ciclo, mas to tentando :v
"Não sei mais lágrimas derramar
Minhas lágrimas não mais transparentes
Marca meu rosto com a cor de um sol poente
Me sinto apenas decadente
Sorrisos tendem ir e vir
Pessoas a vir e ir
Você a ir e vir
E eu apenas permaneço o mesmo tolo"
Adorei! E esse trecho acima foi o melhor! Era como se eu ouvisse uma doce e melancólica música em rock gótico, quase em um blues.
Percebo que o eu lírico começou falando de um assunto e terminou em outro. Primeiramente falou do mundo que você enxerga em geral, e depois reduziu para algo mais pessoal, indo direto na pior ferida. Porém retornava no assunto anterior, e repetia o ciclo. Um ir e vir constante. Isso demonstra certa frustração por nada mudar, simplesmente tudo se repetir com mudanças insignificantes. E para retratar a angústia, mascarou-a com a dor do amor no final. Por isso que "mudou" de assunto, pois de aflição por tudo e por ela, focou no final só nela, para esconder a mensagem real do texto.
Bem, talvez você não tenha feito isso de propósito, mas foi o que eu enxerguei. Até a próxima, mando.
O que mais gostei:
Destacado nos comentrios adicionais.
O que acho que pode melhorar:
Nada.
Realmente você vê as coisas que não consigo kk
O que eu escrevo tende a ser literalmente o que está ali, se há outros sentidos é uma coisa que foi por acaso. Eu escrevo o que vem a mente, nunca estudei muito português e nem me foquei em poemas por isso meus textos são declarações, eu escrevo o que eu não consigo dizer e apenas escrevo se isso ganha ou não sonoridade cabe quanto o que me vem durante a construção deste texto.
No texto retrato o ciclo que eu vivo, não só eu como o próprio mundo, e eu preso nesse ciclo acabo amando e apenas não amando, num ciclo constante.
Não sei exatamente o que fazer pra sair desse ciclo, mas to tentando :v
O que mais gostei: eu gostei
Obrigado ^^
Se você se identificou com a capitulo lido porque não lê os outros?
Postei novos poemas, se possível leia-os, certo?
Alias, será que poderia favoritar e acompanhar a história se não for um incomodo?