Se pudesse, copiaria todo o texto nesse cometário e o deixaria falar por si só. Já li todos os capítulos, quase chorei. Chorei. Choro-calmo, pra esquivar os olhares, choro-calmo pra se esconder das tuas palavras. Que chegaram rápido demais e que aceleraram o meu coração, está correndo ainda.
Mesmo quando a morte não estava em mim, eu morria.
Eu já tive um Charles, um Charles-abstrato que morreria antes que eu e ao mesmo tempo nunca morreria, morte-metáfora. Já tive uma Charlie metafísica e que vou amar mais que todas. Personagem. Estou um pouco apaixonada pelos personagens, por sua escrita suave e tão urgente. Precisa ser dita. Precisa-ser-dita. Gritada. A carta permite uma dança que me aquece, paulatinamente. Dominika, ah, Dominika que está tão bela mesmo em sua dor. Mesmo nos cabelos cortados, nas cicatrizes.
E Charles, ah Charles!, esse sim amo. Amo como se fizesse parte de mim, parte do meu corpo. Não conseguiria esquece-lo mesmo se quisesse. Charles e as pichações, as tintas.
Não lhe direi para não chorar, porque eu ainda lembro-me como eu estava ao escrever esses capítulos. Sinto-me sádica e feliz pelo seu choro-calmo. Pelo seu pouco de paixão e compreensão de tais palavras cuspidas que formulam essa insanidade de história.
Sinto muito pelos passados de seus Charles/Charlie e por colocar mais um. Mas o Charles Hael nunca mereceu o pedestal da Dominika. Esse Charles merece tanta pena quanto amor. Mas talvez um sempre venha acompanhado do outro.
Dominika essa que ama mesmo quando acha que não. Que escreve pra ninguém. E queima as cartas no escuro porque Charles não é mais sua luz.
Me faltam meios de expressar o que seu comentário me passa e responder a altura. Sinta-se abraçada. Amada. Sinta-se meu Charles, Charlie, Dominika. Sinta-se minha como uma petala de flor. Sinta-se agraciada e agradecida. Porque é como eu mais estou.
Se pudesse, copiaria todo o texto nesse cometário e o deixaria falar por si só. Já li todos os capítulos, quase chorei. Chorei. Choro-calmo, pra esquivar os olhares, choro-calmo pra se esconder das tuas palavras. Que chegaram rápido demais e que aceleraram o meu coração, está correndo ainda.
Mesmo quando a morte não estava em mim, eu morria.
Eu já tive um Charles, um Charles-abstrato que morreria antes que eu e ao mesmo tempo nunca morreria, morte-metáfora. Já tive uma Charlie metafísica e que vou amar mais que todas. Personagem. Estou um pouco apaixonada pelos personagens, por sua escrita suave e tão urgente. Precisa ser dita. Precisa-ser-dita. Gritada. A carta permite uma dança que me aquece, paulatinamente. Dominika, ah, Dominika que está tão bela mesmo em sua dor. Mesmo nos cabelos cortados, nas cicatrizes.
E Charles, ah Charles!, esse sim amo. Amo como se fizesse parte de mim, parte do meu corpo. Não conseguiria esquece-lo mesmo se quisesse. Charles e as pichações, as tintas.
Charles, Dominika e a insanidade que os manteve.
Charles e Dominika, viva viva.
Yaz
Querida Yaz, moça de amarelo. Pseudo-Domika.
Não lhe direi para não chorar, porque eu ainda lembro-me como eu estava ao escrever esses capítulos. Sinto-me sádica e feliz pelo seu choro-calmo. Pelo seu pouco de paixão e compreensão de tais palavras cuspidas que formulam essa insanidade de história.
Sinto muito pelos passados de seus Charles/Charlie e por colocar mais um. Mas o Charles Hael nunca mereceu o pedestal da Dominika. Esse Charles merece tanta pena quanto amor. Mas talvez um sempre venha acompanhado do outro.
Dominika essa que ama mesmo quando acha que não. Que escreve pra ninguém. E queima as cartas no escuro porque Charles não é mais sua luz.
Me faltam meios de expressar o que seu comentário me passa e responder a altura. Sinta-se abraçada. Amada. Sinta-se meu Charles, Charlie, Dominika. Sinta-se minha como uma petala de flor. Sinta-se agraciada e agradecida. Porque é como eu mais estou.
Obrigada, mil vez ao infinito e até a bifrost.
Yato
Muito bonito e profundo o texto. É uma one-shot ou haverá continuação ?
Hey, Little Angel, obrigada por ler e comentar viu?
Haverá continuação sim. Até coloquei agora nas notas. Já tenho bastante capítulos prontos. Espero que goste deles também. ♥
Vou ler porque adoro sofrimento, cicatrizes e mortes (em histórias, mas nem sempre).
Dor poética que enche os olhos.