Cara, eu devo assumir que pensei que as coisas iam acabar muito, MUITO pior quando o grupo se separou. A regra básica de uma história normalmente é: no momento em que o grupo se separa, shit happens. Mas até que não aconteceu nada demais, tirando o ataque da serpente sobre o trio de Kenneth, e eles logo se reencontraram. EM certos pontos tenho a impressão de que você brinca em dividir os protagonistas e trabalhá-los em separado (como teorizei no capítulo 1), mas você parece estar determinado a mantê-los juntos, hehe.
E o pessoal todo já atingiu o estado super saiyajin, hehe. Eu pensei que ia demorar um tempo mais e que eles iam precisar ir evoluindo para atingir esse estado (Claire tem a justificativa de já estar nesse mundo a mais tempo, e Vergil parece ser o protagonista principal da história), mas os seis já alcançaram ele, hehehe. A luta contra a serpente também pareceu mais fácil do que as anteriores, mas imagino que o fato deles estarem lutando contra ela nesse estado todos juntos colaborou para isso, já que foi a partir desse momento que as lutas anteriores viraram a seu favor.
Por sinal, essa profecia aí, por algum motivo, me lembrou muito o desenho antigo de Caverna do Dragão. Talvez porque eles estavam numa caverna. Mas diz aí, temos um pequeno anão que sabe tudo mas não fala praticamente nada sem um enigma ferrado para atuar como Mestre dos Magos? Você tem que admitir, ele seria legal, hehe.
— Hehe, bem, em meu ataque isso foi um erro de narrativa, já que o local é conhecido por atrair animais e monstros, e basicamente só apareceu um. Mas em minha defesa, o clima de mistério deve ter compensado as coisas, e eu queria realmente colocar o grupo para decifrar algo. — Quanto à separação, essa cena originalmente teriam todos, mas aí eu decidi dividir para deixar o grupo investigador e o grupo residente com deficiências, já que obstáculos acabam sendo superados muito mais fáceis com um grupo maior. — Ah, o Primeiro Nível ainda tem coisa pra explicar. É porque eu não quero dar spoiler, mas só pra adiantar um pouco: eles conseguiram atingir por causa das circunstâncias do local. Um local denso de Energia facilita a liberação dela, já que você tá em contato direto, e ela não está transformada. (é ruim de explicar, mas mais pra frente vai ficar mais claro, hehe). — A profecia foi algo aproveitado do primeiro draft do livro, que fiz com 15 anos. Tanto é que o nome era algo bem edgy (A Profecia do Destino). Resolvi aproveitar e acabou virando um grande plot device sem ser muleta (mais pra frente você vai entender). — Haha, Mestre dos Magos... Por sinal, ele já apareceu, no capítulo 1. Só que um pouquinho diferente, hehe. Tu até me desse uma ideia pro meu terceiro livro... Good to know.
Cara, eu devo assumir que pensei que as coisas iam acabar muito, MUITO pior quando o grupo se separou. A regra básica de uma história normalmente é: no momento em que o grupo se separa, shit happens. Mas até que não aconteceu nada demais, tirando o ataque da serpente sobre o trio de Kenneth, e eles logo se reencontraram. EM certos pontos tenho a impressão de que você brinca em dividir os protagonistas e trabalhá-los em separado (como teorizei no capítulo 1), mas você parece estar determinado a mantê-los juntos, hehe.
E o pessoal todo já atingiu o estado super saiyajin, hehe. Eu pensei que ia demorar um tempo mais e que eles iam precisar ir evoluindo para atingir esse estado (Claire tem a justificativa de já estar nesse mundo a mais tempo, e Vergil parece ser o protagonista principal da história), mas os seis já alcançaram ele, hehehe. A luta contra a serpente também pareceu mais fácil do que as anteriores, mas imagino que o fato deles estarem lutando contra ela nesse estado todos juntos colaborou para isso, já que foi a partir desse momento que as lutas anteriores viraram a seu favor.
Por sinal, essa profecia aí, por algum motivo, me lembrou muito o desenho antigo de Caverna do Dragão. Talvez porque eles estavam numa caverna. Mas diz aí, temos um pequeno anão que sabe tudo mas não fala praticamente nada sem um enigma ferrado para atuar como Mestre dos Magos? Você tem que admitir, ele seria legal, hehe.
Até a próxima! o/
— Hehe, bem, em meu ataque isso foi um erro de narrativa, já que o local é conhecido por atrair animais e monstros, e basicamente só apareceu um. Mas em minha defesa, o clima de mistério deve ter compensado as coisas, e eu queria realmente colocar o grupo para decifrar algo.
— Quanto à separação, essa cena originalmente teriam todos, mas aí eu decidi dividir para deixar o grupo investigador e o grupo residente com deficiências, já que obstáculos acabam sendo superados muito mais fáceis com um grupo maior.
— Ah, o Primeiro Nível ainda tem coisa pra explicar. É porque eu não quero dar spoiler, mas só pra adiantar um pouco: eles conseguiram atingir por causa das circunstâncias do local. Um local denso de Energia facilita a liberação dela, já que você tá em contato direto, e ela não está transformada. (é ruim de explicar, mas mais pra frente vai ficar mais claro, hehe).
— A profecia foi algo aproveitado do primeiro draft do livro, que fiz com 15 anos. Tanto é que o nome era algo bem edgy (A Profecia do Destino). Resolvi aproveitar e acabou virando um grande plot device sem ser muleta (mais pra frente você vai entender).
— Haha, Mestre dos Magos... Por sinal, ele já apareceu, no capítulo 1. Só que um pouquinho diferente, hehe. Tu até me desse uma ideia pro meu terceiro livro... Good to know.