Oeeeeeeeeeeee! Olha eu aqui cumprindo a minha promessa!
Mari Mari Mari... você sempre ferrando com os meus feelings com os seus contos. Mds menina, como você consegue? São pequeninas histórias de amor que mexem comigo mais do que alguns livros já conseguiram. Sério, você tá de parabéns!
Quando vai ter mais? ein ein ein? To ansiosa já *o*
Ai meu deus, eu tinha certeza de que tinha te respondido! Ai, Amy, assim você me mima! E eu amo ser mimada. Muito obrigada por se deixar encantar. Me deixa feliz demais. E o próximo ainda tá enrolado. Mals aê.
isso é tanto meu momento atual que me due um nó na garganta
"Houveram lágrimas, pelo simples fato de que ainda havia amor. Havia, e qualquer um o enxergaria. Só que era insuficiente pra continuar. E eles estavam tendo a hombridade de reconhecer. Selaram então o comum acordo de fim com um beijo molhado, que seria o último, e seguiram cada qual para o seu lado"
Ai meu deus, eu não desejo isso pra ninguém. Dói só de escrever esse vim pra eles... Vivê-lo deve ser terrível. Mas fico feliz que alguém se identifique, porque significa que tá no caminho do real.
Aah, o Coliseu... Um lugar perfeito para se terminar o namoro... mesmo porque, foi lá que vimos muitos corações partidos, embora nenhum deles constem em livros de história.
Aah, a Itália. O lugar de serenatas, cartas e pessoas apaixonadas. Seria mesmo uma pena que viajassem até ela, apenas para um adeus. Mesmo que esse adeus tenha nele incluso um ''eu te amo''.
Antonio, seu velho galanteador apaixonado pela bela Francesca. Por que motivo não correu atrás dela, para não deixá-la partir? Medo, insegurança?
Não, nenhum. Apenas um final perfeito para uma amiga. Uma amiga da escritora. Que por algum motivo estranho, adora um ''adeus'' em histórias.
Sinto pelos dois, que tiveram que se separar por motivos inimagináveis. Sinto pelas primaveras perdidas e os invernos não enfrentados. E pelo amor quase não consumado. Mas tinha que ser assim, porque nem tudo é perfeito.
Nem tudo, numa cidade cheia de ''amores mios'' como Roma, deve ter um final feliz. Pelo simples fatos de a maioria dos finais não serem felizes.
Apesar disso, do final triste, ele terminou com um pingo de esperança, de romance. Típico de uma escritora que sente pelos personagens. Seus leitores agradecem isso.
Espero que me peça para escolher mais nomes e cidades para futuros contos, porque eu realmente gostei. Não peço para fazer o mesmo em relação a mim, já que você bem sabe que jamais terei toda a criatividade de fazer um conto assim para você.
Muito obrigada, por isso, pelo conto. E se um dia, for me separar de alguém que ainda amo, espero fazer isso na Itália, onde, com um beijo apaixonado, terei as melhores lembranças.
Yolanda, vem cá. Me abraça. Que tipo de comentário digno de me matar foi esse? Meu deus. Eu, que achei o conto meio blé, podia até gostar dele, assim, descrito pelas suas palavras.
Antônio jamais renderia a própria dignidade para correr atrás de quem quer que fosse. Francesca também não. Amavam-se? Sim. Mas era como pedir que alguém juntasse-se ao céu por ama-lo. As vezes, mesmo que consumado, mesmo que com todo o amor do mundo, a relação não rende. Não por escolha das partes, nem pelo lugar em que se encontram, nem por coisa alguma. Simplesmente por ser assim.
Mas eu não poderia matar tudo. Toda a esperança. Todo o amor. Sou uma romântica. Incurável. É maior que eu.
Outra coisa maior que eu: Não conseguir responder os seus reviews da forma como merecem. Desculpa, tá?? Juro que eu tento. Juro.
Oeeeeeeeeeeee! Olha eu aqui cumprindo a minha promessa!
Mari Mari Mari... você sempre ferrando com os meus feelings com os seus contos. Mds menina, como você consegue? São pequeninas histórias de amor que mexem comigo mais do que alguns livros já conseguiram. Sério, você tá de parabéns!
Quando vai ter mais? ein ein ein? To ansiosa já *o*
Beijos, beijos :*
Ai meu deus, eu tinha certeza de que tinha te respondido! Ai, Amy, assim você me mima! E eu amo ser mimada. Muito obrigada por se deixar encantar. Me deixa feliz demais. E o próximo ainda tá enrolado. Mals aê.
É isso ai. Beijoos
isso é tanto meu momento atual que me due um nó na garganta
"Houveram lágrimas, pelo simples fato de que ainda havia amor. Havia, e qualquer um o enxergaria. Só que era insuficiente pra continuar. E eles estavam tendo a hombridade de reconhecer. Selaram então o comum acordo de fim com um beijo molhado, que seria o último, e seguiram cada qual para o seu lado"
Isso dói, cara.
Ai meu deus, eu não desejo isso pra ninguém. Dói só de escrever esse vim pra eles... Vivê-lo deve ser terrível. Mas fico feliz que alguém se identifique, porque significa que tá no caminho do real.
(Tô feliz com o seu review. Obrigada)
Aah, o Coliseu... Um lugar perfeito para se terminar o namoro... mesmo porque, foi lá que vimos muitos corações partidos, embora nenhum deles constem em livros de história.
Aah, a Itália. O lugar de serenatas, cartas e pessoas apaixonadas. Seria mesmo uma pena que viajassem até ela, apenas para um adeus. Mesmo que esse adeus tenha nele incluso um ''eu te amo''.
Antonio, seu velho galanteador apaixonado pela bela Francesca. Por que motivo não correu atrás dela, para não deixá-la partir? Medo, insegurança?
Não, nenhum. Apenas um final perfeito para uma amiga. Uma amiga da escritora. Que por algum motivo estranho, adora um ''adeus'' em histórias.
Sinto pelos dois, que tiveram que se separar por motivos inimagináveis. Sinto pelas primaveras perdidas e os invernos não enfrentados. E pelo amor quase não consumado. Mas tinha que ser assim, porque nem tudo é perfeito.
Nem tudo, numa cidade cheia de ''amores mios'' como Roma, deve ter um final feliz. Pelo simples fatos de a maioria dos finais não serem felizes.
Apesar disso, do final triste, ele terminou com um pingo de esperança, de romance. Típico de uma escritora que sente pelos personagens. Seus leitores agradecem isso.
Espero que me peça para escolher mais nomes e cidades para futuros contos, porque eu realmente gostei. Não peço para fazer o mesmo em relação a mim, já que você bem sabe que jamais terei toda a criatividade de fazer um conto assim para você.
Muito obrigada, por isso, pelo conto. E se um dia, for me separar de alguém que ainda amo, espero fazer isso na Itália, onde, com um beijo apaixonado, terei as melhores lembranças.
Yolanda, vem cá. Me abraça. Que tipo de comentário digno de me matar foi esse? Meu deus. Eu, que achei o conto meio blé, podia até gostar dele, assim, descrito pelas suas palavras.
Antônio jamais renderia a própria dignidade para correr atrás de quem quer que fosse. Francesca também não. Amavam-se? Sim. Mas era como pedir que alguém juntasse-se ao céu por ama-lo. As vezes, mesmo que consumado, mesmo que com todo o amor do mundo, a relação não rende. Não por escolha das partes, nem pelo lugar em que se encontram, nem por coisa alguma. Simplesmente por ser assim.
Mas eu não poderia matar tudo. Toda a esperança. Todo o amor. Sou uma romântica. Incurável. É maior que eu.
Outra coisa maior que eu: Não conseguir responder os seus reviews da forma como merecem. Desculpa, tá?? Juro que eu tento. Juro.
É isso. Obrigada, Yo. Mesmo, mesmo, mesmo. ♥
Nossa, q conto corajoso... Nao sei pq, mas senti isso
Corajoso? Gostaria de mais sobre os motivos... mas obrigada, acho q