Depois de ter que interromper a leitura, resolvi começar tudo de novo, então aqui estou dando minha simples opinião. Gosto muito do Dean, ele é um personagem com um caráter e atitude forte, que não se deixa abalar por qualquer coisa e isso me faz achar que ele seria uma das poucas pessoas que conseguiriam sobreviver por muitos anos, já que não me atrevo a dizer até o final do apocalipse.
Assim, continuarei lendo e apreciando o seu jeito de escrever, que é realmente muito bom, e isso deixa a história com uma leitura fácil e agradável. Espero ter a oportunidade de ler mais obras assim...
Nossa, que surpresa retornar ao site após alguns dias ausente e me dar de cara com um comentário seu, Gabbs! Não entendi muito bem o que você fez, você já acompanhava radioactive como uma fantasma, é isso? Bem, não se preocupe, não precisa sair comentando todos os capítulos! Isso seria uma tortura, afinal, são 30 capítulos postados. Se puder, apenas desejo um comentário seu no último capítulo, fazendo uma análise geral, seria bacana! De qualquer forma, agradeço por sua presença aqui!
Sim! Dean é um personagem bem complexo, egocêntrico, egoísta e sensato. Nós veremos sua personalidade mudar e evoluir conforme ele entende o real significado de sobreviver. Obrigado pelo comentário, beijos!
Por que você fez isso, garota? Haha, obrigado! Olha, no início foi bem amador, dividi com um amigo meu, o Lucas. Lá na metade pro final a escrita melhora, eu espero! Hahaha, releva porque foi escrita em 2013 e publicada em 2014, ok? São dois Arturs diferentes, kkk! ♥
OLA! Pelo visto já terminaram a fanfic, o que vai me permitir maratona-la nessa pandemia.
Começo dizendo que por boa parte da leitura eu não achava o que estava me prendendo a ler. Eu via erros de escrita (bah todos os escritores tem), contradições, uma brincada com o tempo que eu não sabia se era proposital ou acidental e alguns outros. O que me fez parar a leitura e me perguntar o que eu estava vendo na leitura que me fazia continuar a ler? Geralmente tudo que leio eu comento, mas nem de perto eu estava lendo com o caso de vamos terminar, eu parecia empolgado, ainda que várias coisas me incomodassem na história. O que mais me incomodou talvez tenha sido que o primeiro zumbi/errante que o protagonista mata é digno de uma linha (ou até menos).
Mas, então identifiquei e aproveitei o restante da leitura. O que identifiquei? A primeira coisa foi a dinamicidade da leitura, ainda que tenha tudo que falei anteriormente, a leitura é fluída e dinâmica. A narração não fica preparando terreno e tentando criar climas de cada cena, aproveitasse da narração em primeira pessoa (não em tempo real) para ir direto ao ponto e só gastar linhas com o que realmente é relevante para o foco da fic. O foco da fic, eu realmente não sei. Ao final da para perceber que o cara frio e que tenta se manter distante das pessoas acaba se encantando por alguém na pior situação possível indo contra seus próprios códigos de conduta. E é esse código de conduta que é outra coisa que me prende, o cara não é só frio e antissocial é babaca (na falta de termo melhor) e gosto da máxima que ou você ama ou odeia um personagem e não da para ficar em cima do muro com eles ou não fazem diferença realmente. E o fato é ... No primeiro capítulo construir um personagem digno de ser amado e mantê-lo assim é tarefa exaustiva, mas fazer o personagem ser odiado é bem mais rápido. (Claro que não digo que essa é claramente a intenção). Mas... quando pego esses três pontos eu entendo porque estava animadamente lendo o capítulo em pouco menos de 5 minutos.
Oi, Kevin, tudo bem com você? Espero que esteja indo tudo bem. Primeiramente, gostaria de agradecer pelos comentários que vi somente hoje. Lucas e eu estamos ausentes há anos do Nyah, cada um seguiu com sua vida e só voltei para cá durante essa quarentena, então me surpreendi por vê-lo comentando em Radioactive. Em relação aos erros, eu entendo tudo o que queres dizer. Já cogitei reescrever o começo da história, já pensei em excluí-la, mas acabei deixando do jeito como está, até mesmo para mostrar como nossa escrita evoluiu ao longo da própria história e também em relação a como escrevemos hoje em dia. Na época da publicação tínhamos 15 anos, não que isso seja uma desculpa, mas não éramos nenhum autor experiente ou coisa do tipo. Éramos apenas dois adolescentes querendo colocar em prática o bombardeio de ideias que tínhamos sobre o universo TWD. Contudo, novamente, entendo tudo que você quis pontuar e, na realidade, até concordo. O que eu mais gosto em Radioactive é a forma como desenvolvemos os personagens, ou tentamos, ao menos. Mesmo sendo bem amadores, Lucas eu tentamos construir algo e, no fim, creio que conseguimos deixar nossa marca na história. Não é uma obra de arte, não é isenta de erros até o final, mas ainda assim é uma história que tivemos muito carinho em escrever.
Agradeço pelo comentário, não sei se você irá ler até o final e suportar os errinhos de sempre, mas, se for, estarei aqui para respondê-lo! Minha última história aqui no site foi Mad World (em hiatus), também no universo de The Walking Dead. E eu adoro ver como o Artur de 2014/2015 evoluiu de pouquinho em pouquinho no Artur de 2017/2018 e dos dias atuais por meio dessas duas histórias. Obrigado!
Depois de ter que interromper a leitura, resolvi começar tudo de novo, então aqui estou dando minha simples opinião. Gosto muito do Dean, ele é um personagem com um caráter e atitude forte, que não se deixa abalar por qualquer coisa e isso me faz achar que ele seria uma das poucas pessoas que conseguiriam sobreviver por muitos anos, já que não me atrevo a dizer até o final do apocalipse.
Assim, continuarei lendo e apreciando o seu jeito de escrever, que é realmente muito bom, e isso deixa a história com uma leitura fácil e agradável. Espero ter a oportunidade de ler mais obras assim...
Parabéns.
Xoxo
Nossa, que surpresa retornar ao site após alguns dias ausente e me dar de cara com um comentário seu, Gabbs! Não entendi muito bem o que você fez, você já acompanhava radioactive como uma fantasma, é isso? Bem, não se preocupe, não precisa sair comentando todos os capítulos! Isso seria uma tortura, afinal, são 30 capítulos postados. Se puder, apenas desejo um comentário seu no último capítulo, fazendo uma análise geral, seria bacana! De qualquer forma, agradeço por sua presença aqui!
Sim! Dean é um personagem bem complexo, egocêntrico, egoísta e sensato. Nós veremos sua personalidade mudar e evoluir conforme ele entende o real significado de sobreviver. Obrigado pelo comentário, beijos!
Oi, passei pra avisar que comecei a leitura. No final da fic eu formulo meus pensamentos em um comentário bem grande.
Por que você fez isso, garota? Haha, obrigado! Olha, no início foi bem amador, dividi com um amigo meu, o Lucas. Lá na metade pro final a escrita melhora, eu espero! Hahaha, releva porque foi escrita em 2013 e publicada em 2014, ok? São dois Arturs diferentes, kkk! ♥
OLA! Pelo visto já terminaram a fanfic, o que vai me permitir maratona-la nessa pandemia.
Começo dizendo que por boa parte da leitura eu não achava o que estava me prendendo a ler. Eu via erros de escrita (bah todos os escritores tem), contradições, uma brincada com o tempo que eu não sabia se era proposital ou acidental e alguns outros. O que me fez parar a leitura e me perguntar o que eu estava vendo na leitura que me fazia continuar a ler? Geralmente tudo que leio eu comento, mas nem de perto eu estava lendo com o caso de vamos terminar, eu parecia empolgado, ainda que várias coisas me incomodassem na história. O que mais me incomodou talvez tenha sido que o primeiro zumbi/errante que o protagonista mata é digno de uma linha (ou até menos).
Mas, então identifiquei e aproveitei o restante da leitura. O que identifiquei? A primeira coisa foi a dinamicidade da leitura, ainda que tenha tudo que falei anteriormente, a leitura é fluída e dinâmica. A narração não fica preparando terreno e tentando criar climas de cada cena, aproveitasse da narração em primeira pessoa (não em tempo real) para ir direto ao ponto e só gastar linhas com o que realmente é relevante para o foco da fic. O foco da fic, eu realmente não sei. Ao final da para perceber que o cara frio e que tenta se manter distante das pessoas acaba se encantando por alguém na pior situação possível indo contra seus próprios códigos de conduta. E é esse código de conduta que é outra coisa que me prende, o cara não é só frio e antissocial é babaca (na falta de termo melhor) e gosto da máxima que ou você ama ou odeia um personagem e não da para ficar em cima do muro com eles ou não fazem diferença realmente. E o fato é ... No primeiro capítulo construir um personagem digno de ser amado e mantê-lo assim é tarefa exaustiva, mas fazer o personagem ser odiado é bem mais rápido. (Claro que não digo que essa é claramente a intenção). Mas... quando pego esses três pontos eu entendo porque estava animadamente lendo o capítulo em pouco menos de 5 minutos.
Um ótimo primeiro episódio!
Sucessos com as fics!
Oi, Kevin, tudo bem com você? Espero que esteja indo tudo bem. Primeiramente, gostaria de agradecer pelos comentários que vi somente hoje. Lucas e eu estamos ausentes há anos do Nyah, cada um seguiu com sua vida e só voltei para cá durante essa quarentena, então me surpreendi por vê-lo comentando em Radioactive. Em relação aos erros, eu entendo tudo o que queres dizer. Já cogitei reescrever o começo da história, já pensei em excluí-la, mas acabei deixando do jeito como está, até mesmo para mostrar como nossa escrita evoluiu ao longo da própria história e também em relação a como escrevemos hoje em dia. Na época da publicação tínhamos 15 anos, não que isso seja uma desculpa, mas não éramos nenhum autor experiente ou coisa do tipo. Éramos apenas dois adolescentes querendo colocar em prática o bombardeio de ideias que tínhamos sobre o universo TWD. Contudo, novamente, entendo tudo que você quis pontuar e, na realidade, até concordo. O que eu mais gosto em Radioactive é a forma como desenvolvemos os personagens, ou tentamos, ao menos. Mesmo sendo bem amadores, Lucas eu tentamos construir algo e, no fim, creio que conseguimos deixar nossa marca na história. Não é uma obra de arte, não é isenta de erros até o final, mas ainda assim é uma história que tivemos muito carinho em escrever.
Agradeço pelo comentário, não sei se você irá ler até o final e suportar os errinhos de sempre, mas, se for, estarei aqui para respondê-lo! Minha última história aqui no site foi Mad World (em hiatus), também no universo de The Walking Dead. E eu adoro ver como o Artur de 2014/2015 evoluiu de pouquinho em pouquinho no Artur de 2017/2018 e dos dias atuais por meio dessas duas histórias. Obrigado!