Decidi sair em busca das esferas do drag... Epa! Frase errada! Decidi sair em busca das outras fics do desafio (sim, também participo) para ver quais foram as outras ideias, e cá estou! Não se preocupe quanto a ter postado em cima da hora. Sempre há momentos em que acabamos vivendo perigosamente (mesmo que contra nossa vontade//como no meu caso)...
Reparei que os investigadores ficam sabendo do sumiço pela televisão. É como costumo dizer: por mais que a internet exista, as pessoas tomam conhecimento das notícias pelo telejornal, mhuáhuáhuáhuá! (sim, eu vejo jornal pela televisão, cof, cof)
Quando Miranda comenta que ela quem sai sangrando, acabei me lembrando da Mikasa de "Shingeki no Kyojin". As mulheres que vão salvar os caras (é "nóis"!!//táparei)!!! Quanto ao seu histórico, poxa, que triste ela sofrer duplamente: por ser ela quem se machucava fisicamente, e ainda aguentar ser taxada de louca. Perder bolsa da faculdade é ruim... Então, ela não concluiu o curso que fazia, pelo que entendi.
Apesar de ter achado também forte uma mãe falar para a filha que o Papai Noel morreu, gostei bastante de você ter reservado uma cena para trabalhar a questão "quem entrega os presentes é o Noel ou os pais? E o que estes farão agora?". Também gostei de ter mencionado capitalismo e a relação "interesses nacionais - internacionais - povos", pois faço curso de Relações Internacionais, então vejo isso o tempo todo, rs.
Depois da cena "não somos doidões, vamos de barco", entendi o sofrimento da Miranda. Ele faz as bobagens e ela paga o pato. Ok, Dan. Se bem que entendo o recurso ao barco, pois assim dá tempo de chegarem com mais calma.
Quanto ao acampamento, ri quando falaram que não iam se responsabilizar por desavenças entre os grupos independentes. Que absurdo! Eles que incentivam a formação de grupos, para depois tentarem tirar o corpo fora daquela responsabilidade! E realmente, parece até uma "institução" de investigação, com todo o suporte já pronto para os detetives. Senti como se eles fossem tratados como... Gado, ou trabalhadores das fábricas do século XIX em um refeitório, esperando na fila de forma padronizada e organizada.
Não sei porque, mas esse Will me pareceu muito suspeito logo de cara. Quando comentou de fivela de cobra e uma faltante, já pensei que tivesse sido ele. Aí, no final, tcharans: ele é o culpado! Só confesso que esperava que ele aparecesse de novo para oferecer alguma resistência, mas mesmo sem voltar, já foi complicado para a dupla sair das celas de gelo, rs.
Não achei cansativa a sua história, pelo contrário, teve um bom ritmo. Só achei que focou muito em capitalismo, o que deixou a história um pouco pesada (se bem que é + 13, então não tem problema) e também foi um pouco repetitivo. No entanto, de fato o Natal virou um evento comercial já tem um bom tempo. Tem pessoas que se esqueceram que esse é um evento de reunião e nascimento de laços (renovação, sem querer focar muito no lado religioso, afinal, não sou uma pessoa religiosa, mas respeito as comemorações), e você trabalhou bem a necessidade de recuperar os "bons fluídos" (se é que algum dia existiram por longos períodos na história humana//apanha). Enfim, mas não digo isso querendo matar as esperanças dos outros (como aquela mãe fdp), e sim como alguém que quer manter o pouco que há de bom (como a Miranda).
Enfim, a personagem principal foi bem trabalhada e gostei dos altos e baixos dela, para só depois de adulta perdoar uma mágoa de infância. Só acho que ela sofreu por muito tempo (dura muito tempo, como o Semp Toshiba//apanha. É que lembrei de anúncio de televisão dessa marca), né? Mas humanos são assim: traumatizam-se durante a infância, entram em crise na adolescência, e só resolvem seus problemas quando adultos.
Vou tentar responder na ordem do que você foi falando.
No dia 11 eu estava desanimada a escrever e imersa num tremendo mau humor. Tinha desistido de participar do concurso por considerar minha ideia baka demais e também porque estava em cima da hora. Me deu uns cinco minutos e eu corri mandar uma MP pra minha beta reader sobre o desafio. Fosse bom se eu tivesse começado a escrever naquela hora, teria digitado com mais calma. Madrugada do dia 13 e eu digitando loucamente, com pausas cronometradas pra não desmaiar de fome em frente ao PC. Adrenalina demais fazer as coisas em cima do prazo |-_q|
Achei que se descobrissem pela televisão seria uma coisa mais coletiva, assim os dois saberiam ao mesmo tempo que havia acontecido. Também acho que assistir ao telejornal é bem melhor do que ler as notícias na internet. Há uma força que me faz ver o jornal quase sempre -_q
Ainda não assisti Shingeki no Kyojin mas estou louca pra ver. Antes tenho que terminar Bleach e é... sacoméné... uns 366 episódios+OVA's.... com calma, um dia desses eu termino *risos*
É verdade, a Miranda acabou sofrendo no passado, quando investigava com Dan. Deve ser realmente ruim ser chamada de louca, perder os amigos e a faculdade =/ Eu queria que isso ficasse bem transparente nela, o passado cheio de pedras que ela não suportava carregar, e que então simplesmente desejou abandoná-las no meio do caminho e seguir em frente. Resquícios disso sempre a atrapalharam, sem dúvidas. Acontece que no fim eu fico com dó e faço um final dela fazendo as pazes =')
O que aquela mãe disse foi mesmo forte, mas eu pensei no que poderia ser impactante para uma criança. Perder um herói? Certo. Mas para perdê-lo "para sempre" e não ter de dar mais satisfações aos filhos, foi mais fácil dizer que ele estava morto. E como o capitalismo está presente em tudo ao nosso redor, por que não se lembrar de um de seus símbolos? Papai Noel, Coelhinho da Páscoa... são as movimentações desse meio. E nessa ficção, ele existe e é ele quem entrega os presentes, assim os pais não têm de fazer absolutamente nada. Dizer que ele morreu era a escapatória mais fácil, mesmo que brutal.
O Dan muitas vezes é o oposto da Miranda. Ele que a incentiva a fazer de tudo, foi a chave na sua recuperação. Faz algumas besteiras as vezes, mas lá está ela para ajudá-lo também. Eles se completam e eu acho isso tão ♥
Sobre a instituição de investigação, era bem isso o que eu queria. Eles forneceriam tudo, mas também não fariam nada. "Aqui está o limão e é assim que se faz uma limonada. Se quer o suco, se vire para fazer. Mas acontece que nós também queremos o suco pronto e com gelo, o mais rápido o possível." era mais ou menos assim.
Esse Will veio pra dar dor de cabeça em todo mundo |-_q|
Ele ia surgir de novo no final, dar as caras e resistir enquanto o Dan e a Miranda explicavam o caso para os outros grupos, mas pensei melhor e lembrei do limite de palavras. Não ia dar, tive de sufocar algumas coisas e bolar outra forma de fazer com que ele fosse pego |-_q| também senti a falta dele =/
Fico muito feliz que não tenha sido cansativo de se ler (porque o tanto que foi de escrever...) e mais ainda que tenha gostado.
Concordo com você, mesmo que o Natal tenha se tornado algo extremamente comercial, ainda há coisas boas a serem lembradas nesse dia, independente da religião. Acho que só o fato de se reunir com a família num feriado é muito bom.
Vou ler sua história também, se não se importar =D
Obrigada por ter dado a sua opinião, como eu já disse lá em cima, fiquei muito feliz em ter lido tudo o que escreveu. Ah, e me desculpe pela demora em responder à review (e também pelo tamanho da resposta) |-_q|
Quantas situações difíceis essa Mirando passou, viu?
Mas ainda bem que Dan esteve sempre com ela ^^ Formidável a história, gostei muito! Você soube combinar tantas coisas legais, que o resultado foi super bacana.
É mesmo... mas ela é guerreira, continuou de pé, independente da situação, pois Dan estava ao seu lado! *chora emocionada*
Fico muito feliz em saber que gostou. Mesmo. E queria também agradecer por ter favoritado, fico transbordando de felicidade com isso *sorri que nem boba*
Muito obrigada =D
L
Lorde Barão
Sério, essa crítica foi perfeita. Assim como a história em si.
O que mais gostei:
Acham melhor exterminar a criatividade das crianças com um celular novo do que incentivá-la com um bom livro. pensou E os pobres coitados ainda aceitam a alienação.
Me perdoe por ter demorado tanto pra responder a sua review -.-'
Achei que seria uma boa colocar essa crítica na fic pois é bem a verdade que vemos todos os dias. Livrarias só ficam lotadas em vésperas de volta às aulas, quando os pais compram os livros do ano para os filhos não lerem. Isso gera uma preguiça de ler e consequentemente pais se perguntando "Por que meu filho não passou no vestibular? Falhou só em redação, tem tanto livro em casa...". Tem livros ainda envoltos no plástico. Vê se o celular/tablet/computador novo fica mais que três segundos na caixa.
É muito bom que tenha gostado =D Fico imensamente feliz com isso!
Eu sabia que, com essa ideia do Papai Noel desaparecido, muitas pessoas iriam recorrer as histórias de mistério com detetives, infelizmente, poucos conseguiram retratar um bom suspense e tramar uma sequencia com elementos importantes desse tipo de narrativa. Quem já leuagatha christie ousir conan doyle (nao sei se é seu caso) pode tirar bom proveito do tema que eles abordam.
Eu gostei de você ter colocado dois detetives na história, de um vilão infiltrado, fiquei com pé atrás com o Dan desde o começo hehehe e bota dele quando a fivela sumiu deu um ahááá suspeito!!! :D Essas coisas são super legais.
Miranda é bem inteligente,um detetive precisa ser, obviamente. E o final foi mais legal. Papai Noel falando sobre o presente dela quando era pequena.
Kori do céu. Eu jurava ter respondido seu review desde o começo do ano! Mil perdões! *faz reverência*
Enfim, vamos ao que interessa. Olá! Devo dizer que é uma honra ter recebido um comentário e uma recomendação sua. Sério! Foi a primeira recomendação que eu recebi na minha vida (e por enquanto a única) mas que eu orgulhosamente posso dizer "minha primeira recomendação veio da Kori Hime u.u". Quase chorei de emoção quando a li.
Devo também dizer que foi o primeiro suspense completo que eu escrevi. Os personagens, Dan e Miranda, eu criei há um bom tempo já, mas não os encaixava em novas ideias, até que surgiu o desafio. Eu queria a imagem de uma detetive, uma detetive forte, mas que ao mesmo tempo precisa de apoio não só intelectual, mas também emocional. Então o Dan a completa :)
Sou fã da Agatha e do Sir Conan Doyle. Leio desde meus 10 anos de idade e sempre achei incrível a forma como eles envolvem o leitor num berço psicológico no qual nos conduzem para o caminho que bem entenderem, quase que como uma ilusão, até que percebamos que o suspeito era quem menos esperávamos. Fascinante.
"Eu gostei de você ter colocado dois detetives na história, de um vilão infiltrado, fiquei com pé atrás com o Dan desde o começo hehehe e bota dele quando a fivela sumiu deu um ahááá suspeito!!! :D Essas coisas são super legais."
Você não quis dizer Will? Rs. Ele que era o vilão infiltrado. É mesmo, bem legal. Achei que ficaria meio clichê, mas até que estou feliz com o resultado :D
Fico feliz que a resolução do crime tenha te agradado. Foi meio que de súbito o final; me ocorreu que eu ainda não havia planejado nada e já estava terminando o texto, às 23:00 do último dia pra enviar o texto para betagem. Também foi uma experiência nova, não estava acostumada a apelar pro lado emocional do leitor. Rs.
Fiquei lisonjeada com sua recomendação e review. Muito obrigada.
A propósito, mais uma vez, perdoe-me por ter demorado tanto tempo para respondê-la. Jurava já ter feito isso há muito tempo.
Sobre o erro do capítulo que você mencionou, na verdade, creio que tenha entendido errado, pois a enfermeira está com Miranda e a indica onde é o quarto 215. Em seguida, a enfermeira se afasta e ela então entra no quarto do velhinho. Considere que não há uma grande distância entre os quartos. Mas muito obrigada por ter notado e avisado :)
Fico lisonjeada com seus elogios :D
Fico também muito feliz que tenha lido e gostado, principalmente do final :)
Quando vi que estava acompanhando minha estória "Anjo da Cara Suja" resolvi visitar seu perfil e ver suas estórias, me deparei com esta de Papai Noel que participou do festival de férias do Nyah! e então... vamos ler.
Gostei muito de sua ideia de uma estória completa em apenas um capítulo demonstrando a incredibilidade de um pai que nunca (talvez) ganhara um presente na época do natal e por isso, descontava no bom velhinho. Mesmo assim, ele parte em busca de saber o que acontecera com ele (dizendo que era pro bem da fé das crianças). Enfim... Muito lindo. Parabéns e... Tomara que leia a minha, drama/ternura.
Devo dizer que seu comentário me assustou um pouco. Por já ter se passado quase um ano desde que eu a escrevi e postei para participar do desafio, achei que ninguém mais iria comentar além dos que a leram na época. Então, ao mesmo tempo que foi um susto, me deixou muito feliz.
Eu não entendi direito o seu review em algumas partes, mas tentarei responder.
Bom, Miranda (a protagonista) tem um trauma de infância em relação ao Papai Noel que carregou pela vida adulta. Seu pedido era que sua mãe vivesse até que tivesse a chance de dizer a ela o quanto a amava mais uma vez. O pedido foi realizado, no entanto, com a perda de sua mãe, Miranda ficou chateada e rancorosa. Só que ela nunca havia parado pra pensar que seu desejo havia sim sido realizado e que de qualquer forma, nada teria salvo sua mãe.
Então, Miranda estufou o peito, chamou o marido, e saiu em busca do velhinho pela nobre causa de fazer as crianças acreditarem nele mais uma vez e nas coisas boas que ele transmitia.
Fico muito feliz que tenha gostado e muitíssimo grata por ter lido. Quanto a Anjo da Cara Suja, eu li o primeiro capítulo. Estou lendo aos poucos, mas vou deixar pra comentar só no final. É mais fácil, assim eu faço uma resenha só.
Aaah, como eu amo histórias de detetives! Mistérios, resolvidos ou não, agentes especiais, vilões engenhosos e tramas diabolicamente tramadas são umas de minhas paixões ♥
Acho que estava precisando achar algo desse gênero por aqui no site e, veja a coincidência, "Investigação Natalina" me aparece logo nas vésperas de Natal! Logicamente que a leitura desta e o comentário que lhe acompanha estão um tanto fora de época, mas acho que o tempo de adição à "lista de espera" também conta, não?
Eu curti bastante a sua ideia. Dan e Miranda, dois detetives aposentados, investigando o sumiço de uma das figuras mais populares dos dias de hoje : o Papai Noel. As críticas feitas ao seu significado, ao Natal e ao pensamento da sociedade atual foram bem feitas ao longo do texto, passadas pela sua escrita clara e delicada (para uma primeira one-shot a tentativa valeu mais do que demais!), isso sem falar do final do texto, que é no mínimo doce ♥
Parabéns! E, claro, boas festas, mesmo que atrasadas/adiantadas, hahahahaha!!
Decidi sair em busca das esferas do drag... Epa! Frase errada! Decidi sair em busca das outras fics do desafio (sim, também participo) para ver quais foram as outras ideias, e cá estou! Não se preocupe quanto a ter postado em cima da hora. Sempre há momentos em que acabamos vivendo perigosamente (mesmo que contra nossa vontade//como no meu caso)...
Reparei que os investigadores ficam sabendo do sumiço pela televisão. É como costumo dizer: por mais que a internet exista, as pessoas tomam conhecimento das notícias pelo telejornal, mhuáhuáhuáhuá! (sim, eu vejo jornal pela televisão, cof, cof)
Quando Miranda comenta que ela quem sai sangrando, acabei me lembrando da Mikasa de "Shingeki no Kyojin". As mulheres que vão salvar os caras (é "nóis"!!//táparei)!!! Quanto ao seu histórico, poxa, que triste ela sofrer duplamente: por ser ela quem se machucava fisicamente, e ainda aguentar ser taxada de louca. Perder bolsa da faculdade é ruim... Então, ela não concluiu o curso que fazia, pelo que entendi.
Apesar de ter achado também forte uma mãe falar para a filha que o Papai Noel morreu, gostei bastante de você ter reservado uma cena para trabalhar a questão "quem entrega os presentes é o Noel ou os pais? E o que estes farão agora?". Também gostei de ter mencionado capitalismo e a relação "interesses nacionais - internacionais - povos", pois faço curso de Relações Internacionais, então vejo isso o tempo todo, rs.
Depois da cena "não somos doidões, vamos de barco", entendi o sofrimento da Miranda. Ele faz as bobagens e ela paga o pato. Ok, Dan. Se bem que entendo o recurso ao barco, pois assim dá tempo de chegarem com mais calma.
Quanto ao acampamento, ri quando falaram que não iam se responsabilizar por desavenças entre os grupos independentes. Que absurdo! Eles que incentivam a formação de grupos, para depois tentarem tirar o corpo fora daquela responsabilidade! E realmente, parece até uma "institução" de investigação, com todo o suporte já pronto para os detetives. Senti como se eles fossem tratados como... Gado, ou trabalhadores das fábricas do século XIX em um refeitório, esperando na fila de forma padronizada e organizada.
Não sei porque, mas esse Will me pareceu muito suspeito logo de cara. Quando comentou de fivela de cobra e uma faltante, já pensei que tivesse sido ele. Aí, no final, tcharans: ele é o culpado! Só confesso que esperava que ele aparecesse de novo para oferecer alguma resistência, mas mesmo sem voltar, já foi complicado para a dupla sair das celas de gelo, rs.
Não achei cansativa a sua história, pelo contrário, teve um bom ritmo. Só achei que focou muito em capitalismo, o que deixou a história um pouco pesada (se bem que é + 13, então não tem problema) e também foi um pouco repetitivo. No entanto, de fato o Natal virou um evento comercial já tem um bom tempo. Tem pessoas que se esqueceram que esse é um evento de reunião e nascimento de laços (renovação, sem querer focar muito no lado religioso, afinal, não sou uma pessoa religiosa, mas respeito as comemorações), e você trabalhou bem a necessidade de recuperar os "bons fluídos" (se é que algum dia existiram por longos períodos na história humana//apanha). Enfim, mas não digo isso querendo matar as esperanças dos outros (como aquela mãe fdp), e sim como alguém que quer manter o pouco que há de bom (como a Miranda).
Enfim, a personagem principal foi bem trabalhada e gostei dos altos e baixos dela, para só depois de adulta perdoar uma mágoa de infância. Só acho que ela sofreu por muito tempo (dura muito tempo, como o Semp Toshiba//apanha. É que lembrei de anúncio de televisão dessa marca), né? Mas humanos são assim: traumatizam-se durante a infância, entram em crise na adolescência, e só resolvem seus problemas quando adultos.
No geral, gostei da sua história.
Até e boa sorte no concurso!
Puxa, fiquei muito feliz com o seu comentário :D
Vou tentar responder na ordem do que você foi falando.
No dia 11 eu estava desanimada a escrever e imersa num tremendo mau humor. Tinha desistido de participar do concurso por considerar minha ideia baka demais e também porque estava em cima da hora. Me deu uns cinco minutos e eu corri mandar uma MP pra minha beta reader sobre o desafio. Fosse bom se eu tivesse começado a escrever naquela hora, teria digitado com mais calma. Madrugada do dia 13 e eu digitando loucamente, com pausas cronometradas pra não desmaiar de fome em frente ao PC. Adrenalina demais fazer as coisas em cima do prazo |-_q|
Achei que se descobrissem pela televisão seria uma coisa mais coletiva, assim os dois saberiam ao mesmo tempo que havia acontecido. Também acho que assistir ao telejornal é bem melhor do que ler as notícias na internet. Há uma força que me faz ver o jornal quase sempre -_q
Ainda não assisti Shingeki no Kyojin mas estou louca pra ver. Antes tenho que terminar Bleach e é... sacoméné... uns 366 episódios+OVA's.... com calma, um dia desses eu termino *risos*
É verdade, a Miranda acabou sofrendo no passado, quando investigava com Dan. Deve ser realmente ruim ser chamada de louca, perder os amigos e a faculdade =/
Eu queria que isso ficasse bem transparente nela, o passado cheio de pedras que ela não suportava carregar, e que então simplesmente desejou abandoná-las no meio do caminho e seguir em frente. Resquícios disso sempre a atrapalharam, sem dúvidas. Acontece que no fim eu fico com dó e faço um final dela fazendo as pazes =')
O que aquela mãe disse foi mesmo forte, mas eu pensei no que poderia ser impactante para uma criança. Perder um herói? Certo. Mas para perdê-lo "para sempre" e não ter de dar mais satisfações aos filhos, foi mais fácil dizer que ele estava morto. E como o capitalismo está presente em tudo ao nosso redor, por que não se lembrar de um de seus símbolos? Papai Noel, Coelhinho da Páscoa... são as movimentações desse meio. E nessa ficção, ele existe e é ele quem entrega os presentes, assim os pais não têm de fazer absolutamente nada. Dizer que ele morreu era a escapatória mais fácil, mesmo que brutal.
O Dan muitas vezes é o oposto da Miranda. Ele que a incentiva a fazer de tudo, foi a chave na sua recuperação. Faz algumas besteiras as vezes, mas lá está ela para ajudá-lo também. Eles se completam e eu acho isso tão ♥
Sobre a instituição de investigação, era bem isso o que eu queria. Eles forneceriam tudo, mas também não fariam nada. "Aqui está o limão e é assim que se faz uma limonada. Se quer o suco, se vire para fazer. Mas acontece que nós também queremos o suco pronto e com gelo, o mais rápido o possível." era mais ou menos assim.
Esse Will veio pra dar dor de cabeça em todo mundo |-_q|
Ele ia surgir de novo no final, dar as caras e resistir enquanto o Dan e a Miranda explicavam o caso para os outros grupos, mas pensei melhor e lembrei do limite de palavras. Não ia dar, tive de sufocar algumas coisas e bolar outra forma de fazer com que ele fosse pego |-_q| também senti a falta dele =/
Fico muito feliz que não tenha sido cansativo de se ler (porque o tanto que foi de escrever...) e mais ainda que tenha gostado.
Concordo com você, mesmo que o Natal tenha se tornado algo extremamente comercial, ainda há coisas boas a serem lembradas nesse dia, independente da religião. Acho que só o fato de se reunir com a família num feriado é muito bom.
Vou ler sua história também, se não se importar =D
Obrigada por ter dado a sua opinião, como eu já disse lá em cima, fiquei muito feliz em ter lido tudo o que escreveu. Ah, e me desculpe pela demora em responder à review (e também pelo tamanho da resposta) |-_q|
Até mais e boa sorte no concurso pra você também!
Quantas situações difíceis essa Mirando passou, viu?
Mas ainda bem que Dan esteve sempre com ela ^^ Formidável a história, gostei muito! Você soube combinar tantas coisas legais, que o resultado foi super bacana.
Parabéns :)
É mesmo... mas ela é guerreira, continuou de pé, independente da situação, pois Dan estava ao seu lado! *chora emocionada*
Fico muito feliz em saber que gostou. Mesmo. E queria também agradecer por ter favoritado, fico transbordando de felicidade com isso *sorri que nem boba*
Muito obrigada =D
Sério, essa crítica foi perfeita. Assim como a história em si.
O que mais gostei:
Acham melhor exterminar a criatividade das crianças com um celular novo do que incentivá-la com um bom livro. pensou E os pobres coitados ainda aceitam a alienação.
Me perdoe por ter demorado tanto pra responder a sua review -.-'
Achei que seria uma boa colocar essa crítica na fic pois é bem a verdade que vemos todos os dias. Livrarias só ficam lotadas em vésperas de volta às aulas, quando os pais compram os livros do ano para os filhos não lerem. Isso gera uma preguiça de ler e consequentemente pais se perguntando "Por que meu filho não passou no vestibular? Falhou só em redação, tem tanto livro em casa...". Tem livros ainda envoltos no plástico. Vê se o celular/tablet/computador novo fica mais que três segundos na caixa.
É muito bom que tenha gostado =D Fico imensamente feliz com isso!
Até mais e muito obrigada =D
Oie. :D
Eu sabia que, com essa ideia do Papai Noel desaparecido, muitas pessoas iriam recorrer as histórias de mistério com detetives, infelizmente, poucos conseguiram retratar um bom suspense e tramar uma sequencia com elementos importantes desse tipo de narrativa. Quem já leuagatha christie ousir conan doyle (nao sei se é seu caso) pode tirar bom proveito do tema que eles abordam.
Eu gostei de você ter colocado dois detetives na história, de um vilão infiltrado, fiquei com pé atrás com o Dan desde o começo hehehe e bota dele quando a fivela sumiu deu um ahááá suspeito!!! :D Essas coisas são super legais.
Miranda é bem inteligente,um detetive precisa ser, obviamente. E o final foi mais legal. Papai Noel falando sobre o presente dela quando era pequena.
Essa é uma das minhas histórias favoritas.
Beijos.
O que mais gostei:
Eu gostei da resolução do crime
Kori do céu. Eu jurava ter respondido seu review desde o começo do ano! Mil perdões! *faz reverência*
Enfim, vamos ao que interessa. Olá! Devo dizer que é uma honra ter recebido um comentário e uma recomendação sua. Sério! Foi a primeira recomendação que eu recebi na minha vida (e por enquanto a única) mas que eu orgulhosamente posso dizer "minha primeira recomendação veio da Kori Hime u.u". Quase chorei de emoção quando a li.
Devo também dizer que foi o primeiro suspense completo que eu escrevi. Os personagens, Dan e Miranda, eu criei há um bom tempo já, mas não os encaixava em novas ideias, até que surgiu o desafio. Eu queria a imagem de uma detetive, uma detetive forte, mas que ao mesmo tempo precisa de apoio não só intelectual, mas também emocional. Então o Dan a completa :)
Sou fã da Agatha e do Sir Conan Doyle. Leio desde meus 10 anos de idade e sempre achei incrível a forma como eles envolvem o leitor num berço psicológico no qual nos conduzem para o caminho que bem entenderem, quase que como uma ilusão, até que percebamos que o suspeito era quem menos esperávamos. Fascinante.
"Eu gostei de você ter colocado dois detetives na história, de um vilão infiltrado, fiquei com pé atrás com o Dan desde o começo hehehe e bota dele quando a fivela sumiu deu um ahááá suspeito!!! :D Essas coisas são super legais."
Você não quis dizer Will? Rs. Ele que era o vilão infiltrado. É mesmo, bem legal. Achei que ficaria meio clichê, mas até que estou feliz com o resultado :D
Fico feliz que a resolução do crime tenha te agradado. Foi meio que de súbito o final; me ocorreu que eu ainda não havia planejado nada e já estava terminando o texto, às 23:00 do último dia pra enviar o texto para betagem. Também foi uma experiência nova, não estava acostumada a apelar pro lado emocional do leitor. Rs.
Fiquei lisonjeada com sua recomendação e review. Muito obrigada.
A propósito, mais uma vez, perdoe-me por ter demorado tanto tempo para respondê-la. Jurava já ter feito isso há muito tempo.
Beijos.
Suspeitava do Will desde o começo! hehe Enfim, continue assim. ;)
Beijokas da Frida ;*
Olá :D
Queria dar uma de Agatha Christie, mas teriam ódio de mim no final hehe
Muito obrigada, tanto por ter lido e comentado quanto por ter favoritado a fic :D
Beijos e até mais girl!
A história foi maravilhosa, super criativa, amei, você tem jeito!
O que mais gostei:
O final com certeza foi estupendo!
O que acho que pode melhorar:
Tem um pequeno erro, tem uma hora que a enfermeira diz que o Papai Noel est no 215 e depois diz que a Miranda est do 215, pelo menos eu entendi assim.
Sobre o erro do capítulo que você mencionou, na verdade, creio que tenha entendido errado, pois a enfermeira está com Miranda e a indica onde é o quarto 215. Em seguida, a enfermeira se afasta e ela então entra no quarto do velhinho. Considere que não há uma grande distância entre os quartos. Mas muito obrigada por ter notado e avisado :)
Fico lisonjeada com seus elogios :D
Fico também muito feliz que tenha lido e gostado, principalmente do final :)
Abraços ;)
Quando vi que estava acompanhando minha estória "Anjo da Cara Suja" resolvi visitar seu perfil e ver suas estórias, me deparei com esta de Papai Noel que participou do festival de férias do Nyah! e então... vamos ler.
Gostei muito de sua ideia de uma estória completa em apenas um capítulo demonstrando a incredibilidade de um pai que nunca (talvez) ganhara um presente na época do natal e por isso, descontava no bom velhinho. Mesmo assim, ele parte em busca de saber o que acontecera com ele (dizendo que era pro bem da fé das crianças). Enfim... Muito lindo. Parabéns e... Tomara que leia a minha, drama/ternura.
Olá!
Devo dizer que seu comentário me assustou um pouco. Por já ter se passado quase um ano desde que eu a escrevi e postei para participar do desafio, achei que ninguém mais iria comentar além dos que a leram na época. Então, ao mesmo tempo que foi um susto, me deixou muito feliz.
Eu não entendi direito o seu review em algumas partes, mas tentarei responder.
Bom, Miranda (a protagonista) tem um trauma de infância em relação ao Papai Noel que carregou pela vida adulta. Seu pedido era que sua mãe vivesse até que tivesse a chance de dizer a ela o quanto a amava mais uma vez. O pedido foi realizado, no entanto, com a perda de sua mãe, Miranda ficou chateada e rancorosa. Só que ela nunca havia parado pra pensar que seu desejo havia sim sido realizado e que de qualquer forma, nada teria salvo sua mãe.
Então, Miranda estufou o peito, chamou o marido, e saiu em busca do velhinho pela nobre causa de fazer as crianças acreditarem nele mais uma vez e nas coisas boas que ele transmitia.
Fico muito feliz que tenha gostado e muitíssimo grata por ter lido. Quanto a Anjo da Cara Suja, eu li o primeiro capítulo. Estou lendo aos poucos, mas vou deixar pra comentar só no final. É mais fácil, assim eu faço uma resenha só.
Grata,
LilakeLikie
Aaah, como eu amo histórias de detetives! Mistérios, resolvidos ou não, agentes especiais, vilões engenhosos e tramas diabolicamente tramadas são umas de minhas paixões ♥
Acho que estava precisando achar algo desse gênero por aqui no site e, veja a coincidência, "Investigação Natalina" me aparece logo nas vésperas de Natal! Logicamente que a leitura desta e o comentário que lhe acompanha estão um tanto fora de época, mas acho que o tempo de adição à "lista de espera" também conta, não?
Eu curti bastante a sua ideia. Dan e Miranda, dois detetives aposentados, investigando o sumiço de uma das figuras mais populares dos dias de hoje : o Papai Noel. As críticas feitas ao seu significado, ao Natal e ao pensamento da sociedade atual foram bem feitas ao longo do texto, passadas pela sua escrita clara e delicada (para uma primeira one-shot a tentativa valeu mais do que demais!), isso sem falar do final do texto, que é no mínimo doce ♥
Parabéns! E, claro, boas festas, mesmo que atrasadas/adiantadas, hahahahaha!!
Um abraço apertado e um beijo atrapalhado;
W ♥