Houve uma falha aquando a postagem da história, e esta está duplamente postada. Ou seja, quando chegamos ao fim da leitura, esta volta ao início.
Gostei do método "cada personagem indica outro", insere a história no método quest, e neste caso foi uma quest circular, voltando ao início. No entanto, praticamente só usaste diálogo, o que se revelou uma menos-valia. Com tão poucas descrições e narrações, pouco se fica a saber das personagens e do espaço envolvente.
Também não vi uma razão justificável para o uso de Sherlock Holmes. A personagem encontra-se muito descaracterizada, pareceu-me que só se encontrava na história para ser incompetente e fazer erros estúpidos, de modo a ressalvar a suposta competência e inteligência da personagem original. Isso é um método algo preguiçoso, e é problemático quando a personagem não consegue vingar as suas característica por si só.
Olá, Rayca
Houve uma falha aquando a postagem da história, e esta está duplamente postada. Ou seja, quando chegamos ao fim da leitura, esta volta ao início.
Gostei do método "cada personagem indica outro", insere a história no método quest, e neste caso foi uma quest circular, voltando ao início. No entanto, praticamente só usaste diálogo, o que se revelou uma menos-valia. Com tão poucas descrições e narrações, pouco se fica a saber das personagens e do espaço envolvente.
Também não vi uma razão justificável para o uso de Sherlock Holmes. A personagem encontra-se muito descaracterizada, pareceu-me que só se encontrava na história para ser incompetente e fazer erros estúpidos, de modo a ressalvar a suposta competência e inteligência da personagem original. Isso é um método algo preguiçoso, e é problemático quando a personagem não consegue vingar as suas característica por si só.
Abraço.