Oi... eu não acho que a qualidade do conto tenha diminuído. Acho que vc está triste, e eu tb estou, então gostei mto mto e mto do conto. Mas tenho uma reclamação. Tá curto! Embora eu ache que a tristeza mine um pouco as palavras :\\ No mais eu gostei muito, e foi um dos poucos contos que eu reli.
Olha, não sei o que você tem na cabeça para postar uma história como essa e deixar que eu, uma escritora amadora, leia. Srta. Morena, isso é muita falta de educação, sabia? Porque esse texto ficou maravilhoso. E poético. Digo, extremamente poético. Extremamente perfeito, a ponto de me deixar assim. Sem palavras.
Acho que não era só eu que estava com saudades de ler seus contos, portanto pare com essa bobagem de fic decadente e volte a postar mais, por favor.
Oi Yo. Desculpe a minha falta de educação, mas por aqui somos todos amadores. E eu também. E essa amadora aqui adora seus elogios. Adora que você a mime. Mesmo que não acredite neles as vezes. Obrigada.
vou tentar ignorar meu auto controle e auto senso critico e aumentar as postagens. Vou mesmo.
Ah... muito lindo esse conto! Não sei bem, mas eu lembrei muito do filme que assisti ontem. É, esse mesmo, bem poético. Um tanto quanto o seu conto foi. As vezes, me parece que a poesia é uma moça, que baila entre as letras como se elas fossem o amor maior dela. Tão linda, né? O borrão pode ser o namorado enciumado da poesia que em um só instante se derramou por entre as letras e fez delas outros borrões. Pois bem, o borrão não poderia ficar com poesia, não na sua forma. Por quê? Sabe-se lá, mas como trata-se de uma história de amor, torne-a difícil. Porque amor fácil eu nunca vi. Experiência própria. E nisso, a poesia viveu triste bailando por entre outras formas de poesia que nem tanto a queriam. E os borrões? Continuaram como borrões, choramingando por não ter a poesia. Aquela poesia. Isso o que eu escrevi não é nada, só uma forma de dizer o quanto eu amei o seu conto e o quanto eu amo a autora! Um grande beijo sis!
Pois é, estou apaixonada. Fiquei encantada com o texto e como ele reflete tanto o meu estado agora. Acho incrível quando lemos algo que nos identificamos na hora, sem precisar esforço nem nada, as palavras simplesmente fluem por nossa mente e passam a fazer parte de nós como se sempre estivessem lá. E é isso que esse conto me fez sentir. Parabéns, eu amei.
Imagina se eu ia me ofender, Morgan! Toda crítica é construtiva, embora nunca conclusiva. Então obrigada, querida, por me ajudar a tocar isso aqui. Talvez eu reescreva e poste aqui, dai saberemos como continua, pode ser?
A
Amanda Sky
Oi. To de volta com desculpas de: não importa. To de volta, é. Cheguei até aqui. Disse que chegava e cá estou. Pois é.
Sabe, adoro a sua gaveta. Sempre quis saber se você escreve esses contos e os guarda em uma gaveta mesmo, na... sei lá, escrivaninha perto da sua cama. Ou se essa sua gaveta é uma pasta no seu computador e os contos são escritos no word. Não sei por que, mas é algo que fica fazendo visitas a minha mente de tempos em tempos.
Bem, percebi que ainda não mandei uma recomendação aqui. Perdoe-me (ou não). Irei providenciá-la o mais rápido possível.
Sobre as suas histórias... ah, elas me conquistam a cada capítulo, de verdade. Umas me marcam mais, outras menos; mas todas, sem exceção, são lindas. Outros ainda são contos que me fazem querer imprimi-los e guardar junto com os meus livros, para que eu não precise da minha internet (que ultimamente tem me decepcionado pra caramba, por isso to escrevendo isso aqui a partir de wifi roubado do vizinho) para tê-los comigo.
E... ah, fico ainda sem saber muito o que escrever aqui (agora imagine pra escrever a recomendação!), então vou terminar com um pedido de desculpas pela demora e com um pedido do fundo do coração: poste mais. Estou ansiosa para invadir a sua gaveta novamente. E se me permitir pedir uma outra coisa, quero pedir que continue postando vários e vários contos; que Contos de Gaveta tenha 2384398038247384 capítulos, porque sua gaveta é a mais adorável e incrível que conheço. Obrigada por compartilhá-la comigo e com seus outros leitores.
É isso. Nos vemos no próximo capítulo. Beijos de uma gaveteira sumida, mas que agora está de volta pra ficar.
Ai meu deus, você veio mesmo até aqui! E com o review grandão que me prometeu! E ainda me recomendou! AI MEU DEUS. Obrigada, obrigada e obrigada.
Agora vamos por partes. Sobre a gaveta: ela é apenas aqui. Meus contos ficam meio que jogados antes de virem pra cá. Mas é algo nas minhas metas, sabe, arrumar uma gaveta pra colocá-los. Sério.
Gente, imprimir os contos. Que amor! Me abrace!
Continuarei postando, bem, até quando isso aqui der pé. E detesto decepcioná-la, mas não creio que possa chegar a tanto... enfim.
Obrigada mesmo, Amy. Mesmo mesmo mesmo. É isso. Beijosss
Oi... eu não acho que a qualidade do conto tenha diminuído. Acho que vc está triste, e eu tb estou, então gostei mto mto e mto do conto. Mas tenho uma reclamação. Tá curto! Embora eu ache que a tristeza mine um pouco as palavras :\\
No mais eu gostei muito, e foi um dos poucos contos que eu reli.
Oi... Talvez vc esteja certa. Talvez seja só tristeza. Talvez passe. E talvez eu consiga escrever algo grandão de próximo. Quem sabe?
Obg msm, Lari. Vc não tem ideia do quanto significa pra mim. Mesmo.
Olha, não sei o que você tem na cabeça para postar uma história como essa e deixar que eu, uma escritora amadora, leia. Srta. Morena, isso é muita falta de educação, sabia? Porque esse texto ficou maravilhoso. E poético. Digo, extremamente poético. Extremamente perfeito, a ponto de me deixar assim. Sem palavras.
Acho que não era só eu que estava com saudades de ler seus contos, portanto pare com essa bobagem de fic decadente e volte a postar mais, por favor.
Beijos.
Oi Yo. Desculpe a minha falta de educação, mas por aqui somos todos amadores. E eu também. E essa amadora aqui adora seus elogios. Adora que você a mime. Mesmo que não acredite neles as vezes. Obrigada.
vou tentar ignorar meu auto controle e auto senso critico e aumentar as postagens. Vou mesmo.
Beijos.
Ah... muito lindo esse conto! Não sei bem, mas eu lembrei muito do filme que assisti ontem. É, esse mesmo, bem poético. Um tanto quanto o seu conto foi. As vezes, me parece que a poesia é uma moça, que baila entre as letras como se elas fossem o amor maior dela. Tão linda, né? O borrão pode ser o namorado enciumado da poesia que em um só instante se derramou por entre as letras e fez delas outros borrões. Pois bem, o borrão não poderia ficar com poesia, não na sua forma. Por quê? Sabe-se lá, mas como trata-se de uma história de amor, torne-a difícil. Porque amor fácil eu nunca vi. Experiência própria. E nisso, a poesia viveu triste bailando por entre outras formas de poesia que nem tanto a queriam. E os borrões? Continuaram como borrões, choramingando por não ter a poesia. Aquela poesia. Isso o que eu escrevi não é nada, só uma forma de dizer o quanto eu amei o seu conto e o quanto eu amo a autora! Um grande beijo sis!
Ô sis, é muita sacanagem mandar um review desses. Porque seu review tá infinitamente melhor que o contos. E isso é sacanagem. Deprimi, poxa.
Tô brincando. Mas sério, esse review foi foda. Obrigada por ele.
BEEEEEIJO COM SAUDADES.
Pois é, estou apaixonada. Fiquei encantada com o texto e como ele reflete tanto o meu estado agora. Acho incrível quando lemos algo que nos identificamos na hora, sem precisar esforço nem nada, as palavras simplesmente fluem por nossa mente e passam a fazer parte de nós como se sempre estivessem lá. E é isso que esse conto me fez sentir. Parabéns, eu amei.
Beijos Beijos
~K
Ai meu deus, a Cotrim tá apaixonada. Ai meu deus.
Realmente, é das melhores sensações que há, isso de se identificar. Fico feliz que tenha acontecido com você e esse conto. Mesmo.
Obrigada, K. Mesmo. Beijooos
fofa, profunda, estranha e corrida...
sem ofenças
Imagina se eu ia me ofender, Morgan! Toda crítica é construtiva, embora nunca conclusiva. Então obrigada, querida, por me ajudar a tocar isso aqui. Talvez eu reescreva e poste aqui, dai saberemos como continua, pode ser?
Oi. To de volta com desculpas de: não importa. To de volta, é. Cheguei até aqui. Disse que chegava e cá estou. Pois é.
Sabe, adoro a sua gaveta. Sempre quis saber se você escreve esses contos e os guarda em uma gaveta mesmo, na... sei lá, escrivaninha perto da sua cama. Ou se essa sua gaveta é uma pasta no seu computador e os contos são escritos no word. Não sei por que, mas é algo que fica fazendo visitas a minha mente de tempos em tempos.
Bem, percebi que ainda não mandei uma recomendação aqui. Perdoe-me (ou não). Irei providenciá-la o mais rápido possível.
Sobre as suas histórias... ah, elas me conquistam a cada capítulo, de verdade. Umas me marcam mais, outras menos; mas todas, sem exceção, são lindas. Outros ainda são contos que me fazem querer imprimi-los e guardar junto com os meus livros, para que eu não precise da minha internet (que ultimamente tem me decepcionado pra caramba, por isso to escrevendo isso aqui a partir de wifi roubado do vizinho) para tê-los comigo.
E... ah, fico ainda sem saber muito o que escrever aqui (agora imagine pra escrever a recomendação!), então vou terminar com um pedido de desculpas pela demora e com um pedido do fundo do coração: poste mais. Estou ansiosa para invadir a sua gaveta novamente. E se me permitir pedir uma outra coisa, quero pedir que continue postando vários e vários contos; que Contos de Gaveta tenha 2384398038247384 capítulos, porque sua gaveta é a mais adorável e incrível que conheço. Obrigada por compartilhá-la comigo e com seus outros leitores.
É isso. Nos vemos no próximo capítulo. Beijos de uma gaveteira sumida, mas que agora está de volta pra ficar.
Ai meu deus, você veio mesmo até aqui! E com o review grandão que me prometeu! E ainda me recomendou! AI MEU DEUS. Obrigada, obrigada e obrigada.
Agora vamos por partes. Sobre a gaveta: ela é apenas aqui. Meus contos ficam meio que jogados antes de virem pra cá. Mas é algo nas minhas metas, sabe, arrumar uma gaveta pra colocá-los. Sério.
Gente, imprimir os contos. Que amor! Me abrace!
Continuarei postando, bem, até quando isso aqui der pé. E detesto decepcioná-la, mas não creio que possa chegar a tanto... enfim.
Obrigada mesmo, Amy. Mesmo mesmo mesmo. É isso. Beijosss