Não acredito nisso hahahahahahahahha, puts! Esse foi bem diferente do primeiro, e, mesmo não tendo ação/perseguição gostei mais desse. Muito criativo, como você havia me respondido, construir um romance policial é difícil justamente pelo cuidado que o autor deve ter em arquitetar os detalhes grandes e os mínimos; cenas; personagens. E este o tema foi puramente humor, embora não deixando o suspense típico de um caso policial. Tive que resistir em não correr com as palavras para descobrir o que acontecera com o bendito vaso, que nem original era. O que eu mais gostei, pricipalmente, foi essa frase: ''Na sociedade paulistana, até a comoção, a dúvida, toda sorte de sentimentos, eram fúteis. Puramente fúteis.'', que define o pensamento de Ernesto em relação a sociedade de São Paulo. Olha só como tendemos, na maioria das vezes sermos pessimistas. Assim que um objeto de valor (não no caso de Dona Antônia, visto que o produto made in china deve ter custado muito barato rs) desaparece nossa infame mente já cogita o pior, em qualquer caso, aliás. Vivemos numa capital que está em constante tensão, não é mesmo? Você deve ter essa mania também, se vive em SP ou outra cidade grande, de sempre andar rápido, dirigindo olhares suspeitos para todos os lados. E para mim todos foram suspeitos, principalmente a atraente Júlia Cunha, lançando ao inspetor olhares inquietos. Mas parece que esses olhares suspeitos escondiam um interesse dela no homem e, se os deuses forem bons, a história terminará com a atriz na casa do Prestes.
Enquanto Ernesto interrogava os convidados não esqueci do mordomo; até tinha cogitado que ele mesmo roubou o vaso para algum fim, sei lá. Para você ter ideia de como minha mente entra em constantes devaneios tinha até pensando que o delegado havia roubado o vaso, assim, ele iria devolver a viúva e, de alguma forma, encantá-la bancando uma de herói que salvou a noite e assim traçar a Dona Antônia para depois casar com ela e ter direito aos seus bens, dinheiro e etc, No final das contas a solução para o caso estava no começo do caso: ''cuja vagareza era, a meus olhos, maior que a de mil tartarugas juntas.'' Coitado do mordomo, só queria deixar a peça de valor apresentável para os convidados. Pena que demorou demais, rs. Cara, parabéns. Aguardado mais histórias do Prestes, pode ter certeza disso.
Pois é, este é um conto que trolla quase todos que lêem, huahaahaua!
Sim, este conto é mais leve e descontraído, mas tentei colocar ao máximo uma aura de suspeita e mistério, para fazer o leitor ler e teorizar ao máximo, mesmo. A trama mostra mais do ódio do Prestes pela oligarquia e, quando escrevi, tive esse exato objetivo de mostrar como, em nossa rotina, muitas vezes imaginamos a pior possibilidade para algo ou criamos falsas suspeitas e conjecturas sobre coisas banais - a sociedade do medo. Enfim, está aí, em forma de crítica, um lampejo dela nos anos 1910.
Do jeito que o Prestes é, infelizmente duvido que ele tenha consigo algo com a atriz, viu, hauahaua!
Gostei muito da sua teoria sobre o delegado do conto anterior, fez uma ponte ótima, hauahauahaua! No final, era só o mordomo lento mesmo, hauauaa!
Pode deixar, assim que possível trarei mais. Tenho ideias para mais uns 3 casos, só falta botá-los no papel. Obrigado por ler e comentar.
Não acredito nisso hahahahahahahahha, puts! Esse foi bem diferente do primeiro, e, mesmo não tendo ação/perseguição gostei mais desse. Muito criativo, como você havia me respondido, construir um romance policial é difícil justamente pelo cuidado que o autor deve ter em arquitetar os detalhes grandes e os mínimos; cenas; personagens. E este o tema foi puramente humor, embora não deixando o suspense típico de um caso policial. Tive que resistir em não correr com as palavras para descobrir o que acontecera com o bendito vaso, que nem original era. O que eu mais gostei, pricipalmente, foi essa frase: ''Na sociedade paulistana, até a comoção, a dúvida, toda sorte de sentimentos, eram fúteis. Puramente fúteis.'', que define o pensamento de Ernesto em relação a sociedade de São Paulo. Olha só como tendemos, na maioria das vezes sermos pessimistas. Assim que um objeto de valor (não no caso de Dona Antônia, visto que o produto made in china deve ter custado muito barato rs) desaparece nossa infame mente já cogita o pior, em qualquer caso, aliás. Vivemos numa capital que está em constante tensão, não é mesmo? Você deve ter essa mania também, se vive em SP ou outra cidade grande, de sempre andar rápido, dirigindo olhares suspeitos para todos os lados. E para mim todos foram suspeitos, principalmente a atraente Júlia Cunha, lançando ao inspetor olhares inquietos. Mas parece que esses olhares suspeitos escondiam um interesse dela no homem e, se os deuses forem bons, a história terminará com a atriz na casa do Prestes.
Enquanto Ernesto interrogava os convidados não esqueci do mordomo; até tinha cogitado que ele mesmo roubou o vaso para algum fim, sei lá. Para você ter ideia de como minha mente entra em constantes devaneios tinha até pensando que o delegado havia roubado o vaso, assim, ele iria devolver a viúva e, de alguma forma, encantá-la bancando uma de herói que salvou a noite e assim traçar a Dona Antônia para depois casar com ela e ter direito aos seus bens, dinheiro e etc, No final das contas a solução para o caso estava no começo do caso: ''cuja vagareza era, a meus olhos, maior que a de mil tartarugas juntas.'' Coitado do mordomo, só queria deixar a peça de valor apresentável para os convidados. Pena que demorou demais, rs. Cara, parabéns. Aguardado mais histórias do Prestes, pode ter certeza disso.
Abraço!
Pois é, este é um conto que trolla quase todos que lêem, huahaahaua!
Sim, este conto é mais leve e descontraído, mas tentei colocar ao máximo uma aura de suspeita e mistério, para fazer o leitor ler e teorizar ao máximo, mesmo. A trama mostra mais do ódio do Prestes pela oligarquia e, quando escrevi, tive esse exato objetivo de mostrar como, em nossa rotina, muitas vezes imaginamos a pior possibilidade para algo ou criamos falsas suspeitas e conjecturas sobre coisas banais - a sociedade do medo. Enfim, está aí, em forma de crítica, um lampejo dela nos anos 1910.
Do jeito que o Prestes é, infelizmente duvido que ele tenha consigo algo com a atriz, viu, hauahaua!
Gostei muito da sua teoria sobre o delegado do conto anterior, fez uma ponte ótima, hauahauahaua! No final, era só o mordomo lento mesmo, hauauaa!
Pode deixar, assim que possível trarei mais. Tenho ideias para mais uns 3 casos, só falta botá-los no papel. Obrigado por ler e comentar.
Abraços.