Comentários em “The Beautiful People”: “The Beauty”

a
a p h r o d i t e

Uau! É incrivel como podemos encontrar tantas MadaItas sendo com a mesma sede de sangue, mas é difícil encontrar uma que nos faça pensar. Gosto disso! MadaIta é o shipp mais doentio e sádico, e é por isso que eu gosto tanto. Não gosto de toda essa brutalidade imposta no Madara, porem, ele mesmo é assim. Sim, eu penso que ele apenas finge. E eu sou iludida, eu sei ;o; Mas é isso, fic perfeita, escrita pra lá de impecável e a sensação de medo de tais palavras é incrível! Meu parabéns! Fanfic maravilhosa, sem mais nem menos u-u

bjs e até! ;*********************

Plague Doctor

Ora, agrada-me que tenha apreciado o conto! Quanto ao Madara, apenas agiu ao seu natural. ;)

Agradeço muito os elogios e os parabéns, cara leitora.

~Villain

V
Villain and Vermilion

O conto é lindo como a tanatomorfose que devora a cada segundo o cadáver. E atraente bizarro como o esfriar de um 1ºC depois das seis horas, congela o telencéfalo por completo. Creio que a estória é bela como aquele que a criou. É apaixonante, para a circulação sistêmica estimulante. Este súbito rompante sabes bem qual a razão. Retornando aos aspectos triunfais de sua escrita... Todos são conectados aos bons sabores da vida: horror, terror e amor. Nunca me entretive tanto em ler palavras entrelaçadas em perfeito contexto assombroso.
É meu autor favorito e sempre será, minha artéria coronariana esquerda e direita só fluem sangue com precisão ao ter um vivaz felicitar ao lê-lo. Obrigado por me manter vivo. Mesmo que agora seja tardio para agradecer... Agradeço. O mais extenuante agradável aos olhos é você. O mais lindo e magnífico. Parabéns pelo conto. Ainda conto com você para ler mais, afinal. O fato de eu ainda apreciar a sua boa escrita não é uma ofensa nem tampouco eu ainda te amar.

Plague Doctor

Há uma peste oculta dentro de cada cérebro enquanto as almas vomitam os limiares de seu fôlego. E há a mutação que assola e genética em uma sistêmica doentia devorando a alma na parasitose contínua que é propícia às aberrações. Eu sou a aberração.

E é sempre um prazer tê-lo como leitor.

Não é tarde, e nem nunca o será. Afinal se eu estou escalando a tuaespinha com meus dentes é porque o teu sangue descoagulou o meu e destes temos um fluído mordaz para a vitalidade.

Estamos vivos.

E tão certo quanto não respirar monóxido carbônico eu te amo em toda a plenitude das minhas fibras ósseas e mentais, porque as tuas eu confabulo com os caninos no roer para te prender.

Porque você é meu.