Achei meio louco no começo a mãe pegar seu filho e leva-lo para casa depois dele ter sofrido um acidente, aí quando soube que era uma ilusão eu entendi AUSASHUAHSAH
Aposto que a Luna é a Sorellina KKKKKKKKKK acertei?! A propósito a capa esta pronta, vou te enviar por DM
Well~ Os anjos cantam "Glória e Aleluia" e cá estou para mais um review! Yay! \o/
Para começar quero que ambos os autores me desculpem pelos meus comentários, mas como já sabem o jeito que sou e o porquê de ser assim~
Comecemos, então, pela parte happy(elogios):
1º: Acho que ambos já sabem o quanto preso pela criatividade. E posso dizer que este capítulo assim como o anterior foi maravilhoso de se ler. Então, continuem assim!
2º: Amei o diálogo em si, mas principalmente as partes em negrito! *-* Não sei se foi a intenção, mas ri muito com elas.
"– Sim. O seu rosto está estranho. – minha voz soou bem fraca. – E engraçado. – Confesso que estava fora de minhas condições normais. É inadmissível que você acredite que uso comentários do tipo.
– Claro, por que não estaria? Você ainda não recuperou os sentidos. Sua visão está sem foco. É bom saber que não perdeu o senso de humor, isso é importante. – ele levou uma pequena lanterna aos meus olhos. Isso doeu bastante. – Olhe para a luz!
– Ei, isso dói! Tire essa lanterna daqui! – disse com a voz esganiçada. Empurrei-o com meus braços moles e fracos.
– Calma, garoto. Tente ficar de pé.
– Claro. Apenas se afaste um pouco de mim e me deixe em paz. – Consegui, sem grandes complicações, me levantar. Conclui que eu não era totalmente fraco. Olhei para as minhas roupas e notei que elas estavam encharcadas e meus tênis haviam desaparecido. - Ei, você por acaso viu meus tênis? – Eu estava olhando na direção dos meus pés, mas quando levantei a cabeça o bombeiro estranho, o qual não identificara o rosto, havia desaparecido." -> A ultima frase fez-me perguntar: Essa é a primeira pergunta depois de quase morrer? xD Gostei muito disto.
3º:"– Patrick! Holmes! Acho que esse garoto precisa de uma carona para casa." -> pensei na hora: "Pratick Stump? E Sherlock Holmes? *-* Meus babys! :33 São vocês? (...) ah... não... D: Mas gostei dos nomes! e.e"
4º: "Por um minuto esquecera que não possuíamos um carro e, por isso, voltamos a pé para casa. A dor em meu corpo melhorara e minha cabeça não sofria mais com pontadas dolorosas, mas meus tênis continuavam perdidos" -> Agora entendo sua preocupação em encontrar seus tênis. xD
5º: Houve partes do "meio mundo" que me pareceram semelhantes ao filme Matrix. Mas foi só impressão mesmo. ^^
6º: Quando descreveram o Homem Sem Rosto, perguntei-me se já tinham visto as pinturas do René Magritte. Pois eles são muito semelhantes... Tipo quando se olha para os quadros em que está pintado o Homem, você sente uma inquietação... Well, e eu senti inquietação com o Homem sem rosto de vocês. u-u
Certo, não irei prolongar mais os elogios, pois se não iria demorar horas descrevendo cada parte que gostei e o porquê. Então, vamos a parte das críticas construtivas!
Houveram inúmeros erros -/na verdade só foram seis, mas eu gosto de falar inúmeros para dar um tom mais dramático.
1º Erros de estética. Certa vez minha professora de redação disse-me que não podia ultrapassar o limite de oito ou nove linhas, além de cansar o leitor e ser mais fácil de se cometer outros erros. E vários parágrafos que ocorreram isso.
2º: Erros de pontuação que fiquei abismada. Eu tive que reler o capítulo anterior para ver o que ocorreram esse mesmo erro e que há acima.
2.1:Onde era necessário um ponto final, colocaram uma vírgula e frase ficou imensa e sem sentido.
2.2:Quando se há um diálogo... por exemplo: "– É apenas o começo. – ela disse. - Que isso, jovem? No seu braço." e tendo o sinal destacado, não se deve colocar o 1º ponto final. Então, tomem cuidado com isso.
3º: Erros como "Me desculpe." foram uma facada pro meu pobre coração. D: Não se usa próclise em início de frase. *tia Loi chora*
4º: E principal erro que vi foi o de coerência, principalmente nos parágrafos imensos. Houve mais de uma ideia num só parágrafo. Mas vou dar-lhes uma dica.
Quando eu inicio um parágrafo falando só sobre um... sei lá... um... Sapato! Isso!
Quando eu inicio um parágrafo falando somente sobre um sapato, eu tenho que concluir falando só dele.
Ah! Tia~ Mas eu quero falar da meia também! -3- ~
Não tem problema, fale sobre ela em outro parágrafo.
Mas tiaaaaa~ Quero falar no mesmo que eu estou sobre o sapato! ò3ó
Pois fale! Só que continuarei a reclamar nos reviews! ¬.¬'
5º: Colocaram algumas palavras desnecessárias (infelizmente não sei dizer se isso é um erro. Mas como uma das minhas betas diz que é desnecessário, então deve ser um erro). Do tipo:"Eu olhava boquiaberto para o lago (...)" Como a narração é em primeira pessoa, não era necessário colocar o "eu".
6º: Eu notei a mudança de... "Escrita", e foi por maior incidência de erros. Na frase em que "Lara" diz ao Bawdin que seu cabelo sempre foi assim.
Antes desta fala houve repetidamente os erros que citei. E após só houveram alguns poucas vezes.
.
.
.
Bem, acho que esse foi o maior review da minha vida! xD
Sei que peguei pesado e tudo o mais, mas senti a necessidade alertá-los sobre tais falhas. Então, não me matem depois. x-x
E espero que novamente entendam meu posicionamento como leitora e "corretora".
E espero que tenham gostado do review(pelo menos a parte dos elogios).
E desculpem as repetições de palavras, pois não tive tive tempo de revisar, assim como também o tamanho deste comentário. D:
Lá vem você pedir desculpas graças às críticas que faz. Já disse que não precisa. Elas são boas para o nosso crescimento, mas isso não significa que eu concordo com todas. Kkk. Enfim, comente sem medo.
Sobre os pontos positivos que você comentou... obrigado e gostei do fato de você ter comparado certas partes com o filme Matrix. Adorou os diálogos, né? Prezo muito por isso.
Sua dramática, mas tudo bem. Em relação a parte estética, concordei em relação a pontuação, mas ainda não consigo aceitar esses detalhes específicos dos parágrafos. Falo sobre o número de linhas e o foco num único assunto. Já li muitos livros, muitos mesmo! E nunca dei grande importância a esses aspectos, pois isso varia muito de um autor para outro. Bom, vou rever a estética do parágrafo. Mas focar num único assunto por parágrafo? Discordo. Creio que eles devem constituir uma linha de raciocínio. Mas também vou pesquisar sobre isso. Sobre o “Me desculpe”, não irei mudar. Essa frase foi para mostrar a oralidade do personagem, que creio não ser o Baldwin. Ninguém fala gramaticalmente certo, pois isso é chato. :P
Enfim, obrigado pelas críticas e pelos elogios. Continue acompanhando e pode deixar que não irei te matar.
heey, me indicaram a fic no facebook e vim ler, cara, que surreal, vale a pena cada letra lida... vai demorar um pouco pra acompanhar, mas só avisando que já to por aqui! quando conseguir ler todos os caps deixo uma review descente, juro juradinho! A estória é insana e louca! estou apaixonada (e com dor de cabeça G.G)
Depois de um tempo sem novos reviews, eis que você surge! kkk Fico muito feliz que você tenha gostado assim de GUMP de verdade. A história vai seguindo nesse estilo surreal, e se você gostou dessa característica, garanto que não se arrependerá de ler os capítulos subsequentes! Espero que a dor de cabeça seja algo positivo também kkkkk. Beijos. E novamente, muito obrigado! Te vejo no próximo review! haha
Estou lendo a história a dois dias e fui completamente fisgado pela narrativa, pelo desenrolar, por todo o cenário criado por vocês. É incrível como tudo foi desconstruído tão depressa mas de um modo calmo e detalhista, - destacando novamente a narrativa - a cada frase eu me senti mais e mais dentro de toda a história, como se eu estivesse assistindo a uma peça, ou a um filme, e não lendo uma fic. Irei continuar lendo, por que amo histórias que criam quase que um labirinto mental de tanto mistério, quero poder criar teorias e desenrola-lo até chegar ao fim. E sem esquecer, a trama me lembrou muito os livros do Neil Gaiman, o que me deixou ainda mais fisgado.
Indo para o próximo capítulo \o
O que mais gostei:
A desconstrução do mundo já conhecido por Baldwin, para o mei-mundo;
Olha s?, leitor novo! Ol?, muito prazer. Adoro quando surgem pessoas que realmente curtem GUMP e ficam atra?dos pela ess?ncia do enredo, literalmente.. "fisgados". Mostra pra mim que encontrei algu?m com ideias semelhantes as minhas. E isso ? muito bom. Enfim, fico muito feliz por estar lendo e pelo seu coment?rio. Realmente fiquei bastante animado :) sobre o cen?rio e a descontru??o de tal: isso foi algo com o qual sempre me senti atra?do por tentar fazer e (foi demais!) conseguir. Foi algo que eu e o Rave tivemos que rever e rever, e as pessoas realmente curtiram. Essa cena serviu bastante para enfatizar a capacidade de recriar dos autores em si (n?s.. com a capacidade de manusear as hist?rias e conflitos das personagens) e que os pr?prios envolvidos na trama possuem! Mostrando, assim, a surrealidade do universo de GUMP, como se fosse.. um sonho, algo l?dico. E Neil Gaiman? Caraca, obrigado. Hahahaha. E n?o ? a primeira pessoa que me elogia dessa forma. Estou quase acreditando que meu alter ego se resume a certo.. grande.. escritor ingl?s.
Bom, te espero ver nos pr?ximos cap?tulos. Obrigado pela leitura e pelos elogios :)
Achei meio louco no começo a mãe pegar seu filho e leva-lo para casa depois dele ter sofrido um acidente, aí quando soube que era uma ilusão eu entendi AUSASHUAHSAH
Aposto que a Luna é a Sorellina KKKKKKKKKK acertei?! A propósito a capa esta pronta, vou te enviar por DM
O que mais gostei:
O Homem Sem Rosto
Haushaus. Sabia que alguém ia achar isso muito louco. E ainda não acertou. :P
Well~ Os anjos cantam "Glória e Aleluia" e cá estou para mais um review! Yay! \o/
Para começar quero que ambos os autores me desculpem pelos meus comentários, mas como já sabem o jeito que sou e o porquê de ser assim~
Comecemos, então, pela parte happy(elogios):
1º: Acho que ambos já sabem o quanto preso pela criatividade. E posso dizer que este capítulo assim como o anterior foi maravilhoso de se ler. Então, continuem assim!
2º: Amei o diálogo em si, mas principalmente as partes em negrito! *-* Não sei se foi a intenção, mas ri muito com elas.
"– Sim. O seu rosto está estranho. – minha voz soou bem fraca. – E engraçado. – Confesso que estava fora de minhas condições normais. É inadmissível que você acredite que uso comentários do tipo.
– Claro, por que não estaria? Você ainda não recuperou os sentidos. Sua visão está sem foco. É bom saber que não perdeu o senso de humor, isso é importante. – ele levou uma pequena lanterna aos meus olhos. Isso doeu bastante. – Olhe para a luz!
– Ei, isso dói! Tire essa lanterna daqui! – disse com a voz esganiçada. Empurrei-o com meus braços moles e fracos.
– Calma, garoto. Tente ficar de pé.
– Claro. Apenas se afaste um pouco de mim e me deixe em paz. – Consegui, sem grandes complicações, me levantar. Conclui que eu não era totalmente fraco. Olhei para as minhas roupas e notei que elas estavam encharcadas e meus tênis haviam desaparecido. - Ei, você por acaso viu meus tênis? – Eu estava olhando na direção dos meus pés, mas quando levantei a cabeça o bombeiro estranho, o qual não identificara o rosto, havia desaparecido." -> A ultima frase fez-me perguntar: Essa é a primeira pergunta depois de quase morrer? xD Gostei muito disto.
3º:"– Patrick! Holmes! Acho que esse garoto precisa de uma carona para casa." -> pensei na hora: "Pratick Stump? E Sherlock Holmes? *-* Meus babys! :33 São vocês? (...) ah... não... D: Mas gostei dos nomes! e.e"
4º: "Por um minuto esquecera que não possuíamos um carro e, por isso, voltamos a pé para casa. A dor em meu corpo melhorara e minha cabeça não sofria mais com pontadas dolorosas, mas meus tênis continuavam perdidos" -> Agora entendo sua preocupação em encontrar seus tênis. xD
5º: Houve partes do "meio mundo" que me pareceram semelhantes ao filme Matrix. Mas foi só impressão mesmo. ^^
6º: Quando descreveram o Homem Sem Rosto, perguntei-me se já tinham visto as pinturas do René Magritte. Pois eles são muito semelhantes... Tipo quando se olha para os quadros em que está pintado o Homem, você sente uma inquietação... Well, e eu senti inquietação com o Homem sem rosto de vocês. u-u
Certo, não irei prolongar mais os elogios, pois se não iria demorar horas descrevendo cada parte que gostei e o porquê. Então, vamos a parte das críticas construtivas!
Houveram inúmeros erros -/na verdade só foram seis, mas eu gosto de falar inúmeros para dar um tom mais dramático.
1º Erros de estética. Certa vez minha professora de redação disse-me que não podia ultrapassar o limite de oito ou nove linhas, além de cansar o leitor e ser mais fácil de se cometer outros erros. E vários parágrafos que ocorreram isso.
2º: Erros de pontuação que fiquei abismada. Eu tive que reler o capítulo anterior para ver o que ocorreram esse mesmo erro e que há acima.
2.1:Onde era necessário um ponto final, colocaram uma vírgula e frase ficou imensa e sem sentido.
2.2:Quando se há um diálogo... por exemplo: "– É apenas o começo. – ela disse. - Que isso, jovem? No seu braço." e tendo o sinal destacado, não se deve colocar o 1º ponto final. Então, tomem cuidado com isso.
3º: Erros como "Me desculpe." foram uma facada pro meu pobre coração. D: Não se usa próclise em início de frase. *tia Loi chora*
4º: E principal erro que vi foi o de coerência, principalmente nos parágrafos imensos. Houve mais de uma ideia num só parágrafo. Mas vou dar-lhes uma dica.
Quando eu inicio um parágrafo falando só sobre um... sei lá... um... Sapato! Isso!
Quando eu inicio um parágrafo falando somente sobre um sapato, eu tenho que concluir falando só dele.
Ah! Tia~ Mas eu quero falar da meia também! -3- ~
Não tem problema, fale sobre ela em outro parágrafo.
Mas tiaaaaa~ Quero falar no mesmo que eu estou sobre o sapato! ò3ó
Pois fale! Só que continuarei a reclamar nos reviews! ¬.¬'
5º: Colocaram algumas palavras desnecessárias (infelizmente não sei dizer se isso é um erro. Mas como uma das minhas betas diz que é desnecessário, então deve ser um erro). Do tipo:"Eu olhava boquiaberto para o lago (...)" Como a narração é em primeira pessoa, não era necessário colocar o "eu".
6º: Eu notei a mudança de... "Escrita", e foi por maior incidência de erros. Na frase em que "Lara" diz ao Bawdin que seu cabelo sempre foi assim.
Antes desta fala houve repetidamente os erros que citei. E após só houveram alguns poucas vezes.
.
.
.
Bem, acho que esse foi o maior review da minha vida! xD
Sei que peguei pesado e tudo o mais, mas senti a necessidade alertá-los sobre tais falhas. Então, não me matem depois. x-x
E espero que novamente entendam meu posicionamento como leitora e "corretora".
E espero que tenham gostado do review(pelo menos a parte dos elogios).
E desculpem as repetições de palavras, pois não tive tive tempo de revisar, assim como também o tamanho deste comentário. D:
Bjos da Loi, rapazes! E continuem se esforçando!
O que mais gostei:
A criatividade e o Homem Sem Rosto
O que acho que pode melhorar:
Os erros~
Lá vem você pedir desculpas graças às críticas que faz. Já disse que não precisa. Elas são boas para o nosso crescimento, mas isso não significa que eu concordo com todas. Kkk. Enfim, comente sem medo.
Sobre os pontos positivos que você comentou... obrigado e gostei do fato de você ter comparado certas partes com o filme Matrix. Adorou os diálogos, né? Prezo muito por isso.
Sua dramática, mas tudo bem. Em relação a parte estética, concordei em relação a pontuação, mas ainda não consigo aceitar esses detalhes específicos dos parágrafos. Falo sobre o número de linhas e o foco num único assunto. Já li muitos livros, muitos mesmo! E nunca dei grande importância a esses aspectos, pois isso varia muito de um autor para outro. Bom, vou rever a estética do parágrafo. Mas focar num único assunto por parágrafo? Discordo. Creio que eles devem constituir uma linha de raciocínio. Mas também vou pesquisar sobre isso. Sobre o “Me desculpe”, não irei mudar. Essa frase foi para mostrar a oralidade do personagem, que creio não ser o Baldwin. Ninguém fala gramaticalmente certo, pois isso é chato. :P
Enfim, obrigado pelas críticas e pelos elogios. Continue acompanhando e pode deixar que não irei te matar.
heey, me indicaram a fic no facebook e vim ler, cara, que surreal, vale a pena cada letra lida... vai demorar um pouco pra acompanhar, mas só avisando que já to por aqui! quando conseguir ler todos os caps deixo uma review descente, juro juradinho! A estória é insana e louca! estou apaixonada (e com dor de cabeça G.G)
beijosss ~
Depois de um tempo sem novos reviews, eis que você surge! kkk Fico muito feliz que você tenha gostado assim de GUMP de verdade. A história vai seguindo nesse estilo surreal, e se você gostou dessa característica, garanto que não se arrependerá de ler os capítulos subsequentes! Espero que a dor de cabeça seja algo positivo também kkkkk. Beijos. E novamente, muito obrigado! Te vejo no próximo review! haha
Estou lendo a história a dois dias e fui completamente fisgado pela narrativa, pelo desenrolar, por todo o cenário criado por vocês. É incrível como tudo foi desconstruído tão depressa mas de um modo calmo e detalhista, - destacando novamente a narrativa - a cada frase eu me senti mais e mais dentro de toda a história, como se eu estivesse assistindo a uma peça, ou a um filme, e não lendo uma fic. Irei continuar lendo, por que amo histórias que criam quase que um labirinto mental de tanto mistério, quero poder criar teorias e desenrola-lo até chegar ao fim. E sem esquecer, a trama me lembrou muito os livros do Neil Gaiman, o que me deixou ainda mais fisgado.
Indo para o próximo capítulo \o
O que mais gostei:
A desconstrução do mundo já conhecido por Baldwin, para o mei-mundo;
O que acho que pode melhorar:
Nada;
Olha s?, leitor novo! Ol?, muito prazer. Adoro quando surgem pessoas que realmente curtem GUMP e ficam atra?dos pela ess?ncia do enredo, literalmente.. "fisgados". Mostra pra mim que encontrei algu?m com ideias semelhantes as minhas. E isso ? muito bom. Enfim, fico muito feliz por estar lendo e pelo seu coment?rio. Realmente fiquei bastante animado :) sobre o cen?rio e a descontru??o de tal: isso foi algo com o qual sempre me senti atra?do por tentar fazer e (foi demais!) conseguir. Foi algo que eu e o Rave tivemos que rever e rever, e as pessoas realmente curtiram. Essa cena serviu bastante para enfatizar a capacidade de recriar dos autores em si (n?s.. com a capacidade de manusear as hist?rias e conflitos das personagens) e que os pr?prios envolvidos na trama possuem! Mostrando, assim, a surrealidade do universo de GUMP, como se fosse.. um sonho, algo l?dico. E Neil Gaiman? Caraca, obrigado. Hahahaha. E n?o ? a primeira pessoa que me elogia dessa forma. Estou quase acreditando que meu alter ego se resume a certo.. grande.. escritor ingl?s.
Bom, te espero ver nos pr?ximos cap?tulos. Obrigado pela leitura e pelos elogios :)