Primeiro tenho que dizer que adorei a sua capa de fic. Ficou linda demais! Parabéns mesmo pelo trabalho, ficou super delicado e combinou muito bem com a sua fic, que por sinal é MUITO bem escrita e eu adorei. Diferentes tipo de crianças foram colocadas aqui de maneira bem interessante.
Inicialmente eu já fui bem tocada pela parte do Aiolos e Aiolia, que foi de uma sensibilidade muito grande da sua parte em coloca-la como uma lição. Pois penso que a vida de um cavaleiro seria sempre assim: repleta de lições.
A ideia de derrubar o castelinho(feito com tanto amor pelo Aiolia) e depois a reconstrução dele após a queda, com os irmãos juntos, firme e fortes foi bem bonita. As palavras do Aiolos também foram bem colocadas. Não só por ele ser o irmão mais velho, mas também pelo fato de você trazer a importância dele na construção da personalidade que conhecemos hoje no Aiolia. Ficou muito bem colocado. ;)
A segunda parte(que é do Máscara da Morte, não é?) ficou ÓTIMA também. Entrou pra mim perfeitamente para explicar quem o canceriano se tornou mais pra frente: alguém frio e sem empatia. Toda ambientação, construção e ódio em sentimentos está muito bem escrita, dramática e tocante. Sem contar que os sentimentos tanto da mãe quanto do filho foram muito bem trabalhados. Te confesso que iria gostar muito de ler uma fanfic sobre essa parte, pois adorei muito!*-*
Continuando... bem, sou suspeita porque adoro o Camus! O achei bem caracterizado, mesmo pequetito. Acho que ele seria exatamente assim, completamente aplicado! Não tem como ver o Camus de outra maneira que não essa. ;p
Achei bem fofo essa questão dele nem ligar para o que acham dele e toda a também toda visão adulta(que hoje vejo ser cada vez mais presente O.o). Tem crianças que são assim, muito mais adultas do que deveriam... e a maneira como o professor agiu, ficou muito legal, porque realmente acredito que criança tem que se divertir. Cavaleiro ou não, ele merece um pouco de diversão!
Gostei da abordagem da amizade do Milo... difícil falar em Camus e não pensar logo na amizade, que no EP.G ficava bem evidente entre eles. O contraste com o Milo folgado ficou divertido demais. *-*
A parte do Shun e do Seiya ficou muito linda! Nossa, sem palavras pra expressar o quanto achei sensível a sua abordagem do Shun e toda situação envolvendo ele, Seiya e o passarinho. Machucar um passarinho é algo tão triste(e quanto menino não deve ter machucado ._.) ... e você colocou muito bem isso na maneira do Shunzinho ver isso. Seiya também ficou bem caracterizado, porque por mais que ele pareça do tipo “moleque atentado”, ele também passa todo o sentimento de que age certo quando deve. Isso dele deixar o casaco foi super fofinho e honrado. *-*
Adorei também a forma como colocou eles com medo do Ikki e do Tatsume. São dois personagens que realmente dão medo. Dá pra entender!
E esse final? Caraca,mais uma vez quase fiquei sem palavras. A forma como abordou o Afrodite e seus pensamentos é simplesmente impecável. Esse choque de mundos diferentes também foi muito bem colocado, dando a essa parte uma graça incrível. Fiquei impressionada nessa parte, pois toda ambientação ficou bastante rica para o contexto. Foi uma escolha perfeita!
A maneira como referenciou a beleza dele e como ele olha para o “diferente”(diferente pois de forma alguma aquilo fazia parte de seu cotidiano) ficaram muito bem colocados.
Menina, meu review não deve nem ter passado a metade do que senti nessa fic, pois não coube aqui nem palavras pra descrever o quanto gostei de TUDO. Tudo muito bem escrito, ambientações excelentes, personagens bem caracterizados, situações inusitadas... sua escrita é ótima e com bom desenvolvimento. Parabéns mesmo pela oneshot! *-*
Realmente seu review me fez feliz e você não imagina o quanto, Snotra. Já estava desanimada pela fic não ter tido uma boa repercussão já que me esforcei para criar esse enredo, como me esforço em qualquer outro trabalho. Mas é algo que eu deveria esperar quando a fic não tem o famoso quesito que chama atenção de todo mundo "o romance". Mas ainda quero acreditar que outros tipo de enredo possam chamar atenção e ter seu espaço e ser bem recebido e ao receber uma review como a sua me senti vitoriosa. Senti que o trabalho vale sim a pena. Obrigada por isso!
Agora, respondendo a sua review:
Eu tinha feito a base da capa (o rascunho) algum tempo atrás. Na verdade, quando escrevi a fic já me veio na mente essa imagem dos principais da fic dormindo juntos cobertos por uma colcha de retalhos. Mas aí faltava a parte mais complicada: delinear todo o rascunho e pintar. xD Comecei na quinta e levei ontem o dia toda, fui terminar era uma da manhã, por isso achei que o esforço valeu a pena. Obrigada pelo elogio!
Inicialmente eu já fui bem tocada pela parte do Aiolos e Aiolia, que foi de uma sensibilidade muito grande da sua parte em coloca-la como uma lição. Pois penso que a vida de um cavaleiro seria sempre assim: repleta de lições.
A ideia de derrubar o castelinho (feito com tanto amor pelo Aiolia) e depois a reconstrução dele após a queda, com os irmãos juntos, firme e fortes foi bem bonita. As palavras do Aiolos também foram bem colocadas. Não só por ele ser o irmão mais velho, mas também pelo fato de você trazer a importância dele na construção da personalidade que conhecemos hoje no Aiolia. Ficou muito bem colocado. ;)
Você captou exatamente a essência desse primeiro conto. Ele foi quase uma metáfora a tudo que o Aioria viveu. Afinal, a vida do Aioria foi destruída pela traição do irmão (aqui simbolizada pelo castelo perfeito que o irmão derrubou), mas o próprio ensinamento do irmão o fez erguer a cabeça e continuar em frente, retratada na fic como "enquanto houver aqueles com vontade de reconstruir nenhum castelo permanecera em ruina". Ou seja, mesmo que seu mundo venha abaixo no futuro, se continuar tendo coragem e força de vontade, você conseguirá superar todos os obstáculos e seguir em frente.
A segunda parte (que é do Máscara da Morte, não é?) ficou ÓTIMA também. Entrou pra mim perfeitamente para explicar quem o canceriano se tornou mais pra frente: alguém frio e sem empatia. Toda ambientação, construção e ódio em sentimentos está muito bem escrita, dramática e tocante. Sem contar que os sentimentos tanto da mãe quanto do filho foram muito bem trabalhados. Te confesso que iria gostar muito de ler uma fanfic sobre essa parte, pois adorei muito!*-*
Exato novamente! Você pegou o espírito de todos os contos. Eu quis realmente passar que a personalidade do Máscara atual foi gerada por causa da ausência de amor que ele viveu na infância. Algo que o próprio vizinho da mãe dele alertou a ela e mesmo assim ela não deu a mínima. Teve o fim que teve. E o filho infelizmente não se tornou uma boa pessoa. É uma lição para a vida também, criar uma criança com ausência de amor pode torná-la uma pessoa dura no futuro. Amor nunca é demais.
Continuando... bem, sou suspeita porque adoro o Camus! O achei bem caracterizado, mesmo pequetito. Acho que ele seria exatamente assim, completamente aplicado! Não tem como ver o Camus de outra maneira que não essa. ;p
Concordo plenamente, acho o Camus muito aplicado e sério. Por isso acho tão fácil de caracterizá-lo nas fics. Também não acho que seja algo que ele viveu que o tornou essa pessoa rígida, mas sim porque é a forma dele ser, talvez a educação que os pais tenha dado, né? Acho crianças do tipo dele muito fofas. xD Dá vontade de beliscar pra ver se reage como criança, se xinga, se chora, se grita.
Achei bem fofo essa questão dele nem ligar para o que acham dele e toda a também toda visão adulta (que hoje vejo ser cada vez mais presente O.o). Tem crianças que são assim, muito mais adultas do que deveriam...
É o que acabei de falar. Hoje em dia as criança estão ficando adultas antes do tempo e são muitas que são assim. Eu tenho vários exemplos, meus sobrinhos. xD
E a maneira como o professor agiu, ficou muito legal, porque realmente acredito que criança tem que se divertir. Cavaleiro ou não, ele merece um pouco de diversão!
O professor é bem humano, né? Além disso, eles estão em uma academia e apesar do Santuário ter uma doutrina rígida, não acredito que eles não tinham momento de diversão.
Gostei da abordagem da amizade do Milo... difícil falar em Camus e não pensar logo na amizade, que no EP.G ficava bem evidente entre eles. O contraste com o Milo folgado ficou divertido demais. *-*
Você também é fã dos Episódios G? Eu acho que aprendi a conhecer melhor o Camus ali. Ficou muito evidente a personalidade dele séria ali. Aliás, acho que o Episódio G foi de grande ajuda pra conhecer todos os cavaleiros de ouro, principalmente o Aioria. Sinto falta pelo mangá não ter sido concluído e nem por não ter tido anime da série. T^T
A parte do Shun e do Seiya ficou muito linda! Nossa, sem palavras pra expressar o quanto achei sensível a sua abordagem do Shun e toda situação envolvendo ele, Seiya e o passarinho. Machucar um passarinho é algo tão triste (e quanto menino não deve ter machucado ._.) ... e você colocou muito bem isso na maneira do Shunzinho ver isso. Seiya também ficou bem caracterizado, porque por mais que ele pareça do tipo “moleque atentado”, ele também passa todo o sentimento de que age certo quando deve. Isso dele deixar o casaco foi super fofinho e honrado. *-*
Eu gosto muito do Seiya. De uma forma que poucos gostam, menos ainda o respeitam. Mas, cada um pensa de um jeito. Mas eu o vejo exatamente desta forma que o retratei na fic. Um garoto arteiro, como muitos por aí, mas que no fundo tem um bom coração. Não sei se você lembra do anime clássico e da fase de quando eles vão para o inferno e vão atravessar o rio que leva o outro lado, dele e do Shun juntos. Aquela parte lá, é exatamente essa parte da fic. O Seiya é todo impaciente, fica bravo com o barqueiro que quer dinheiro pra atravessá-los, aí o Shun resolve o problema dando o medalhão dele, e depois o barqueiro quer derrubá-los porque o valor do medalhão do Shun só pagava metade da travessia. Depois eles chegam do outro lado e o Seiya solta pum na frente de um dos juízes, o que não suporta barulho e nem fedor. xD Tipo, esse é o Seiya. E esse Seiya me encanta porque ele é original, é um garoto normal. E o Shun do lado dele é como você ver dois lados da moeda ao meso tempo, o Shun é do tipo menino mais delicado, bonzinho, sensível. Ahh, eu vou parar se não fico falando deles a noite inteira. Mas deu pra entender o quanto gosto deles, né? Por isso escrever esse conto faz bem pra alma.
Adorei também a forma como colocou eles com medo do Ikki e do Tatsume. São dois personagens que realmente dão medo. Dá pra entender!
Sim. No original, quando mostra a infância deles dá pra entender porque os meninos tinham medo do Ikki e do Tatsume. xD
E esse final? Caraca,mais uma vez quase fiquei sem palavras. A forma como abordou o Afrodite e seus pensamentos é simplesmente impecável. Esse choque de mundos diferentes também foi muito bem colocado, dando a essa parte uma graça incrível. Fiquei impressionada nessa parte, pois toda ambientação ficou bastante rica para o contexto. Foi uma escolha perfeita!
As ideias me surgem de uma forma que eu nem mesmo consigo entender, mas foi fechar os olhos, pensar em uma história para o Afrodite e pronto, eu já vi ele e o pai dele perdidos em meio a África. Por que uma das coisas que queria destacar é esse excesso de vaidade do Afrodite. E quer algo que sustente mais a vaidade de alguém que ter sua beleza enaltecida? E ele só teria sua beleza diferente tão enaltecida se estivesse em um ambiente onde suas características fossem raras. Então, veio a ideia da história dele se passar na África. Acho que isso também foi culpa de um filme que assisti inúmeras vezes na sessão da tarde, se não me engano é "Allan Quarteman e a cidade do ouro perdido", adorava os filmes do Allan Quarteman. xD Nesse filme tem uma cena que até hoje me fascina, a protagonista cai na floresta e uma tribo de homens que andam pendurado nas árvores a enaltece como uma deusa e até dá a ela uma coroa de diamantes, exatamente por ela ser diferente, loira de olhos azuis e pele alva. Quem disse que os filmes da sessão da tarde não são boas influências, né? xD Pelo menos na minha época assisti muitos filmes bons nesse horário.
A maneira como referenciou a beleza dele e como ele olha para o “diferente”(diferente pois de forma alguma aquilo fazia parte de seu cotidiano) ficaram muito bem colocados.
Menina, meu review não deve nem ter passado a metade do que senti nessa fic, pois não coube aqui nem palavras pra descrever o quanto gostei de TUDO.
Percebi em cada pedacinho da sua review, o quanto você gostou de verdade do meu trabalho e também nem consigo retribuir em palavras o quanto sua review me deixou feliz.
Tudo muito bem escrito, ambientações excelentes, personagens bem caracterizados, situações inusitadas... sua escrita é ótima e com bom desenvolvimento. Parabéns mesmo pela oneshot! *-*
Novamente, eu quem agradeço pela review, Snotra! Pretendo continuar me esforçando pra continuar sendo digna de palavras tão sinceras e gentis!
Eu não vejo SS faz muito tempo, e não lembro quase de nada, mas foi lindo.
Todos os casos ♥ adorei mesmo. Tanto a história de cada caso, como a narração. Juro que até fiquei meio emocionada no final :D
Só não reconheci quem é o caso número 2 >_
Mas gostei de todos.
O primeiro foi super bonitinho e poético, com a história do castelo ser derrubado e reconstruído e talz ♥
O segundo foi mais forte, mas ue gostei muito. Achei uma ideia interessante. Criancinha inteligente, bem das minhas, sem pena XD
O terceiro caso foi hiper legal também. "Pra mim quem é chato é o MIlo". hahahaha E praga de professor pega mesmo. Não chega no nível da praga das mães, mas... É preciso ter cuidado. Com praga não se brimca.
O quarto caso também foi hiper bonitinho ♥ eu amo o Shun ♥ ele é uma gracinha *-*
E o quinto caso foi o que eu mais gostei hahaha o Afrodite não tem verginha nenhuma na cara, né? Sem remorsos, mesmo. E gostoiu mesmo quando os outros deram presentes para ele, né. Esperto. Ah, mas fazendo o bem, tanto faz o motivo.
Gostei mesmo, senpai. ME surpreendi. Foi uma temática boa e tratada do jeito certo.
Senpai, que lindooooo ♥ Eu não vejo SS faz muito tempo, e não lembro quase de nada, mas foi lindo.
Obrigada! Fico mega feliz que tenha gostado!! ♥
Todos os casos ♥ adorei mesmo. Tanto a história de cada caso, como a narração. Juro que até fiquei meio emocionada no final :D Só não reconheci quem é o caso número 2 >_< Mas gostei de todos.
O caso número dois é o do Máscara da Morte de Câncer, o cavaleiro de ouro que via espíritos e que decorava o chão e as paredes da Casa de Câncer, com cabeças de pessoas mortas nas suas batalhas. Lembrou? :D
O primeiro foi super bonitinho e poético, com a história do castelo ser derrubado e reconstruído e talz ♥
Foi também uma alusão a história dos dois na série. O Aioros foi culpado por tudo de 'ruim' que o Aioria viveu no Santuário após a morte dele, quando ele foi incriminado por conspirar contra Athena. Mas na verdade o irmão dele foi o herói que salvou Athena, então a onda que destruiu o castelo, foi uma metáfora a "traição" do irmão (destruiu sua vida, suas estruturas) e depois, ele ajuda reconstruir, porque foi o espírito do próprio Aioros quem mostrou para Aioria a verdade "a reconstrução". :D
O segundo foi mais forte, mas ue gostei muito. Achei uma ideia interessante. Criancinha inteligente, bem das minhas, sem pena XD
Máscara da Morte é mesmo foda, mesmo criança. ♥
O terceiro caso foi hiper legal também. "Pra mim quem é chato é o Milo". hahahaha E praga de professor pega mesmo. Não chega no nível da praga das mães, mas... É preciso ter cuidado. Com praga não se brinca.
Milo e Camus são fofura ao extremo, desde crianças! ♥
O quarto caso também foi hiper bonitinho ♥ eu amo o Shun ♥ ele é uma gracinha *-* Também, meu preferido de longe! Ao lado do irmão Ikki, obviamente! Mas tb tenho uma paixão secreta pelo Seiya. hihihhihhii
E o quinto caso foi o que eu mais gostei hahaha o Afrodite não tem vergonha nenhuma na cara, né? Sem remorsos, mesmo. E gostou mesmo quando os outros deram presentes para ele, né. Esperto. Ah, mas fazendo o bem, tanto faz o motivo.
Outro personagem de Saint Seiya que amo é o Dite, Gi! ♥ Se vc o conhecesse bem, ou lembrar, vc tb ia amar tb. É rico! Andrógino, cara de boneca, com voz grossa e jeito de durão. Lindeza demais!! Na verdade, dos cavaleiros de ouro, eu gosto só dos problemáticos: Dite, Máscara da Morte, Aioria, Deba e meu amado esquizofrênico duas caras Saga ♥!! Os outros são legais, mais são certinhos demais. >_
Gostei mesmo, senpai. ME surpreendi. Foi uma temática boa e tratada do jeito certo. COntinue arrasando!
Colcha de retalhos foi uma surpresa deliciosa, não só porque tu a escreveste e eu sempre digo que as tuas caracterizações são extremamente pertinentes às personalidades dos cavaleiros e a tua forma de escrever é intensa, gostosa e, ao mesmo tempo profunda.
Conseguir visualizar os cavaleiros ainda crianças foi emocionante prá mim, principalmente nas situações que tu criaste, possibilitando que cada um se mostrasse como promessa de "futuro"e isso foi genial, mas já era de se esperar de ti. Sempre te disse isso, tua escrita é visceral, mas de uma delicadeza que casa, perfeitamente, com os diversos mundos que crias com a tua sensibilidade e maestria! Parabéns, minha amada e que continues, cada vez mais!! Bjs, XD
Eu sempre fico envaidecida com seus elogios, Vagabond! Afinal, é uma escritora que admiro muito a forma poética de escrever. E quanto as personalidades, bem, acho que sou uma boa observadora, principalmente dos detalhes, aí consigo até caracterizá-los de acordo, mas certamente, ainda tenho um caminho longo pra percorrer.
Eu que agradeço por suas palavras sempre tão motivadoras, minha amiga!!
Beijãooo!!!
A
Angelique
Muito bonita a história. Eu adorei cada parte dela. Primeiro foi a lição de perseverança e amor que Aioros deu a seu irmão Aioria, com cuidado e carinho, o rapaz mais velho ensinou ao irmãozinho uma grande lição, foi lindo. E também foi fofo ver o Aioria pequeno.
A do Máscara da Morte, foi a história mais forte, ele tão pequeno e já tão sofrido, e isso teve consequências em toda a sua história. Nós não sabemos bem o que aconteceu em sua vida, mas poderia bem ter sido algo assim, ou semelhante. As escolhas dos pais, sim podem e tem muita influência na personalidade dos filhos, e o menininho já odiava a mãe, e nem dá pra tirar a razão dele.
Camus, como sempre o menino responsável, ainda tão criança, porém com um forte sentido de dever, o que realmente é raro. Pra mim, ele em muitos apectos é a criança ideal, entretanto concordo com seu mestre, ele é muito jovem e também precisa se divertir. Felizmente o professor tem razão, ele encontrou um bom amigo...
Shun e Seiya, estavam umas gracinhas protegendo o passarinho. Linda mesmo a atitude de defender os mais fracos, um grande exemplo de amor. No fim Seiya provou ao amigo que é sim uma pessoa confiável.
O Afrodite, também recebeu uma grande lição ao encontrar beleza e amizade onde só via pobreza. Também teve o lance do garotinho se "sentir" por estar sendo admirado, a cara dele isso, rsrs... Foi linda a emoção que o pai dele sentiu, ao perceber que o filho tinha um bom coração, mesmo que não parecesse na maioria das vezes.
Enfim, eu gostei muito dessa história, ficou linda e muito bem escrita.
Fico feliz de me dar mais uma vez a honra da sua review. Muito obrigada!
Muito bonita a história. Eu adorei cada parte dela. Primeiro foi a lição de perseverança e amor que Aioros deu a seu irmão Aioria, com cuidado e carinho, o rapaz mais velho ensinou ao irmãozinho uma grande lição, foi lindo. E também foi fofo ver o Aioria pequeno.
Sim! Como expliquei para outra leitora na outra resposta essa foi também uma alusão a história dos dois na série. O Aioros foi culpado por tudo de 'ruim' que o Aioria viveu no Santuário após a morte dele, quando ele foi incriminado por conspirar contra Athena. Mas na verdade o irmão dele foi o herói que salvou Athena, então a onda que destruiu o castelo, foi uma metáfora a "traição" do irmão (destruiu sua vida, suas estruturas) e depois, ele ajuda reconstruir, porque foi o espírito do próprio Aioros quem mostrou para Aioria a verdade "a reconstrução". :D Aioria criança é algo fofível e mordível, né, não? *____*
A do Máscara da Morte, foi a história mais forte, ele tão pequeno e já tão sofrido, e isso teve consequências em toda a sua história. Nós não sabemos bem o que aconteceu em sua vida, mas poderia bem ter sido algo assim, ou semelhante. As escolhas dos pais, sim podem e tem muita influência na personalidade dos filhos, e o menininho já odiava a mãe, e nem dá pra tirar a razão dele.
Exatamente isso. Eu sempre acho que a criação de alguém influencia muito na sua personalidade, (às vezes não. Tem pessoas que nascem com uma personalidade ruim naturalmente) mas, no meu ver, o Máscara viveu algum trauma, ou teve uma infância desprovida de amor, por isso ele cresceu e se tornou esse cavaleiro tão impiedoso. Por isso criei essa história com a mãe dele. Que bom que gostou! ♥
Camus, como sempre o menino responsável, ainda tão criança, porém com um forte sentido de dever, o que realmente é raro. Pra mim, ele em muitos aspectos é a criança ideal, entretanto concordo com seu mestre, ele é muito jovem e também precisa se divertir.Felizmente o professor tem razão, ele encontrou um bom amigo...
Sim. Acho que o Camus seria essa criança responsável. xD Cheio de neuras, desde pequeno. O que é mesmo raro, você tem razão, crianças são crianças e seu único dever e se divertir. E foi isso que o mestre dele tentou passar, e ele conseguiu sim um ótimo amigo, por mais que ele não concorde que o Milo o seja. Por isso os dois juntos são muito amor.
Shun e Seiya, estavam umas gracinhas protegendo o passarinho. Linda mesmo a atitude de defender os mais fracos, um grande exemplo de amor. No fim Seiya provou ao amigo que é sim uma pessoa confiável.
Achei que consegui desenvolver Shun e Seiya mais naturalmente. O Aioria também eu tivesse essa sensação. Tipo, eles saíram realmente crianças comuns e bem inocentes do tipo que se preocuparia sim com o passarinho ferido, que faz arte, que chora. Diferente dos outros que eram prodígios. Esse fim, com o Shun realmente crendo no Seiya, também foi uma alusão a série, todos eles (Shun, Hyoga, Shiryu e Ikki) confiam na força de vontade do Seiya, então por mais que ele meta os pés pelas mãos, ele é alguém em quem se pode confiar. ♥
O Afrodite, também recebeu uma grande lição ao encontrar beleza e amizade onde só via pobreza. Também teve o lance do garotinho se "sentir" por estar sendo admirado, a cara dele isso, rsrs... Foi linda a emoção que o pai dele sentiu, ao perceber que o filho tinha um bom coração, mesmo que não parecesse na maioria das vezes.
Exato, o pai queria "humanizá-lo" e ele mesmo confirma isso, mas a verdade é que um bom pai como o do Dite, só quer que seu filho fosse um pouco humilde, como ele, mas ele no fundo tem algo de bom dentro dele, e vem a tona quando precisa.
Enfim, eu gostei muito dessa história, ficou linda e muito bem escrita. Parabéns!
Obrigada, Angelique!! Fico realmente muito feliz com sua presença e seus comentários sempre bem estruturados nas minhas fics de Saint Seiya!!
Camus foi algo fofo, né? Garotinho chato, mas uma fofura enorme. Ele precisava mesmo do Milo na sua vida.
Ah, eu já imaginei o Mu criança. Acho que tinha uma fic que fiz ele criança, mas acho que acabei retirando esse trecho (T.T) pq fugiu muito do tema da fic, mas seria uma criança fofa, linda, bem inocente, apegada tanto ao seu mestre Shion, do tipo que ficaria no colo dele! ♥ hahahahahah
Sim. Ele era fofíssimo, né? Com aquele cabelinho comprido. Eu lembro que quando ele apareceu no anime criança ele foi o que achei mais fofo, parecia uma boneca. ahahhahahaha
Obrigada pela sua review, minha amiga!! Grande beijo!
Trabalho numa escola de Ensino Fundamental I e já vi, várias vezes, e de formas muito tristes, como pega forte uma "praga de mãe"... mas essa de professor, é uma novidade, e bem saborosa! parabéns e obrigada por compartilhar essa fic tão fofa e bem escrita! =D
Talvez, se fosse maior. Não teria sido tão bem elaborado. Eu acho que quando o trabalho é curto, consigo elaborar com mais criatividade. É só um palpite, né. hahahahha
Muito obrigada por comentar e ter gostado tanto desse humilde trabalho.
Beijos, Francis!!
♥
N
No name
Eu não esperava encontrar uma fic tão fofa com os cavaleiros sendo crianças. Achei legal por que misturou os amigos e também teve os que tiveram suas historias mais isoladas. Não pude deixar de amar cada uma dessas historias.
Aioria e Aioros: Foi tão tocante o modo como o mais velho se importou com a situação. Ele poderia ter falado algo para o menor e resolvido com um agrado, mas ele mostrou princípios em algo tão ínfimo. Não é a toa que ele era tão leal a Atena. Aioria teve muitos motivos para ter orgulho do irmão e de se tornar um cavaleiro fiel e poderoso.
Máscara da Morte: Se eu não estiver errada, a segunda historia é do MM, né? Cáspita, este garoto teve muitos motivos para se tornar alguém tão ausente de compaixão. Isso acabou vindo do berço, da criação tão superficial que a mãe dava. Crescendo sem amor e sem entender a compaixão, o mau dela ficou nele e acabou como acabou. É triste, mas é exatamente assim...
Camus e Milo: Essa praga de professor foi de fato uma leitura do futuro. Camus sempre passou essa ideia de perfeição em tudo o que faz, ele sempre é tão preciso, e o Milo se mostra o contrário. Não que isto seja ruim, que ele seja péssimo no que faz, mas o contraste dos dois fazem deles perfeitos amigos! Uma amizade incrível nasceria depois disso, por assim dizer e só podemos agradecer as palavras desse amável professor. Obrigada.
Shun, Ikki e Seiya: Essa foi a que me fez rir e sorrir feito boba. Shun é muito amável, não adianta! A bondade em seu coração é uma virtude que ninguém poderá tirar dele e apesar de tudo, o Seiya me surpreendeu com sua extrema sinceridade e amizade. Engraçado saber que o Ikki já era o badass tão novinho e tocava o terror naqueles que maltratavam o irmãozinho, rs. No final, o grande vilão foi o Tatsumi e seu sermão infinito! Poxa, deixa os meninos brincarem! ~ Obs.: Que o Pio esteja bem e bem quentinho, protegido dos gatos malvados e da chuva fria.
Afrodite: O que mais me impressionou foi o último retalho. Esse me tocou no coração e não consegui ver o Afrodite da mesma maneira depois dessa... Seu jeito arrogante desde menino, mas que foi tocado pela beleza singela daquele povo sofrido, porém sorridente. Todos tratando ele tão bem, a gentileza sempre gerando gentileza. Fiquei orgulhosa do que resultou esta viagem e que ele mudou um pouquinho depois de tudo. Ahhh que fofo!
Por fim, obrigada por compartilhar esses pequenos pedaços de fofura e inocência. Fiquei ainda mais apaixonada por eles e imaginando como seria a infância dos outros pela sua visão. Quem sabe isto não possa vir em um futuro, não é mesmo? Parabéns pela fanfic, ficou incrível!
Um beijo e até mais!
O que mais gostei: Todos são tão fofos que dá vontade de adotar e criá-los só pra mim!
Primeiramente, perdoe-me por demorar tanto para responder. Eu normalmente não respondo as reviews quando recebo, pois depende muito da minha disponibilidade no momento e se tenho alguma prioridade, como reviews dos capítulos que estou atualizando, esperando ser respondida para eu postar o capítulo novo. Então vou deixando para responder e, quando dou por mim, as reviews já sumiram daquela de atualizações do Nyah e eu já nem sei onde tinha review pendente para responder. Então, de tempo em tempo, vou revisando cada fic, capítulo por capítulo, para ver o que tem pendente para ir respondendo. E cá estou eu!
Toda vez que eu faço isso eu prometo para mim mesma que não vou deixar mais reviews acumularem, ou ficar sem responder por tanto tempo, mas é mais forte do que eu, então só me resta pedir perdão! Perdoe-me a demora, Jessie.
Agora vamos a resposta! o/
Todos são tão fofos que dá vontade de adotar e criá-los só pra mim!
Adote-os! Boa parte são órfãos, como os de bronze. Mas... se eles fossem adotados talvez não tivessem se tornado cavaleiros e a Terra estaria nas mãos de Ares nesse exato momento... complicado.
Eu não esperava encontrar uma fic tão fofa com os cavaleiros sendo crianças. Achei legal por que misturou os amigos e também teve os que tiveram suas historias mais isoladas. Não pude deixar de amar cada uma dessas historias.
Quando eu me deparei com esse tema, eu realmente disse para mim mesma “eu quero fazer esse”. E a fic fluiu com uma naturalidade imensa. Eu tenho muito facilidade de escrever com crianças, acho que por gostar tanto de crianças. Tendo em vista duas outras dos cavaleiros que tem personagens crianças que se destacaram, uma delas é Kokoro no Kizu, se você se interessar. Tem a personagem Maria (não vou dar spoilers), é uma personagem original, mas que foi muito bem recebida pelos leitores. E a “Dança dos Ventos” também tem o pequeno Shu, que também foi muito querido.
Aioria e Aioros: Foi tão tocante o modo como o mais velho se importou com a situação. Ele poderia ter falado algo para o menor e resolvido com um agrado, mas ele mostrou princípios em algo tão ínfimo. Não é a toa que ele era tão leal a Atena. Aioria teve muitos motivos para ter orgulho do irmão e de se tornar um cavaleiro fiel e poderoso.
É, eu quis mostrar nesse momento, o quão puro e destemidos os sentimentos de Aioros sempre foram. E toda a historinha foi uma alusão ao futuro que o pequeno Aioria passaria quando ocorreria “a traição” (o castelo que se desmorona pelas mãos do próprio irmão) e que ele teria que ter forças para se reerguer.
Máscara da Morte: Se eu não estiver errada, a segunda historia é do MM, né? Cáspita, este garoto teve muitos motivos para se tornar alguém tão ausente de compaixão. Isso acabou vindo do berço, da criação tão superficial que a mãe dava. Crescendo sem amor e sem entender a compaixão, o mau dela ficou nele e acabou como acabou. É triste, mas é exatamente assim...
Sim. A segunda história é o do Death Mask. Um personagem que, particularmente, me intriga e fascina. Tenho muitas ideias de como foi a vida dele para ele ter se tornado um cavaleiro tão sem sentimentos. Ele é um soldado, eu sei. Soldados tiram vida, ok. Mesmo assim, soldados tem sentimentos, empatia com vítimas crianças, mulheres e idosos, coisas que ele não tem. Então, ele me intriga por isso. Ele deve ter tido um passado terrível. E eu gosto de histórias obscuras, e eu acredito que o Mask teve um passado bem obscuro para ser como é, e eu queria conhecer esse passado. Por isso crio histórias do passado obscuro dele com facilidade, esse seria o princípio. Mas poderia começar essa história de muito antes, de como o Mask foi concebido de forma imoral e indesejada, por meio de violência sexual cometida do avô dele contra a própria mãe, que foi obrigada pela sociedade a carregar esse fruto indesejado, condenada, culpada por ter sido violentada, e obrigada a dar a luz ao fruto do seu “próprio erro”, cuidar dele e dar à ele “amor”. Mas, não queria tornar o clima da fic tão pesado, por isso, só foi um trecho dessa história perturbadora.
Camus e Milo: Essa praga de professor foi de fato uma leitura do futuro. Camus sempre passou essa ideia de perfeição em tudo o que faz, ele sempre é tão preciso, e o Milo se mostra o contrário. Não que isto seja ruim, que ele seja péssimo no que faz, mas o contraste dos dois fazem deles perfeitos amigos! Uma amizade incrível nasceria depois disso, por assim dizer e só podemos agradecer as palavras desse amável professor. Obrigada.
Uma das crianças que mais gostei de escrever nessa fic foi esse Camus criança e a forma como o professor teve que lidar e tentar quebrar com essa seriedade dele e fazê-lo ser um pouco criança. Eu gosto dessas crianças inteligentes com o ar de adulto. Essas que tem esse ar naturalmente, que parece ser algo da personalidade delas. Acho o Camus, hoje, adulto, um personagem, apesar de continuar sendo sério, sensual demais. E acho que a seriedade dele soma para isso. T^T Ele é lindo. E Milo! ♥ É um personagem que amo por sua energia. Divertido! Eu tenho uma atração nata por escorpianos, então nem posso falar o prazer que foi descrevê-lo. E realmente o professor previu o futuro da amizade desses dois, né?! ♥
Shun, Ikki e Seiya: Essa foi a que me fez rir e sorrir feito boba. Shun é muito amável, não adianta! A bondade em seu coração é uma virtude que ninguém poderá tirar dele e apesar de tudo, o Seiya me surpreendeu com sua extrema sinceridade e amizade. Engraçado saber que o Ikki já era o badass tão novinho e tocava o terror naqueles que maltratavam o irmãozinho, rs. No final, o grande vilão foi o Tatsumi e seu sermão infinito! Poxa, deixa os meninos brincarem! ~ Obs.: Que o Pio esteja bem e bem quentinho, protegido dos gatos malvados e da chuva fria.
Sem dúvidas meus três favoritos de bronze. Gosto do Hyoga e do Shy tb. Mas esses três serão sempre minha paixão eterna. Sabe, que o Ikki foi meu primeiro crush? Hahahhahaha Eu era apaixonada por ele. Ainda não tive filhos, nem sei se vou conseguir tê-los, mas meu sonho era ter um filho e poder ter um nome que termine em “Ique” só para poder apelidar ele de “Ique”. Tipo “Erique”, (tive um ex com esse nome eu chamava ele de “Ique”). Ou “Henrique”. E até pensei em aportuguesar o nome “Ikki” e colocar “Ique”. Quem sabe um dia ainda não tenho esse bebê para colocar esse nome, né? E sim, o Shun é puro amor. Amo e quero protegê-lo com todo meu amor. Se ele é todo puro adolescente, imagina bebezinho assim, né?
Sempre vi o Seiya como um amigo confiável. Eu tenho um carinho especial por ele e o admiro muito. Por mais que ele seja danado e arteiro, ele tem um bom coração. E eu acho que ele teria uma ligação muito forte com o Shun, pelos dois terem as idades aproximadas e tudo mais. Na minha lonfigic deles, Os Garotos, o Seiya e Shun são muito próximos, estudam juntos e tudo mais.
E sim, o grande vilão foi o Tatsumi. Ele era muito cruel com essas crianças. Com o Ikki principalmente, pelo Ikki peitá-lo na frente dos demais e comportamento que ele considerava um desrespeito. E, sim, se depender do amor do Shun e da determinação do Seiya, o Pio cresceu forte e feliz, com belas asas e ganhou a liberdade e um céu infinito para brincar. ♥
Afrodite: O que mais me impressionou foi o último retalho. Esse me tocou no coração e não consegui ver o Afrodite da mesma maneira depois dessa... Seu jeito arrogante desde menino, mas que foi tocado pela beleza singela daquele povo sofrido, porém sorridente. Todos tratando ele tão bem, a gentileza sempre gerando gentileza. Fiquei orgulhosa do que resultou esta viagem e que ele mudou um pouquinho depois de tudo. Ahhh que fofo!
Sem dúvida esse foi o retalho que mais gostei de elaborar. Como os demais surgiu naturalmente, ainda mais naturalmente que os demais. Sabe, o começo da história já veio daquele carro enguiçado no meio do nada. Em uma terra aparentemente inóspita... Então pensei em trabalhar um contraste de belezas. Porque para mim, esse contraste foi muito bonito de descrever. A beleza da humildade daquela tribo, dos habitantes de pele negra e brilhante, de olhos grandes e curiosos e sorrisos abertos, em contraste com a beleza da criança europeia, com pele leitosa e bem tratada, de gestos finos e palavras grosseiras. Eu queria que o Dite compreendesse que a beleza existe em qualquer coisa, em qualquer pessoa, em qualquer lugar, em qualquer momento, mesmo que seja em brincadeiras em volta de uma fogueira com crianças as quais você nem compreende a língua, mas que os corações se conversam. No sabor de uma deliciosa sopa quentinha e no conforto de uma linda colcha formada por coloridos retalhos.
Por fim, obrigada por compartilhar esses pequenos pedaços de fofura e inocência. Fiquei ainda mais apaixonada por eles e imaginando como seria a infância dos outros pela sua visão. Quem sabe isto não possa vir em um futuro, não é mesmo? Parabéns pela fanfic, ficou incrível! Um beijo e até mais!
Eu quem agradeço seu comentário, Jessie. Perdoe-me novamente a demora. E as respostas um pouco longa. Mas é que eu divago demais nas palavras, na conversa. Eu quem agradeço também por compartilhar comigo sua impressão de forma detalhada desse trabalho que elaborei com tanto carinho. E fico feliz que essas crianças tenham somado para aumentar sua admiração por esses personagens. Quem sabe um dia eu venha elaborar algo dos demais, né? Hahaha É uma ideia a se estudar.
Primeiro tenho que dizer que adorei a sua capa de fic. Ficou linda demais! Parabéns mesmo pelo trabalho, ficou super delicado e combinou muito bem com a sua fic, que por sinal é MUITO bem escrita e eu adorei. Diferentes tipo de crianças foram colocadas aqui de maneira bem interessante.
Inicialmente eu já fui bem tocada pela parte do Aiolos e Aiolia, que foi de uma sensibilidade muito grande da sua parte em coloca-la como uma lição. Pois penso que a vida de um cavaleiro seria sempre assim: repleta de lições.
A ideia de derrubar o castelinho(feito com tanto amor pelo Aiolia) e depois a reconstrução dele após a queda, com os irmãos juntos, firme e fortes foi bem bonita. As palavras do Aiolos também foram bem colocadas. Não só por ele ser o irmão mais velho, mas também pelo fato de você trazer a importância dele na construção da personalidade que conhecemos hoje no Aiolia. Ficou muito bem colocado. ;)
A segunda parte(que é do Máscara da Morte, não é?) ficou ÓTIMA também. Entrou pra mim perfeitamente para explicar quem o canceriano se tornou mais pra frente: alguém frio e sem empatia. Toda ambientação, construção e ódio em sentimentos está muito bem escrita, dramática e tocante. Sem contar que os sentimentos tanto da mãe quanto do filho foram muito bem trabalhados. Te confesso que iria gostar muito de ler uma fanfic sobre essa parte, pois adorei muito!*-*
Continuando... bem, sou suspeita porque adoro o Camus! O achei bem caracterizado, mesmo pequetito. Acho que ele seria exatamente assim, completamente aplicado! Não tem como ver o Camus de outra maneira que não essa. ;p
Achei bem fofo essa questão dele nem ligar para o que acham dele e toda a também toda visão adulta(que hoje vejo ser cada vez mais presente O.o). Tem crianças que são assim, muito mais adultas do que deveriam... e a maneira como o professor agiu, ficou muito legal, porque realmente acredito que criança tem que se divertir. Cavaleiro ou não, ele merece um pouco de diversão!
Gostei da abordagem da amizade do Milo... difícil falar em Camus e não pensar logo na amizade, que no EP.G ficava bem evidente entre eles. O contraste com o Milo folgado ficou divertido demais. *-*
A parte do Shun e do Seiya ficou muito linda! Nossa, sem palavras pra expressar o quanto achei sensível a sua abordagem do Shun e toda situação envolvendo ele, Seiya e o passarinho. Machucar um passarinho é algo tão triste(e quanto menino não deve ter machucado ._.) ... e você colocou muito bem isso na maneira do Shunzinho ver isso. Seiya também ficou bem caracterizado, porque por mais que ele pareça do tipo “moleque atentado”, ele também passa todo o sentimento de que age certo quando deve. Isso dele deixar o casaco foi super fofinho e honrado. *-*
Adorei também a forma como colocou eles com medo do Ikki e do Tatsume. São dois personagens que realmente dão medo. Dá pra entender!
E esse final? Caraca,mais uma vez quase fiquei sem palavras. A forma como abordou o Afrodite e seus pensamentos é simplesmente impecável. Esse choque de mundos diferentes também foi muito bem colocado, dando a essa parte uma graça incrível. Fiquei impressionada nessa parte, pois toda ambientação ficou bastante rica para o contexto. Foi uma escolha perfeita!
A maneira como referenciou a beleza dele e como ele olha para o “diferente”(diferente pois de forma alguma aquilo fazia parte de seu cotidiano) ficaram muito bem colocados.
Menina, meu review não deve nem ter passado a metade do que senti nessa fic, pois não coube aqui nem palavras pra descrever o quanto gostei de TUDO. Tudo muito bem escrito, ambientações excelentes, personagens bem caracterizados, situações inusitadas... sua escrita é ótima e com bom desenvolvimento. Parabéns mesmo pela oneshot! *-*
Beijo
O que mais gostei:
TUDO!
Olá, Snotra!
Realmente seu review me fez feliz e você não imagina o quanto, Snotra. Já estava desanimada pela fic não ter tido uma boa repercussão já que me esforcei para criar esse enredo, como me esforço em qualquer outro trabalho. Mas é algo que eu deveria esperar quando a fic não tem o famoso quesito que chama atenção de todo mundo "o romance". Mas ainda quero acreditar que outros tipo de enredo possam chamar atenção e ter seu espaço e ser bem recebido e ao receber uma review como a sua me senti vitoriosa. Senti que o trabalho vale sim a pena. Obrigada por isso!
Agora, respondendo a sua review:
Eu tinha feito a base da capa (o rascunho) algum tempo atrás. Na verdade, quando escrevi a fic já me veio na mente essa imagem dos principais da fic dormindo juntos cobertos por uma colcha de retalhos. Mas aí faltava a parte mais complicada: delinear todo o rascunho e pintar. xD Comecei na quinta e levei ontem o dia toda, fui terminar era uma da manhã, por isso achei que o esforço valeu a pena. Obrigada pelo elogio!
Inicialmente eu já fui bem tocada pela parte do Aiolos e Aiolia, que foi de uma sensibilidade muito grande da sua parte em coloca-la como uma lição. Pois penso que a vida de um cavaleiro seria sempre assim: repleta de lições.
A ideia de derrubar o castelinho (feito com tanto amor pelo Aiolia) e depois a reconstrução dele após a queda, com os irmãos juntos, firme e fortes foi bem bonita. As palavras do Aiolos também foram bem colocadas. Não só por ele ser o irmão mais velho, mas também pelo fato de você trazer a importância dele na construção da personalidade que conhecemos hoje no Aiolia. Ficou muito bem colocado. ;)
Você captou exatamente a essência desse primeiro conto. Ele foi quase uma metáfora a tudo que o Aioria viveu. Afinal, a vida do Aioria foi destruída pela traição do irmão (aqui simbolizada pelo castelo perfeito que o irmão derrubou), mas o próprio ensinamento do irmão o fez erguer a cabeça e continuar em frente, retratada na fic como "enquanto houver aqueles com vontade de reconstruir nenhum castelo permanecera em ruina". Ou seja, mesmo que seu mundo venha abaixo no futuro, se continuar tendo coragem e força de vontade, você conseguirá superar todos os obstáculos e seguir em frente.
A segunda parte (que é do Máscara da Morte, não é?) ficou ÓTIMA também. Entrou pra mim perfeitamente para explicar quem o canceriano se tornou mais pra frente: alguém frio e sem empatia. Toda ambientação, construção e ódio em sentimentos está muito bem escrita, dramática e tocante. Sem contar que os sentimentos tanto da mãe quanto do filho foram muito bem trabalhados. Te confesso que iria gostar muito de ler uma fanfic sobre essa parte, pois adorei muito!*-*
Exato novamente! Você pegou o espírito de todos os contos. Eu quis realmente passar que a personalidade do Máscara atual foi gerada por causa da ausência de amor que ele viveu na infância. Algo que o próprio vizinho da mãe dele alertou a ela e mesmo assim ela não deu a mínima. Teve o fim que teve. E o filho infelizmente não se tornou uma boa pessoa. É uma lição para a vida também, criar uma criança com ausência de amor pode torná-la uma pessoa dura no futuro. Amor nunca é demais.
Continuando... bem, sou suspeita porque adoro o Camus! O achei bem caracterizado, mesmo pequetito. Acho que ele seria exatamente assim, completamente aplicado! Não tem como ver o Camus de outra maneira que não essa. ;p
Concordo plenamente, acho o Camus muito aplicado e sério. Por isso acho tão fácil de caracterizá-lo nas fics. Também não acho que seja algo que ele viveu que o tornou essa pessoa rígida, mas sim porque é a forma dele ser, talvez a educação que os pais tenha dado, né? Acho crianças do tipo dele muito fofas. xD Dá vontade de beliscar pra ver se reage como criança, se xinga, se chora, se grita.
Achei bem fofo essa questão dele nem ligar para o que acham dele e toda a também toda visão adulta (que hoje vejo ser cada vez mais presente O.o). Tem crianças que são assim, muito mais adultas do que deveriam...
É o que acabei de falar. Hoje em dia as criança estão ficando adultas antes do tempo e são muitas que são assim. Eu tenho vários exemplos, meus sobrinhos. xD
E a maneira como o professor agiu, ficou muito legal, porque realmente acredito que criança tem que se divertir. Cavaleiro ou não, ele merece um pouco de diversão!
O professor é bem humano, né? Além disso, eles estão em uma academia e apesar do Santuário ter uma doutrina rígida, não acredito que eles não tinham momento de diversão.
Gostei da abordagem da amizade do Milo... difícil falar em Camus e não pensar logo na amizade, que no EP.G ficava bem evidente entre eles. O contraste com o Milo folgado ficou divertido demais. *-*
Você também é fã dos Episódios G? Eu acho que aprendi a conhecer melhor o Camus ali. Ficou muito evidente a personalidade dele séria ali. Aliás, acho que o Episódio G foi de grande ajuda pra conhecer todos os cavaleiros de ouro, principalmente o Aioria. Sinto falta pelo mangá não ter sido concluído e nem por não ter tido anime da série. T^T
A parte do Shun e do Seiya ficou muito linda! Nossa, sem palavras pra expressar o quanto achei sensível a sua abordagem do Shun e toda situação envolvendo ele, Seiya e o passarinho. Machucar um passarinho é algo tão triste (e quanto menino não deve ter machucado ._.) ... e você colocou muito bem isso na maneira do Shunzinho ver isso. Seiya também ficou bem caracterizado, porque por mais que ele pareça do tipo “moleque atentado”, ele também passa todo o sentimento de que age certo quando deve. Isso dele deixar o casaco foi super fofinho e honrado. *-*
Eu gosto muito do Seiya. De uma forma que poucos gostam, menos ainda o respeitam. Mas, cada um pensa de um jeito. Mas eu o vejo exatamente desta forma que o retratei na fic. Um garoto arteiro, como muitos por aí, mas que no fundo tem um bom coração. Não sei se você lembra do anime clássico e da fase de quando eles vão para o inferno e vão atravessar o rio que leva o outro lado, dele e do Shun juntos. Aquela parte lá, é exatamente essa parte da fic. O Seiya é todo impaciente, fica bravo com o barqueiro que quer dinheiro pra atravessá-los, aí o Shun resolve o problema dando o medalhão dele, e depois o barqueiro quer derrubá-los porque o valor do medalhão do Shun só pagava metade da travessia. Depois eles chegam do outro lado e o Seiya solta pum na frente de um dos juízes, o que não suporta barulho e nem fedor. xD Tipo, esse é o Seiya. E esse Seiya me encanta porque ele é original, é um garoto normal. E o Shun do lado dele é como você ver dois lados da moeda ao meso tempo, o Shun é do tipo menino mais delicado, bonzinho, sensível. Ahh, eu vou parar se não fico falando deles a noite inteira. Mas deu pra entender o quanto gosto deles, né? Por isso escrever esse conto faz bem pra alma.
Adorei também a forma como colocou eles com medo do Ikki e do Tatsume. São dois personagens que realmente dão medo. Dá pra entender!
Sim. No original, quando mostra a infância deles dá pra entender porque os meninos tinham medo do Ikki e do Tatsume. xD
E esse final? Caraca,mais uma vez quase fiquei sem palavras. A forma como abordou o Afrodite e seus pensamentos é simplesmente impecável. Esse choque de mundos diferentes também foi muito bem colocado, dando a essa parte uma graça incrível. Fiquei impressionada nessa parte, pois toda ambientação ficou bastante rica para o contexto. Foi uma escolha perfeita!
As ideias me surgem de uma forma que eu nem mesmo consigo entender, mas foi fechar os olhos, pensar em uma história para o Afrodite e pronto, eu já vi ele e o pai dele perdidos em meio a África. Por que uma das coisas que queria destacar é esse excesso de vaidade do Afrodite. E quer algo que sustente mais a vaidade de alguém que ter sua beleza enaltecida? E ele só teria sua beleza diferente tão enaltecida se estivesse em um ambiente onde suas características fossem raras. Então, veio a ideia da história dele se passar na África. Acho que isso também foi culpa de um filme que assisti inúmeras vezes na sessão da tarde, se não me engano é "Allan Quarteman e a cidade do ouro perdido", adorava os filmes do Allan Quarteman. xD Nesse filme tem uma cena que até hoje me fascina, a protagonista cai na floresta e uma tribo de homens que andam pendurado nas árvores a enaltece como uma deusa e até dá a ela uma coroa de diamantes, exatamente por ela ser diferente, loira de olhos azuis e pele alva. Quem disse que os filmes da sessão da tarde não são boas influências, né? xD Pelo menos na minha época assisti muitos filmes bons nesse horário.
A maneira como referenciou a beleza dele e como ele olha para o “diferente”(diferente pois de forma alguma aquilo fazia parte de seu cotidiano) ficaram muito bem colocados.
Menina, meu review não deve nem ter passado a metade do que senti nessa fic, pois não coube aqui nem palavras pra descrever o quanto gostei de TUDO.
Percebi em cada pedacinho da sua review, o quanto você gostou de verdade do meu trabalho e também nem consigo retribuir em palavras o quanto sua review me deixou feliz.
Tudo muito bem escrito, ambientações excelentes, personagens bem caracterizados, situações inusitadas... sua escrita é ótima e com bom desenvolvimento. Parabéns mesmo pela oneshot! *-*
Novamente, eu quem agradeço pela review, Snotra! Pretendo continuar me esforçando pra continuar sendo digna de palavras tão sinceras e gentis!
Beijo
Beijos! Bom fim de semana!!
Gostei bastante da fic,é bem o estilo dia das crianças mesmo!:)
A que eu mais gostei foi a do Shun e do Seiya,foi a que mais me comoveu T.T
Adorei a fic!
Obrigada pela review, Maria Eduarda!! Sim, foi bem triste a história do Shunzinho e do Seiya! T^T
Fico feliz que tenha gostado!
Até uma próxima!
Muito boa a fic e as histórias de uma delicadeza e bom gosto ímpar!!
Parabéns!!!
Olá, Vanessa!!
Fico feliz que tenha gostado. Muito obrigada pela review!!
Até uma próxima!!
Senpai, que lindooooo ♥
Eu não vejo SS faz muito tempo, e não lembro quase de nada, mas foi lindo.
Todos os casos ♥ adorei mesmo. Tanto a história de cada caso, como a narração. Juro que até fiquei meio emocionada no final :D
Só não reconheci quem é o caso número 2 >_
Mas gostei de todos.
O primeiro foi super bonitinho e poético, com a história do castelo ser derrubado e reconstruído e talz ♥
O segundo foi mais forte, mas ue gostei muito. Achei uma ideia interessante. Criancinha inteligente, bem das minhas, sem pena XD
O terceiro caso foi hiper legal também. "Pra mim quem é chato é o MIlo". hahahaha E praga de professor pega mesmo. Não chega no nível da praga das mães, mas... É preciso ter cuidado. Com praga não se brimca.
O quarto caso também foi hiper bonitinho ♥ eu amo o Shun ♥ ele é uma gracinha *-*
E o quinto caso foi o que eu mais gostei hahaha o Afrodite não tem verginha nenhuma na cara, né? Sem remorsos, mesmo. E gostoiu mesmo quando os outros deram presentes para ele, né. Esperto. Ah, mas fazendo o bem, tanto faz o motivo.
Gostei mesmo, senpai. ME surpreendi. Foi uma temática boa e tratada do jeito certo.
COntinue arrasando!
Beijos,
Gi-chan
Oiee, Gii-channn!!
Senpai, que lindooooo ♥ Eu não vejo SS faz muito tempo, e não lembro quase de nada, mas foi lindo.
Obrigada! Fico mega feliz que tenha gostado!! ♥
Todos os casos ♥ adorei mesmo. Tanto a história de cada caso, como a narração. Juro que até fiquei meio emocionada no final :D Só não reconheci quem é o caso número 2 >_< Mas gostei de todos.
O caso número dois é o do Máscara da Morte de Câncer, o cavaleiro de ouro que via espíritos e que decorava o chão e as paredes da Casa de Câncer, com cabeças de pessoas mortas nas suas batalhas. Lembrou? :D
O primeiro foi super bonitinho e poético, com a história do castelo ser derrubado e reconstruído e talz ♥
Foi também uma alusão a história dos dois na série. O Aioros foi culpado por tudo de 'ruim' que o Aioria viveu no Santuário após a morte dele, quando ele foi incriminado por conspirar contra Athena. Mas na verdade o irmão dele foi o herói que salvou Athena, então a onda que destruiu o castelo, foi uma metáfora a "traição" do irmão (destruiu sua vida, suas estruturas) e depois, ele ajuda reconstruir, porque foi o espírito do próprio Aioros quem mostrou para Aioria a verdade "a reconstrução". :D
O segundo foi mais forte, mas ue gostei muito. Achei uma ideia interessante. Criancinha inteligente, bem das minhas, sem pena XD
Máscara da Morte é mesmo foda, mesmo criança. ♥
O terceiro caso foi hiper legal também. "Pra mim quem é chato é o Milo". hahahaha E praga de professor pega mesmo. Não chega no nível da praga das mães, mas... É preciso ter cuidado. Com praga não se brinca.
Milo e Camus são fofura ao extremo, desde crianças! ♥
O quarto caso também foi hiper bonitinho ♥ eu amo o Shun ♥ ele é uma gracinha *-* Também, meu preferido de longe! Ao lado do irmão Ikki, obviamente! Mas tb tenho uma paixão secreta pelo Seiya. hihihhihhii
E o quinto caso foi o que eu mais gostei hahaha o Afrodite não tem vergonha nenhuma na cara, né? Sem remorsos, mesmo. E gostou mesmo quando os outros deram presentes para ele, né. Esperto. Ah, mas fazendo o bem, tanto faz o motivo.
Outro personagem de Saint Seiya que amo é o Dite, Gi! ♥ Se vc o conhecesse bem, ou lembrar, vc tb ia amar tb. É rico! Andrógino, cara de boneca, com voz grossa e jeito de durão. Lindeza demais!! Na verdade, dos cavaleiros de ouro, eu gosto só dos problemáticos: Dite, Máscara da Morte, Aioria, Deba e meu amado esquizofrênico duas caras Saga ♥!! Os outros são legais, mais são certinhos demais. >_
Gostei mesmo, senpai. ME surpreendi. Foi uma temática boa e tratada do jeito certo. COntinue arrasando!
Obrigada pela review e pelo carinho, Gi-channn!!!
Beijooooos
Colcha de retalhos foi uma surpresa deliciosa, não só porque tu a escreveste e eu sempre digo que as tuas caracterizações são extremamente pertinentes às personalidades dos cavaleiros e a tua forma de escrever é intensa, gostosa e, ao mesmo tempo profunda.
Conseguir visualizar os cavaleiros ainda crianças foi emocionante prá mim, principalmente nas situações que tu criaste, possibilitando que cada um se mostrasse como promessa de "futuro"e isso foi genial, mas já era de se esperar de ti. Sempre te disse isso, tua escrita é visceral, mas de uma delicadeza que casa, perfeitamente, com os diversos mundos que crias com a tua sensibilidade e maestria! Parabéns, minha amada e que continues, cada vez mais!! Bjs, XD
Olá, minha amiga!!
Eu sempre fico envaidecida com seus elogios, Vagabond! Afinal, é uma escritora que admiro muito a forma poética de escrever. E quanto as personalidades, bem, acho que sou uma boa observadora, principalmente dos detalhes, aí consigo até caracterizá-los de acordo, mas certamente, ainda tenho um caminho longo pra percorrer.
Eu que agradeço por suas palavras sempre tão motivadoras, minha amiga!!
Beijãooo!!!
Muito bonita a história. Eu adorei cada parte dela. Primeiro foi a lição de perseverança e amor que Aioros deu a seu irmão Aioria, com cuidado e carinho, o rapaz mais velho ensinou ao irmãozinho uma grande lição, foi lindo. E também foi fofo ver o Aioria pequeno.
A do Máscara da Morte, foi a história mais forte, ele tão pequeno e já tão sofrido, e isso teve consequências em toda a sua história. Nós não sabemos bem o que aconteceu em sua vida, mas poderia bem ter sido algo assim, ou semelhante. As escolhas dos pais, sim podem e tem muita influência na personalidade dos filhos, e o menininho já odiava a mãe, e nem dá pra tirar a razão dele.
Camus, como sempre o menino responsável, ainda tão criança, porém com um forte sentido de dever, o que realmente é raro. Pra mim, ele em muitos apectos é a criança ideal, entretanto concordo com seu mestre, ele é muito jovem e também precisa se divertir. Felizmente o professor tem razão, ele encontrou um bom amigo...
Shun e Seiya, estavam umas gracinhas protegendo o passarinho. Linda mesmo a atitude de defender os mais fracos, um grande exemplo de amor. No fim Seiya provou ao amigo que é sim uma pessoa confiável.
O Afrodite, também recebeu uma grande lição ao encontrar beleza e amizade onde só via pobreza. Também teve o lance do garotinho se "sentir" por estar sendo admirado, a cara dele isso, rsrs... Foi linda a emoção que o pai dele sentiu, ao perceber que o filho tinha um bom coração, mesmo que não parecesse na maioria das vezes.
Enfim, eu gostei muito dessa história, ficou linda e muito bem escrita.
Parabéns!
Olá, Angelique!!
Fico feliz de me dar mais uma vez a honra da sua review. Muito obrigada!
Muito bonita a história. Eu adorei cada parte dela. Primeiro foi a lição de perseverança e amor que Aioros deu a seu irmão Aioria, com cuidado e carinho, o rapaz mais velho ensinou ao irmãozinho uma grande lição, foi lindo. E também foi fofo ver o Aioria pequeno.
Sim! Como expliquei para outra leitora na outra resposta essa foi também uma alusão a história dos dois na série. O Aioros foi culpado por tudo de 'ruim' que o Aioria viveu no Santuário após a morte dele, quando ele foi incriminado por conspirar contra Athena. Mas na verdade o irmão dele foi o herói que salvou Athena, então a onda que destruiu o castelo, foi uma metáfora a "traição" do irmão (destruiu sua vida, suas estruturas) e depois, ele ajuda reconstruir, porque foi o espírito do próprio Aioros quem mostrou para Aioria a verdade "a reconstrução". :D Aioria criança é algo fofível e mordível, né, não? *____*
A do Máscara da Morte, foi a história mais forte, ele tão pequeno e já tão sofrido, e isso teve consequências em toda a sua história. Nós não sabemos bem o que aconteceu em sua vida, mas poderia bem ter sido algo assim, ou semelhante. As escolhas dos pais, sim podem e tem muita influência na personalidade dos filhos, e o menininho já odiava a mãe, e nem dá pra tirar a razão dele.
Exatamente isso. Eu sempre acho que a criação de alguém influencia muito na sua personalidade, (às vezes não. Tem pessoas que nascem com uma personalidade ruim naturalmente) mas, no meu ver, o Máscara viveu algum trauma, ou teve uma infância desprovida de amor, por isso ele cresceu e se tornou esse cavaleiro tão impiedoso. Por isso criei essa história com a mãe dele. Que bom que gostou! ♥
Camus, como sempre o menino responsável, ainda tão criança, porém com um forte sentido de dever, o que realmente é raro. Pra mim, ele em muitos aspectos é a criança ideal, entretanto concordo com seu mestre, ele é muito jovem e também precisa se divertir.Felizmente o professor tem razão, ele encontrou um bom amigo...
Sim. Acho que o Camus seria essa criança responsável. xD Cheio de neuras, desde pequeno. O que é mesmo raro, você tem razão, crianças são crianças e seu único dever e se divertir. E foi isso que o mestre dele tentou passar, e ele conseguiu sim um ótimo amigo, por mais que ele não concorde que o Milo o seja. Por isso os dois juntos são muito amor.
Shun e Seiya, estavam umas gracinhas protegendo o passarinho. Linda mesmo a atitude de defender os mais fracos, um grande exemplo de amor. No fim Seiya provou ao amigo que é sim uma pessoa confiável.
Achei que consegui desenvolver Shun e Seiya mais naturalmente. O Aioria também eu tivesse essa sensação. Tipo, eles saíram realmente crianças comuns e bem inocentes do tipo que se preocuparia sim com o passarinho ferido, que faz arte, que chora. Diferente dos outros que eram prodígios. Esse fim, com o Shun realmente crendo no Seiya, também foi uma alusão a série, todos eles (Shun, Hyoga, Shiryu e Ikki) confiam na força de vontade do Seiya, então por mais que ele meta os pés pelas mãos, ele é alguém em quem se pode confiar. ♥
O Afrodite, também recebeu uma grande lição ao encontrar beleza e amizade onde só via pobreza. Também teve o lance do garotinho se "sentir" por estar sendo admirado, a cara dele isso, rsrs... Foi linda a emoção que o pai dele sentiu, ao perceber que o filho tinha um bom coração, mesmo que não parecesse na maioria das vezes.
Exato, o pai queria "humanizá-lo" e ele mesmo confirma isso, mas a verdade é que um bom pai como o do Dite, só quer que seu filho fosse um pouco humilde, como ele, mas ele no fundo tem algo de bom dentro dele, e vem a tona quando precisa.
Enfim, eu gostei muito dessa história, ficou linda e muito bem escrita. Parabéns!
Obrigada, Angelique!! Fico realmente muito feliz com sua presença e seus comentários sempre bem estruturados nas minhas fics de Saint Seiya!!
Beijooos! Até uma próxima!!
Olá Andreia Kennen;
Lindo,aplausos de pé!!
Fiquei enternecida todo o tempo.E a parte do Camus foi hilária ^_^.
Fiquei pensando sobre o quê você imaginaria para o "meu amado" Mu (só não cito também o Shiryu,porque dele aparece bastante informação no anime) ^_-.
Um abraço e matta ne.
Olá, Hanajima!! Há quanto tempo, né??
Obrigada, Hana! Você sempre um amor!
Camus foi algo fofo, né? Garotinho chato, mas uma fofura enorme. Ele precisava mesmo do Milo na sua vida.
Ah, eu já imaginei o Mu criança. Acho que tinha uma fic que fiz ele criança, mas acho que acabei retirando esse trecho (T.T) pq fugiu muito do tema da fic, mas seria uma criança fofa, linda, bem inocente, apegada tanto ao seu mestre Shion, do tipo que ficaria no colo dele! ♥ hahahahahah
Sim. Ele era fofíssimo, né? Com aquele cabelinho comprido. Eu lembro que quando ele apareceu no anime criança ele foi o que achei mais fofo, parecia uma boneca. ahahhahahaha
Obrigada pela sua review, minha amiga!! Grande beijo!
Até a próxima!
Trabalho numa escola de Ensino Fundamental I e já vi, várias vezes, e de formas muito tristes, como pega forte uma "praga de mãe"... mas essa de professor, é uma novidade, e bem saborosa! parabéns e obrigada por compartilhar essa fic tão fofa e bem escrita! =D
Obrigada, Miss Neko. :D
Fico feliz que tenha gostado.
E essa de praga do professor foi uma alusão a praga de mãe. ahahahahha
Mas já pensou se essa de professor pega? Aí vc poderia usar para ameaçar os anjinhos baderneiros, né? ahahahha
Brincadeira! Eu sei como educadores são sérios. Eu estudei pra ser uma também, apesar de fazer algo bem diferente. =/
Fico feliz que tenha gostado desse meu trabalho, que também gostei muito de elaborar por ser com alguns dos golds crianças.
Obrigada por comentar!
Beijos!
Uma das histórias mais doces e bem escritas que eu já li.
O que mais gostei: Tudo, principalmente o retalho de Afrodite.
O que acho que pode melhorar: Poderia ser maior, eu amei ler essa história.
Muito obrigada pelo seu comentário Francis.
Talvez, se fosse maior. Não teria sido tão bem elaborado. Eu acho que quando o trabalho é curto, consigo elaborar com mais criatividade. É só um palpite, né. hahahahha
Muito obrigada por comentar e ter gostado tanto desse humilde trabalho.
Beijos, Francis!!
♥
Eu não esperava encontrar uma fic tão fofa com os cavaleiros sendo crianças. Achei legal por que misturou os amigos e também teve os que tiveram suas historias mais isoladas. Não pude deixar de amar cada uma dessas historias.
Aioria e Aioros: Foi tão tocante o modo como o mais velho se importou com a situação. Ele poderia ter falado algo para o menor e resolvido com um agrado, mas ele mostrou princípios em algo tão ínfimo. Não é a toa que ele era tão leal a Atena. Aioria teve muitos motivos para ter orgulho do irmão e de se tornar um cavaleiro fiel e poderoso.
Máscara da Morte: Se eu não estiver errada, a segunda historia é do MM, né? Cáspita, este garoto teve muitos motivos para se tornar alguém tão ausente de compaixão. Isso acabou vindo do berço, da criação tão superficial que a mãe dava. Crescendo sem amor e sem entender a compaixão, o mau dela ficou nele e acabou como acabou. É triste, mas é exatamente assim...
Camus e Milo: Essa praga de professor foi de fato uma leitura do futuro. Camus sempre passou essa ideia de perfeição em tudo o que faz, ele sempre é tão preciso, e o Milo se mostra o contrário. Não que isto seja ruim, que ele seja péssimo no que faz, mas o contraste dos dois fazem deles perfeitos amigos! Uma amizade incrível nasceria depois disso, por assim dizer e só podemos agradecer as palavras desse amável professor. Obrigada.
Shun, Ikki e Seiya: Essa foi a que me fez rir e sorrir feito boba. Shun é muito amável, não adianta! A bondade em seu coração é uma virtude que ninguém poderá tirar dele e apesar de tudo, o Seiya me surpreendeu com sua extrema sinceridade e amizade. Engraçado saber que o Ikki já era o badass tão novinho e tocava o terror naqueles que maltratavam o irmãozinho, rs. No final, o grande vilão foi o Tatsumi e seu sermão infinito! Poxa, deixa os meninos brincarem! ~ Obs.: Que o Pio esteja bem e bem quentinho, protegido dos gatos malvados e da chuva fria.
Afrodite: O que mais me impressionou foi o último retalho. Esse me tocou no coração e não consegui ver o Afrodite da mesma maneira depois dessa... Seu jeito arrogante desde menino, mas que foi tocado pela beleza singela daquele povo sofrido, porém sorridente. Todos tratando ele tão bem, a gentileza sempre gerando gentileza. Fiquei orgulhosa do que resultou esta viagem e que ele mudou um pouquinho depois de tudo. Ahhh que fofo!
Por fim, obrigada por compartilhar esses pequenos pedaços de fofura e inocência. Fiquei ainda mais apaixonada por eles e imaginando como seria a infância dos outros pela sua visão. Quem sabe isto não possa vir em um futuro, não é mesmo? Parabéns pela fanfic, ficou incrível!
Um beijo e até mais!
O que mais gostei: Todos são tão fofos que dá vontade de adotar e criá-los só pra mim!
Olá, Jessie!
Primeiramente, perdoe-me por demorar tanto para responder. Eu normalmente não respondo as reviews quando recebo, pois depende muito da minha disponibilidade no momento e se tenho alguma prioridade, como reviews dos capítulos que estou atualizando, esperando ser respondida para eu postar o capítulo novo. Então vou deixando para responder e, quando dou por mim, as reviews já sumiram daquela de atualizações do Nyah e eu já nem sei onde tinha review pendente para responder. Então, de tempo em tempo, vou revisando cada fic, capítulo por capítulo, para ver o que tem pendente para ir respondendo. E cá estou eu!
Toda vez que eu faço isso eu prometo para mim mesma que não vou deixar mais reviews acumularem, ou ficar sem responder por tanto tempo, mas é mais forte do que eu, então só me resta pedir perdão! Perdoe-me a demora, Jessie.
Agora vamos a resposta! o/
Todos são tão fofos que dá vontade de adotar e criá-los só pra mim!
Adote-os! Boa parte são órfãos, como os de bronze. Mas... se eles fossem adotados talvez não tivessem se tornado cavaleiros e a Terra estaria nas mãos de Ares nesse exato momento... complicado.
Eu não esperava encontrar uma fic tão fofa com os cavaleiros sendo crianças. Achei legal por que misturou os amigos e também teve os que tiveram suas historias mais isoladas. Não pude deixar de amar cada uma dessas historias.
Quando eu me deparei com esse tema, eu realmente disse para mim mesma “eu quero fazer esse”. E a fic fluiu com uma naturalidade imensa. Eu tenho muito facilidade de escrever com crianças, acho que por gostar tanto de crianças. Tendo em vista duas outras dos cavaleiros que tem personagens crianças que se destacaram, uma delas é Kokoro no Kizu, se você se interessar. Tem a personagem Maria (não vou dar spoilers), é uma personagem original, mas que foi muito bem recebida pelos leitores. E a “Dança dos Ventos” também tem o pequeno Shu, que também foi muito querido.
Aioria e Aioros: Foi tão tocante o modo como o mais velho se importou com a situação. Ele poderia ter falado algo para o menor e resolvido com um agrado, mas ele mostrou princípios em algo tão ínfimo. Não é a toa que ele era tão leal a Atena. Aioria teve muitos motivos para ter orgulho do irmão e de se tornar um cavaleiro fiel e poderoso.
É, eu quis mostrar nesse momento, o quão puro e destemidos os sentimentos de Aioros sempre foram. E toda a historinha foi uma alusão ao futuro que o pequeno Aioria passaria quando ocorreria “a traição” (o castelo que se desmorona pelas mãos do próprio irmão) e que ele teria que ter forças para se reerguer.
Máscara da Morte: Se eu não estiver errada, a segunda historia é do MM, né? Cáspita, este garoto teve muitos motivos para se tornar alguém tão ausente de compaixão. Isso acabou vindo do berço, da criação tão superficial que a mãe dava. Crescendo sem amor e sem entender a compaixão, o mau dela ficou nele e acabou como acabou. É triste, mas é exatamente assim...
Sim. A segunda história é o do Death Mask. Um personagem que, particularmente, me intriga e fascina. Tenho muitas ideias de como foi a vida dele para ele ter se tornado um cavaleiro tão sem sentimentos. Ele é um soldado, eu sei. Soldados tiram vida, ok. Mesmo assim, soldados tem sentimentos, empatia com vítimas crianças, mulheres e idosos, coisas que ele não tem. Então, ele me intriga por isso. Ele deve ter tido um passado terrível. E eu gosto de histórias obscuras, e eu acredito que o Mask teve um passado bem obscuro para ser como é, e eu queria conhecer esse passado. Por isso crio histórias do passado obscuro dele com facilidade, esse seria o princípio. Mas poderia começar essa história de muito antes, de como o Mask foi concebido de forma imoral e indesejada, por meio de violência sexual cometida do avô dele contra a própria mãe, que foi obrigada pela sociedade a carregar esse fruto indesejado, condenada, culpada por ter sido violentada, e obrigada a dar a luz ao fruto do seu “próprio erro”, cuidar dele e dar à ele “amor”. Mas, não queria tornar o clima da fic tão pesado, por isso, só foi um trecho dessa história perturbadora.
Camus e Milo: Essa praga de professor foi de fato uma leitura do futuro. Camus sempre passou essa ideia de perfeição em tudo o que faz, ele sempre é tão preciso, e o Milo se mostra o contrário. Não que isto seja ruim, que ele seja péssimo no que faz, mas o contraste dos dois fazem deles perfeitos amigos! Uma amizade incrível nasceria depois disso, por assim dizer e só podemos agradecer as palavras desse amável professor. Obrigada.
Uma das crianças que mais gostei de escrever nessa fic foi esse Camus criança e a forma como o professor teve que lidar e tentar quebrar com essa seriedade dele e fazê-lo ser um pouco criança. Eu gosto dessas crianças inteligentes com o ar de adulto. Essas que tem esse ar naturalmente, que parece ser algo da personalidade delas. Acho o Camus, hoje, adulto, um personagem, apesar de continuar sendo sério, sensual demais. E acho que a seriedade dele soma para isso. T^T Ele é lindo. E Milo! ♥ É um personagem que amo por sua energia. Divertido! Eu tenho uma atração nata por escorpianos, então nem posso falar o prazer que foi descrevê-lo. E realmente o professor previu o futuro da amizade desses dois, né?! ♥
Shun, Ikki e Seiya: Essa foi a que me fez rir e sorrir feito boba. Shun é muito amável, não adianta! A bondade em seu coração é uma virtude que ninguém poderá tirar dele e apesar de tudo, o Seiya me surpreendeu com sua extrema sinceridade e amizade. Engraçado saber que o Ikki já era o badass tão novinho e tocava o terror naqueles que maltratavam o irmãozinho, rs. No final, o grande vilão foi o Tatsumi e seu sermão infinito! Poxa, deixa os meninos brincarem! ~ Obs.: Que o Pio esteja bem e bem quentinho, protegido dos gatos malvados e da chuva fria.
Sem dúvidas meus três favoritos de bronze. Gosto do Hyoga e do Shy tb. Mas esses três serão sempre minha paixão eterna. Sabe, que o Ikki foi meu primeiro crush? Hahahhahaha Eu era apaixonada por ele. Ainda não tive filhos, nem sei se vou conseguir tê-los, mas meu sonho era ter um filho e poder ter um nome que termine em “Ique” só para poder apelidar ele de “Ique”. Tipo “Erique”, (tive um ex com esse nome eu chamava ele de “Ique”). Ou “Henrique”. E até pensei em aportuguesar o nome “Ikki” e colocar “Ique”. Quem sabe um dia ainda não tenho esse bebê para colocar esse nome, né? E sim, o Shun é puro amor. Amo e quero protegê-lo com todo meu amor. Se ele é todo puro adolescente, imagina bebezinho assim, né?
Sempre vi o Seiya como um amigo confiável. Eu tenho um carinho especial por ele e o admiro muito. Por mais que ele seja danado e arteiro, ele tem um bom coração. E eu acho que ele teria uma ligação muito forte com o Shun, pelos dois terem as idades aproximadas e tudo mais. Na minha lonfigic deles, Os Garotos, o Seiya e Shun são muito próximos, estudam juntos e tudo mais.
E sim, o grande vilão foi o Tatsumi. Ele era muito cruel com essas crianças. Com o Ikki principalmente, pelo Ikki peitá-lo na frente dos demais e comportamento que ele considerava um desrespeito. E, sim, se depender do amor do Shun e da determinação do Seiya, o Pio cresceu forte e feliz, com belas asas e ganhou a liberdade e um céu infinito para brincar. ♥
Afrodite: O que mais me impressionou foi o último retalho. Esse me tocou no coração e não consegui ver o Afrodite da mesma maneira depois dessa... Seu jeito arrogante desde menino, mas que foi tocado pela beleza singela daquele povo sofrido, porém sorridente. Todos tratando ele tão bem, a gentileza sempre gerando gentileza. Fiquei orgulhosa do que resultou esta viagem e que ele mudou um pouquinho depois de tudo. Ahhh que fofo!
Sem dúvida esse foi o retalho que mais gostei de elaborar. Como os demais surgiu naturalmente, ainda mais naturalmente que os demais. Sabe, o começo da história já veio daquele carro enguiçado no meio do nada. Em uma terra aparentemente inóspita... Então pensei em trabalhar um contraste de belezas. Porque para mim, esse contraste foi muito bonito de descrever. A beleza da humildade daquela tribo, dos habitantes de pele negra e brilhante, de olhos grandes e curiosos e sorrisos abertos, em contraste com a beleza da criança europeia, com pele leitosa e bem tratada, de gestos finos e palavras grosseiras. Eu queria que o Dite compreendesse que a beleza existe em qualquer coisa, em qualquer pessoa, em qualquer lugar, em qualquer momento, mesmo que seja em brincadeiras em volta de uma fogueira com crianças as quais você nem compreende a língua, mas que os corações se conversam. No sabor de uma deliciosa sopa quentinha e no conforto de uma linda colcha formada por coloridos retalhos.
Por fim, obrigada por compartilhar esses pequenos pedaços de fofura e inocência. Fiquei ainda mais apaixonada por eles e imaginando como seria a infância dos outros pela sua visão. Quem sabe isto não possa vir em um futuro, não é mesmo? Parabéns pela fanfic, ficou incrível!
Um beijo e até mais!
Eu quem agradeço seu comentário, Jessie. Perdoe-me novamente a demora. E as respostas um pouco longa. Mas é que eu divago demais nas palavras, na conversa. Eu quem agradeço também por compartilhar comigo sua impressão de forma detalhada desse trabalho que elaborei com tanto carinho. E fico feliz que essas crianças tenham somado para aumentar sua admiração por esses personagens. Quem sabe um dia eu venha elaborar algo dos demais, né? Hahaha É uma ideia a se estudar.
Até mais! Um grande beijo! o/