Ainda não joguei Resident Evil 6 e não estou me importando de saber spoilers u_u MENINA, ESSA FIC ESTÁ MUITO BOA! Sério. Cada dia melhor. Eu, definitivamente, nunca li uma fic Aeon tão #@$%&¨%#@!$%!!! na vida como a sua fic. NOSSA! Ui.
Petrova!!!! Sempre tão bom te ver!!!! sabe, vc me ajuda... me dá ânimo, estou bem mais animada, essa parte tá acabando, aliás, a fic está acabando né.... eu estou tão feliz!!! sensação de dever cumprido. Aqui, um dia vc escreve uma Aeon pra eu ler???? *olhinhos suplicantes*
S
Sally
Hey! *---*
Ah, eu gostei muito desse episódio, pra variar... Imagino, deve ser sufocante escrever sobre o jogo, realmente te admiro muito, rs'... Ahan, tá acabando a fic já? Ah, pena... D: Talvez tu possa escrever outro AEON, porque foi um dos melhores que eu já li na minha vida... -qq Parabéns, té +
É sufocante. tão sufocante que estou... claustrofóbica...rs simmm... ta no fim, mas ja tenho varias outras tds prontinhas dentro da minha cabeça, so nao sei qual eu posto primeiro, sabe...rs vc le fics em ingles? TENHO que te passar umas AEON q tao por ai!!! Obrigada florzinha!!
É sufocante. tão sufocante que estou... claustrofóbica...rs simmm... ta no fim, mas ja tenho varias outras tds prontinhas dentro da minha cabeça, so nao sei qual eu posto primeiro, sabe...rs vc le fics em ingles? TENHO que te passar umas AEON q tao por ai!!! Obrigada florzinha!!
Ada sentiu a brisa gelada bater contra sua face úmida. A chuva fria insistiu em cair durante toda a noite, molhando seus cabelos e suas roupas. Suas botas de couro afundavam na lama a medida que ela corria. Estava em um cemitério , era o caminho até a catedral.
Logo na entrada, Ada sentiu o cheiro de borracha queimada vindo de um ônibus em chamas, apesar da chuva, ainda havia algum fogo. Havia sinais de destruição por toda a cidade quando chegou, pelo visto, tarde demais.
Eram muitos zumbis no local, e não era para menos, afinal, estava em um cemitério. Não tinha tempo para eles, graças ao presente de Wesker, tinha a opção de escapar pelos telhados. Usou sua Grapple Gun para chegar ao topo de um mausoléu em um salto. E alí do topo pôde ver a Catedral e os túmulos ao redor.
“ - Aí está a Catedral. Agora tenho que chegar ao seu laboratório, Simmons”
Fazia muito, muito tempo em que ambos tiveram um ultimo contato, data que a própria Ada Wong fez questão de tentar esquecer. Agora sabia, para o bem ou para o mal, não adianta fugir de seu passado... de alguma maneira, seus assuntos mal resolvidos sempre voltam. Com um pouco de esforço e alguns dados que ainda possuía, chegou até alí, onde sabia ter um laboratório, só não tinha certeza a respeito do acesso.
“ - Não acredito que ele fez isso... Pobre cidade, isso merece uma investigação.”
Caminhou por entre as telhas, e então viu um casal arrombar uma grade de ferro. Era uma moça morena de pele clara, ainda bem jovem. E junto a ela... alguém que Ada conhecia muito bem. Definitivamente, todos os seus fantasmas e assuntos mal resolvidos, decidiram reaparecer .
“ - Leon. Então você também está no meio disso... Espero que consiga aguentar.”
Mais uma vez usou seu gancho para chegar até chão. Encontrou um acesso aberto por entre os túmulos. Diante do caos que viu, diante de tudo o que já presenciou nos últimos 15 anos... Ela sabia, o show de bizarrices mal começou."
Leon e Helena acreditavam que os horrores que viram até então já não teriam mais fim. Chegaram até a Catedral, viram sobreviventes morrerem... sobre os outros, não podiam fazer mais nada a respeito.
Até o presente momento, Helena não chegou a revelar absolutamente nada ao agente. Leon estava confuso e irritado. Seu amigo estava morto, a cidade infestada de criaturas, e ele, um homem da lei, com um alto posto na Casa Branca, ao invés de estar coordenando uma investigação e botando aquela moça atrás das grades, estava alí, preso numa igreja sinistra, num laboratório sinistro, sendo atacado e quase morto inúmeras vezes.
Tudo o que pôde arrancar dela até agora, foi um nome, que ela deixou escapar sem querer “Deborah”... Ele perguntou quem era, mas não obteve resposta. Tentou ser cordial, ou até amável com ela algumas vezes, como quando ela finalmente apareceu para abrir o portão de acesso a catedral, salvando-o de uma horda de zumbis, mas Helena parecia tão desesperada a medida que invadiam o local, que por muitas vezes, chegava a ser ríspida, e muito, muito mandona.
“ - Ufa! Você e um colírio para os meus olhos!” - Ele exclamou depois de ser quase devorado por inúmeras criaturas, e finalmente ver a moça reaparecer para lhe ajudar com o portão.”
“ - Eu não tenho tempo para brincar! Você vem comigo até a catedral ou não?” - Ela respondeu."
Caralho, que falta de educação!
"Helena estava desesperada... afoita e irracional. Pelo menos, era o que parecia. De qualquer maneira, toda aquela construção, tanto material biológico de alto risco escondido no subterrâneo de uma igreja, tantos monstros bizarros... tanto enigmas... era tudo tão familiar, que sim, ele continuava alí, valia a pena investigar.
Agora estavam em uma ala muito parecida com algum tipo de estufa, com casulos e grandes tanques d'agua cultivando uma diversidade de criaturas, aparentemente, todas inativadas... por enquanto. Se tratava também de uma sala de vídeo, cheia de monitores e computadores.
Helena tentou ligar alguns dos computadores, para ver se ainda funcionavam ou se tinham alguma pista. Leon correu os olhos pelo balcão, quando um objeto chamou sua atenção. Uma fita tipo VHS em frente a um videocassete. Na fita, uma etiqueta, com a seguinte frase escrita a mão: “ Feliz Aniversário Ada Wong”
O coração dele chegou a pular uma batida, mais uma vez o nome da espiã aparecia no meio de tanta imundice. Nunca mais se viram desde a Eslava Oriental, nunca mais recebeu qualquer noticia... Ele chegou a acreditar que dessa vez, estava tudo acabado, que havia se acostumado a viver sem ela, se acostumado com a ideia de que nunca mais estariam juntos outra vez, e que se por ventura a encontrasse, iria pela primeira vez, resistir. Não saria mais uma presa fácil nas mãos dela, um joguete que ela manipulava tão facilmente. Mas ao ver a fita... percebeu que estava errado, muito errado. Uma simples menção ao nome dela... é o suficiente para ele se tornar um fraco outra vez.
Imediatamente colocou a fita no videocassete. Suas mãos tremiam levemente, seu olhos vidrados não piscavam, tudo a sua volta deixou de existir, tudo se resumia apenas a aquela imagem.
Um experimento com o C-vírus... Um casulo horrendo se rompendo... De dentro dele, saiu ela... A sua borboleta, completamente nua e banhada em gosma, fraca, debilitada, o cabelo emplastado grudado em sua face sofrida. Do casulo ela foi ao chão, se rastejando com dificuldade, até finalmente olhar para a câmera, e então o vídeo terminou.
Leon sentiu o estômago revirar, em sua mente tentou imaginar que diabos foi aquilo que ele acabou de ver. Ada foi capturada e usada em um experimento? Ada sempre foi resultado de um experimento? Ela estava transformada em alguma coisa bizarra? Estava morta?... “Ada.... Ada...”"
Acho que é a Carla, mas só acho mesmo...
"“ - Ada! “ - Ele trincou os dentes e olhou para Helena como se estivesse prestes a atacá-la - “ - Era isso que você queria me mostrar?!!” - Pela primeira vez, Leon estava quase gritando.
Helena que também havia assistido tudo, olhou confusa para o loiro, visivelmente assustada. Ela gaguejava enquanto tentava formular qualquer resposta: “ - N...Não... Eu... eu pensei que...”
Leon empunhou novamente sua pistola, agora, ainda mais decidido a levar essa investigação até o fim, nem que tivesse que vasculhar cada centímetro dessa maldita igreja.
“ - Essa... mulher... ou, seja la o que isso for... Ada... você a conhece?”
Ele soltou um longo suspiro, estava obvio que aquela moça entendeu ainda menos do que ele mesmo sobre o vídeo que acabaram de assistir. “ - Ah... digamos que... sim.”
A morena de fato não entendeu o que acabou de acontecer alí, mas sabia que Leon ficou profundamente desconsertado. Porém, não tinha tempo para nada disso, seu foco era encontrar sua irmã."
Como já estava previsto, Ada ultrapassou – e sobreviveu – todas as armadilhas que a impediam de chegar até o laboratório. Não entrou pela entrada principal, haviam muitos zumbis e seria muito arriscado. Lembrou que era justamente o trajeto que Leon e aquela moça tomaram... provavelmente estavam indo para o mesmo local. Talvez o seu ex-amante já esteja lá a uma hora dessas...
Tantos puzzles a fizeram recordar Raccoon City, claro, a maior parte dessas construções datam de muito antes daquele incidente. A espiã observou o anel da família Simmons em suas mãos pela ultima vez antes de guardá-lo no bolso. Ainda tinha um longo caminho pela frente."
É, eu também me lembrei de RE2 jogando RE6 com a Ada...
Quanto mais eles se adentravam pelas catacumbas, mais aquela jornada parecia sem fim. Era assustador que houvesse um verdadeiro labirinto gigante, escondido embaixo de uma simples igreja, minunciosamente arquitetado para proteger um segredo que Leon até agora não sabia qual era.
Helena lutava bem, e por vários momentos se mostrou parceira, mas sua presença ainda se resumia numa busca insana, por algo, ou alguém... onde nada era esclarecido. Uma jornada onde até agora só lhe apareceram mais e mais duvidas.
Cercados por zumbis, sem saída, utilizaram um conduto de lixo para escapar. As cegas, sem pensar onde iriam parar. Abriram o vão de aço que estava na parede, e escorregaram. Caíram imundos numa área alagada que cheirava a merda, lixo e corpos putrefatos. Helena corria na frente, sem saber exatamente para onde estava indo, mas saia perfeitamente o que queria encontrar.
Chagaram até uma construção circular, feita de pedras e sustentada por vigas de madeira, no centro daquele local, havia o corpo de uma mulher.
“ - Deborah!” - Helena gritou, se jogando contra o corpo da mulher quase desnuda.
“ - Helena...”
“ - Você vai me contar o que está acontecendo agora? ” - Perguntou Leon, pouco se importando se o reencontro daquelas duas pessoas parecia emocionado."
Na verdade... não.
"“ - Por favor, primeiro deixe-me tirá-la daqui.'
Ela tinha razão, a moça estava mal e aquela construção parecia muito instável. Helena carregava então, a agora conhecida, Deborah, seja ela quem for, nas costas. Leon seria o único hábil a lutar por enquanto."
Jogar essa parte com a Helena no Professional é horrível de tão difícil e chato de se passar...
Ada sabia que estava próximo ao laboratório. Corria como podia, e já tinha sua grapple gun em mãos, a construção era instável, e o laboratório ficava nos níveis superiores. Era a grande dificuldade, percorrer todo um caminho que parecia pronto a desmoronar a qualquer segundo.
Percorreu o ultimo túnel de terra até uma grande área circular, onde haviam vários andares de pedra sustentados por vigas de madeira. Escutou o grito de uma mulher.
Helena gritou quando Deborah caiu de seu colo, e quase imediatamente teve seu corpo auto incinerado. Um fogo espontâneo que surgiu, ao mesmo tempo que formava uma grossa carcaça a sua volta, exatamente como os casulos que encontraram no laboratório... Exatamente como o da gravação de Ada Wong!
Leon puxou-a para longe, usando toda a sua força para domá-la. Helena era forte, o o machucava enquanto se debatia, aos prantos. A posição em que Deborah estava em seu casulo, era com a mão estendida, em súplica, na direção de Helena... O agente deixou que ela fosse...
A morena tocou o corpo mutado... - “ - Não... isso não pode estar acontecendo...”
O casulo formado, agora começava a se romper, exatamente como no vídeo... de dentro dele saía um corpo emplastado por uma gosma transparente... Helena se aproximou vagarosamente, estendendo a mão... ainda era sua irmã... tinha que ser...
Logo atrás estava um Leon lutando para não ser paralisado pelo medo. Empunhou sua arma, mesmo que ainda apontando-a para o chão. Tudo o que conseguia pensar nesse momento era em Ada, e no vídeo que assistiu uma hora antes. Aquela mutação... aquele corpo humanoide e feminino saindo alí de dentro... o que vier a acontecer com aquela moça, foi exatamente o que aconteceu com Ada... Talvez... Talvez... Seu pensamentos foram interrompidos quando sentiu o estalo de vento que passou tão próximo a sua face... and seguida pelo projétil, longo e pontiagudo que alvejou Deborah em cheio, deixando o corpo dela agora sem nenhuma vida.
Ignorou os gritos de Helena para apontar sua pistola para o agressor... Eis que então, ele a viu. Viva. Calma como sempre. Carregando sua besta, com seu andar felino e seguro em sua direção... como sempre..."
Sem demonstrar emoção alguma...
"“ - Ada!”
“ - Você me olha como se eu fosse um fantasma...”"
Não é mas é como se fosse...
"O mesmo sorriso insolente, a mesma pose de senhora absoluta da situação... Linda. Leon não encontrava as palavras... Ele viu a fita... era ela... e agora ela estava alí, bem na sua frente.. tão bem... tão humana.
Ada desfez seu sorriso e desviou o olhar para uma terceira pessoa. Era Helena. A jovem tremia e chorava, enquanto apontava sua arma para a cabeça de Ada. Leon encarou a espiã uma ultima vez, agradecendo mentalmente por ela não reagir, e, calmamente tocou as mãos de Helena, pedindo que ela abaixasse a arma. A moça obedeceu, deixando-se cair de joelhos.
“ - Ada... que diabos está acontecendo aqui?”.
“ - É complicado.” - Ela se limitou a responder apenas. Leon a encarava de uma maneira muito estranha, como se ela própria estivesse muito... muito diferente, ou como se ele não a conhecesse mais. “ - Mas agora não é hora... e nem lugar. Esse lugar esta desmoronando, temos que alcançar os níveis mais baixos.””"
Mesmo que fosse hora e lugar, você não explicaria de bom grado...
"“Déborah... eu sinto muito.” - Helena abraçava o cadáver da irmã, inconformada. “ - É tudo minha culpa.”
O loiro observava a espiã ainda com um olhar incrédulo... a maneira dela agir e falar, era como se nada tivesse acontecido, portanto ele viu... ele viu! Do outro lado, Ada tentava disfarçar, mas o olhar do ex-amante já estava começando a irritar.
Foi num reflexo, uma pequena fração de segundos em que Leon viu uma nova mutação surgir no corpo de Déborah, ela não estava morta, de suas costas, brotaram enormes garras, como se ela fosse algum tipo de inseto gigante.
“ - Helena, afaste-se dela!”
Quando a agente percebeu o que estava acontecendo, Leon e Ada já tinha suas armas apontadas para uma Deborah mutante. “ - Por favor, não atirem!!”. Helena não se afastou, nem quando a irmã agora mutada começou a atacar.
“- Se você sentia alguma simpatia por ela... abata-a agora.” - Disse Ada para Helena.
Leon e a misteriosa mulher de vermelho descarregaram cada um, um pente de balas em cima de Deborah, atordoada, a criatura bateu uma de suas garras numa enorme coluna de pedras, fazendo finalmente, aquele chão ceder de vez. Os quatro caíram sobre plataformas de madeira, porém em lugares distintos, Leon e Ada cairam juntos na mesma plataforma, e Helena, numa outra mais distante.
O agente e a espiã correram pela passarela circular que os levaria até a plataforma seguinte. A partir dalí não tinha mais saída. O Local ainda desmoronando e Helena sozinha em algum lugar e Demorah transformada numa B.O.W. Solta por aí, precisavam chegar sãos e salvos até um solo mais firme. Avistaram uma corda, pendurada muito distante dalí, precisavam trabalhar em dupla. Leon deu um impulso para que Ada saltasse até a corda, uma vez lá, Ada usou o peso do próprio corpo para alavancar a corda até Leon, dessa maneira, saltaram juntos até a plataforma seguinte.
“ - Aqui.” - Alertou a espiã antes e atirar um objeto a Leon.
O loiro segurou o objeto, e o observou em suas mãos “ - Um anel?”"
É, ela está te pedindo em casamento...
"“ - Não tire conclusões precipitadas... vai fazer sentido mais tarde.”
“ - Ok...”
Como sempre... irônica. E como ele sentiu falta disso.
Correram por mais uma passarela circular e chegaram a mais outra plataforma sem saída, tudo o que tinham que fazer era repetir o mesmo esquema da corda. Leon se colocou na posição. “ - Vem, Ada.”
“ - Ok.” - Ela deu alguns passos para trás e correu. Ela definitivamente confiava nele. Ele a alavancou para o ar e ela segurou na corda, quando estava quase chegando novamente até ele, Deborah surgiu, fazendo os dois caírem de vários metros até o solo.
“ - Cuidado! Ela é forte.” - Alertou o loiro.
“ - Cuide de você mesmo.” - Respondeu Ada.
Helena, Leon e Ada descarregavam suas armas e dentavam deter a B.O.W. como podiam, até que o solo novamente cedeu, dessa vez jogando Ada e Helena para uma nova plataforma, e Leon para um lugar distante.
A espiã e a agente entraram num pequeno vagão que se movia por trilhos, enquanto Leon precisou percorrer o trajeto a pé, cercado por zumbis.
“ - Vocês podiam me dar uma ajuda aqui?” - ele gritou.
Ada equipou sua sniper, e com um meio sorriso disse à Helena: “ - Quanto mais as coisas mudam, mais permanecem as mesmas...”, e começou a abater os zumbis que cercavam Leon. Quando o Loiro finalmente chegou até o pequeno vagão, os três partiram em disparada, sem um destino certo, cujo o objetivo era apenar fugir de Deborah. Quando os trilhos chegaram ao fim, o trio foi arremessado para o poço final, sem solo de pedra suspensa.
Leon bateu as costelas no chão. Doeu, mas agradeceu por não tê-las quebrado. Quando ficou de pé, se viu numa situação de escolha. De um lado estava Ada, pendurada a beira de um precipício sem conseguir se reerguer. Do outro lado estava Helena, entre Deborah, e o mesmo precipício. Ele sabia qual era sua escolha, nunca teve dúvidas, nem mesmo por um milésimo de segundo... Era ela... sempre foi, e seria sempre ela...
“ - Ada!” - Ele correu até a espiã e a ergueu pelo braço, puxando-a de volta e colocando-a de pé. Juntos, ainda distantes de Helena, já não podiam fazer mais nada para tirar a moça dalí.a não ser atirar, atirar na B.O.W. , e torcer para que ela recuasse. E assim o fizeram.
Deborah recuou alguns passos, atordoada com os tiros... andou até a borda do precipício... e caiu. Por um reflexo, Helena a segurou... sabia que não era mais a sua irma que estava alí e que deveria então soltá-la agora. “ - Chega de lágrimas... até eu vingar a sua morte... Me perdoa...” e finalmente a soltou, deixando que ela desaparecesse na escuridão da queda. “ - Eu vou fazê-lo pagar por isso...”"
Essa parte é tensa...
"Leon e Ada se entreolharam, finalmente saberiam o que aconteceu alí afinal. Correram até Helena...
“ - Foi Simmons... Derek Simmons, o supervisor da Agencia Nacional de Segurança... Ele sequestrou a minha irmã, Deborah, e a manteve aqui, nessa Catedral... disse que se eu quisesse ver a minha irma viva outra vez, deveria ajudá-lo a passar pela segurança do Presidente. Eu não sabia o que fazer... por isso eu o obedeci. Foi minha culpa... eu ajudei Simmons!”
“ - Oh sim, isso realmente soa como algo típico do Simmons!” - Disse Ada.
Mesmo com as duas confirmando, Leon ainda estava receoso... “ - Por quê diabos ele faria isso?”
Ada soltou um longo suspiro. “ - Longa estória...” - Mais uma vez, uma chamada daquele cubo maldito, mas ela não o atendeu imediatamente. Com toda a calma do mundo caminhou até Leon, ela sabia que quando passava, ele sentia e prestava toda a atenção no seu perfume. “ - Nos estamos lutando contra as pessoas que realmente controlam esse país...” - ela sorriu quando o agente virou a cabeça mais uma vez, só para acompanhar o seu andar... “ - Em um jogo muito perigoso... e se você não jogar direito...” - Por fim ela arqueou uma sobrancelha, e sorriu... O maldito cubo não parava de tocar. Ela sabia que seria uma questão de tempo até que Leon juntasse as peças, e pelo menos desconfiasse sobre o que ela estava falando, quando disse que a Casa Branca era o ultimo lugar do mundo para ela buscar refúgio.
Leon observou atônito ela mais uma vez usar o seu gancho... e ir embora. Ele simplemente acreditava nela.
O celular de Leon tocou.
“ - Hunnigan! Simmons está aí?”
“ - Sim, por quê?”
“ - Hunnigan, tome cuidado! Eu tenho motivos para acreditar que ele...”
“ - Eu escutei o meu nome?” - Disse a voz grave e cheia de soberba do homem que agora aparecia no visor.
“ - Simmons!” - Disse Helena, enojada.
“ - O Presidente me falou muito de você, Agente Kennedy.”
“ - Digo o mesmo de você, soube que foram amigos durante trinta anos.”
“ - Diga-me, é verdade que vocês dois eram os únicos presentes na hora da morte dele?”
Leon trincou os dentes por alguns instantes, se esforçando para manter a calma. “ - O que você quer dizer?”
“ - Bem, vocês já devem saber que são os principais suspeitos pelo ataque...”
“ - É oque?” - Perguntou Helena, estupefata.
“ - Agente Harper... n hora do ataque, você abandonou o seu posto, deixando o presidente vulnerável... você tem que admitir que o seu comportamento é suspeito...”
“ - Filho da puta!! Você planejou tudo isso!”
“ - E com que provas você faz uma acusação seria dessas, mocinha? Eu sou o supervisor da Agencia Nacional de Segurança, meu trabalho é evitar ataques terroristas, e não, provocá-los.”
“ - Mentiroso!”
“ - Helena....” Leon a puxou de volta para trás, ele mantinha a calma...
“ - Se vocês dois estão tão seguros de sua inocência, não vejo problemas em se entregarem, correto?” - O homem encarou Hunnigan que evitou o olhar, e então ele mesmo encerrou a ligação.
“ - Leon, eu vou fazê-lo pagar...”
“ - Parece que as coisas foram de mal, para pior.” - completou o loiro.
“ - Temos que sair daqui, ainda temos um trabalho para terminar.” - Helena não chorava mais, assim prometeu a sua irmã.
“ - Você e eu estamos no mesmo bote agora. Eu digo que isso nos faz parceiros, gostemos disso ou não.” - Leon agora conhecia a estória daquela moça, e sabia que apesar de brigona e temperamental, ela tinha um coração enorme. Sentiu muita... muita pena dela.
“ - Por mim tudo bem, desde que você me ajude a pegar o Simmons.”
Observavam as catacumbas ao redor, era uma infinidade de construções sinistras que já estavam lá a só deus sabe quantos séculos...
“ - E essa Ada... Nós podemos confiar nela?”
Leon suspirou... “ - Essa não é uma pergunta fácil de responder...”"
Claro que é! A Ada é confiável ao Leon!
"“ - Então tem uma estória aí... certo?”
O loiro não respondeu, e Helena fez uma pequena nota mental sobre Ada Wong ser definitivamente um assunto bem particular daquele homem. Detalhes que só uma mulher percebe... como eles se olham, como parecem conhecer tão bem um ao outro, como ele ficou transtornado ao ver aquele vídeo... E algo a dizia que dessa “estória” ela ainda iria testemunhar muito mais."
Não só uma estória como uma vida inteira!
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Estou melhor agora, obrigada. Não é nada de mais, só... cansaço mesmo.
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E depois de terminar RE6 o que é que você vai arrumar, ãnh?
Ah! que bom! Não me assusta não florzinha!!!
Bem... depois de RE6... vem o ultimo capitulo e talvez um epilogo... Ahhhh quando eu leio esse fic eu tenho vontade de escrever tudo de novo e fazer td diferenteeee...hahahahaha beijos xuxu!!!!
Ah! que bom! Não me assusta não florzinha!!!
Bem... depois de RE6... vem o ultimo capitulo e talvez um epilogo... Ahhhh quando eu leio esse fic eu tenho vontade de escrever tudo de novo e fazer td diferenteeee...hahahahaha beijos xuxu!!!!
Ah! que bom! Não me assusta não florzinha!!!
Bem... depois de RE6... vem o ultimo capitulo e talvez um epilogo... Ahhhh quando eu leio esse fic eu tenho vontade de escrever tudo de novo e fazer td diferenteeee...hahahahaha beijos xuxu!!!!
Ola!!! Obrigada, espero que continue gostando. Vc diz do "Story"?... Entao... Eu tinha a mesma duvida se no ibgles era igual no portugues.... Entao uma beta me tirou esse duvidaa. Eh a mesma coisa. Se escrever "history"... Seria a materia da escola...rs nesse caso, eh story, so....^^.
Ainda não joguei Resident Evil 6 e não estou me importando de saber spoilers u_u MENINA, ESSA FIC ESTÁ MUITO BOA! Sério. Cada dia melhor. Eu, definitivamente, nunca li uma fic Aeon tão #@$%&¨%#@!$%!!! na vida como a sua fic. NOSSA! Ui.
Beijos, até
Petrova!!!! Sempre tão bom te ver!!!! sabe, vc me ajuda... me dá ânimo, estou bem mais animada, essa parte tá acabando, aliás, a fic está acabando né.... eu estou tão feliz!!! sensação de dever cumprido. Aqui, um dia vc escreve uma Aeon pra eu ler???? *olhinhos suplicantes*
Hey! *---*
Ah, eu gostei muito desse episódio, pra variar... Imagino, deve ser sufocante escrever sobre o jogo, realmente te admiro muito, rs'... Ahan, tá acabando a fic já? Ah, pena... D: Talvez tu possa escrever outro AEON, porque foi um dos melhores que eu já li na minha vida... -qq Parabéns, té +
É sufocante. tão sufocante que estou... claustrofóbica...rs simmm... ta no fim, mas ja tenho varias outras tds prontinhas dentro da minha cabeça, so nao sei qual eu posto primeiro, sabe...rs vc le fics em ingles? TENHO que te passar umas AEON q tao por ai!!! Obrigada florzinha!!
É sufocante. tão sufocante que estou... claustrofóbica...rs simmm... ta no fim, mas ja tenho varias outras tds prontinhas dentro da minha cabeça, so nao sei qual eu posto primeiro, sabe...rs vc le fics em ingles? TENHO que te passar umas AEON q tao por ai!!! Obrigada florzinha!!
"Catedral de Tall Oaks
29 de Junho de 2013
Ada sentiu a brisa gelada bater contra sua face úmida. A chuva fria insistiu em cair durante toda a noite, molhando seus cabelos e suas roupas. Suas botas de couro afundavam na lama a medida que ela corria. Estava em um cemitério , era o caminho até a catedral.
Logo na entrada, Ada sentiu o cheiro de borracha queimada vindo de um ônibus em chamas, apesar da chuva, ainda havia algum fogo. Havia sinais de destruição por toda a cidade quando chegou, pelo visto, tarde demais.
Eram muitos zumbis no local, e não era para menos, afinal, estava em um cemitério. Não tinha tempo para eles, graças ao presente de Wesker, tinha a opção de escapar pelos telhados. Usou sua Grapple Gun para chegar ao topo de um mausoléu em um salto. E alí do topo pôde ver a Catedral e os túmulos ao redor.
“ - Aí está a Catedral. Agora tenho que chegar ao seu laboratório, Simmons”
Fazia muito, muito tempo em que ambos tiveram um ultimo contato, data que a própria Ada Wong fez questão de tentar esquecer. Agora sabia, para o bem ou para o mal, não adianta fugir de seu passado... de alguma maneira, seus assuntos mal resolvidos sempre voltam. Com um pouco de esforço e alguns dados que ainda possuía, chegou até alí, onde sabia ter um laboratório, só não tinha certeza a respeito do acesso.
“ - Não acredito que ele fez isso... Pobre cidade, isso merece uma investigação.”
Caminhou por entre as telhas, e então viu um casal arrombar uma grade de ferro. Era uma moça morena de pele clara, ainda bem jovem. E junto a ela... alguém que Ada conhecia muito bem. Definitivamente, todos os seus fantasmas e assuntos mal resolvidos, decidiram reaparecer .
“ - Leon. Então você também está no meio disso... Espero que consiga aguentar.”
Mais uma vez usou seu gancho para chegar até chão. Encontrou um acesso aberto por entre os túmulos. Diante do caos que viu, diante de tudo o que já presenciou nos últimos 15 anos... Ela sabia, o show de bizarrices mal começou."
E o Leon não consegue aguentar algo?
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Madrugada de 30 de Junho de 2013
Dentro dos laboratórios da Família Simmon's
Leon e Helena acreditavam que os horrores que viram até então já não teriam mais fim. Chegaram até a Catedral, viram sobreviventes morrerem... sobre os outros, não podiam fazer mais nada a respeito.
Até o presente momento, Helena não chegou a revelar absolutamente nada ao agente. Leon estava confuso e irritado. Seu amigo estava morto, a cidade infestada de criaturas, e ele, um homem da lei, com um alto posto na Casa Branca, ao invés de estar coordenando uma investigação e botando aquela moça atrás das grades, estava alí, preso numa igreja sinistra, num laboratório sinistro, sendo atacado e quase morto inúmeras vezes.
Tudo o que pôde arrancar dela até agora, foi um nome, que ela deixou escapar sem querer “Deborah”... Ele perguntou quem era, mas não obteve resposta. Tentou ser cordial, ou até amável com ela algumas vezes, como quando ela finalmente apareceu para abrir o portão de acesso a catedral, salvando-o de uma horda de zumbis, mas Helena parecia tão desesperada a medida que invadiam o local, que por muitas vezes, chegava a ser ríspida, e muito, muito mandona.
“ - Ufa! Você e um colírio para os meus olhos!” - Ele exclamou depois de ser quase devorado por inúmeras criaturas, e finalmente ver a moça reaparecer para lhe ajudar com o portão.”
“ - Eu não tenho tempo para brincar! Você vem comigo até a catedral ou não?” - Ela respondeu."
Caralho, que falta de educação!
"Helena estava desesperada... afoita e irracional. Pelo menos, era o que parecia. De qualquer maneira, toda aquela construção, tanto material biológico de alto risco escondido no subterrâneo de uma igreja, tantos monstros bizarros... tanto enigmas... era tudo tão familiar, que sim, ele continuava alí, valia a pena investigar.
Agora estavam em uma ala muito parecida com algum tipo de estufa, com casulos e grandes tanques d'agua cultivando uma diversidade de criaturas, aparentemente, todas inativadas... por enquanto. Se tratava também de uma sala de vídeo, cheia de monitores e computadores.
Helena tentou ligar alguns dos computadores, para ver se ainda funcionavam ou se tinham alguma pista. Leon correu os olhos pelo balcão, quando um objeto chamou sua atenção. Uma fita tipo VHS em frente a um videocassete. Na fita, uma etiqueta, com a seguinte frase escrita a mão: “ Feliz Aniversário Ada Wong”
O coração dele chegou a pular uma batida, mais uma vez o nome da espiã aparecia no meio de tanta imundice. Nunca mais se viram desde a Eslava Oriental, nunca mais recebeu qualquer noticia... Ele chegou a acreditar que dessa vez, estava tudo acabado, que havia se acostumado a viver sem ela, se acostumado com a ideia de que nunca mais estariam juntos outra vez, e que se por ventura a encontrasse, iria pela primeira vez, resistir. Não saria mais uma presa fácil nas mãos dela, um joguete que ela manipulava tão facilmente. Mas ao ver a fita... percebeu que estava errado, muito errado. Uma simples menção ao nome dela... é o suficiente para ele se tornar um fraco outra vez.
Imediatamente colocou a fita no videocassete. Suas mãos tremiam levemente, seu olhos vidrados não piscavam, tudo a sua volta deixou de existir, tudo se resumia apenas a aquela imagem.
Um experimento com o C-vírus... Um casulo horrendo se rompendo... De dentro dele, saiu ela... A sua borboleta, completamente nua e banhada em gosma, fraca, debilitada, o cabelo emplastado grudado em sua face sofrida. Do casulo ela foi ao chão, se rastejando com dificuldade, até finalmente olhar para a câmera, e então o vídeo terminou.
Leon sentiu o estômago revirar, em sua mente tentou imaginar que diabos foi aquilo que ele acabou de ver. Ada foi capturada e usada em um experimento? Ada sempre foi resultado de um experimento? Ela estava transformada em alguma coisa bizarra? Estava morta?... “Ada.... Ada...”"
Acho que é a Carla, mas só acho mesmo...
"“ - Ada! “ - Ele trincou os dentes e olhou para Helena como se estivesse prestes a atacá-la - “ - Era isso que você queria me mostrar?!!” - Pela primeira vez, Leon estava quase gritando.
Helena que também havia assistido tudo, olhou confusa para o loiro, visivelmente assustada. Ela gaguejava enquanto tentava formular qualquer resposta: “ - N...Não... Eu... eu pensei que...”
Leon empunhou novamente sua pistola, agora, ainda mais decidido a levar essa investigação até o fim, nem que tivesse que vasculhar cada centímetro dessa maldita igreja.
“ - Essa... mulher... ou, seja la o que isso for... Ada... você a conhece?”
Ele soltou um longo suspiro, estava obvio que aquela moça entendeu ainda menos do que ele mesmo sobre o vídeo que acabaram de assistir. “ - Ah... digamos que... sim.”
A morena de fato não entendeu o que acabou de acontecer alí, mas sabia que Leon ficou profundamente desconsertado. Porém, não tinha tempo para nada disso, seu foco era encontrar sua irmã."
Eles são como "bons e velhos amigos"...
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Como já estava previsto, Ada ultrapassou – e sobreviveu – todas as armadilhas que a impediam de chegar até o laboratório. Não entrou pela entrada principal, haviam muitos zumbis e seria muito arriscado. Lembrou que era justamente o trajeto que Leon e aquela moça tomaram... provavelmente estavam indo para o mesmo local. Talvez o seu ex-amante já esteja lá a uma hora dessas...
Tantos puzzles a fizeram recordar Raccoon City, claro, a maior parte dessas construções datam de muito antes daquele incidente. A espiã observou o anel da família Simmons em suas mãos pela ultima vez antes de guardá-lo no bolso. Ainda tinha um longo caminho pela frente."
É, eu também me lembrei de RE2 jogando RE6 com a Ada...
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Quanto mais eles se adentravam pelas catacumbas, mais aquela jornada parecia sem fim. Era assustador que houvesse um verdadeiro labirinto gigante, escondido embaixo de uma simples igreja, minunciosamente arquitetado para proteger um segredo que Leon até agora não sabia qual era.
Helena lutava bem, e por vários momentos se mostrou parceira, mas sua presença ainda se resumia numa busca insana, por algo, ou alguém... onde nada era esclarecido. Uma jornada onde até agora só lhe apareceram mais e mais duvidas.
Cercados por zumbis, sem saída, utilizaram um conduto de lixo para escapar. As cegas, sem pensar onde iriam parar. Abriram o vão de aço que estava na parede, e escorregaram. Caíram imundos numa área alagada que cheirava a merda, lixo e corpos putrefatos. Helena corria na frente, sem saber exatamente para onde estava indo, mas saia perfeitamente o que queria encontrar.
Chagaram até uma construção circular, feita de pedras e sustentada por vigas de madeira, no centro daquele local, havia o corpo de uma mulher.
“ - Deborah!” - Helena gritou, se jogando contra o corpo da mulher quase desnuda.
“ - Helena...”
“ - Você vai me contar o que está acontecendo agora? ” - Perguntou Leon, pouco se importando se o reencontro daquelas duas pessoas parecia emocionado."
Na verdade... não.
"“ - Por favor, primeiro deixe-me tirá-la daqui.'
Ela tinha razão, a moça estava mal e aquela construção parecia muito instável. Helena carregava então, a agora conhecida, Deborah, seja ela quem for, nas costas. Leon seria o único hábil a lutar por enquanto."
Jogar essa parte com a Helena no Professional é horrível de tão difícil e chato de se passar...
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Ada sabia que estava próximo ao laboratório. Corria como podia, e já tinha sua grapple gun em mãos, a construção era instável, e o laboratório ficava nos níveis superiores. Era a grande dificuldade, percorrer todo um caminho que parecia pronto a desmoronar a qualquer segundo.
Percorreu o ultimo túnel de terra até uma grande área circular, onde haviam vários andares de pedra sustentados por vigas de madeira. Escutou o grito de uma mulher.
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Helena gritou quando Deborah caiu de seu colo, e quase imediatamente teve seu corpo auto incinerado. Um fogo espontâneo que surgiu, ao mesmo tempo que formava uma grossa carcaça a sua volta, exatamente como os casulos que encontraram no laboratório... Exatamente como o da gravação de Ada Wong!
Leon puxou-a para longe, usando toda a sua força para domá-la. Helena era forte, o o machucava enquanto se debatia, aos prantos. A posição em que Deborah estava em seu casulo, era com a mão estendida, em súplica, na direção de Helena... O agente deixou que ela fosse...
A morena tocou o corpo mutado... - “ - Não... isso não pode estar acontecendo...”
O casulo formado, agora começava a se romper, exatamente como no vídeo... de dentro dele saía um corpo emplastado por uma gosma transparente... Helena se aproximou vagarosamente, estendendo a mão... ainda era sua irmã... tinha que ser...
Logo atrás estava um Leon lutando para não ser paralisado pelo medo. Empunhou sua arma, mesmo que ainda apontando-a para o chão. Tudo o que conseguia pensar nesse momento era em Ada, e no vídeo que assistiu uma hora antes. Aquela mutação... aquele corpo humanoide e feminino saindo alí de dentro... o que vier a acontecer com aquela moça, foi exatamente o que aconteceu com Ada... Talvez... Talvez... Seu pensamentos foram interrompidos quando sentiu o estalo de vento que passou tão próximo a sua face... and seguida pelo projétil, longo e pontiagudo que alvejou Deborah em cheio, deixando o corpo dela agora sem nenhuma vida.
Ignorou os gritos de Helena para apontar sua pistola para o agressor... Eis que então, ele a viu. Viva. Calma como sempre. Carregando sua besta, com seu andar felino e seguro em sua direção... como sempre..."
Sem demonstrar emoção alguma...
"“ - Ada!”
“ - Você me olha como se eu fosse um fantasma...”"
Não é mas é como se fosse...
"O mesmo sorriso insolente, a mesma pose de senhora absoluta da situação... Linda. Leon não encontrava as palavras... Ele viu a fita... era ela... e agora ela estava alí, bem na sua frente.. tão bem... tão humana.
Ada desfez seu sorriso e desviou o olhar para uma terceira pessoa. Era Helena. A jovem tremia e chorava, enquanto apontava sua arma para a cabeça de Ada. Leon encarou a espiã uma ultima vez, agradecendo mentalmente por ela não reagir, e, calmamente tocou as mãos de Helena, pedindo que ela abaixasse a arma. A moça obedeceu, deixando-se cair de joelhos.
“ - Ada... que diabos está acontecendo aqui?”.
“ - É complicado.” - Ela se limitou a responder apenas. Leon a encarava de uma maneira muito estranha, como se ela própria estivesse muito... muito diferente, ou como se ele não a conhecesse mais. “ - Mas agora não é hora... e nem lugar. Esse lugar esta desmoronando, temos que alcançar os níveis mais baixos.””"
Mesmo que fosse hora e lugar, você não explicaria de bom grado...
"“Déborah... eu sinto muito.” - Helena abraçava o cadáver da irmã, inconformada. “ - É tudo minha culpa.”
O loiro observava a espiã ainda com um olhar incrédulo... a maneira dela agir e falar, era como se nada tivesse acontecido, portanto ele viu... ele viu! Do outro lado, Ada tentava disfarçar, mas o olhar do ex-amante já estava começando a irritar.
Foi num reflexo, uma pequena fração de segundos em que Leon viu uma nova mutação surgir no corpo de Déborah, ela não estava morta, de suas costas, brotaram enormes garras, como se ela fosse algum tipo de inseto gigante.
“ - Helena, afaste-se dela!”
Quando a agente percebeu o que estava acontecendo, Leon e Ada já tinha suas armas apontadas para uma Deborah mutante. “ - Por favor, não atirem!!”. Helena não se afastou, nem quando a irmã agora mutada começou a atacar.
“- Se você sentia alguma simpatia por ela... abata-a agora.” - Disse Ada para Helena.
Leon e a misteriosa mulher de vermelho descarregaram cada um, um pente de balas em cima de Deborah, atordoada, a criatura bateu uma de suas garras numa enorme coluna de pedras, fazendo finalmente, aquele chão ceder de vez. Os quatro caíram sobre plataformas de madeira, porém em lugares distintos, Leon e Ada cairam juntos na mesma plataforma, e Helena, numa outra mais distante.
O agente e a espiã correram pela passarela circular que os levaria até a plataforma seguinte. A partir dalí não tinha mais saída. O Local ainda desmoronando e Helena sozinha em algum lugar e Demorah transformada numa B.O.W. Solta por aí, precisavam chegar sãos e salvos até um solo mais firme. Avistaram uma corda, pendurada muito distante dalí, precisavam trabalhar em dupla. Leon deu um impulso para que Ada saltasse até a corda, uma vez lá, Ada usou o peso do próprio corpo para alavancar a corda até Leon, dessa maneira, saltaram juntos até a plataforma seguinte.
“ - Aqui.” - Alertou a espiã antes e atirar um objeto a Leon.
O loiro segurou o objeto, e o observou em suas mãos “ - Um anel?”"
É, ela está te pedindo em casamento...
"“ - Não tire conclusões precipitadas... vai fazer sentido mais tarde.”
“ - Ok...”
Como sempre... irônica. E como ele sentiu falta disso.
Correram por mais uma passarela circular e chegaram a mais outra plataforma sem saída, tudo o que tinham que fazer era repetir o mesmo esquema da corda. Leon se colocou na posição. “ - Vem, Ada.”
“ - Ok.” - Ela deu alguns passos para trás e correu. Ela definitivamente confiava nele. Ele a alavancou para o ar e ela segurou na corda, quando estava quase chegando novamente até ele, Deborah surgiu, fazendo os dois caírem de vários metros até o solo.
“ - Cuidado! Ela é forte.” - Alertou o loiro.
“ - Cuide de você mesmo.” - Respondeu Ada.
Helena, Leon e Ada descarregavam suas armas e dentavam deter a B.O.W. como podiam, até que o solo novamente cedeu, dessa vez jogando Ada e Helena para uma nova plataforma, e Leon para um lugar distante.
A espiã e a agente entraram num pequeno vagão que se movia por trilhos, enquanto Leon precisou percorrer o trajeto a pé, cercado por zumbis.
“ - Vocês podiam me dar uma ajuda aqui?” - ele gritou.
Ada equipou sua sniper, e com um meio sorriso disse à Helena: “ - Quanto mais as coisas mudam, mais permanecem as mesmas...”, e começou a abater os zumbis que cercavam Leon. Quando o Loiro finalmente chegou até o pequeno vagão, os três partiram em disparada, sem um destino certo, cujo o objetivo era apenar fugir de Deborah. Quando os trilhos chegaram ao fim, o trio foi arremessado para o poço final, sem solo de pedra suspensa.
Leon bateu as costelas no chão. Doeu, mas agradeceu por não tê-las quebrado. Quando ficou de pé, se viu numa situação de escolha. De um lado estava Ada, pendurada a beira de um precipício sem conseguir se reerguer. Do outro lado estava Helena, entre Deborah, e o mesmo precipício. Ele sabia qual era sua escolha, nunca teve dúvidas, nem mesmo por um milésimo de segundo... Era ela... sempre foi, e seria sempre ela...
“ - Ada!” - Ele correu até a espiã e a ergueu pelo braço, puxando-a de volta e colocando-a de pé. Juntos, ainda distantes de Helena, já não podiam fazer mais nada para tirar a moça dalí.a não ser atirar, atirar na B.O.W. , e torcer para que ela recuasse. E assim o fizeram.
Deborah recuou alguns passos, atordoada com os tiros... andou até a borda do precipício... e caiu. Por um reflexo, Helena a segurou... sabia que não era mais a sua irma que estava alí e que deveria então soltá-la agora. “ - Chega de lágrimas... até eu vingar a sua morte... Me perdoa...” e finalmente a soltou, deixando que ela desaparecesse na escuridão da queda. “ - Eu vou fazê-lo pagar por isso...”"
Essa parte é tensa...
"Leon e Ada se entreolharam, finalmente saberiam o que aconteceu alí afinal. Correram até Helena...
“ - Foi Simmons... Derek Simmons, o supervisor da Agencia Nacional de Segurança... Ele sequestrou a minha irmã, Deborah, e a manteve aqui, nessa Catedral... disse que se eu quisesse ver a minha irma viva outra vez, deveria ajudá-lo a passar pela segurança do Presidente. Eu não sabia o que fazer... por isso eu o obedeci. Foi minha culpa... eu ajudei Simmons!”
“ - Oh sim, isso realmente soa como algo típico do Simmons!” - Disse Ada.
Mesmo com as duas confirmando, Leon ainda estava receoso... “ - Por quê diabos ele faria isso?”
Ada soltou um longo suspiro. “ - Longa estória...” - Mais uma vez, uma chamada daquele cubo maldito, mas ela não o atendeu imediatamente. Com toda a calma do mundo caminhou até Leon, ela sabia que quando passava, ele sentia e prestava toda a atenção no seu perfume. “ - Nos estamos lutando contra as pessoas que realmente controlam esse país...” - ela sorriu quando o agente virou a cabeça mais uma vez, só para acompanhar o seu andar... “ - Em um jogo muito perigoso... e se você não jogar direito...” - Por fim ela arqueou uma sobrancelha, e sorriu... O maldito cubo não parava de tocar. Ela sabia que seria uma questão de tempo até que Leon juntasse as peças, e pelo menos desconfiasse sobre o que ela estava falando, quando disse que a Casa Branca era o ultimo lugar do mundo para ela buscar refúgio.
Leon observou atônito ela mais uma vez usar o seu gancho... e ir embora. Ele simplemente acreditava nela.
O celular de Leon tocou.
“ - Hunnigan! Simmons está aí?”
“ - Sim, por quê?”
“ - Hunnigan, tome cuidado! Eu tenho motivos para acreditar que ele...”
“ - Eu escutei o meu nome?” - Disse a voz grave e cheia de soberba do homem que agora aparecia no visor.
“ - Simmons!” - Disse Helena, enojada.
“ - O Presidente me falou muito de você, Agente Kennedy.”
“ - Digo o mesmo de você, soube que foram amigos durante trinta anos.”
“ - Diga-me, é verdade que vocês dois eram os únicos presentes na hora da morte dele?”
Leon trincou os dentes por alguns instantes, se esforçando para manter a calma. “ - O que você quer dizer?”
“ - Bem, vocês já devem saber que são os principais suspeitos pelo ataque...”
“ - É oque?” - Perguntou Helena, estupefata.
“ - Agente Harper... n hora do ataque, você abandonou o seu posto, deixando o presidente vulnerável... você tem que admitir que o seu comportamento é suspeito...”
“ - Filho da puta!! Você planejou tudo isso!”
“ - E com que provas você faz uma acusação seria dessas, mocinha? Eu sou o supervisor da Agencia Nacional de Segurança, meu trabalho é evitar ataques terroristas, e não, provocá-los.”
“ - Mentiroso!”
“ - Helena....” Leon a puxou de volta para trás, ele mantinha a calma...
“ - Se vocês dois estão tão seguros de sua inocência, não vejo problemas em se entregarem, correto?” - O homem encarou Hunnigan que evitou o olhar, e então ele mesmo encerrou a ligação.
“ - Leon, eu vou fazê-lo pagar...”
“ - Parece que as coisas foram de mal, para pior.” - completou o loiro.
“ - Temos que sair daqui, ainda temos um trabalho para terminar.” - Helena não chorava mais, assim prometeu a sua irmã.
“ - Você e eu estamos no mesmo bote agora. Eu digo que isso nos faz parceiros, gostemos disso ou não.” - Leon agora conhecia a estória daquela moça, e sabia que apesar de brigona e temperamental, ela tinha um coração enorme. Sentiu muita... muita pena dela.
“ - Por mim tudo bem, desde que você me ajude a pegar o Simmons.”
Observavam as catacumbas ao redor, era uma infinidade de construções sinistras que já estavam lá a só deus sabe quantos séculos...
“ - E essa Ada... Nós podemos confiar nela?”
Leon suspirou... “ - Essa não é uma pergunta fácil de responder...”"
Claro que é! A Ada é confiável ao Leon!
"“ - Então tem uma estória aí... certo?”
O loiro não respondeu, e Helena fez uma pequena nota mental sobre Ada Wong ser definitivamente um assunto bem particular daquele homem. Detalhes que só uma mulher percebe... como eles se olham, como parecem conhecer tão bem um ao outro, como ele ficou transtornado ao ver aquele vídeo... E algo a dizia que dessa “estória” ela ainda iria testemunhar muito mais."
Não só uma estória como uma vida inteira!
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Estou melhor agora, obrigada. Não é nada de mais, só... cansaço mesmo.
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E depois de terminar RE6 o que é que você vai arrumar, ãnh?
Amei o capítulo, querida!
Ah! que bom! Não me assusta não florzinha!!!
Bem... depois de RE6... vem o ultimo capitulo e talvez um epilogo... Ahhhh quando eu leio esse fic eu tenho vontade de escrever tudo de novo e fazer td diferenteeee...hahahahaha beijos xuxu!!!!
Ah! que bom! Não me assusta não florzinha!!!
Bem... depois de RE6... vem o ultimo capitulo e talvez um epilogo... Ahhhh quando eu leio esse fic eu tenho vontade de escrever tudo de novo e fazer td diferenteeee...hahahahaha beijos xuxu!!!!
Ah! que bom! Não me assusta não florzinha!!!
Bem... depois de RE6... vem o ultimo capitulo e talvez um epilogo... Ahhhh quando eu leio esse fic eu tenho vontade de escrever tudo de novo e fazer td diferenteeee...hahahahaha beijos xuxu!!!!
Leitora nova *-*
Estou gostando bastante. Só não entendo porque vc escreve "ES"TÓRIA?
Pretende escrever mais fics de RE?
Ola!!! Obrigada, espero que continue gostando. Vc diz do "Story"?... Entao... Eu tinha a mesma duvida se no ibgles era igual no portugues.... Entao uma beta me tirou esse duvidaa. Eh a mesma coisa. Se escrever "history"... Seria a materia da escola...rs nesse caso, eh story, so....^^.