Comentários em “Submergindo...”: “Capítulo 1”

Sarah Mean

Dá pra sentir a pressão, só de ler

Meio que me identifiquei...gostei muito, você escreve muito bem aliás :D

Mary e Mimym
Mary e Mimym Autor

Oie!!!

Desculpa a demora, mas final de ano foi bem agitado x.x

Agora que as coisas estão mais calminhas, ainda mais em relação à vida de uma adolescente que está no sinal para seguir o caminho mais crucial da vida: a fase "adulta", a fase da faculdade e das responsabilidades.

Eu escrevi esse poema quando eu estava no ápice da pressão que eu estava recebendo de todos os lados por causa das minhas decisões. Eu sei que não sou a única a passar por isso e a sensação de estar se afundando na própria vida que leva é muito difícil de descrever, ainda mais para quem não entende o que sentimos.

Obrigada mesmo por ter gostado *-*, eu não esperava que alguém se identificasse com um poema meu, já que não sou muito de confiar no que eu escrevo, ainda mais sendo poesia.

Obrigada de verdade. E eu espero que nenhuma de nós acabe realmente submergindo, sei lá, tomara que consigamos fôlego o bastante para voltar a superfície.

Vaalas

Bonito poema, me lembrou uma one-shot minha chamada Juliet, não que isso tenha alguma importância aqui aksnjajsma. É só que eu não consigo achar muitas histórias que falem de uma morte tão simples e pura quanto o afogamento, sempre tem sangue envolvido - não que eu reclame, sangue é sempre bom sakndaskmdak - no entanto gosto muito de ler sobre mortes tão variadas - embora não saiba se o afogamento aqui fora no sentido real ou figurativo, de qualquer modo, está muito bom - E não, não sou psicopata, juro, embora jurar algo assim seja totalmente sem sentido e só fará você suspeitar mais ainda que eu seja. Enfim, se eu realmente for você está salva, não tem como eu matar alguém virtualmente, ao menos não diretamente... Acho.

Esse foi o pior comentário da minha vida, me desculpe, enrolei tanto que nem sei o porque de ter falado tanto acima. Eu até apagaria, mas seria errado apagar o que eu realmente estava pensando no momento, digo, esse é o sentido de comentar, não é? Se eu apagasse seria muito blérgh, embora continue blérgh eu apagando ou não.

Ahhh, desculpe, enrolei de novo.

Gostei muito do poema, fim. Morte submersa é a vida. Antítese é a vida.

Até a próxima!

Mary e Mimym
Mary e Mimym Autor

Como eu sou curiosa, tive que ler a sua história e... Uau! Você é bem poética. Sério, eu gostei muito. "Sua mente estava à mil, e seu coração estava tão acelerado que se tornara uma batida única.". Sinceramente, amei. E nem preciso comentar sobre sua escrita, porque é incrível.

Mas, voltando ao seu comentário kkkk, eu acho que a morte por afogamento é angustiante (e límpido, como você citou, já que não há sangue envolvido. Aliás, nem sempre morremos diante do sangue, também morremos quando aceitamos que a nossa existência não valha alguma coisa). E essa angústia, para um poeta - não que eu me considere uma -, faz com que ele exponha em suas palavras o que sente, podendo usar metáforas de forma livre.

Sim, nesse poema, o eu-lírico realmente se afoga no mar, mas ele não se sufoca com a água e, sim, com a profundidade de seus pensamentos e da pressão torturante que eles fazem em sua cabeça.

Não ficarei com medo caso você for psicopata, o que acredito ser pouco provável. Mas de louco todo mundo tem um pouco, não é?

Bem, eu gostei bastante de ler o que você quis escrever. Se apagasse e usasse outras palavras, talvez eu não conseguisse entender bem e você escreveria de um jeito forçado, sei lá. E, como você disse, o sentido de comentar é escrever o que pensa.

Antítese... Eu amo essa figura de linguagem, se eu fosse de escrever poemas, não deixaria faltar. Assim como a metáfora. Não sei se reparou, mas eu não costumo rimar muito. (Nesse quesito, assonância não é muito a minha praia, mas eu ainda uso kkkk).

Enfim, eu concordo plenamente que antítese é vida.

Teve uma aula que eu tive no curso de inglês, que o professor queria saber como gastaríamos de morrer - já que estávamos traduzindo algumas músicas e uma delas tinha um tema assim, só não me recordo o nome - e eu disse que morrer no mar não seria tão ruim, já que amo aquele lugar abissal. É claro que não quero morrer tão cedo. Mas se eu puder escrever sobre mortes assim, não irei poupar na poesia. Como você fez em Juliet.

Obrigada por ter se disposto a ler e ter gostado *-*.

Até mais!!!