Comentários em “Bebês”: “Capítulo umnico”

E
Evy

Amei! Amei! Cara... Que perfeito! Quanta criatividade! Sério... Me apaixonei T-T

Não sou cruel nem nada, só achei a ideia brilhante e quero dizer que bebês me irritam. Muito!

Mas nunca pensei em abrir um e-e

Enfim, não sei o que comentar :c

Mas só sei que adorei u.u

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Star Autor

Aaah nossa, muito obrigada! *-* Juro que não esperava por uma reação dessas, eu escrevi o conto porque essa ideia me veio na cabeça mas o tempo todo eu só pensava "GENTE VÃO ME MATAR POR CAUSA DISSO" auhshauhusha

Fico muito contente que tenha gostado! ♥ ...E fique longe de bebês, só pra garantir

Cindy

Que história perfeita, amei de paixão.

Sério, muito diva.

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Star Autor

Ahahahaah obrigada! Esse geralmente não é o tipo de reação que eu consigo do pessoal que lê Bebês. Geralmente são uns "KE" horrorizados. Obrigada por ler!

E
Elizabeth Winchester

O que eu posso dizer. A ideia foi fantástica, e brilhante. A escrita é perfeita. A narração é gostosa e nem um pouco cansativa. A ideia é única, e extremamente criativa.

Eu realmente não sei o que comentar. Por que sinceramente? Não tenho palavras para descrever o quanto eu amei essa história. A ideia de abrir bebês por ouro, ainda me assusta um pouco. É algo extremamente grotesco, mas o jeito como descreveu foi tão... Incrível.

Cada frase me arrepiava, e me surpreendia. Eu realmente não sei o que dizer, ou o que pensar, mas estou encantada pela escrita. "Devendo a alma para cada vez que precisavam respirar". Pequenas palavras que soam tão bem...

Está simplesmente perfeito. As perguntas que se fazem ao longo do texto, de quem teria descoberto tal coisa... Conseguiu me prender completamente.

Adorei! ♥♥



O que mais gostei:

Quem foi o primeiro bastardo a ouvir um choro no meio da noite, pegar uma faca e abrir o seu filho?

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Hehehe, poxa, muito obrigada! É muito raro receber comentários nessa história, ainda mais positivos assim, e eu já tinha isso em mente quando comecei a escrevê-la. Não é o típico romance ou o típico drama, é meio que uma crítica a um futuro que, cá entre nós, seria completamente possível, caso bebês realmente fossem cheios de ouro. Seria o fim das escolas, dos primogênitos, dos filhos por amor, dos filhos por acidente: gravidez seria o negócio mais rentável do século.

Muito obrigada mesmo pelo comentário gentil! Eu me esforço bastante. A história é mesmo bizonha e grotesca e a intenção é, se não assustar, pelo menos comover com o caso do narrador que se remói por ter entregado a filha e foge do saco de ouro que veio de dentro dela.

C
Candinha

Mesmo com o grande pesar que me veio a consciência, eu adorei a sua história. Todos deveriam ler, é muito reflexiva, me deixou com aquela dúvida repetindo, várias e várias vezes na minha mente...

"Até onde nós vamos pelo dinheiro? Quanto vale a perpetuação da nossa economia?"

Eu me lembro de ter lido um texto que comparava a economia como um monstro que nós criamos e tememos, assim como nossos ancestrais que temiam os Deuses que eles criavam para explicar os fenômenos da natureza. Toda nossa vida gira em torno dessa entidade que nós criamos, em que ponto chegaríamos para manter o nosso "confortável" sistema intacto?

Enquanto eu lia, eu pensava em pessoas que são manipuladas por um sistema e muitas vezes precisam de um herói para ajuda-las a retirar as correntes do líder autoritário que as colocou nessa vida miserável. Mas esse não é o caso, as pessoas se colocaram por livre e espontânea vontade nessa vida também miserável, mas em outra forma de miséria. Eu me perguntei varias vezes, o que um herói ia fazer ali? Não tinha mais nenhum ser humano para ser salvo. A não ser os pobres bebês e jovens meninas, tirando eles eu fiquei me perguntando que tipo de coisa povoava a Terra.

A coisa que mais me assustou foi o fato que existem pessoas que se derem mais uns passos para o lado e cairiam num buraco tão profundo de loucura que aceitariam essa situação sem muitas objeções no nosso mundo.

Enfim, eu apreciei bastante seu texto, mesmo com a ideia triste e deprimente deixa um alerta muito importante e aquela dúvida pairando na mente de todos nós.

No que estamos nos tornando?