Esse capítulo conseguiu nos dar uma dimensão maior dos personagens, como parece ter sido a sua intenção. Linda, por exemplo. Continuo adorando-a! Junto de David, são meus personagens preferidos, por serem os mais complexos.
Ah! Você confundiu alguns nomes pelo capítulo. Durante a primeira cena, você acaba chamando o Rob de "Dan" em uma parte. Na cena da confissão da gravidez, você chama a Linda de "Annie" em uma frase. E por último, nas cenas finais você chama o Rob de "Timoth" XD E em uma parte você diz: "Não levante a mão pra sua voz, garoto!" hahahaha
A conversa entre Linda e Timoth foi bem conduzida, bem como a conversa na casa dos Soul. A participação de Annie também foi primorosa. Todas as reações foram as esperadas, e você lidou muito bem com toda a problemática da gravidez na adolescência, especialmente em uma cidade pequena como Gatlin.
Ring Of Fire! Adoro essa música! \o/
Jordy me pareceu um sujeitinho desprezível, bem como Selma. Mulherzinha sonsa! Rob, por outro lado, é bastante carismático ao meu ver.
"Crianças que fazem crianças não são mais crianças, Sra. Soul." HAHAHA de fato...
Enfim, um ótimo capítulo. Minha única crítica não é bem uma crítica, só uma sugestão: cliffhangers são ótimos para terminar capítulos. São uma maneira de deixar os leitores curiosos. Acho que você e sua fic podiam se beneficiar muito desse recurso!
A intenção deste capítulo era mesmo dar uma desenvolvida maior nos personagens. Espero ter conseguido.
Quantos vacilos da minha parte :(. Faltou mesmo uma revisão mais cuidadosa neste capítulo. Pode deixar que tomarei muito mais cuidado nos próximos. Valeu pelo toque!
Annie funcionou mesmo como uma mediadora entre Timoth e a filha. É uma situação bastante delicada, mesmo pra se imaginar (embora essa é a função do escritor, não? Hehehe) e tentei ser o mais realista possível, levando em conta é claro, a índole de cada personagem. Fico feliz que tenha gostado.
O casal Soul é mesmo bastante antipático. Quis usa-los para representar um pouco da hipocrisia que existia neste período, especialmente em comunidades menores.
E pode deixar que levarei a sua sugestão em conta, LERDOG.
Gosto bastante da Annie. Me pego torcendo para que ela tenha um final feliz – o que é, obviamente, impossível. =/
É interessante ver como a influência de David vai crescendo em um ritmo relativamente rápido. Ele também é um dos meus personagens favoritos.
Já a reação do xerife me e dos pais do Rob me surpreenderam um pouco. A do xerife pela violência inicial e a da mãe do Rob justamente por ser católica. Mas, pensando bem, pessoas hipócritas se tem aos montes, especialmente em lugares pequenos como Gatlin.Talvez essa reação vá influenciar o futuro desses adultos. Não gostei dos pais do Rob, não sofrerei quando eles morrerem, rs. –q
Mais um capítulo interessante e fico esperando ansiosamente pelo próximo.
Deve-se perceber também o contexto da época, Condessa. A década de 60 foi um período difícil para a sexualidade, ainda mais em uma cidade pequena como Gatlin. E esse sera o combustível perfeito para o que David e "Aquele Que Anda Atrás Das Fileiras" planeja.
Cheguei pra comentar mais um capítulo, cara :D
Esse capítulo conseguiu nos dar uma dimensão maior dos personagens, como parece ter sido a sua intenção. Linda, por exemplo. Continuo adorando-a! Junto de David, são meus personagens preferidos, por serem os mais complexos.
Ah! Você confundiu alguns nomes pelo capítulo. Durante a primeira cena, você acaba chamando o Rob de "Dan" em uma parte. Na cena da confissão da gravidez, você chama a Linda de "Annie" em uma frase. E por último, nas cenas finais você chama o Rob de "Timoth" XD E em uma parte você diz: "Não levante a mão pra sua voz, garoto!" hahahaha
A conversa entre Linda e Timoth foi bem conduzida, bem como a conversa na casa dos Soul. A participação de Annie também foi primorosa. Todas as reações foram as esperadas, e você lidou muito bem com toda a problemática da gravidez na adolescência, especialmente em uma cidade pequena como Gatlin.
Ring Of Fire! Adoro essa música! \o/
Jordy me pareceu um sujeitinho desprezível, bem como Selma. Mulherzinha sonsa! Rob, por outro lado, é bastante carismático ao meu ver.
"Crianças que fazem crianças não são mais crianças, Sra. Soul." HAHAHA de fato...
Enfim, um ótimo capítulo. Minha única crítica não é bem uma crítica, só uma sugestão: cliffhangers são ótimos para terminar capítulos. São uma maneira de deixar os leitores curiosos. Acho que você e sua fic podiam se beneficiar muito desse recurso!
Abração!
A intenção deste capítulo era mesmo dar uma desenvolvida maior nos personagens. Espero ter conseguido.
Quantos vacilos da minha parte :(. Faltou mesmo uma revisão mais cuidadosa neste capítulo. Pode deixar que tomarei muito mais cuidado nos próximos. Valeu pelo toque!
Annie funcionou mesmo como uma mediadora entre Timoth e a filha. É uma situação bastante delicada, mesmo pra se imaginar (embora essa é a função do escritor, não? Hehehe) e tentei ser o mais realista possível, levando em conta é claro, a índole de cada personagem. Fico feliz que tenha gostado.
O casal Soul é mesmo bastante antipático. Quis usa-los para representar um pouco da hipocrisia que existia neste período, especialmente em comunidades menores.
E pode deixar que levarei a sua sugestão em conta, LERDOG.
Grande abraço, e até o próximo capítulo!
Gosto bastante da Annie. Me pego torcendo para que ela tenha um final feliz – o que é, obviamente, impossível. =/
É interessante ver como a influência de David vai crescendo em um ritmo relativamente rápido. Ele também é um dos meus personagens favoritos.
Já a reação do xerife me e dos pais do Rob me surpreenderam um pouco. A do xerife pela violência inicial e a da mãe do Rob justamente por ser católica. Mas, pensando bem, pessoas hipócritas se tem aos montes, especialmente em lugares pequenos como Gatlin.Talvez essa reação vá influenciar o futuro desses adultos. Não gostei dos pais do Rob, não sofrerei quando eles morrerem, rs. –q
Mais um capítulo interessante e fico esperando ansiosamente pelo próximo.
Abraço.
Deve-se perceber também o contexto da época, Condessa. A década de 60 foi um período difícil para a sexualidade, ainda mais em uma cidade pequena como Gatlin. E esse sera o combustível perfeito para o que David e "Aquele Que Anda Atrás Das Fileiras" planeja.
Grande abraço!