Adorei a parte do capítulo em que o Kevin ganhou um pequeno enfoque. Você o descreveu e o detalhou tanto que ele até mesmo parecia um dos personagens mais ativos. Não estou reclamando, até porque você sabe que eu adoro o Kevin e que ele se encontra na minha lista curta de três personagens favoritos. Eu adoro esse jeito dele de sempre tentar ser menos formal, mas sem sucesso. Infelizmente não é de minha natureza assim ser TÃO cortês como ele, mas eu sempre quis ser assim, exatamente como ele, acho que isso deveria ser valorizado pelas pessoas e é uma questão que eu, particularmente, valorizo e muito. Você também, ao mesmo tempo, descreveu-o de forma tão simples, enfatizando a simplicidade que ele demonstra, realmente um personagem digno de exemplo.
Nirina! Nirina! Pensa que eu não reparei essas mão dadas? Em comentários anteriores, eu sempre vinha interpretando demais e acaba não falando o que eu pensava. Resolvi que, a partir de agora, farei isso, mesmo que minhas interpretações estejam erradas. Eu não sei por que, mas eu li algo nas entrelinhas, não digo que seja um romance, mas a Nirina sente um conforto especial no Kevin. É um conforto diferente do que ela sente com o Arthus ou com a Zahra, ou até mesmo que sentia com o Aiko. Ressalto novamente que acho muito difícil ser romance, mas eu entono novamente que eu senti algo diferente que, por enquanto, ainda mostra-se inexplicável.
A máscara do Reno está caindo aos poucos... Eu queria um pouco mais da análise psicológica desse personagem, que eu espero encontrar nos próximos capítulos. Já que o Reno está envolvido numa situação tão difícil como essa, eu queria muito ver, de forma mais detalhada, o que se passa por ele. É como o Kevin disse, o fato de ele andar estranho. Eu sei que isso já ficou evidente, óbvio, o vilão da história simplesmente pode matá-lo a qualquer momento, mas, ainda não vejo motivos para gostar do Reno (até porque eu nunca gostei). Acho melhor ignorar essa parte, pois eu estou colocando a culpa da morte do Aiko no Reno e isso não tem nada a ver, já foi mais do que provado que foi o Sven que o matou e eu ainda continuo odiando o Rezon... (e um pouco do Reno também).
Não é dessa vez que eu verei a Riana (saudades), eu quero muito ver como ela está prosseguindo nas práticas de magia, como foi o caso da Nirina que deu um banho - e que banho - no Arthus, eu adorei, nem eu imaginaria tanta água assim. Fiquei triste pelo fato do Kevin ter ficado do lado de fora, eu sei que ele é um cavaleiro, mas eu fico com pena, tadinho... Deixa ele entrar u_u Se fosse o Martin podia deixar em pé... Também preciso ressaltar que eu senti falta desse clima caseiro que foi perfeitamente representado na parte em que o Ian estava com a boca cheia de bolo. Eu já havia citado em um comentário anterior que esse tipo de clima, na sua história, agrada-me muito, então realmente senti saudades. Manda um Oi para a sumida da Riana ^^ Ótimo capítulo, como sempre, só não lerei os próximos agora, pois amanhã eu ainda tenho aula e eu já estou caindo ao sono. Responderei sua mensagem em breve também, hoje eu não tive muito tempo. (O tempo passa muito rápido....)
Eu lembrei de você quando foquei mais no Kevin nessa parte. Porque, assim como você, eu também gosto muito da personalidade do Kevin e acho ele um ótimo personagem, bem contrastante com os outros. Eu já tinha planos de dar um enfoque maior a ele, e acabei tendo uma oportunidade quando Reno o mandou acompanhar as duas na viagem.
Eu também admiro e dou muita importância para esse aspecto de respeito e educação. Eu escrevo ele imaginando o tipo de pessoa que eu mais poderia imaginar e gostaria de estar em contato se eu fosse a Nirina, por exemplo.
Foi legal você ter reparado nisso. O ato de tocar nas mãos é sempre simbólico e sempre representa algo mais do que a própria ação em si. Você interpretou corretamente.
Sabe, a Nirina ainda não tem pensamentos de ficar junto com alguém, diferente da amiga dela que, em breve, você terá notícias. Ela admira o Kevin de um modo que mal consegue explicar, ela não acha que é amor por mal conhecer esse sentimento em relação a outros homens; fora que ele é 10, 11 anos mais velho que ela. Não que eu ache que isso seja um empecilho, afinal, é a mesma diferença de idade entre Suriel e Reno, mais ou menos.
Ela confia tanto em Kevin, e de uma maneira tão pura, que ela quer deixar isso claro. O modo que ela encontrou pra expressar isso foi segurá-lo na mão, mesmo que de forma tão leve e insegura. Porque ela desconfiou de todos na Corte: de Reno, Zahra, Martin, até mesmo do Aiko. Mas eu momento nenhum ela foi capaz de desconfiar do Kevin. Ela sabe que ele é uma pessoa boa. E ele verdadeiramente é. Tenho planos para o Kev, então fique na expectativa. Espero que você goste!
É, eu sei que você não gosta do Reno. Mas é claro, ele tem, mesmo que indiretamente, culpa na morte do Aiko. Porque ele estava sem saída... Ou ele escolhia matar a Sven e Aiko ou seria ele e Suriel. Isso se o Rezon matasse os dois, porque ele podia fazer coisa muito pior. Do jeito que o Rezon é, acredito que ele torturaria e mataria a Suriel na frente do Reno e ainda o deixaria vivo pra sofrer tudo o que fez, por todas as pessoas que matou, percebendo que seus esforços não surtiram nenhum efeito. E, além disso, sofrendo com a falta da mulher que amava, sofrendo pelas imagens e pela lembrança do sofrimento dela. Eu tenho planos de contar os sentimentos do Reno em detalhes, isso virá em tempo. Nos próximos capítulos você vai perceber que existem sete dias muito importantes e cruciais chegando.
Hehehe, eu tinha planos de que a Nirina fizesse isso desde que escrevi a parte em que ela deixava a casa de Arthus pela primeira vez.
É bem a cara do Ian fazer isso. Não sei, eu consigo imaginar ele perfeitamente falando com a boca cheia, como se não estivesse nem aí, e o Hazael olhando pra ele com cara de tédio, sussurrando "Idiota". Eles são tão diferentes e ainda assim se dão tão bem que eu quero detalhar bem mais o relacionamento deles também. Afinal, foquei pouco nos sentimentos do Hazael e do Ian, pra ser exata.
Leia os próximos capítulos. Você não vai se decepcionar!
A Riana mandou outro "Oi". Ela me mandou dizer que adorou o fato de você pensar nela e querer saber como ela está, ainda mais como vão seus progressos com a magia.
Obrigada pelo comentário. Seus reviews são únicos porque você é o leitor, atualmente, que mais tem um sentimento tão grande pelas minhas personagens. Você tem uma opinião sobre quase todos, seja boa ou seja ruim; e quando você ama um personagem, você ama mesmo. Quando odeia, odeia de querer que morra. E eu adoro saber que fui capaz de causar isso em você com minha história. Obrigada pelo excelentíssimo comentário!
Assim como nas notas iniciais do capítulo, FINALMENTE! Finalmente eu li todos os capítulos (admito que demorei mais dias do que esperava para isso) e agora me sinto no dever de comentar sobre esta história tão legal.
Primeiro: Você escreve muito bem. Acho que eu já tinha dito isso na sua outra fic que eu li, mas vale a pena repetir;
Segundo: "A Clarividente" tem uma qualidade muito alta entre todas as fics que eu já li. O universo criado, os personagens e como eles interagem entre si, o fato de que tudo está conectado e as pontas soltas sempre são amarradas no decorrer da história;
Terceiro: O desenvolvimento é muito bom. É notável como o enredo começou e como ele evoluiu com o tempo. No início tudo me parecia um pouco fútil (não me entenda mal, o que eu quero dizer é que a fic parecia superficial e que não queria chegar a lugar nenhum, pelo menos pra mim). Porém, o que começou parecendo um slice of life agora tomou grandes proporções. Nós temos um ASSASSINO a solta, galera! O que vai acontecer? Quem será o próximo a morrer? Quem está de braços dados com o coisa-ruim e quem quer combatê-lo? Haha, como eu disse, tudo evoluiu muito bem;
Eu poderia listar mais pontos aqui, mas acho que esses foram os mais importantes. Eu sempre gosto de ler os comentários deixados nos capítulos e ver o que meus colegas leitores estão achando da história, então eu fico meio triste ao saber que só o Jean Claude (toda vez que eu leio o nome dele meu cérebro auto-completa com um "Van Damme" e eu penso em filmes de porrada, hehe) tem comentado por aqui. Você mencionou em algum lugar que também posta a história num blog, lá tem mais comentários? Se tem algum leitor lendo ("leitor lendo" soou meio redundante né) o meu comentário eu te faço um pedido: Comente também! Não só porque eu gosto de ler os comentários dos outros, mas porque eu já escrevi algumas fics e sei que desanima um pouco quando não tem tantos comentários. E, sinceramente, essa fic merece muitos comentários e recomendações.
Voltando a falar com a Yuka agora (sinto que eu me perdi um pouco ali atrás), você está de parabéns. Pode ter certeza que eu vou continuar lendo e torcendo para o Reno se redimir e matar o Rezon e todos que o seguem \o/
Você gosta de personagens com nomes pequenos ou isso é uma coincidência? Acho que os maiores nomes têm no máximo 6 letras (Nirina, Selene, Hazael, Arthus, etc). Sei que parece uma dúvida besta, mas eu não pude deixar de notar isso, achei interessante.
Seus personagens adoram morder o lábio inferior, né? Acho que dá pra perceber que eu as vezes noto nos detalhes mais sem importância, mas eu achei engraçado quando percebi isso.
Sobre o capítulo de hoje, eu vou esperar o próximo para saber o que acontece no encontro e fazer um comentário melhor (já me alonguei muito aqui). Só uma coisinha que eu acho que passou despercebida: Na parte em que você está descrevendo a armadura do Kevin eu acho que tem um pequeno erro de digitação em "um fino tecido preto ocupada o lugar do prateado."
Este aqui é um comentário para 19 capítulos, então ele acabou ficando um pouco gigante (desculpa, mas era necessário). Nos próximos eu volto ao normal. Continue escrevendo e até mais!
Demorou? Não achei que demorou, eu postei o 19 esses dias!
Primeiramente, olá, Henrique. É um prazer imenso vê-lo por aqui, visto que eu gostei tanto do comentário que você escreveu em O Espectador Fantasma. Eu não fazia ideia de que você estava lendo outras coisas minhas, ainda mais A Clarividente. Mas é bom saber que você está aqui e resolveu comentar!
Eu não me importo que os leitores comentem em poucos capítulos. Às vezes, quando não se tem palavras para comentar em cada um dos capítulos, eu até prefiro que os leitores façam como você, e comentem no fim, ou em capítulos especiais. Mas que pelo menos deem um oi!
Muito obrigada pelos elogios e por analisar de forma crítica além de forma artística. É por leitores como você que tenho esperado e, felizmente, eles só estão surgindo agora (chibicarol, Hiei, Jimmy Lawnder), os leitores que acompanham a história e tem a consideração de comentar em todos os capítulos.
Com um review desses como o seu eu não preciso de mais nenhum seu em outros capítulos! Ficou ótimo, completo, bem do jeito que eu gosto de ler.
É ótimo saber que a história está coerente. Eu quero escrever um livro algum dia, e essa é minha primeira história original e com uma trama complicada, que deve se enlaçar em algum ponto. Eu preciso melhorar bastante nesse aspecto ainda, eu acredito, mas como desejo ser escritora profissional, é bom treinar escrevendo mesmo.
Sobre a superficialidade no começo da história: eu compreendo seu sentimento. Até porque eu iniciei com alguns clichês: a órfã que vive apenas com seu mestre na casa de floresta, uma amiga na cidade, a admiração por uma maga mais forte. Era tudo bem simples e, se Nirina não fosse uma clarividente, provavelmente as coisas teriam continuado desse jeito. Mas ela acaba conhecendo a Zahra e não só isso; se ela se torna sua aprendiz e a partir de quando ela vai pra Corte as coisas começam a mudar drasticamente. Eu quis representar isso e deixar bem claro, então me esforcei ao máximo.
Eu sempre achei que uma problemática é necessário no decorrer da história. Senão, o que as personagens ficarão fazendo?
No início da história, quis dar a impressão aos leitores de que Ian e Hazael causariam problemas. Tanto que, como todos os meus leitores (ou pelo menos A GRANDE maioria pensa) acham que Nirina e Riana se tornarão inimigas, porque uma é clarividente e a outra aprendeu magia negra. Eles são inimigos naturais, os magos negros e os clarividentes? Não. Acabou que começaram a usar a magia negra para combatê-los porque sua fonte de poder é a mente alheia. Como os espectros não tem mente, acabou sendo algo conveniente.
Vou ser sincera: quando comecei a escrever, a minha intenção ERA de que Hazael fosse o grande vilão da história. Na primeira sinopse que eu escrevi, eu até mesmo mencionei isso de uma forma subliminar. Depois, continuando, decidi que daria outros rumos. Pra você ter uma ideia, eu nem tinha planos de tornar a Nirina uma clarividente quando comecei, e o título foi inspirado mesmo na Zahra. Como as coisas mudam... Não é à toa que muitos escritores gostam de dizer que a história tem vida própria, e não interessa o que você faça, ela vai tomar os rumos que bem desejar.
Foi então que tive a ideia de introduzir um novo problema. Um problema bem maior, e daí criei o Rezon. Ele é tão cruel e sem misericórdia que eu me inspiro em outras personagens pra escrever, porque isso é algo que não faz nem um pouco parte da minha personalidade. É difícil escrevê-lo. As coisas não estão muito longe de serem resolvidas, de qualquer modo; e minha história já passou das 200 páginas na contagem do Word. =)
Obrigada por convidar os outros leitores a comentar. Eu percebi que vários leitores favoritaram minha história, mas eu não vejo metade deles comentar aqui. Me deixa um pouquinho sentida porque eles nem mesmo vem dizer "Oi! Estou gostando da sua história!", mas não me importo tanto assim. Prefiro poucos comentários bons como o seu e os do Jean do que muitos comentários ruins e superficiais.
Você está torcendo para o Reno? É muito bom ler isso!
O Reno é uma personagem que corta meu coração. Quando eu comecei a escrever ele, eu o adorei. Então pensei "Eu preciso de alguém que use uma máscara. Que seja o que não aparente ser", e infelizmente acabou sendo ele. Eu tenho muita pena dele porque tudo o que ele quer fazer é proteger sua amada. E isso me corta o coração de um jeito...
Isso é coincidência. Eu gosto de nomes diferentes e marcantes, por isso tem tantos nomes "estranhos" como Aiko, Ailina, Laina, Nirina, e mais pra frente você conhecerá a Aileen. Gosto deles incomuns, e o fato de terem poucas letras foi, sim, só uma coincidência. Mas é legal você reparar!
Ops. Erro identificado e corrigido, já. Muito obrigada por apontá-lo, Henrique!
Obrigada pelo excelentíssimo comentário e pela grande consideração por mim e minha história. Ter um leitor como você é um prazer imenso e eu vou postar logo os próximos capítulos, já que já tenho muita coisa escrita. Fico feliz que esteja gostando!
(A resposta foi pelos 19 capítulos, por isso ficou tão grande. ;) )
que amor ♥ é chato, mas eu vou ter que repetir: Hazael, Ian e Arthus é a perfeição quando estão juntos ♥ Sei que o Arthus não é assim tão amigo do Ian, mas eu torço para que se tornem.
Até sinto minha alma ficar quente tamanha é a felicidade de ver a amizade desses ai rsrsrs
Vamos para o próximo capítulo, que com certeza está mil vezes melhor que esse comentário.
Eu adoro eles juntos também. Eu AMO escrever especialmente o Ian e o Hazael porque acho eles extremamente engraçados, é relaxante e muito divertido!
Talvez eles se tornem bons amigos. Quem garante que isso não aconteça?
Eu me sinto bem com a amizade deles também. ♥
Fico feliz que você goste do Hazael.
YAY, para o próximo comentário!
Mil beijos ♥
D
Daniimt
O Kevin é tão amável! Acho que ele é um dos poucos da corte que não é uma cobra venenosa. Eu gostei na maneira como a Nirina reparou nele e ele nela, foi algo bem natural e bonito de se ver... E eu gostei ainda mais da Nirina admirando o Kevin por ser um cavaleiro e o protetor dela.
Acho que a Nirina e a Zaha tem que ficar de olho no Reno, penso que agora não tenha mais ninguém trabalhando pro Rezon na corto (além do Martin que logo vai começar), por isso é bom "anular" de vez o espião, coloco entre aspas porque não quero que o Reno morra. :)
Ah, o encontro da Nirina com o Arthus foi com certeza a melhor parte do capítulo! Adorei quando ela encharcou ele. Foi ótimo. E os dois se abraçando depois. Eles têm de fato um laço de pai e filha, acho que nem a distância vai quebra-lo.
A de todas as pessoas que Nirina cogitou encontrar Hazael foi a que ela menos esperou!
Adorei a parte do capítulo em que o Kevin ganhou um pequeno enfoque. Você o descreveu e o detalhou tanto que ele até mesmo parecia um dos personagens mais ativos. Não estou reclamando, até porque você sabe que eu adoro o Kevin e que ele se encontra na minha lista curta de três personagens favoritos. Eu adoro esse jeito dele de sempre tentar ser menos formal, mas sem sucesso. Infelizmente não é de minha natureza assim ser TÃO cortês como ele, mas eu sempre quis ser assim, exatamente como ele, acho que isso deveria ser valorizado pelas pessoas e é uma questão que eu, particularmente, valorizo e muito. Você também, ao mesmo tempo, descreveu-o de forma tão simples, enfatizando a simplicidade que ele demonstra, realmente um personagem digno de exemplo.
Nirina! Nirina! Pensa que eu não reparei essas mão dadas? Em comentários anteriores, eu sempre vinha interpretando demais e acaba não falando o que eu pensava. Resolvi que, a partir de agora, farei isso, mesmo que minhas interpretações estejam erradas. Eu não sei por que, mas eu li algo nas entrelinhas, não digo que seja um romance, mas a Nirina sente um conforto especial no Kevin. É um conforto diferente do que ela sente com o Arthus ou com a Zahra, ou até mesmo que sentia com o Aiko. Ressalto novamente que acho muito difícil ser romance, mas eu entono novamente que eu senti algo diferente que, por enquanto, ainda mostra-se inexplicável.
A máscara do Reno está caindo aos poucos... Eu queria um pouco mais da análise psicológica desse personagem, que eu espero encontrar nos próximos capítulos. Já que o Reno está envolvido numa situação tão difícil como essa, eu queria muito ver, de forma mais detalhada, o que se passa por ele. É como o Kevin disse, o fato de ele andar estranho. Eu sei que isso já ficou evidente, óbvio, o vilão da história simplesmente pode matá-lo a qualquer momento, mas, ainda não vejo motivos para gostar do Reno (até porque eu nunca gostei). Acho melhor ignorar essa parte, pois eu estou colocando a culpa da morte do Aiko no Reno e isso não tem nada a ver, já foi mais do que provado que foi o Sven que o matou e eu ainda continuo odiando o Rezon... (e um pouco do Reno também).
Não é dessa vez que eu verei a Riana (saudades), eu quero muito ver como ela está prosseguindo nas práticas de magia, como foi o caso da Nirina que deu um banho - e que banho - no Arthus, eu adorei, nem eu imaginaria tanta água assim. Fiquei triste pelo fato do Kevin ter ficado do lado de fora, eu sei que ele é um cavaleiro, mas eu fico com pena, tadinho... Deixa ele entrar u_u Se fosse o Martin podia deixar em pé... Também preciso ressaltar que eu senti falta desse clima caseiro que foi perfeitamente representado na parte em que o Ian estava com a boca cheia de bolo. Eu já havia citado em um comentário anterior que esse tipo de clima, na sua história, agrada-me muito, então realmente senti saudades. Manda um Oi para a sumida da Riana ^^ Ótimo capítulo, como sempre, só não lerei os próximos agora, pois amanhã eu ainda tenho aula e eu já estou caindo ao sono. Responderei sua mensagem em breve também, hoje eu não tive muito tempo. (O tempo passa muito rápido....)
Eu lembrei de você quando foquei mais no Kevin nessa parte. Porque, assim como você, eu também gosto muito da personalidade do Kevin e acho ele um ótimo personagem, bem contrastante com os outros. Eu já tinha planos de dar um enfoque maior a ele, e acabei tendo uma oportunidade quando Reno o mandou acompanhar as duas na viagem.
Eu também admiro e dou muita importância para esse aspecto de respeito e educação. Eu escrevo ele imaginando o tipo de pessoa que eu mais poderia imaginar e gostaria de estar em contato se eu fosse a Nirina, por exemplo.
Foi legal você ter reparado nisso. O ato de tocar nas mãos é sempre simbólico e sempre representa algo mais do que a própria ação em si. Você interpretou corretamente.
Sabe, a Nirina ainda não tem pensamentos de ficar junto com alguém, diferente da amiga dela que, em breve, você terá notícias. Ela admira o Kevin de um modo que mal consegue explicar, ela não acha que é amor por mal conhecer esse sentimento em relação a outros homens; fora que ele é 10, 11 anos mais velho que ela. Não que eu ache que isso seja um empecilho, afinal, é a mesma diferença de idade entre Suriel e Reno, mais ou menos.
Ela confia tanto em Kevin, e de uma maneira tão pura, que ela quer deixar isso claro. O modo que ela encontrou pra expressar isso foi segurá-lo na mão, mesmo que de forma tão leve e insegura. Porque ela desconfiou de todos na Corte: de Reno, Zahra, Martin, até mesmo do Aiko. Mas eu momento nenhum ela foi capaz de desconfiar do Kevin. Ela sabe que ele é uma pessoa boa. E ele verdadeiramente é. Tenho planos para o Kev, então fique na expectativa. Espero que você goste!
É, eu sei que você não gosta do Reno. Mas é claro, ele tem, mesmo que indiretamente, culpa na morte do Aiko. Porque ele estava sem saída... Ou ele escolhia matar a Sven e Aiko ou seria ele e Suriel. Isso se o Rezon matasse os dois, porque ele podia fazer coisa muito pior. Do jeito que o Rezon é, acredito que ele torturaria e mataria a Suriel na frente do Reno e ainda o deixaria vivo pra sofrer tudo o que fez, por todas as pessoas que matou, percebendo que seus esforços não surtiram nenhum efeito. E, além disso, sofrendo com a falta da mulher que amava, sofrendo pelas imagens e pela lembrança do sofrimento dela. Eu tenho planos de contar os sentimentos do Reno em detalhes, isso virá em tempo. Nos próximos capítulos você vai perceber que existem sete dias muito importantes e cruciais chegando.
Hehehe, eu tinha planos de que a Nirina fizesse isso desde que escrevi a parte em que ela deixava a casa de Arthus pela primeira vez.
É bem a cara do Ian fazer isso. Não sei, eu consigo imaginar ele perfeitamente falando com a boca cheia, como se não estivesse nem aí, e o Hazael olhando pra ele com cara de tédio, sussurrando "Idiota". Eles são tão diferentes e ainda assim se dão tão bem que eu quero detalhar bem mais o relacionamento deles também. Afinal, foquei pouco nos sentimentos do Hazael e do Ian, pra ser exata.
Leia os próximos capítulos. Você não vai se decepcionar!
A Riana mandou outro "Oi". Ela me mandou dizer que adorou o fato de você pensar nela e querer saber como ela está, ainda mais como vão seus progressos com a magia.
Obrigada pelo comentário. Seus reviews são únicos porque você é o leitor, atualmente, que mais tem um sentimento tão grande pelas minhas personagens. Você tem uma opinião sobre quase todos, seja boa ou seja ruim; e quando você ama um personagem, você ama mesmo. Quando odeia, odeia de querer que morra. E eu adoro saber que fui capaz de causar isso em você com minha história. Obrigada pelo excelentíssimo comentário!
(Sim, o tempo passa rápido demais.)
Assim como nas notas iniciais do capítulo, FINALMENTE! Finalmente eu li todos os capítulos (admito que demorei mais dias do que esperava para isso) e agora me sinto no dever de comentar sobre esta história tão legal.
Primeiro: Você escreve muito bem. Acho que eu já tinha dito isso na sua outra fic que eu li, mas vale a pena repetir;
Segundo: "A Clarividente" tem uma qualidade muito alta entre todas as fics que eu já li. O universo criado, os personagens e como eles interagem entre si, o fato de que tudo está conectado e as pontas soltas sempre são amarradas no decorrer da história;
Terceiro: O desenvolvimento é muito bom. É notável como o enredo começou e como ele evoluiu com o tempo. No início tudo me parecia um pouco fútil (não me entenda mal, o que eu quero dizer é que a fic parecia superficial e que não queria chegar a lugar nenhum, pelo menos pra mim). Porém, o que começou parecendo um slice of life agora tomou grandes proporções. Nós temos um ASSASSINO a solta, galera! O que vai acontecer? Quem será o próximo a morrer? Quem está de braços dados com o coisa-ruim e quem quer combatê-lo? Haha, como eu disse, tudo evoluiu muito bem;
Eu poderia listar mais pontos aqui, mas acho que esses foram os mais importantes. Eu sempre gosto de ler os comentários deixados nos capítulos e ver o que meus colegas leitores estão achando da história, então eu fico meio triste ao saber que só o Jean Claude (toda vez que eu leio o nome dele meu cérebro auto-completa com um "Van Damme" e eu penso em filmes de porrada, hehe) tem comentado por aqui. Você mencionou em algum lugar que também posta a história num blog, lá tem mais comentários? Se tem algum leitor lendo ("leitor lendo" soou meio redundante né) o meu comentário eu te faço um pedido: Comente também! Não só porque eu gosto de ler os comentários dos outros, mas porque eu já escrevi algumas fics e sei que desanima um pouco quando não tem tantos comentários. E, sinceramente, essa fic merece muitos comentários e recomendações.
Voltando a falar com a Yuka agora (sinto que eu me perdi um pouco ali atrás), você está de parabéns. Pode ter certeza que eu vou continuar lendo e torcendo para o Reno se redimir e matar o Rezon e todos que o seguem \o/
Você gosta de personagens com nomes pequenos ou isso é uma coincidência? Acho que os maiores nomes têm no máximo 6 letras (Nirina, Selene, Hazael, Arthus, etc). Sei que parece uma dúvida besta, mas eu não pude deixar de notar isso, achei interessante.
Seus personagens adoram morder o lábio inferior, né? Acho que dá pra perceber que eu as vezes noto nos detalhes mais sem importância, mas eu achei engraçado quando percebi isso.
Sobre o capítulo de hoje, eu vou esperar o próximo para saber o que acontece no encontro e fazer um comentário melhor (já me alonguei muito aqui). Só uma coisinha que eu acho que passou despercebida: Na parte em que você está descrevendo a armadura do Kevin eu acho que tem um pequeno erro de digitação em "um fino tecido preto ocupada o lugar do prateado."
Este aqui é um comentário para 19 capítulos, então ele acabou ficando um pouco gigante (desculpa, mas era necessário). Nos próximos eu volto ao normal. Continue escrevendo e até mais!
Demorou? Não achei que demorou, eu postei o 19 esses dias!
Primeiramente, olá, Henrique. É um prazer imenso vê-lo por aqui, visto que eu gostei tanto do comentário que você escreveu em O Espectador Fantasma. Eu não fazia ideia de que você estava lendo outras coisas minhas, ainda mais A Clarividente. Mas é bom saber que você está aqui e resolveu comentar!
Eu não me importo que os leitores comentem em poucos capítulos. Às vezes, quando não se tem palavras para comentar em cada um dos capítulos, eu até prefiro que os leitores façam como você, e comentem no fim, ou em capítulos especiais. Mas que pelo menos deem um oi!
Muito obrigada pelos elogios e por analisar de forma crítica além de forma artística. É por leitores como você que tenho esperado e, felizmente, eles só estão surgindo agora (chibicarol, Hiei, Jimmy Lawnder), os leitores que acompanham a história e tem a consideração de comentar em todos os capítulos.
Com um review desses como o seu eu não preciso de mais nenhum seu em outros capítulos! Ficou ótimo, completo, bem do jeito que eu gosto de ler.
É ótimo saber que a história está coerente. Eu quero escrever um livro algum dia, e essa é minha primeira história original e com uma trama complicada, que deve se enlaçar em algum ponto. Eu preciso melhorar bastante nesse aspecto ainda, eu acredito, mas como desejo ser escritora profissional, é bom treinar escrevendo mesmo.
Sobre a superficialidade no começo da história: eu compreendo seu sentimento. Até porque eu iniciei com alguns clichês: a órfã que vive apenas com seu mestre na casa de floresta, uma amiga na cidade, a admiração por uma maga mais forte. Era tudo bem simples e, se Nirina não fosse uma clarividente, provavelmente as coisas teriam continuado desse jeito. Mas ela acaba conhecendo a Zahra e não só isso; se ela se torna sua aprendiz e a partir de quando ela vai pra Corte as coisas começam a mudar drasticamente. Eu quis representar isso e deixar bem claro, então me esforcei ao máximo.
Eu sempre achei que uma problemática é necessário no decorrer da história. Senão, o que as personagens ficarão fazendo?
No início da história, quis dar a impressão aos leitores de que Ian e Hazael causariam problemas. Tanto que, como todos os meus leitores (ou pelo menos A GRANDE maioria pensa) acham que Nirina e Riana se tornarão inimigas, porque uma é clarividente e a outra aprendeu magia negra. Eles são inimigos naturais, os magos negros e os clarividentes? Não. Acabou que começaram a usar a magia negra para combatê-los porque sua fonte de poder é a mente alheia. Como os espectros não tem mente, acabou sendo algo conveniente.
Vou ser sincera: quando comecei a escrever, a minha intenção ERA de que Hazael fosse o grande vilão da história. Na primeira sinopse que eu escrevi, eu até mesmo mencionei isso de uma forma subliminar. Depois, continuando, decidi que daria outros rumos. Pra você ter uma ideia, eu nem tinha planos de tornar a Nirina uma clarividente quando comecei, e o título foi inspirado mesmo na Zahra. Como as coisas mudam... Não é à toa que muitos escritores gostam de dizer que a história tem vida própria, e não interessa o que você faça, ela vai tomar os rumos que bem desejar.
Foi então que tive a ideia de introduzir um novo problema. Um problema bem maior, e daí criei o Rezon. Ele é tão cruel e sem misericórdia que eu me inspiro em outras personagens pra escrever, porque isso é algo que não faz nem um pouco parte da minha personalidade. É difícil escrevê-lo. As coisas não estão muito longe de serem resolvidas, de qualquer modo; e minha história já passou das 200 páginas na contagem do Word. =)
Obrigada por convidar os outros leitores a comentar. Eu percebi que vários leitores favoritaram minha história, mas eu não vejo metade deles comentar aqui. Me deixa um pouquinho sentida porque eles nem mesmo vem dizer "Oi! Estou gostando da sua história!", mas não me importo tanto assim. Prefiro poucos comentários bons como o seu e os do Jean do que muitos comentários ruins e superficiais.
Você está torcendo para o Reno? É muito bom ler isso!
O Reno é uma personagem que corta meu coração. Quando eu comecei a escrever ele, eu o adorei. Então pensei "Eu preciso de alguém que use uma máscara. Que seja o que não aparente ser", e infelizmente acabou sendo ele. Eu tenho muita pena dele porque tudo o que ele quer fazer é proteger sua amada. E isso me corta o coração de um jeito...
Isso é coincidência. Eu gosto de nomes diferentes e marcantes, por isso tem tantos nomes "estranhos" como Aiko, Ailina, Laina, Nirina, e mais pra frente você conhecerá a Aileen. Gosto deles incomuns, e o fato de terem poucas letras foi, sim, só uma coincidência. Mas é legal você reparar!
Ops. Erro identificado e corrigido, já. Muito obrigada por apontá-lo, Henrique!
Obrigada pelo excelentíssimo comentário e pela grande consideração por mim e minha história. Ter um leitor como você é um prazer imenso e eu vou postar logo os próximos capítulos, já que já tenho muita coisa escrita. Fico feliz que esteja gostando!
(A resposta foi pelos 19 capítulos, por isso ficou tão grande. ;) )
que amor ♥ é chato, mas eu vou ter que repetir: Hazael, Ian e Arthus é a perfeição quando estão juntos ♥ Sei que o Arthus não é assim tão amigo do Ian, mas eu torço para que se tornem.
Até sinto minha alma ficar quente tamanha é a felicidade de ver a amizade desses ai rsrsrs
Vamos para o próximo capítulo, que com certeza está mil vezes melhor que esse comentário.
Beijos ♥
Eu adoro eles juntos também. Eu AMO escrever especialmente o Ian e o Hazael porque acho eles extremamente engraçados, é relaxante e muito divertido!
Talvez eles se tornem bons amigos. Quem garante que isso não aconteça?
Eu me sinto bem com a amizade deles também. ♥
Fico feliz que você goste do Hazael.
YAY, para o próximo comentário!
Mil beijos ♥
O Kevin é tão amável! Acho que ele é um dos poucos da corte que não é uma cobra venenosa. Eu gostei na maneira como a Nirina reparou nele e ele nela, foi algo bem natural e bonito de se ver... E eu gostei ainda mais da Nirina admirando o Kevin por ser um cavaleiro e o protetor dela.
Acho que a Nirina e a Zaha tem que ficar de olho no Reno, penso que agora não tenha mais ninguém trabalhando pro Rezon na corto (além do Martin que logo vai começar), por isso é bom "anular" de vez o espião, coloco entre aspas porque não quero que o Reno morra. :)
Ah, o encontro da Nirina com o Arthus foi com certeza a melhor parte do capítulo! Adorei quando ela encharcou ele. Foi ótimo. E os dois se abraçando depois. Eles têm de fato um laço de pai e filha, acho que nem a distância vai quebra-lo.
A de todas as pessoas que Nirina cogitou encontrar Hazael foi a que ela menos esperou!