Deve ter sido um mês e tanto, confesso que já estava preocupada, mas que bom que o capitulo veio.. e veio com tudo! Somente descobrimos que se trata de um Paladino no momento em que a Luz é citada, mas, conforme já dito, o fato de ser o pai de Midler é uma surpresa total. Você conseguiu apresentar os fatos de forma detalhada e ao mesmo tempo direta, de modo que as explicações e os acontecimentos do capítulo ficaram intercalados não havendo, portanto, delongas desnecessárias.
Conforme foi apresentado no Epílogo do Caminho, há aqueles que tiveram um destino muito pior do que a morte. Só não consegui ainda estabelecer uma conexão entre eles e Khaedras. Quer dizer, esse é um caso a parte, mas deve haver um mal comum precursor.
Gosto de capítulos grandes, pra mim quanto mais o autor escreve - sem enrolar - melhor (tu sabes né), mas a leitura pelo computador ou celular acaba sendo mais cansativa do que seria com um livro em mãos, então diminuir um pouco o tamanho dos capítulos seria uma boa. Entendo que (por se tratar do interlúdio) este não poderia ter ficado pequeno ou sido dividido, mas como uma das intenções aqui é somar acredito que diminuir um pouco ajudaria a atrair mais leitores.
Olha, pra mim Fenhlirs é o mais ´venenoso´ (sem contar com N´J). Mesmo não possuindo grande influência, é como uma serpente sorrateira espalhando sua moralidade perversa entre os demais. É claro que Ardlan não é muito diferente, ele próprio ajudou a curar Midler em Latani. Télan não merecia tanto, qualquer que fosse a justiça defendida pelo Condutor não foi digna de nenhuma virtude.
Até a metade do Interlúdio eu me perguntava onde estaria Calligan e porque diabos ele ainda não tinha sequer tentado ajudar Télan. Não me ocorreu que a Luz revelaria o segredo de Uligan. Estavam todos os outros tão afoitos em culpar o Paladino, que acabei me esquecendo da convicção do Patriarca na própria fé. Havia outro meio de prestar apoio, era o que lhe restara.
Dios mío! O final foi mais que surpreendente! Muito mais! Eu suspeitava que a voz na cabeça de Calligan fosse de N´Jarin, mas jamais cogitei a ideia de que ela pudesse ser tão vil e perigosa. Pobre Patriarca. Há muita coisa passando pela minha cabeça nesse momento (dúvidas que não podem ser respondidas ainda, inclusive uma sobre o livro escondido sob o altar) e você ainda diz que não consegue deixar o “suspense”, adiando os acontecimentos. Me deixou de boca aberta.
Há dois ou três errinhos na escrita, não são nada de mais, me recordo deste: “Não quando uma saída sem derramamento de sangue ainda pudesse ser encontrada”.
Espero que venham dias mais tranquilos pela frente. Abraço,
Mais do que os merecidos agradecimentos (de sempre) eu lhe devo desculpas (não esfarrapadas). A demora foi grande demais e por mais que eu tenha tido motivos para tal, injustificável. Infelizmente não posso prometer que não vai acontecer novamente (já me foi dito que agosto será um mês difícil, de mudança de equipamento – avião – e que demanda um maior comprometimento com ensino e procedimentos de vôo), mas farei o que for possível para minimizar. Talvez uma das soluções seja um dos seus (como sempre) sábios conselhos de procurar escrever capítulos menores para diminuir o tempo entre as postagens.
Falando do tamanho do capítulo, este acabou sendo o maior escrito até agora, fato do qual não me orgulho, apesar de parecer o contrário. Minha intenção era fazê-lo bem menor, apenas um interlúdio mesmo, não uma peça completa, mas, durante a escrita, ele realmente saiu do controle, com todas as idéias e possibilidades que foram surgindo aliadas a minha prolixidade. Por estes motivos cada vez mais me interesso pelos contos, obrigando-me a ser sucinto, algo difícil para mim pelo que já pode, com facilidade notar.
Tive a intenção de causar algumas surpresas ao longo do capítulo, como esconder a identidade do Paladino até onde pude e a traição (involuntária) de Hirdaelin. Espero ter conseguido.
Quanto a Khaedras, no capítulo 11 (A sombra sob o sol), ele é apresentado como o Ghaenbür que atacou a caravana de Uligan, sendo derrotado pelos esforços de Laertes, Midler e Ohel. Ele foi o primeiro a ser vencido/corrompido pelo Paleir traidor, mas não foi o único, como vimos no epílogo do livro 1 (Urven e mais 5 Paladinos) e nos pensamentos de Télan no Interlúdio. Mas se ficou ainda alguma dúvida, não deixe de me questionar.
Fenhlirs. Será que ele não possui a mesma influência de N’jarin? Afinal, ele foi o único que teve a coragem/ousadia/condição de se apresentar frente a um Paladino... Ele com certeza é alguém para ser temido e para se acautelar. Como falamos antes, N’jarin é apenas a ponta do iceberg, o resto começa a se desvelar. Por falar nela, ri muito quando li a maneira como você se referiu à ela (N’J). Lembrou-me da MJ (Mary Jane do Homem Aranha).
Ardlan é também uma cobra ardilosa, mas é pela experiência dos anos, da diplomacia e doa planos de vingança que nutre pelos Paladinos e pelos descendentes de Valacar. O que ele transfigurou como justiça para ajudar Fenhlirs a convencer os outros Mestres foi puro desejo de vingança, onde ele usou até o Filho da Lua em seus planos (um movimento perigoso, mas que ele não parece se importar muito).
Calligan tinha seus motivos para não estar no julgamento, mas acabou pagando um preço enorme por não tomar as rédeas da situação, esperando pelo desenrolar dos fatos (lembra das falas de Uligan e de Ohel no capítulo 6 (Os herdeiros de Graeldar)?
Pode fazer todas as perguntas que quiser, só não posso prometer respondê-las talvez como você gostaria, espero que entenda. Quanto ao suspense, volto a afirmar, não consigo fazê-lo como gostaria, mas obrigado pelo comentário.
Fiz uma nova leitura com mais calma desta vez e acabei achando mais do que três errinhos, mas já os corrigi, com a certeza de que há mais para serem corrigidos. Conto com você para me ajudar com eles, por favor. Muito obrigado pela ajuda.
Para terminar, quanto as “Crônicas”, já comecei um novo conto. Espero terminá-lo no início da semana que vem. Estou me decidindo pelo formato final das “Crônicas”. Deve ficar com 35 a 40 contos (um para cada capítulo), com o último sendo bem maior e contendo uma grande revelação. Espero que goste.
E, mais uma vez, meus eternos agradecimentos e infinitas desculpas a quem mais me ajuda com as estórias de Andhara e pela perene sabedoria de Minerva. A você, minha amiga, meu muito obrigado.
Daniel,
Deve ter sido um mês e tanto, confesso que já estava preocupada, mas que bom que o capitulo veio.. e veio com tudo! Somente descobrimos que se trata de um Paladino no momento em que a Luz é citada, mas, conforme já dito, o fato de ser o pai de Midler é uma surpresa total. Você conseguiu apresentar os fatos de forma detalhada e ao mesmo tempo direta, de modo que as explicações e os acontecimentos do capítulo ficaram intercalados não havendo, portanto, delongas desnecessárias.
Conforme foi apresentado no Epílogo do Caminho, há aqueles que tiveram um destino muito pior do que a morte. Só não consegui ainda estabelecer uma conexão entre eles e Khaedras. Quer dizer, esse é um caso a parte, mas deve haver um mal comum precursor.
Gosto de capítulos grandes, pra mim quanto mais o autor escreve - sem enrolar - melhor (tu sabes né), mas a leitura pelo computador ou celular acaba sendo mais cansativa do que seria com um livro em mãos, então diminuir um pouco o tamanho dos capítulos seria uma boa. Entendo que (por se tratar do interlúdio) este não poderia ter ficado pequeno ou sido dividido, mas como uma das intenções aqui é somar acredito que diminuir um pouco ajudaria a atrair mais leitores.
Olha, pra mim Fenhlirs é o mais ´venenoso´ (sem contar com N´J). Mesmo não possuindo grande influência, é como uma serpente sorrateira espalhando sua moralidade perversa entre os demais. É claro que Ardlan não é muito diferente, ele próprio ajudou a curar Midler em Latani. Télan não merecia tanto, qualquer que fosse a justiça defendida pelo Condutor não foi digna de nenhuma virtude.
Até a metade do Interlúdio eu me perguntava onde estaria Calligan e porque diabos ele ainda não tinha sequer tentado ajudar Télan. Não me ocorreu que a Luz revelaria o segredo de Uligan. Estavam todos os outros tão afoitos em culpar o Paladino, que acabei me esquecendo da convicção do Patriarca na própria fé. Havia outro meio de prestar apoio, era o que lhe restara.
Dios mío! O final foi mais que surpreendente! Muito mais! Eu suspeitava que a voz na cabeça de Calligan fosse de N´Jarin, mas jamais cogitei a ideia de que ela pudesse ser tão vil e perigosa. Pobre Patriarca. Há muita coisa passando pela minha cabeça nesse momento (dúvidas que não podem ser respondidas ainda, inclusive uma sobre o livro escondido sob o altar) e você ainda diz que não consegue deixar o “suspense”, adiando os acontecimentos. Me deixou de boca aberta.
Há dois ou três errinhos na escrita, não são nada de mais, me recordo deste: “Não quando uma saída sem derramamento de sangue ainda pudesse ser encontrada”.
Espero que venham dias mais tranquilos pela frente. Abraço,
Letícia.
Letícia:
Mais do que os merecidos agradecimentos (de sempre) eu lhe devo desculpas (não esfarrapadas). A demora foi grande demais e por mais que eu tenha tido motivos para tal, injustificável. Infelizmente não posso prometer que não vai acontecer novamente (já me foi dito que agosto será um mês difícil, de mudança de equipamento – avião – e que demanda um maior comprometimento com ensino e procedimentos de vôo), mas farei o que for possível para minimizar. Talvez uma das soluções seja um dos seus (como sempre) sábios conselhos de procurar escrever capítulos menores para diminuir o tempo entre as postagens.
Falando do tamanho do capítulo, este acabou sendo o maior escrito até agora, fato do qual não me orgulho, apesar de parecer o contrário. Minha intenção era fazê-lo bem menor, apenas um interlúdio mesmo, não uma peça completa, mas, durante a escrita, ele realmente saiu do controle, com todas as idéias e possibilidades que foram surgindo aliadas a minha prolixidade. Por estes motivos cada vez mais me interesso pelos contos, obrigando-me a ser sucinto, algo difícil para mim pelo que já pode, com facilidade notar.
Tive a intenção de causar algumas surpresas ao longo do capítulo, como esconder a identidade do Paladino até onde pude e a traição (involuntária) de Hirdaelin. Espero ter conseguido.
Quanto a Khaedras, no capítulo 11 (A sombra sob o sol), ele é apresentado como o Ghaenbür que atacou a caravana de Uligan, sendo derrotado pelos esforços de Laertes, Midler e Ohel. Ele foi o primeiro a ser vencido/corrompido pelo Paleir traidor, mas não foi o único, como vimos no epílogo do livro 1 (Urven e mais 5 Paladinos) e nos pensamentos de Télan no Interlúdio. Mas se ficou ainda alguma dúvida, não deixe de me questionar.
Fenhlirs. Será que ele não possui a mesma influência de N’jarin? Afinal, ele foi o único que teve a coragem/ousadia/condição de se apresentar frente a um Paladino... Ele com certeza é alguém para ser temido e para se acautelar. Como falamos antes, N’jarin é apenas a ponta do iceberg, o resto começa a se desvelar. Por falar nela, ri muito quando li a maneira como você se referiu à ela (N’J). Lembrou-me da MJ (Mary Jane do Homem Aranha).
Ardlan é também uma cobra ardilosa, mas é pela experiência dos anos, da diplomacia e doa planos de vingança que nutre pelos Paladinos e pelos descendentes de Valacar. O que ele transfigurou como justiça para ajudar Fenhlirs a convencer os outros Mestres foi puro desejo de vingança, onde ele usou até o Filho da Lua em seus planos (um movimento perigoso, mas que ele não parece se importar muito).
Calligan tinha seus motivos para não estar no julgamento, mas acabou pagando um preço enorme por não tomar as rédeas da situação, esperando pelo desenrolar dos fatos (lembra das falas de Uligan e de Ohel no capítulo 6 (Os herdeiros de Graeldar)?
Pode fazer todas as perguntas que quiser, só não posso prometer respondê-las talvez como você gostaria, espero que entenda. Quanto ao suspense, volto a afirmar, não consigo fazê-lo como gostaria, mas obrigado pelo comentário.
Fiz uma nova leitura com mais calma desta vez e acabei achando mais do que três errinhos, mas já os corrigi, com a certeza de que há mais para serem corrigidos. Conto com você para me ajudar com eles, por favor. Muito obrigado pela ajuda.
Para terminar, quanto as “Crônicas”, já comecei um novo conto. Espero terminá-lo no início da semana que vem. Estou me decidindo pelo formato final das “Crônicas”. Deve ficar com 35 a 40 contos (um para cada capítulo), com o último sendo bem maior e contendo uma grande revelação. Espero que goste.
E, mais uma vez, meus eternos agradecimentos e infinitas desculpas a quem mais me ajuda com as estórias de Andhara e pela perene sabedoria de Minerva. A você, minha amiga, meu muito obrigado.
Daniel.