Eu achei... verdadeiro como o diabo - não que o diabo seja verdadeiro.
Essa coisa da relação entre um homem mais velho com uma garota mais nova sempre me intrigou um pouco; quais atributos - além dos óbvios sexo e dinheiro - eles seriam te interesse do outro... E talvez, a juventude e a sabedoria fossem bons pontos a se pensar.
A Leila é tão meiga, cheia de vida, brincalhona. E o Ricardo a acompanha de um jeito realmente natural. E eles criam uma confidência; e eu vi essa confidência, e é fantástico.
A poesia é sua mesmo? Eu não sou boa julgadora de poesias, mas admito que eu adorei e ficou incrível, fantástica - e toda essa putaria que eu sempre falo porque sempre é verdade -, e que... não sei, eu quero imprimir e colar um lugar do meu quarto para poder lê-la com frequência. Você tem mais poesias perdidas por aí, por acaso? Caso se pergunte, "Interrompemos o ciclo asteca com estupidez" foi meu verso favorito.
A imagem do final ainda criou algo a mais. Um detalhe sobre um futuro, uma lembrança que ainda acontecerá... Poxa.
Só me diga, Joplin, esse conto seria mais um fim do mundo da Leila? Porque, dentro do contexto, eu não vi toda a coisa do "fim do mundo, a Terra", e etc., então achei que estivesse num ponto de vista diferente sobre um assunto. Bem. Me esclareça, se puder :)
ReBeec, não se confunda :), o seu conto do Richard é sobre um homem mais velho, lembra? O meu os dois são senhores de idade.
Sim, a poesia é minha. Sério? Não sou boa poeta, então muiito obrigada.
Oh, o meu ego está sendo lindamente inflado neste momento! Sinto-me tão feliz com isso, cole no seu quarto sim! Costumo fazer isso.
Bom, acredito que não. Mas vou fuçar uns arquivos e se tiver te mando.
Às vezes me confundo, é verdade. Mas creio que tento juntar os dois: meio que me é inevitável.
Acho que na maioria dos contos é um 'fim de mundo' pessoal mesmo, meio que com os fatos externos isolados. Acredito que mencionei um terremoto neste conto, mas desculpe, perco-me frequentemente em meus personagens.
Quero pedir desculpas mais uma vez: não deveria ter usado o nome Richard em um conto, principalmente em um que também relatasse o fim dum casal. Desculpe (é que tenho uma ligação afetiva co grande m uma música chamada The Last Time I Saw Richard, e não pude evitar). Desculpe.
Conheci a fic através da Annabele Grace Rêveur. Ela e eu não nos conhecemos. Nós lemos uma mesma fic e, como eu tenho o costume de ler os comentários alheios, eu a vi e fui fuçar nas fics dela para ver se achava algo de bom para ler. Vi uma recomendação que ela fez à sua fic, me interessei e aqui estou eu^^.
Nossa, esse também ficou muito bom^^. Acho tão lindo ver casais de idosos caminharem de mãos dadas, quero um amor que dure assim.
Infelizmente eu já sei o que significa... Ah, a saudade! Que texto delicado e lindo. Eu ainda espero casar-me com alguém que me ame durante toda uma vida, mesmo sabendo que hoje em dia é tão difícil encontrar esse "alguém", mas o que custa sonhar?
Muito bonito! Sério, fico ainda mais emotiva quando leio seus textos. São incríveis! São capazes de fazer-me presenciar toda a cena narrada, cada um leva-me à um estado emocional diferente.
Quando alguém me conhece acha que não sou romântica, até os que já conhece acham isso. Mas eu sou totalmente romântica, não daquele jeito chato (eu acho), mas fico esperando uma pessoa que me ame como aqueles filmes franceses e indies. Então acho totalmente válido os sonhos, ah, e sagrados.
A verdade é que sempre que alguém diz que os contos são legais vou relê-los, acho que nunca pensaria que eles pudessem ser gostáveis.
Eu achei... verdadeiro como o diabo - não que o diabo seja verdadeiro.
Essa coisa da relação entre um homem mais velho com uma garota mais nova sempre me intrigou um pouco; quais atributos - além dos óbvios sexo e dinheiro - eles seriam te interesse do outro... E talvez, a juventude e a sabedoria fossem bons pontos a se pensar.
A Leila é tão meiga, cheia de vida, brincalhona. E o Ricardo a acompanha de um jeito realmente natural. E eles criam uma confidência; e eu vi essa confidência, e é fantástico.
A poesia é sua mesmo? Eu não sou boa julgadora de poesias, mas admito que eu adorei e ficou incrível, fantástica - e toda essa putaria que eu sempre falo porque sempre é verdade -, e que... não sei, eu quero imprimir e colar um lugar do meu quarto para poder lê-la com frequência. Você tem mais poesias perdidas por aí, por acaso? Caso se pergunte, "Interrompemos o ciclo asteca com estupidez" foi meu verso favorito.
A imagem do final ainda criou algo a mais. Um detalhe sobre um futuro, uma lembrança que ainda acontecerá... Poxa.
Só me diga, Joplin, esse conto seria mais um fim do mundo da Leila? Porque, dentro do contexto, eu não vi toda a coisa do "fim do mundo, a Terra", e etc., então achei que estivesse num ponto de vista diferente sobre um assunto. Bem. Me esclareça, se puder :)
ReBeec, não se confunda :), o seu conto do Richard é sobre um homem mais velho, lembra? O meu os dois são senhores de idade.
Sim, a poesia é minha. Sério? Não sou boa poeta, então muiito obrigada.
Oh, o meu ego está sendo lindamente inflado neste momento! Sinto-me tão feliz com isso, cole no seu quarto sim! Costumo fazer isso.
Bom, acredito que não. Mas vou fuçar uns arquivos e se tiver te mando.
Às vezes me confundo, é verdade. Mas creio que tento juntar os dois: meio que me é inevitável.
Acho que na maioria dos contos é um 'fim de mundo' pessoal mesmo, meio que com os fatos externos isolados. Acredito que mencionei um terremoto neste conto, mas desculpe, perco-me frequentemente em meus personagens.
Quero pedir desculpas mais uma vez: não deveria ter usado o nome Richard em um conto, principalmente em um que também relatasse o fim dum casal. Desculpe (é que tenho uma ligação afetiva co grande m uma música chamada The Last Time I Saw Richard, e não pude evitar). Desculpe.
Você tentou e conseguiu, amei a poesia *--------------*
Own, May, você é uma fofa! Obrigadaaa.
Beijo
Sim, sim, eu gostei do capítulo anterior.
Conheci a fic através da Annabele Grace Rêveur. Ela e eu não nos conhecemos. Nós lemos uma mesma fic e, como eu tenho o costume de ler os comentários alheios, eu a vi e fui fuçar nas fics dela para ver se achava algo de bom para ler. Vi uma recomendação que ela fez à sua fic, me interessei e aqui estou eu^^.
Nossa, esse também ficou muito bom^^. Acho tão lindo ver casais de idosos caminharem de mãos dadas, quero um amor que dure assim.
Oh, sim. O.o sempre achei que fosse a única que lia os reviews dos outros.
Eu também quero, sabe... fico imaginando o que os manteve junto por tanto tempo e só pode ser o amor. Meio que sou apaixonada pelo amor.
:)
Infelizmente eu já sei o que significa... Ah, a saudade! Que texto delicado e lindo. Eu ainda espero casar-me com alguém que me ame durante toda uma vida, mesmo sabendo que hoje em dia é tão difícil encontrar esse "alguém", mas o que custa sonhar?
Muito bonito! Sério, fico ainda mais emotiva quando leio seus textos. São incríveis! São capazes de fazer-me presenciar toda a cena narrada, cada um leva-me à um estado emocional diferente.
Parabéns!
A saudade é muito grande, né? De tudo.
Quando alguém me conhece acha que não sou romântica, até os que já conhece acham isso. Mas eu sou totalmente romântica, não daquele jeito chato (eu acho), mas fico esperando uma pessoa que me ame como aqueles filmes franceses e indies. Então acho totalmente válido os sonhos, ah, e sagrados.
A verdade é que sempre que alguém diz que os contos são legais vou relê-los, acho que nunca pensaria que eles pudessem ser gostáveis.
Muito obrigada, flor.
Beijos e obrigada por acompanhar.