“Inquieta calmaria”. Todos os nomes que você dá para os capítulos se encaixam perfeitamente bem, além de atraírem bastante à atenção e a curiosidade do leitor.
Começo a entender o que disse a respeito de Bharin ensinar algumas lições (dolorosas) a Midler, lições estas que o discípulo não encontraria nos ensinamentos da Torre de Marfim, afinal, não existe apenas um tipo de guerreiro (nobre e correto como os Paladinos).
No sonho, ao inicio do capitulo, cinco vultos estavam com Uligan na cidade morta. (Zartan, Bharin, Ohel, Brans e Midler. Imagino.) Só queria dizer que você usou muito bem o “pesadelo” para representar os sentimentos e temores do diplomata. Aliás, o capítulo está muito bem escrito (como sempre).
O intento de dar vivacidade aos textos pelo uso das expressões na linguagem dos anões está sendo alcançado com êxito.
Seguem algumas observações. Lembre-se de que você pode discordar de qualquer coisa que eu disser.
“Questionou-se se era assim que se sentiam os homens sem amarras, dívidas e segredos. Se for, invejou-os por isto.” Há um desacordo quanto ao tempo verbal causado pelo uso do passado e futuro na mesma oração. Um “Se fosse, invejava-os por isto” eliminaria a discordância. (parece que o sentimento de inveja que você quis transmitir foi momentâneo, se sim, talvez um “Se fosse, invejou-os por isto” também se encaixe).
“Aquela era uma antiga morada de seu povo, não tenho dúvidas, mas havia sido há muito abandonada ou perdida, mas Zartan não respondeu nenhuma das perguntas que lhe fiz, deixando claro que não devia mais fazê-las.” O fato de a conjunção indicativa de oposição “mas” aparecer duas vezes deixou o trecho confuso. O primeiro “mas” poderia ser substituído pela conjunção (no caso, adversativa) “e” que, no contexto, adquiriria sentido de “porém”. “e havia sido a muito abandonada ou perdida, mas Zartan...”
“Apesar de não concordar com a urgência de Uligan, acreditava assim com ele que outras feridas deveriam ser sanadas antes dos ossos do diplomata.” Aqui há somente um erro de digitação da palavra “como”.
“Mas isto fora ontem, entre ferimentos, escoriações e hematomas, todos a marcarem a pele de Midler como lembranças das duras lições, mas, pela maneira que Zartan suava, elas haviam sido aprendidas.” Acho que acabei me perdendo em meio às vírgulas, se você retirar pelo menos uma o trecho fica mais leve. Veja um exemplo: “Mas isto fora ontem, entre ferimentos, escoriações e hematomas a marcarem a pele de Midler como lembranças das duras lições que, pela maneira que Zartan suava, haviam sido aprendidas.”
“Ergueu a mão esquerda para proteger o rosto, aguardo o merecido golpe de Zartan, mas nada aconteceu.” Há outro erro de digitação, da palavra “aguardando”.
”Quando o discípulo estava há um metro dele, o anão ergueu-se e bateu...”. Não sei se o que vou dizer aqui está correto, mas tive a impressão de que foi usado o verbo “haver” no lugar da preposição “a”. Veja bem: “Quando o discípulo estava a um metro dele, o anão ergueu-se e bateu...”. (se concordar, dê uma olhada novamente na minha segunda obs. Acredito que também se encaixa no emprego do “há” na frase: “mas havia sido há muito abandonada ou perdida”)
“-Não? – a voz neutra de Uligan não permitia que o discípulo percebesse se havia ou não ironia em sua perguntava – Sei que o...”. Há erro de digitação da palavra “pergunta”.
Antes que você escreva qualquer frase que contenha o termo “desculpas esfarrapadas”, vou te pedir uma coisa como leitora, fã e amiga: Não se cobre tanto. São capítulos muito grandes e muito poucos erros.
Como posso te agradecer, sem me tornar repetitivo? Minha criatividade não chega a tanto, então vou escrever apenas , muito, mas muito obrigado! Mais uma vez.
O título. Assim com em quase tudo no (meu) processo narrativo, este também é fruto de tentativa e erro, de mudanças de idéias e rearranjos (D.E., D.E., D.E.). O primeiro nome era "Luz e Sombras", depois passou a ser "Entre os anões e o diplomata", até que tomou a forma final. Que bom que gostou.
Realmente Bharin tem algo a ensinar a Midler, da maneira rude e grosseira dele, mas serão lições valiosas, acredite, mas o anão também pode aprender alguma coisa (será?).
Ainda bem que as expressões dos anões estão bem colocadas. Me policio para não usá-las em demasia.
Agora vamos às sugestões, que para mim já se tornaram ordens, sobre as quais já me dou cada vez menos o direito de discordar.
- Quanto a Ohel, a ideia é realmente de passar um sentimento momentâneo e até estranho para ele. Realmente foi um problema de tempo verbal, não observado por mim na releitura (D.E.). Obrigado.
- Realmente o uso de dois "mas" em uma mesma frase causou confusão (só não ao tolo que escreveu a frase e sabia o que queria dizer e se esqueceu que devia deixar claro também para outros - D.E.). A colocação de um "e" melhora o entendimento, obrigado.
- Escrever com fome dá nisso. Comi um "o" (D.E.) e não foi o único.
- Muitas sentenças em uma mesma oração. Vou clareá-la para ficar melhor. E eu que achei que você era uma aficionada por vírgulas (brincadeira, a culpa é minha, eu sei).
- Mudança de texto não corrigida (D.E.). Agora corrigida, obrigado.
- Quanto ao uso do "a" ou do "há", confesso que também fiquei na dúvida nesta frase )na frase anterior acredito que o verbo "haver" esteja correto, por indicar um período de tempo passado, "mas havia sido há muito abandonada ou perdida", mas tenho dúvidas quanto à segunda frase. Vou (sabiamente) seguir o seu conselho.
- Outra mudança de ideia sem revisão (D.E.). muito obrigado.
Muito obrigado por toda a atenção e paciência. Comecei um novo conto, te envio quando ficar pronto.
Um abraço.
Daniel
PS: Não escrevi nenhuma “desculpas esfarrapadas”, como você me recomendou, só (D.E.).
Daniel:
“Inquieta calmaria”. Todos os nomes que você dá para os capítulos se encaixam perfeitamente bem, além de atraírem bastante à atenção e a curiosidade do leitor.
Começo a entender o que disse a respeito de Bharin ensinar algumas lições (dolorosas) a Midler, lições estas que o discípulo não encontraria nos ensinamentos da Torre de Marfim, afinal, não existe apenas um tipo de guerreiro (nobre e correto como os Paladinos).
No sonho, ao inicio do capitulo, cinco vultos estavam com Uligan na cidade morta. (Zartan, Bharin, Ohel, Brans e Midler. Imagino.) Só queria dizer que você usou muito bem o “pesadelo” para representar os sentimentos e temores do diplomata. Aliás, o capítulo está muito bem escrito (como sempre).
O intento de dar vivacidade aos textos pelo uso das expressões na linguagem dos anões está sendo alcançado com êxito.
Seguem algumas observações. Lembre-se de que você pode discordar de qualquer coisa que eu disser.
“Questionou-se se era assim que se sentiam os homens sem amarras, dívidas e segredos. Se for, invejou-os por isto.” Há um desacordo quanto ao tempo verbal causado pelo uso do passado e futuro na mesma oração. Um “Se fosse, invejava-os por isto” eliminaria a discordância. (parece que o sentimento de inveja que você quis transmitir foi momentâneo, se sim, talvez um “Se fosse, invejou-os por isto” também se encaixe).
“Aquela era uma antiga morada de seu povo, não tenho dúvidas, mas havia sido há muito abandonada ou perdida, mas Zartan não respondeu nenhuma das perguntas que lhe fiz, deixando claro que não devia mais fazê-las.” O fato de a conjunção indicativa de oposição “mas” aparecer duas vezes deixou o trecho confuso. O primeiro “mas” poderia ser substituído pela conjunção (no caso, adversativa) “e” que, no contexto, adquiriria sentido de “porém”. “e havia sido a muito abandonada ou perdida, mas Zartan...”
“Apesar de não concordar com a urgência de Uligan, acreditava assim com ele que outras feridas deveriam ser sanadas antes dos ossos do diplomata.” Aqui há somente um erro de digitação da palavra “como”.
“Mas isto fora ontem, entre ferimentos, escoriações e hematomas, todos a marcarem a pele de Midler como lembranças das duras lições, mas, pela maneira que Zartan suava, elas haviam sido aprendidas.” Acho que acabei me perdendo em meio às vírgulas, se você retirar pelo menos uma o trecho fica mais leve. Veja um exemplo: “Mas isto fora ontem, entre ferimentos, escoriações e hematomas a marcarem a pele de Midler como lembranças das duras lições que, pela maneira que Zartan suava, haviam sido aprendidas.”
“Ergueu a mão esquerda para proteger o rosto, aguardo o merecido golpe de Zartan, mas nada aconteceu.” Há outro erro de digitação, da palavra “aguardando”.
”Quando o discípulo estava há um metro dele, o anão ergueu-se e bateu...”. Não sei se o que vou dizer aqui está correto, mas tive a impressão de que foi usado o verbo “haver” no lugar da preposição “a”. Veja bem: “Quando o discípulo estava a um metro dele, o anão ergueu-se e bateu...”. (se concordar, dê uma olhada novamente na minha segunda obs. Acredito que também se encaixa no emprego do “há” na frase: “mas havia sido há muito abandonada ou perdida”)
“-Não? – a voz neutra de Uligan não permitia que o discípulo percebesse se havia ou não ironia em sua perguntava – Sei que o...”. Há erro de digitação da palavra “pergunta”.
Antes que você escreva qualquer frase que contenha o termo “desculpas esfarrapadas”, vou te pedir uma coisa como leitora, fã e amiga: Não se cobre tanto. São capítulos muito grandes e muito poucos erros.
Um abraço,
Letícia.
Letícia:
Como posso te agradecer, sem me tornar repetitivo? Minha criatividade não chega a tanto, então vou escrever apenas , muito, mas muito obrigado! Mais uma vez.
O título. Assim com em quase tudo no (meu) processo narrativo, este também é fruto de tentativa e erro, de mudanças de idéias e rearranjos (D.E., D.E., D.E.). O primeiro nome era "Luz e Sombras", depois passou a ser "Entre os anões e o diplomata", até que tomou a forma final. Que bom que gostou.
Realmente Bharin tem algo a ensinar a Midler, da maneira rude e grosseira dele, mas serão lições valiosas, acredite, mas o anão também pode aprender alguma coisa (será?).
Ainda bem que as expressões dos anões estão bem colocadas. Me policio para não usá-las em demasia.
Agora vamos às sugestões, que para mim já se tornaram ordens, sobre as quais já me dou cada vez menos o direito de discordar.
- Quanto a Ohel, a ideia é realmente de passar um sentimento momentâneo e até estranho para ele. Realmente foi um problema de tempo verbal, não observado por mim na releitura (D.E.). Obrigado.
- Realmente o uso de dois "mas" em uma mesma frase causou confusão (só não ao tolo que escreveu a frase e sabia o que queria dizer e se esqueceu que devia deixar claro também para outros - D.E.). A colocação de um "e" melhora o entendimento, obrigado.
- Escrever com fome dá nisso. Comi um "o" (D.E.) e não foi o único.
- Muitas sentenças em uma mesma oração. Vou clareá-la para ficar melhor. E eu que achei que você era uma aficionada por vírgulas (brincadeira, a culpa é minha, eu sei).
- Mudança de texto não corrigida (D.E.). Agora corrigida, obrigado.
- Quanto ao uso do "a" ou do "há", confesso que também fiquei na dúvida nesta frase )na frase anterior acredito que o verbo "haver" esteja correto, por indicar um período de tempo passado, "mas havia sido há muito abandonada ou perdida", mas tenho dúvidas quanto à segunda frase. Vou (sabiamente) seguir o seu conselho.
- Outra mudança de ideia sem revisão (D.E.). muito obrigado.
Muito obrigado por toda a atenção e paciência. Comecei um novo conto, te envio quando ficar pronto.
Um abraço.
Daniel
PS: Não escrevi nenhuma “desculpas esfarrapadas”, como você me recomendou, só (D.E.).