Há muito tempo que não apareço por aqui, nos comentários. Uma vez mais torno á me desculpar por este meu completo desleixo com relação á tão bela história, como a sua o é! Por mera falta de organização pessoal, meus comentários e leituras sempre tardam a ocorrer. No entanto, não fique triste, pois, por mais que demore à comentar saiba que jamais a abandonarei em sua história, ou de qualquer outra maneira. Pode contar comigo, seja em problemas que se entrelacem à história em questão, ou de algo que queira discutir com esta leitora - um tanto confusa, porém, fiel à suas palavras.
Bem, sem mais delongas, adianto-me ao capítulo em questão. As palavras foram, de fato, rápidas e singelas. Deslizando da tela de meu computador até envolverem minha mente, na melodia inaudível que toca do instrumento de Thalía. Já tive a oportunidade de lhe dizer que sua leitura é uma das mais agradáveis que tenho o prazer de desfrutar aqui no site, e o capítulo fez jus à tais dizeres e elogios. Seu enredo me intriga, especialmente na forma como o escreves! É como se as normas gramaticais fossem-lhe tão íntimas que não há a necessidade de segui-las com tamanha veemência e perfeição, que muitos almejam - porém, sem alcançar o devido êxito -. Por diversas vezes, durante a leitura de suas palavras, pego-me imaginando como a sábia escritora colocou-se para assim, conseguir transpassar tais sentimentos por dizeres que utilizamos, no entanto, sem a mesma emoção que sinto ao deparar-me com seus textos. De fato, preciso revisar alguns pontos da história que se tornam longínquos à minha rarefeita memória. Entretanto, tal tarefa não será menos prazerosa do que imaginar todos os mistérios que cercam Ady Nower.
Falando em mistérios, este rapaz que apareceu - aliás -, estes dois homens citados no texto, mostram-se especialmente peculiares. O primeiro, referente ao colar, não consigo imaginar - ainda - seu devido papel na história. Seria ele uma personificação paterna, uma vez que parece estar em todos os lugares que a garota o necessita? Ou apenas um espectro que possui o objetivo de assombrá-la, da mesma forma que as outras criaturas que se escondem nas sombras? Já o outro rapaz, o qual atirou-se da torre do relógio, me acomete a imagem de alguém que esteja intimamente ligado à menina. Talvez em uma relação mais sentimental, imaginando-a como mulher... Quem sabe? Por fim... Não poderia me esquecer da figura que reside no interior de Thalía. Uma dupla personalidade? A salvação, ou sua completa perdição?
Deixo-a, escritora, com tais indagações. E partirei com ansiedade para o seguinte capítulo!
Atenciosamente
V.
PS: Ah! Já ia me esquecendo... Notei que usou algumas repetições neste capítulo. Creio eu que seja necessária uma pequena revisão no vocabulário. Porém, este é apenas um conselho, o qual dirijo-lhe com o único objetivo de auxiliá-la nesta tarefa da escrita. Afinal, tenho muita estima por seu talento, e sentiria-me honrada se recebesse estas palavras errantes. ^^
Como mencionei em eu comentário passado, a falta de tempo é rotina itinerante na vida de nós cidadãos. Faz parte da sociedade capitalista a busca por resultados mais rápidos e frequentes na menor quantidade de tempo. Acredito que essa busca louvável por profissões, mercados de trabalho, bolsas de estudo, dentre outros detalhes são acasos desatinos que foram colocados em nossas mentes de forma a introduzir ideias de profusão para com a busca do futuro. Pessoas lutando por seus objetivos aumenta a competitividade e torna a roleta capitalista mais abrangente e de fácil manutenção. O dia que se sentir a vontade podemos conversar sob esses aspectos. Costumo agir como Sócrates, provocar meus leitores a respostas profundas, sem, no entanto, mencionar minha ideia principal. O arraigado central é mantido, enquanto apenas filosofo por cima de seus próprios ideais.
Ambos os personagens mencionados correspondem-se, ou seja, são a mesma pessoa. Não era minha intensão respondê-la sobre isso, dando-lhe um pequeno avanço da história,mas talvez seja necessário nos próximos capítulos.
Quanto a vossas indagações, venho novamente retrucá-las por meio de pequenos detalhes. Um homem sofredor errante sob as constelações do Universo, um dia O Pequeno Príncipe viera a citar a imensidão que um jovem sofredor pode por fim atravessar passando por cima das dificuldades internas. O homem a seguir, como uma metáfora ressonante poderia substituir a ideia pragmática, poderia parecer mais do que um simples objeto de figura paterna, ou algo que vossa mente possa imaginar?
Quanto a Thalía. Esta bipolaridade poderia ser causada por ela mesma? Uma espécie de afeto interno, uma tentativa altista de não se misturar, ou de tentar ao menos se salvar do mundo ao redor? Por que a vida gira e nunca se tem um papel fundamentalmente certo, tampouco uma verdade absoluta. Já dizia Parmênides. Tudo é relativo, e chamar uma cadeira de sólida, além de dar-lhe esse nome, pode ser que esteja se tornando errônea em seus princípios, bem como aceitando que talvez o infinito possa ter uma margem de erros, ou como se ele não contivesse nada mais além do que um vácuo idílico.
Responderei sua última review, visto que hoje, por causa das aulas da Faculdade e o não estágio por muito tempo tenham trago uma inquietante Thalía na ascensão das dúvidas. Talvez eu escreva um capítulo hoje também. Mesmo assim, caso haja necessário uma conversa abrangente, estarei aqui, mande-me uma mensagem.
Quanto ao pequeno PS., peço- lhe perdão, verei imediatamente os erros. Caso eu não tenha mencionado, acabei desvirtuando por algum tempo de minhas preciosas visões -as quais um dia adquiri a ideia de que poderiam ser absolutas. Estas vieram a me deixar uma semana em profunda profusão de depressão, bem como busca por conhecimentos mais satisfatórios, sem aceitá-los como verdade absoluta. Com isso, minha escrita decai, minha inspiração se apaga e eu acabo entrando em profundo estado de despreocupação. Espero que entenda.
adorei esse capítulo.
O que mais gostei:
Gostei de tudo
O que acho que pode melhorar:
Nada... pois o captulo est perfeito.
Cara leitora,
Agradeço de verdade estas vossas palavras. Aguardo-lhe nos próximos capítulos.
Thalía.
Estimada Escritora...
Há muito tempo que não apareço por aqui, nos comentários. Uma vez mais torno á me desculpar por este meu completo desleixo com relação á tão bela história, como a sua o é! Por mera falta de organização pessoal, meus comentários e leituras sempre tardam a ocorrer. No entanto, não fique triste, pois, por mais que demore à comentar saiba que jamais a abandonarei em sua história, ou de qualquer outra maneira. Pode contar comigo, seja em problemas que se entrelacem à história em questão, ou de algo que queira discutir com esta leitora - um tanto confusa, porém, fiel à suas palavras.
Bem, sem mais delongas, adianto-me ao capítulo em questão. As palavras foram, de fato, rápidas e singelas. Deslizando da tela de meu computador até envolverem minha mente, na melodia inaudível que toca do instrumento de Thalía. Já tive a oportunidade de lhe dizer que sua leitura é uma das mais agradáveis que tenho o prazer de desfrutar aqui no site, e o capítulo fez jus à tais dizeres e elogios. Seu enredo me intriga, especialmente na forma como o escreves! É como se as normas gramaticais fossem-lhe tão íntimas que não há a necessidade de segui-las com tamanha veemência e perfeição, que muitos almejam - porém, sem alcançar o devido êxito -. Por diversas vezes, durante a leitura de suas palavras, pego-me imaginando como a sábia escritora colocou-se para assim, conseguir transpassar tais sentimentos por dizeres que utilizamos, no entanto, sem a mesma emoção que sinto ao deparar-me com seus textos. De fato, preciso revisar alguns pontos da história que se tornam longínquos à minha rarefeita memória. Entretanto, tal tarefa não será menos prazerosa do que imaginar todos os mistérios que cercam Ady Nower.
Falando em mistérios, este rapaz que apareceu - aliás -, estes dois homens citados no texto, mostram-se especialmente peculiares. O primeiro, referente ao colar, não consigo imaginar - ainda - seu devido papel na história. Seria ele uma personificação paterna, uma vez que parece estar em todos os lugares que a garota o necessita? Ou apenas um espectro que possui o objetivo de assombrá-la, da mesma forma que as outras criaturas que se escondem nas sombras? Já o outro rapaz, o qual atirou-se da torre do relógio, me acomete a imagem de alguém que esteja intimamente ligado à menina. Talvez em uma relação mais sentimental, imaginando-a como mulher... Quem sabe? Por fim... Não poderia me esquecer da figura que reside no interior de Thalía. Uma dupla personalidade? A salvação, ou sua completa perdição?
Deixo-a, escritora, com tais indagações. E partirei com ansiedade para o seguinte capítulo!
Atenciosamente
V.
PS: Ah! Já ia me esquecendo... Notei que usou algumas repetições neste capítulo. Creio eu que seja necessária uma pequena revisão no vocabulário. Porém, este é apenas um conselho, o qual dirijo-lhe com o único objetivo de auxiliá-la nesta tarefa da escrita. Afinal, tenho muita estima por seu talento, e sentiria-me honrada se recebesse estas palavras errantes. ^^
Cara Leitora,
Como mencionei em eu comentário passado, a falta de tempo é rotina itinerante na vida de nós cidadãos. Faz parte da sociedade capitalista a busca por resultados mais rápidos e frequentes na menor quantidade de tempo. Acredito que essa busca louvável por profissões, mercados de trabalho, bolsas de estudo, dentre outros detalhes são acasos desatinos que foram colocados em nossas mentes de forma a introduzir ideias de profusão para com a busca do futuro. Pessoas lutando por seus objetivos aumenta a competitividade e torna a roleta capitalista mais abrangente e de fácil manutenção. O dia que se sentir a vontade podemos conversar sob esses aspectos. Costumo agir como Sócrates, provocar meus leitores a respostas profundas, sem, no entanto, mencionar minha ideia principal. O arraigado central é mantido, enquanto apenas filosofo por cima de seus próprios ideais.
Ambos os personagens mencionados correspondem-se, ou seja, são a mesma pessoa. Não era minha intensão respondê-la sobre isso, dando-lhe um pequeno avanço da história,mas talvez seja necessário nos próximos capítulos.
Quanto a vossas indagações, venho novamente retrucá-las por meio de pequenos detalhes. Um homem sofredor errante sob as constelações do Universo, um dia O Pequeno Príncipe viera a citar a imensidão que um jovem sofredor pode por fim atravessar passando por cima das dificuldades internas. O homem a seguir, como uma metáfora ressonante poderia substituir a ideia pragmática, poderia parecer mais do que um simples objeto de figura paterna, ou algo que vossa mente possa imaginar?
Quanto a Thalía. Esta bipolaridade poderia ser causada por ela mesma? Uma espécie de afeto interno, uma tentativa altista de não se misturar, ou de tentar ao menos se salvar do mundo ao redor? Por que a vida gira e nunca se tem um papel fundamentalmente certo, tampouco uma verdade absoluta. Já dizia Parmênides. Tudo é relativo, e chamar uma cadeira de sólida, além de dar-lhe esse nome, pode ser que esteja se tornando errônea em seus princípios, bem como aceitando que talvez o infinito possa ter uma margem de erros, ou como se ele não contivesse nada mais além do que um vácuo idílico.
Responderei sua última review, visto que hoje, por causa das aulas da Faculdade e o não estágio por muito tempo tenham trago uma inquietante Thalía na ascensão das dúvidas. Talvez eu escreva um capítulo hoje também. Mesmo assim, caso haja necessário uma conversa abrangente, estarei aqui, mande-me uma mensagem.
Quanto ao pequeno PS., peço- lhe perdão, verei imediatamente os erros. Caso eu não tenha mencionado, acabei desvirtuando por algum tempo de minhas preciosas visões -as quais um dia adquiri a ideia de que poderiam ser absolutas. Estas vieram a me deixar uma semana em profunda profusão de depressão, bem como busca por conhecimentos mais satisfatórios, sem aceitá-los como verdade absoluta. Com isso, minha escrita decai, minha inspiração se apaga e eu acabo entrando em profundo estado de despreocupação. Espero que entenda.
Atenciosamente,
Thalía.