Yes! Finalmente um pouco de Dérick, os dois ficam muito lindos juntos. kkkk, o Érick devia ignorar a Drew mais vezes, só assim ela vai atrás dele reparou? Apesar de eu querer um hentai também(pervertida), adorei o cap, ficou muito lindo. Infelizmente ainda não tive a chance de ler Instrumentos Mortais, mas assim que abrir uma vaga na minha agenda vou tentar fazer essa leitura.
Estou gostando sim, tá linda e maravilhosa a fic. Momento nerd : se não me engano o ovo vem antes, kkkkkkkkk. Adorei o cap, vishhh, agora que começam as provocações.
aaaah eu sabia que eles ganhariam *-----* TEAM DERICK OO// eles formam um casal tão lindo *.* eu ameei demais o capítulo -v- A Drew dando uma de babá "Aliás, as crianças não gostam de mim e eu não gosto delas" kkk quanta sinceridade não é mesmo?! O Jace é lindo? Não, ele é muito gostoso haha já disse que eu piro nos loiros? -v- Mas voltando para o review.... Awwwn que fofo isso de cena do futuro *o* o mundo precisa de mais alguns Érick's.. Só vai atrás quando te rejeitam Drew? Sério, eu vou bater em você t.t Mas deixando asameaças de lado.. O capítulo ficou mais que perfeito *--------* (mas eu ainda quero o hentai deles -v-) Estou ansiosa pelo próximo cap! 3Bj e até logo migss ;*
O que mais gostei:
"Me fale mais sobre como é experimentar do próprio veneno" kkk morri com essa
Pra falar a a verdade quem veio 1º foi a gema do ovo '---' ela é a maior célula do mundo *---* Então foi ovo XD so muito nerd meu, tirei 10 em Matemática, Português, Interdiciplinar (São todos os assuntos juntos) e Ciencias... so muito nerd XD geek e nerd ao mesmo tempo, fodasticamente foda e.e'
Vivaaa jogos vorazes -sqn XD sei... Jogos Vorazes que tal mudarmos para.... Pensa ai '-' eu to com 13 de anemia to s
O que acontece no próximo, melhor, quando tu vai postar o próximo ? Porque, na minha nada humilde opnião, esse capitulo ficou tipo, muito bom. Eu acho que, podemos dizer a palavra "fofo" . hahaha
Owwn *-* Q fofo!! Ah, e sobre o hentai, não se preocupa naum, ok? Acho q tá cedo demais pra um, porém eu tenho umas ideias... Tipo, a Thalia e o Nico dão a loka e se agarram com agressividade e acaba rolando; Tbm tem como a annie e o percy se encontrarem, mas seria mto repetitivo; e tbm a silena e o charles, eles podem dar uma rapidinha q seria engraçado na escola kkkk Mas enfim, vc q sabe, ok? Amei o capitulo! BJos!!
Sem a presença cor-de-rosa da Silena, os conselhos constrangedores da minha mãe, e a figura patética do Litcher, a casa parecia mais um paraíso na terra.
–- Aí está você! -- ouvi a voz levemente alterada de Eleanor.
Não sei se estou em um estado "assustado" por assim dizer, ou se Eleanor realmente tinha a intenção de me assustar. Mas de qualquer forma, dei um pulo do sofá já com a respiração alterada.
–- Credo, Eleanor! Quer me matar de susto? -- reclamei.
–- Assustei você? Ah, fique sabendo que não era a minha intenção, até porquê eu preciso de você bem viva -- Eleanor acrescentou. -- Quero de um favor seu.
–- Se estiver ao meu alcance... pode falar.
–- Tenho que ir ao mercado e como você sabe meu pequeno Jace não pode ficar sozinho... Então...
Eu sabia no que aquilo iria dar. E definitivamente ser babá, nem que seja por um minuto não estava nos meus planos.
–- Se for o que eu estou pensando, a resposta é não -- me adiantei a dizer.
–- É por pouco tempo, ele não vai dar nenhum trabalho a você -- Eleanor argumentou.
–- Eu não sou boa com crianças. Aliás, as crianças não gostam de mim e eu não gosto delas -- acrescentei."
É mesmo? Eu amo bebês...
"–- Por favor, é coisa de vinte minutos."
Vinte minutos é muito tempo, sabia?
"Suspirei derrotada.
–- Tudo bem, vinte minutos e nada mais, ouviu bem?
–- Já disse que você é a melhor pessoa do mundo? -- Eleanor me deu um abraço de tirar o fôlego, e sem dizer mais nada ela saiu correndo para o cozinha.
–- Pessoas e seus interesses -- resmunguei.
Antes que eu pudesse voltar à sentar no sofá, Eleanor voltou com um bebê de colo, o cabelo escuro e os olhos levemente esverdeados. Acho que ele deveria ter aproximadamente 1 ano."
Eu gosto de bebês meninas, dá pra colocar vestidinho e acessórios :D
"–- A mamadeira dele está na cozinha, tem uma bolsa lá também com tudo que ele possa precisar e...
–- Eu sei me virar -- interrompi, já pegando o pequeno no colo. -- Prometo tentar cuidar bem dele nesse meio tempo que você vai ficar fora.
–- Ora, se você não cuidar bem dele, eu te torturo até a morte -- Eleanor disse calmamente. -- Até logo meu amor, agora você vai ficar com a sua amiguinha Drew."
Nem ligo...
"–- Me torturar até a morte? -- repeti atônita."
Foi ironia. -Ou não...-
"–- Eu não faria isso, como você é uma pessoa legal, sua morte seria rápida e indolor -- Eleanor sorriu amigávelmente. -- Enfim, volto logo."
Mas te mataria de qualquer jeito...
"Eleanor deu uma última olhada em seu filho e saiu fechando a porta com um estrondo.
–- É, agora sou só eu e você -- murmurei, enquanto enrolava alguns fios de cabelo do Jace.
–- Por que está segurando essa coisa? -- a voz irritante do Érick soou um pouco distante."
Você já foi uma "coisa", vadio!
"Olhei para cima e o vi no fim da escada. Ele encarava o bebê em meu colo com uma expressão confusa.
–- Isso não é uma coisa, Litcher, é um bebê -- respondi revirando os olhos.
Érick terminou de descer as escadas ruidosamente, e se sentou no canto mais afastado do sofá.
–- De quem ele é? -- ele perguntou, me encarando com uma das sobrancelhas arqueadas."
É meu!
"Revirei os olhos novamente.
–- É meu filho, Litcher -- respondi irônica.
–- Pobre criança, mal chegou ao mundo e já está pagando todos os pecados que provavelmente ele ainda não cometeu -- Érick disse entre risos."
Tenta de novo, não consegui rir...
"–- Sorte a sua que eu não posso me levantar daqui -- resmunguei.
–- Agora falando sério, você ainda não respondeu a minha pergunta.
–- Ele é filho da Eleanor, ela teve que ir ao mercado e não podia deixá-lo sozinho -- respondi de má vontade, colocando Jace sentado ao meu lado, ele por sua vez começou a tentar morder o próprio pé.
Em resposta, Érick murmurou um "Legal", mas continuou encarando o bebê.
–- É engraçado -- ele disse do nada.
–- O quê?
–- Ele está tentando morder o próprio pé -- Érick apontou para o pequeno Jace."
Agora eu ri!
"–- Ele é um bebê, bebês fazem isso -- eu disse.
–- Nem todos. Tenho certeza de que eu, na idade dele não fazia isso -- Érick argumentou.
–- Ah, me polpe, Litcher. Quer dizer que com 1 ano de idade você resolvia equações?
Érick fez menção de que iria responder, mas ele foi interrompido pelo choro estridente do Jace. Rapidamente o peguei no colo e me levantei.
–- Ah não chore, pequenino -- comecei a andar pela sala, mas parecia que só estava piorando a situação. -- Por favor Jace, o que você quer? Está com fome?
–- Estou com muita fome titia Drew -- Érick fez uma voz fina e engraçada. -- Fala sério, Drew! Achei que fosse um pouco mais esperta. Ele mal sabe falar "gugu dadá" e você está mesmo esperando que ele diga se está com fome ou não?"
Eu nunca vi nenhum bebê falar "gugu dadá"...
"–- Cala a boca, Litcher! Não está ajudando em nada -- esbravejei, o que fez piorar a situação, pois Jace começou a se debater em meu colo.
Droga, eu já estava entrando em desespero.
–- É, acho que ele não gosta de você, Drew -- Érick disse rindo da cena.
Eu ia responder, mas uma ideia melhor me ocorreu.
–- Vou buscar a sua mamadeira, Jace. Fique aqui com o titio Litcher.
Érick que ria frenéticamente sentado no sofá, se levantou do mesmo com um pulo.
–- Titio Litcher? Ah não, fique com esse alarme de carro bem longe de mim -- Érick respondeu com um certo desespero."
Alarme de carro?
"–- É rápido -- entreguei o Jace ao Litcher que o segurou desajeitadamente. -- Volto já.
Deixei a sala com o som do choro do Jace e alguns xingamentos do Érick, que na hora resolvi relevar, e segui em direção a cozinha.
Encima da mesa estava a bolsa que Eleanor havia falado e ao lado, uma mamadeira. A peguei e já percebendo que o leite estava frio, coloquei-a no microondas.
Esperei alguns minutos e retirei a mamadeira do micrrondas. Coloquei o leite na parte de trás da minha mão.
Droga, quente demais.
Esperei mais alguns longos e tortuosos minutos com um barulho estranho.
Silêncio.
Esse era o barulho estranho.
Ah merda, o Litcher matou o Jace."
E você é a responsável por isso e vai morrer!
"Com esse pensamento, peguei a mamadeira e corri até a sala.
Chegando lá encontrei uma cena que definitivamente eu não esperava.
–- Sabe, você até que é legal -- Érick concluiu enquanto olhava Jace brincar com suas mãos. -- É, mas eu devo dizer que homens não choram -- Jace o olhou confuso ou talvez questionador. -- Tudo bem, choram um pouco, mas por motivos nobres, que normalmente é por perdas de entes queridos, situações ruins e em último caso por garotas.
Jace continuou brincando com as mãos do Érick, como se aquilo fosse a coisa mais divertida a se fazer.
–- Quando você estiver maiorzinho vai conhecer uma garota e vai se apaixonar pela mesma. E se ela corresponder, ótimo, vocês viverão felizes para sempre, mas se ela não corresponder... aí vem a parte de chorar. Meio gay não acha? -- Érick fez uma pausa e continuou. -- O que é gay? Ah, isso você vai aprender quando estiver um pouquinho maior. O fato é que eu sei como é essa situação de amor não correspondido. Vou contar um segredo, que técnicamente não é muito um segredo. Sabe a titia Drew? Então, eu gosto dela e ela não gosta de mim."
É sério que você está falando com um bebê?
"Em resposta Jace soltou uma risadinha contagiante.
–- Rir da desgraça alheia é maravilhoso não é? Pode parar -- Érick o repreendeu, mas em seu tom de voz havia um certo divertimento. -- Mas já que tocamos no assunto "Drew", por quê será que ela está demorando tanto?
Antes que ele pudesse me perceber ali, fui até o meio da sala e coloquei a mamadeira na mesa de centro.
–- Pelo menos fez ele parar de chorar -- eu disse ao Érick, e logo peguei o Jace no colo.
–- Fiz uma coisa que você não foi capaz de fazer -- Érick disse em tom desafiador.
Revirei os olhos e comecei a balançar o pequeno Jace, que por sua vez pareceu estar começando a pegar no sono.
Meu olhar logo fixou-se no braço do Litcher, que ainda estava enfaixado.
–- O seu braço... está melhor?
–- Preocupada comigo? -- Érick respondeu com outra pergunta."
Não. É para machucá-lo outra vez, sabe?...
"–- Eu? Preocupada com você? -- ri nervosamente. -- Não me faça rir, só perguntei porquê não quero ver mais os seus chiliquês por um cortizinho de nada.
–- É, você não sabe mentir. Mas respondendo a sua pergunta, está melhor sim, obrigada pela preocupação -- ele agradeceu.
–- Preocupação? É um iludido da vida mesmo -- revirei os olhos.
Érick sorriu de lado e se esparramou no sofá.
Jace havia se acomodado no meu colo e estava em um sono tranquilo. Para que ele não acordasse, sentei-me no sofá cuidadosamente.
–- Parece que estou vendo uma cena do futuro -- Érick disse quebrando o silêncio.
–- Cena do futuro? -- questionei.
–- É, você embalando o sono do nosso filho -- ele completou."
Ri de novo! Mas ela não deve ter gostado...
"–- Idiota.
–- Idiota que te ama -- ele acrescentou.
–- Amor clichê e pegajoso esse -- observei.
–- Sabe, não sei mais o que eu posso fazer pra você gostar de mim -- Érick disse triste.
–- Ficar bem longe seria uma boa opção -- sugeri.
–- Acho que você sentiria falta da minha presença -- ouvi a voz do Érick ao meu lado, para ser mais exata, ao pé do meu ouvido.
–- Não quero que o bebê acorde -- falei.
–- Por isso estou falando baixo -- ele sussurrou mais uma vez.
A porta se abriu com um estrondo e uma voz conhecida soou pela sala.
–- A fila do mercado estava horrível! -- Eleanor exclamou. Eu nunca pensei que a voz dela fosse ser tão bem-vinda naquele momento. -- Então, cuidou bem do meu pequeno Jace?
–- Ele foi um anjo -- me levantei do sofá e tratei de entregar o bebê à sua mãe."
AGORA, LEVA ESSA PORRA PARA LONGE DE MIM! Obrigada...
"Corri até a escada, e logo cheguei ao meu quarto, o trancando como se eu estivesse sendo perseguida por alguém.
E talvez estivesse.
Foi quando um conhecido "toc-toc" interrompeu meus pensamentos.
–- Não Érick. Você não pode entrar -- falei já sabendo que era ele do outro lado da porta.
–- Preciso falar uma coisa, é importante.
–- E por quê a porta tem que estar aberta pra você falar? -- questionei.
–- Abre a porta Drew, é sério -- ele insistiu.
Revirei os olhos e fui até a porta. E depois de girar a chave duas vezes a abri.
Érick entrou no quarto e foi logo se sentando na minha cama.
–- E então? Diz logo, quero você fora da minha cama o mais rápido possível.
–- Só quero saber por que você me odeia -- Érick disse ríspido.
–- Você acha mesmo que eu me daria ao trabalho de sentir algo por você, Litcher? -- perguntei -- Mesmo que seja apenas ódio -- acrescentei.
–- Então eu não represento nada pra você, certo? -- Érick perguntou, esperando uma confirmação.
–- Isso mesmo, meu caro -- confirmei.
–- Bom, acho que esse é aquele momento em que eu digo: Desisto.
Ele se levantou da minha cama e foi em direção à porta.
–- Desisto? -- repeti confusa.
–- Sei lá, acho que cansei. Juro que eu tentei levar tudo na brincadeira, as suas irônias, ofensas e tudo mais -- Érick suspirou e deu um sorriso de lado. -- Mas uma hora cansa, sabe?
–- Nunca lhe dei esperança alguma -- acrescentei.
Droga Drew por quê diabos você está falando isso?
Érick bateu palma duas vezes.
–- É, parabéns. Me queria longe, não é mesmo? Pois bem, você conseguiu, Tanaka.
E com essa frase, ele saiu do quarto. O último barulho que escutei, foi a porta do quarto de hóspede fechar ruidosamente.
Bom, eu consegui.
Ele não vai mais me pertubar ou correr atrás de mim. Era isso que eu queria. Ou pelo menos eu achava que queria.
E por quê eu estou triste agora?
Vida de merda que eu tenho.
Eu deveria tomar uma atitude. Sei lá, talvez pedir desculpas, mas pelo o quê?
"Por ser tão... Drew, conta?" minha consciência sugeriu."
Oh, droga! Ela deu pra falar sozinha de novo...
"Nossa, você quer dizer que eu tenho que pedir desculpas por ser eu mesma?
"Isso mesmo! Vejam só você está bem mais espertinha"
Nós sabemos, digo, eu sei que em hipótese alguma um pedido de desculpas sairia da minha boca.
"Depois que o Érick apareceu, esse seu conceitozinho de merda, foi por água abaixo, minha cara. E antes que comecemos uma daquelas nossas briguinhas - que por sinal eu sempre ganho - vá logo pedir desculpas para o Érick!"
Hora de me humilhar.
"Deixa de ser dramática e vá logo, o tempo está passando!" minha consciência reclamou.
Você disse que não iria falar mais nada, consciência pertubada.
"Vou deixar pra respondê-la depois, agora vá logo porra!"
Revirei os olhos e respirei fundo pra ver se a coragem me aparecia. Droga, pedir desculpas por uma coisa que você mal sabe o motivo não é fácil.
Saí do meu quarto e me detive quando me deparei com aquela conhecida porta de madeira branca. Fiquei alguns segundos ali, parada, com um certo receio de falar com ele.
–-... ótimo, só vou arrumar as minhas coisas e daqui há quinze minutos eu estou aí -- ouvi a voz do Érick, provavelmente ele estava falando com alguém no celular. -- Conto depois. Não Nico, ela não tentou me agredir -- ele fez uma pausa e continuou. -- Estou com todos os ossos no lugar... então até daqui a pouco."
Bom saber o que o Nico pensa de você, não é?
"Depois disso bati duas vezes na porta.
–- Está aberta -- Érick falou.
Hesitante girei a maçaneta e abri a porta.
O quarto estava uma bagunça. As portas do guarda-roupas estavam todas aberta, e encima da cama desarrumada estava uma mala, onde o Érick colocava as roupas de qualquer jeito.
–- Ah, é você -- ele concluiu assim que localizou o meu rosto.
Ele não pareceu satisfeito com a minha presença. Talvez eu devesse voltar para o meu quarto e fingir que nada aconteceu.
–- Você vai embora? -- foi a única coisa que consegui falar, ou melhor, perguntar. Uma pergunta que por sinal foi a mais idiota.
–- Sei quando não sou bem-vindo -- Érick disse. Indiretas, ah, como eu as odeio.
–- Litcher -- chamei.
–- Estou ouvindo -- ele continuou colocando as suas roupas na mala.
–- Olhe pra mim, Érick–- insisti."
Érick? Como assim, Érick?
"–- Já disse que estou ouvindo, Tanaka–- ele afirmou.
–- Me chamou de Tanaka por quê?
–- Chamá-la pelo primeiro nome pareceria que temos algum tipo de intímidade, que no caso, não temos -- ele rebateu.
"Me fale mais sobre como é experimentar do próprio veneno" minha consciência zombou.
Resolvi não entrar em uma discussão comigo mesma. Não agora.
Érick continuou indiferente em relação à minha presença ali no quarto. Aquilo estava me irritando, não sei dizer o porquê.
Fui até ele e puxei o seu braço, para ver se assim eu recebia algum tipo de atenção.
–- Será que dá pra parar de se fazer de indiferente e me ouvir?
Litcher rolou os olhos e cruzou os braços, esperando o que eu iria falar.
–- Quero pedir desculpas -- informei.
–- Por...?
–- Acho que fui meio... indelicada com você."
Meio? Meio? Tem certeza que foi só meio indelicada com ele?
"–- Indelicada? -- Érick repetiu com uma das sobrancelhas arqueadas.
–- Pra ser sincera eu não sei por quê estou pedindo desculpas. Só sei que... não quero que você vá embora -- admiti.
–- Sentiria falta de mim? Ou sentiria falta de brigar comigo? -- Ele perguntou com um sorriso presunçoso.
–- Acho que sentiria falta dos dois.
–- Então essa é uma confissão de que você não vive sem mim? -- ele perguntou sério. Mas havia um certo divertimento em sua voz. -- Ora, claro que é uma confissão! Até me chamou de Érick.
–- Eu te chamei de Érick? Você deve ter ouvido muito mal, Litcher -- rebati.
–- Me chamou de Érick sim! Tenho boa audição, sabia?
–- Então você deve estar tendo alucinações. Drogas causam isso sabia? Uma alimentação ruim também, você começa a ter vislumbres de uma coisa que você quer que aconteça.
Nos encaramos por alguns segundos, mas uma risada espontânea acabou quebrando aquele momento sério.
–- Sentiria falta disso -- Érick admitiu.
–- Eu também -- concordei.
–- Então... vou fazer aquela mesma pergunta. O que de fato eu represento pra você?
–- Bom -- fiz uma pausa, tentando escolher as palavras certas. -- Você é um idiota que apareceu na minha vida, um hóspede inoportuno, um cara que eu não tenho vontade de torturar.. E hã... Sei lá, Érick. Talvez eu goste de você."
Talvez? Talvez? Só talvez você goste dele?
"–- Gosta de mim como amigo? -- ele questionou.
–- Mais que um amigo -- murmurei. Mas acho que ele ouviu, pois vi um sorriso ainda maior surgir em seus lábios. -- Mas eu disse talvez, não dei nenhuma certeza.
–- Você não vai mudar mesmo né?"
Esse é o charme dela! E você gosta! Confesse!
"–- Pode ter certeza de que vou continuar com esse meu maravilhoso jeito de ser -- afirmei.
–- Ainda bem que você tem uma boa auto-estima -- Érick brincou.
Ficamos em uma troca de olhares e sorrisos, que incrívelmente pareciam melhores do que uma boa discussão entre nós.
–- Érick! Abre a porta -- ouvi a voz da Silena do lado de fora.
–- Silena?
–- Não idiota, é a fada do dente -- Silena irônizou, eu pudia vê-la revirando os olhos naquele momento. -- Abre logo aporta!
–- Está aberta -- Érick gritou.
A porta foi empurrada e dela surgiu a minha meia-irmã.
–- Você sabe onde a Drew...-- a frase ficou na metade quando ela me encontrou ali -- Drew?
–- Não, sou um gnomo em versão maior -- revirei os olhos."
Não consegui rir. Tenta de novo?
"–- Nossa, você é tão engraçada quanto uma maçaneta -- Silena rolou os olhos. -- Estou atrapalhando alguma coisa?"
Agora eu ri!
"–- Atrapalhando? Claro que não, vamos sair logo daqui. A presença do Litcher me encomoda -- empurrei Silena para fora do quarto. Ela começou a andar pelo corredor, tagarelando como uma doida, e mal percebendo que eu havia ficado para trás.
Logo senti duas mãos conhecida enroscarem em minha cintura.
–- A minha presença te incomoda? -- ele perguntou em um sussurro, que pessoalmente, eu adorava.
–- Incomoda, e muito -- menti, retirando suas mãos da minha cintura.
E antes que ele pudesse tentar mais alguma coisa, o empurrei contra a parede.
–- Drew, se perdeu aí encima? -- Silena gritou.
–- Vejo você depois, Litcher -- me despedi, fazendo menção de que iria beijá-lo, mas acabei dando um beijo em sua bochecha.
Confesso que foi engraçado ver a sua expressão de decepção.
–- Já estou indo, Silena! -- gritei, dando as costas para ele.
–- Eu também sei jogar, Tanaka -- Érick desafiou.
Me virei e vi que ele ainda continuava no mesmo lugar onde o deixei.
–- Então que os jogos comecem, Litcher -- anunciei."
Isso meio que Jogos Mortais...
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Já vi que você gosta de ajudar as pessoas...
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Doce é tão... doce! Me enjoa! Ah, e eu amo água e café, só pra constar...
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Instrumentos Mortais? AHHHHH!... Nunca ouvi falar...
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Acho que é a galinha. Deus fez primeiro os animais, né...
Não teve Charlena =(, não teve hentai =( Peninha...
Anyway, esse capítulo ficou divonicamente fodastico *o* Que pena que um hentai mudaria o rumo da história... Mas sei lá, faz tipo, eles bebendo, ai eles vão pra uma cama e depois nem lembram o que aconteceu, ou faz eles sonharem um com o outro fazendo o que é impróprio para menores, que talvez lerão meu review, então melhorar não usar muita linguagem desse tipo... Mas enfiiim, não teve hentai. Peninha. Mas teve romance!! Yayaaaaayayayayay! Vick adora romance ♥
"Me fale mais sobre como é experimentar do próprio veneno" minha consciência já disse uma vez isso pra mim! Juro, não to brincando! Hahahahha Ah mas, po consciência da Drew, era só uma brincadeira. E além do mais... Se ela parar de chamar ele pelo sobrenome, ele vai até sentir falta! Tenho conhecimento nisso u.u Hahahahahahah
Bem que a Silena poderia ter visto essa ceninha entre eles, enquanto tava esperando a Drew. Tipo espiã Silena sabe. Hahahahahahahahaha, caiu a ficha só agora do espiã, mas enfim, vou mudar a palavra... Tipo na espreita sabe. Ai ela da uma esquentada nesses jogos :3 Tipo os bilhetes com Thalico... Mas tem que ter hentai na história :3
*jogos mortais*Então que os jogos comecem -Muahahaahahah cofcof*-
Se bem que... Envolve a Drew então... Jogos Mortais é uma boa... Ó, se isso virar nome de capítulo, quero créditos viu? Hahahhaha brincadeira.
*Galinha vem primeiro*
É poooovooo, cade recomendação aqui?? Não to vendo... Cadê?? Hunf*
Amei o cap flower!! Muito lindjo *.* Mas quero outros shipps... Thalico... Percabeth...Charlena...Dérick... Argh, é muita coisa pra pouco capítulo!! Quero todos u.u
Sem discussão u.u
:X u.u
Ok, agora vou indo Hahahhaha, já enchi seu saco nesse capítulo.
heyhey oieee hahahahhahaha
ameeei o capituloo hahahhahah fiquei tipo muitoo feliz quando voce fez o capitulo de derick!!! foi mais ou mesnos assim
HAHAHHAHA ELA FEZ DE DERICK ELA FEZ DE DERICK LALALALALA EU VOTEI PRA SER ELES HAHAHHAH EU AMO MUITO ELES!!!!!!!!!
so mais ou menos hahahhahahahaha
sla, acho que eles sao o casal que eu to gostando mais na fic!!!
talves que sabe um dia, voce possa fazer um outro capitulo bonus com charlena!! hahahhahaha ja falei que eu tambem AMOOOO DEMAIS CHARLENA??? pois é...
enfim, ameeei muitoo o capitulooo e o erick nao vai embora, ne?? e esse de que os jogos comecem!! ameeei muitooo hahahahahhaha
to loca pro proximo capituloo hahahha
ate lá
beijinhos doces sweethart
DÉRICK É O PODER OOOOO/
Olha só a indireta... ashuahsuhas
Que os jogos comecem muahahahahhahaha
Beijooocas fofa!
Yes! Finalmente um pouco de Dérick, os dois ficam muito lindos juntos. kkkk, o Érick devia ignorar a Drew mais vezes, só assim ela vai atrás dele reparou? Apesar de eu querer um hentai também(pervertida), adorei o cap, ficou muito lindo. Infelizmente ainda não tive a chance de ler Instrumentos Mortais, mas assim que abrir uma vaga na minha agenda vou tentar fazer essa leitura.
Estou gostando sim, tá linda e maravilhosa a fic. Momento nerd : se não me engano o ovo vem antes, kkkkkkkkk. Adorei o cap, vishhh, agora que começam as provocações.
Team Dérick oo/
Leitora super puritana ashuahsuahsuas só que não u.u
O Jace é muito... nossa ~ le calor ~ ashuahsuahusas
Minha pergunta sobre o ovo e galinha foi super f*** ashuahsuas
*-*
u.u
aaaah eu sabia que eles ganhariam *-----*
TEAM DERICK OO//
eles formam um casal tão lindo *.* eu ameei demais o capítulo -v-
A Drew dando uma de babá "Aliás, as crianças não gostam de mim e eu não gosto delas" kkk quanta sinceridade não é mesmo?!
O Jace é lindo? Não, ele é muito gostoso haha já disse que eu piro nos loiros? -v-
Mas voltando para o review....
Awwwn que fofo isso de cena do futuro *o* o mundo precisa de mais alguns Érick's.. Só vai atrás quando te rejeitam Drew? Sério, eu vou bater em você t.t Mas deixando asameaças de lado.. O capítulo ficou mais que perfeito *--------* (mas eu ainda quero o hentai deles -v-)
Estou ansiosa pelo próximo cap!
3Bj e até logo migss ;*
O que mais gostei:
"Me fale mais sobre como é experimentar do próprio veneno" kkk morri com essa
TEAAAAAAAAAAAAAM DÉRICK OOOOOOOOOOO/
O Jace é o meu tesão ashuahsuahushas mas voltando...
Precisa de milhares de Érick né .-.
Bj migs u.u
oww*-* q fofo dessa vez Drew ñ usouu facas ! ainda bem né litcher. kkkk
ashuahsuhaus ainda bem mesmo u.u
u.u
Pra falar a a verdade quem veio 1º foi a gema do ovo '---' ela é a maior célula do mundo *---* Então foi ovo XD so muito nerd meu, tirei 10 em Matemática, Português, Interdiciplinar (São todos os assuntos juntos) e Ciencias... so muito nerd XD geek e nerd ao mesmo tempo, fodasticamente foda e.e'
Vivaaa jogos vorazes -sqn XD sei... Jogos Vorazes que tal mudarmos para.... Pensa ai '-' eu to com 13 de anemia to s
Ai eu piro no Gale, sério, não sei como tem gente que gosta do Peeta dos jogos vorazes .-.
O que acontece no próximo, melhor, quando tu vai postar o próximo ? Porque, na minha nada humilde opnião, esse capitulo ficou tipo, muito bom. Eu acho que, podemos dizer a palavra "fofo" . hahaha
Beijoos.
Awwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwn leitora nova que vai me abandonar em breve ashuahsuhaushas ai ai.
Owwn *-* Q fofo!! Ah, e sobre o hentai, não se preocupa naum, ok? Acho q tá cedo demais pra um, porém eu tenho umas ideias... Tipo, a Thalia e o Nico dão a loka e se agarram com agressividade e acaba rolando; Tbm tem como a annie e o percy se encontrarem, mas seria mto repetitivo; e tbm a silena e o charles, eles podem dar uma rapidinha q seria engraçado na escola kkkk Mas enfim, vc q sabe, ok? Amei o capitulo! BJos!!
Uma leitora que me entende \ooooooooooooooooooooooooooooooo/
kkkkkkkkkkkk cara, que imaginação o.O
Bjss
"P.O.V Drew
Sem a presença cor-de-rosa da Silena, os conselhos constrangedores da minha mãe, e a figura patética do Litcher, a casa parecia mais um paraíso na terra.
–- Aí está você! -- ouvi a voz levemente alterada de Eleanor.
Não sei se estou em um estado "assustado" por assim dizer, ou se Eleanor realmente tinha a intenção de me assustar. Mas de qualquer forma, dei um pulo do sofá já com a respiração alterada.
–- Credo, Eleanor! Quer me matar de susto? -- reclamei.
–- Assustei você? Ah, fique sabendo que não era a minha intenção, até porquê eu preciso de você bem viva -- Eleanor acrescentou. -- Quero de um favor seu.
–- Se estiver ao meu alcance... pode falar.
–- Tenho que ir ao mercado e como você sabe meu pequeno Jace não pode ficar sozinho... Então...
Eu sabia no que aquilo iria dar. E definitivamente ser babá, nem que seja por um minuto não estava nos meus planos.
–- Se for o que eu estou pensando, a resposta é não -- me adiantei a dizer.
–- É por pouco tempo, ele não vai dar nenhum trabalho a você -- Eleanor argumentou.
–- Eu não sou boa com crianças. Aliás, as crianças não gostam de mim e eu não gosto delas -- acrescentei."
É mesmo? Eu amo bebês...
"–- Por favor, é coisa de vinte minutos."
Vinte minutos é muito tempo, sabia?
"Suspirei derrotada.
–- Tudo bem, vinte minutos e nada mais, ouviu bem?
–- Já disse que você é a melhor pessoa do mundo? -- Eleanor me deu um abraço de tirar o fôlego, e sem dizer mais nada ela saiu correndo para o cozinha.
–- Pessoas e seus interesses -- resmunguei.
Antes que eu pudesse voltar à sentar no sofá, Eleanor voltou com um bebê de colo, o cabelo escuro e os olhos levemente esverdeados. Acho que ele deveria ter aproximadamente 1 ano."
Eu gosto de bebês meninas, dá pra colocar vestidinho e acessórios :D
"–- A mamadeira dele está na cozinha, tem uma bolsa lá também com tudo que ele possa precisar e...
–- Eu sei me virar -- interrompi, já pegando o pequeno no colo. -- Prometo tentar cuidar bem dele nesse meio tempo que você vai ficar fora.
–- Ora, se você não cuidar bem dele, eu te torturo até a morte -- Eleanor disse calmamente. -- Até logo meu amor, agora você vai ficar com a sua amiguinha Drew."
Nem ligo...
"–- Me torturar até a morte? -- repeti atônita."
Foi ironia. -Ou não...-
"–- Eu não faria isso, como você é uma pessoa legal, sua morte seria rápida e indolor -- Eleanor sorriu amigávelmente. -- Enfim, volto logo."
Mas te mataria de qualquer jeito...
"Eleanor deu uma última olhada em seu filho e saiu fechando a porta com um estrondo.
–- É, agora sou só eu e você -- murmurei, enquanto enrolava alguns fios de cabelo do Jace.
–- Por que está segurando essa coisa? -- a voz irritante do Érick soou um pouco distante."
Você já foi uma "coisa", vadio!
"Olhei para cima e o vi no fim da escada. Ele encarava o bebê em meu colo com uma expressão confusa.
–- Isso não é uma coisa, Litcher, é um bebê -- respondi revirando os olhos.
Érick terminou de descer as escadas ruidosamente, e se sentou no canto mais afastado do sofá.
–- De quem ele é? -- ele perguntou, me encarando com uma das sobrancelhas arqueadas."
É meu!
"Revirei os olhos novamente.
–- É meu filho, Litcher -- respondi irônica.
–- Pobre criança, mal chegou ao mundo e já está pagando todos os pecados que provavelmente ele ainda não cometeu -- Érick disse entre risos."
Tenta de novo, não consegui rir...
"–- Sorte a sua que eu não posso me levantar daqui -- resmunguei.
–- Agora falando sério, você ainda não respondeu a minha pergunta.
–- Ele é filho da Eleanor, ela teve que ir ao mercado e não podia deixá-lo sozinho -- respondi de má vontade, colocando Jace sentado ao meu lado, ele por sua vez começou a tentar morder o próprio pé.
Em resposta, Érick murmurou um "Legal", mas continuou encarando o bebê.
–- É engraçado -- ele disse do nada.
–- O quê?
–- Ele está tentando morder o próprio pé -- Érick apontou para o pequeno Jace."
Agora eu ri!
"–- Ele é um bebê, bebês fazem isso -- eu disse.
–- Nem todos. Tenho certeza de que eu, na idade dele não fazia isso -- Érick argumentou.
–- Ah, me polpe, Litcher. Quer dizer que com 1 ano de idade você resolvia equações?
Érick fez menção de que iria responder, mas ele foi interrompido pelo choro estridente do Jace. Rapidamente o peguei no colo e me levantei.
–- Ah não chore, pequenino -- comecei a andar pela sala, mas parecia que só estava piorando a situação. -- Por favor Jace, o que você quer? Está com fome?
–- Estou com muita fome titia Drew -- Érick fez uma voz fina e engraçada. -- Fala sério, Drew! Achei que fosse um pouco mais esperta. Ele mal sabe falar "gugu dadá" e você está mesmo esperando que ele diga se está com fome ou não?"
Eu nunca vi nenhum bebê falar "gugu dadá"...
"–- Cala a boca, Litcher! Não está ajudando em nada -- esbravejei, o que fez piorar a situação, pois Jace começou a se debater em meu colo.
Droga, eu já estava entrando em desespero.
–- É, acho que ele não gosta de você, Drew -- Érick disse rindo da cena.
Eu ia responder, mas uma ideia melhor me ocorreu.
–- Vou buscar a sua mamadeira, Jace. Fique aqui com o titio Litcher.
Érick que ria frenéticamente sentado no sofá, se levantou do mesmo com um pulo.
–- Titio Litcher? Ah não, fique com esse alarme de carro bem longe de mim -- Érick respondeu com um certo desespero."
Alarme de carro?
"–- É rápido -- entreguei o Jace ao Litcher que o segurou desajeitadamente. -- Volto já.
Deixei a sala com o som do choro do Jace e alguns xingamentos do Érick, que na hora resolvi relevar, e segui em direção a cozinha.
Encima da mesa estava a bolsa que Eleanor havia falado e ao lado, uma mamadeira. A peguei e já percebendo que o leite estava frio, coloquei-a no microondas.
Esperei alguns minutos e retirei a mamadeira do micrrondas. Coloquei o leite na parte de trás da minha mão.
Droga, quente demais.
Esperei mais alguns longos e tortuosos minutos com um barulho estranho.
Silêncio.
Esse era o barulho estranho.
Ah merda, o Litcher matou o Jace."
E você é a responsável por isso e vai morrer!
"Com esse pensamento, peguei a mamadeira e corri até a sala.
Chegando lá encontrei uma cena que definitivamente eu não esperava.
–- Sabe, você até que é legal -- Érick concluiu enquanto olhava Jace brincar com suas mãos. -- É, mas eu devo dizer que homens não choram -- Jace o olhou confuso ou talvez questionador. -- Tudo bem, choram um pouco, mas por motivos nobres, que normalmente é por perdas de entes queridos, situações ruins e em último caso por garotas.
Jace continuou brincando com as mãos do Érick, como se aquilo fosse a coisa mais divertida a se fazer.
–- Quando você estiver maiorzinho vai conhecer uma garota e vai se apaixonar pela mesma. E se ela corresponder, ótimo, vocês viverão felizes para sempre, mas se ela não corresponder... aí vem a parte de chorar. Meio gay não acha? -- Érick fez uma pausa e continuou. -- O que é gay? Ah, isso você vai aprender quando estiver um pouquinho maior. O fato é que eu sei como é essa situação de amor não correspondido. Vou contar um segredo, que técnicamente não é muito um segredo. Sabe a titia Drew? Então, eu gosto dela e ela não gosta de mim."
É sério que você está falando com um bebê?
"Em resposta Jace soltou uma risadinha contagiante.
–- Rir da desgraça alheia é maravilhoso não é? Pode parar -- Érick o repreendeu, mas em seu tom de voz havia um certo divertimento. -- Mas já que tocamos no assunto "Drew", por quê será que ela está demorando tanto?
Antes que ele pudesse me perceber ali, fui até o meio da sala e coloquei a mamadeira na mesa de centro.
–- Pelo menos fez ele parar de chorar -- eu disse ao Érick, e logo peguei o Jace no colo.
–- Fiz uma coisa que você não foi capaz de fazer -- Érick disse em tom desafiador.
Revirei os olhos e comecei a balançar o pequeno Jace, que por sua vez pareceu estar começando a pegar no sono.
Meu olhar logo fixou-se no braço do Litcher, que ainda estava enfaixado.
–- O seu braço... está melhor?
–- Preocupada comigo? -- Érick respondeu com outra pergunta."
Não. É para machucá-lo outra vez, sabe?...
"–- Eu? Preocupada com você? -- ri nervosamente. -- Não me faça rir, só perguntei porquê não quero ver mais os seus chiliquês por um cortizinho de nada.
–- É, você não sabe mentir. Mas respondendo a sua pergunta, está melhor sim, obrigada pela preocupação -- ele agradeceu.
–- Preocupação? É um iludido da vida mesmo -- revirei os olhos.
Érick sorriu de lado e se esparramou no sofá.
Jace havia se acomodado no meu colo e estava em um sono tranquilo. Para que ele não acordasse, sentei-me no sofá cuidadosamente.
–- Parece que estou vendo uma cena do futuro -- Érick disse quebrando o silêncio.
–- Cena do futuro? -- questionei.
–- É, você embalando o sono do nosso filho -- ele completou."
Ri de novo! Mas ela não deve ter gostado...
"–- Idiota.
–- Idiota que te ama -- ele acrescentou.
–- Amor clichê e pegajoso esse -- observei.
–- Sabe, não sei mais o que eu posso fazer pra você gostar de mim -- Érick disse triste.
–- Ficar bem longe seria uma boa opção -- sugeri.
–- Acho que você sentiria falta da minha presença -- ouvi a voz do Érick ao meu lado, para ser mais exata, ao pé do meu ouvido.
–- Não quero que o bebê acorde -- falei.
–- Por isso estou falando baixo -- ele sussurrou mais uma vez.
A porta se abriu com um estrondo e uma voz conhecida soou pela sala.
–- A fila do mercado estava horrível! -- Eleanor exclamou. Eu nunca pensei que a voz dela fosse ser tão bem-vinda naquele momento. -- Então, cuidou bem do meu pequeno Jace?
–- Ele foi um anjo -- me levantei do sofá e tratei de entregar o bebê à sua mãe."
AGORA, LEVA ESSA PORRA PARA LONGE DE MIM! Obrigada...
"Corri até a escada, e logo cheguei ao meu quarto, o trancando como se eu estivesse sendo perseguida por alguém.
E talvez estivesse.
Foi quando um conhecido "toc-toc" interrompeu meus pensamentos.
–- Não Érick. Você não pode entrar -- falei já sabendo que era ele do outro lado da porta.
–- Preciso falar uma coisa, é importante.
–- E por quê a porta tem que estar aberta pra você falar? -- questionei.
–- Abre a porta Drew, é sério -- ele insistiu.
Revirei os olhos e fui até a porta. E depois de girar a chave duas vezes a abri.
Érick entrou no quarto e foi logo se sentando na minha cama.
–- E então? Diz logo, quero você fora da minha cama o mais rápido possível.
–- Só quero saber por que você me odeia -- Érick disse ríspido.
–- Você acha mesmo que eu me daria ao trabalho de sentir algo por você, Litcher? -- perguntei -- Mesmo que seja apenas ódio -- acrescentei.
–- Então eu não represento nada pra você, certo? -- Érick perguntou, esperando uma confirmação.
–- Isso mesmo, meu caro -- confirmei.
–- Bom, acho que esse é aquele momento em que eu digo: Desisto.
Ele se levantou da minha cama e foi em direção à porta.
–- Desisto? -- repeti confusa.
–- Sei lá, acho que cansei. Juro que eu tentei levar tudo na brincadeira, as suas irônias, ofensas e tudo mais -- Érick suspirou e deu um sorriso de lado. -- Mas uma hora cansa, sabe?
–- Nunca lhe dei esperança alguma -- acrescentei.
Droga Drew por quê diabos você está falando isso?
Érick bateu palma duas vezes.
–- É, parabéns. Me queria longe, não é mesmo? Pois bem, você conseguiu, Tanaka.
E com essa frase, ele saiu do quarto. O último barulho que escutei, foi a porta do quarto de hóspede fechar ruidosamente.
Bom, eu consegui.
Ele não vai mais me pertubar ou correr atrás de mim. Era isso que eu queria. Ou pelo menos eu achava que queria.
E por quê eu estou triste agora?
Vida de merda que eu tenho.
Eu deveria tomar uma atitude. Sei lá, talvez pedir desculpas, mas pelo o quê?
"Por ser tão... Drew, conta?" minha consciência sugeriu."
Oh, droga! Ela deu pra falar sozinha de novo...
"Nossa, você quer dizer que eu tenho que pedir desculpas por ser eu mesma?
"Isso mesmo! Vejam só você está bem mais espertinha"
Nós sabemos, digo, eu sei que em hipótese alguma um pedido de desculpas sairia da minha boca.
"Depois que o Érick apareceu, esse seu conceitozinho de merda, foi por água abaixo, minha cara. E antes que comecemos uma daquelas nossas briguinhas - que por sinal eu sempre ganho - vá logo pedir desculpas para o Érick!"
Hora de me humilhar.
"Deixa de ser dramática e vá logo, o tempo está passando!" minha consciência reclamou.
Você disse que não iria falar mais nada, consciência pertubada.
"Vou deixar pra respondê-la depois, agora vá logo porra!"
Revirei os olhos e respirei fundo pra ver se a coragem me aparecia. Droga, pedir desculpas por uma coisa que você mal sabe o motivo não é fácil.
Saí do meu quarto e me detive quando me deparei com aquela conhecida porta de madeira branca. Fiquei alguns segundos ali, parada, com um certo receio de falar com ele.
–-... ótimo, só vou arrumar as minhas coisas e daqui há quinze minutos eu estou aí -- ouvi a voz do Érick, provavelmente ele estava falando com alguém no celular. -- Conto depois. Não Nico, ela não tentou me agredir -- ele fez uma pausa e continuou. -- Estou com todos os ossos no lugar... então até daqui a pouco."
Bom saber o que o Nico pensa de você, não é?
"Depois disso bati duas vezes na porta.
–- Está aberta -- Érick falou.
Hesitante girei a maçaneta e abri a porta.
O quarto estava uma bagunça. As portas do guarda-roupas estavam todas aberta, e encima da cama desarrumada estava uma mala, onde o Érick colocava as roupas de qualquer jeito.
–- Ah, é você -- ele concluiu assim que localizou o meu rosto.
Ele não pareceu satisfeito com a minha presença. Talvez eu devesse voltar para o meu quarto e fingir que nada aconteceu.
–- Você vai embora? -- foi a única coisa que consegui falar, ou melhor, perguntar. Uma pergunta que por sinal foi a mais idiota.
–- Sei quando não sou bem-vindo -- Érick disse. Indiretas, ah, como eu as odeio.
–- Litcher -- chamei.
–- Estou ouvindo -- ele continuou colocando as suas roupas na mala.
–- Olhe pra mim, Érick–- insisti."
Érick? Como assim, Érick?
"–- Já disse que estou ouvindo, Tanaka–- ele afirmou.
–- Me chamou de Tanaka por quê?
–- Chamá-la pelo primeiro nome pareceria que temos algum tipo de intímidade, que no caso, não temos -- ele rebateu.
"Me fale mais sobre como é experimentar do próprio veneno" minha consciência zombou.
Resolvi não entrar em uma discussão comigo mesma. Não agora.
Érick continuou indiferente em relação à minha presença ali no quarto. Aquilo estava me irritando, não sei dizer o porquê.
Fui até ele e puxei o seu braço, para ver se assim eu recebia algum tipo de atenção.
–- Será que dá pra parar de se fazer de indiferente e me ouvir?
Litcher rolou os olhos e cruzou os braços, esperando o que eu iria falar.
–- Quero pedir desculpas -- informei.
–- Por...?
–- Acho que fui meio... indelicada com você."
Meio? Meio? Tem certeza que foi só meio indelicada com ele?
"–- Indelicada? -- Érick repetiu com uma das sobrancelhas arqueadas.
–- Pra ser sincera eu não sei por quê estou pedindo desculpas. Só sei que... não quero que você vá embora -- admiti.
–- Sentiria falta de mim? Ou sentiria falta de brigar comigo? -- Ele perguntou com um sorriso presunçoso.
–- Acho que sentiria falta dos dois.
–- Então essa é uma confissão de que você não vive sem mim? -- ele perguntou sério. Mas havia um certo divertimento em sua voz. -- Ora, claro que é uma confissão! Até me chamou de Érick.
–- Eu te chamei de Érick? Você deve ter ouvido muito mal, Litcher -- rebati.
–- Me chamou de Érick sim! Tenho boa audição, sabia?
–- Então você deve estar tendo alucinações. Drogas causam isso sabia? Uma alimentação ruim também, você começa a ter vislumbres de uma coisa que você quer que aconteça.
Nos encaramos por alguns segundos, mas uma risada espontânea acabou quebrando aquele momento sério.
–- Sentiria falta disso -- Érick admitiu.
–- Eu também -- concordei.
–- Então... vou fazer aquela mesma pergunta. O que de fato eu represento pra você?
–- Bom -- fiz uma pausa, tentando escolher as palavras certas. -- Você é um idiota que apareceu na minha vida, um hóspede inoportuno, um cara que eu não tenho vontade de torturar.. E hã... Sei lá, Érick. Talvez eu goste de você."
Talvez? Talvez? Só talvez você goste dele?
"–- Gosta de mim como amigo? -- ele questionou.
–- Mais que um amigo -- murmurei. Mas acho que ele ouviu, pois vi um sorriso ainda maior surgir em seus lábios. -- Mas eu disse talvez, não dei nenhuma certeza.
–- Você não vai mudar mesmo né?"
Esse é o charme dela! E você gosta! Confesse!
"–- Pode ter certeza de que vou continuar com esse meu maravilhoso jeito de ser -- afirmei.
–- Ainda bem que você tem uma boa auto-estima -- Érick brincou.
Ficamos em uma troca de olhares e sorrisos, que incrívelmente pareciam melhores do que uma boa discussão entre nós.
–- Érick! Abre a porta -- ouvi a voz da Silena do lado de fora.
–- Silena?
–- Não idiota, é a fada do dente -- Silena irônizou, eu pudia vê-la revirando os olhos naquele momento. -- Abre logo aporta!
–- Está aberta -- Érick gritou.
A porta foi empurrada e dela surgiu a minha meia-irmã.
–- Você sabe onde a Drew...-- a frase ficou na metade quando ela me encontrou ali -- Drew?
–- Não, sou um gnomo em versão maior -- revirei os olhos."
Não consegui rir. Tenta de novo?
"–- Nossa, você é tão engraçada quanto uma maçaneta -- Silena rolou os olhos. -- Estou atrapalhando alguma coisa?"
Agora eu ri!
"–- Atrapalhando? Claro que não, vamos sair logo daqui. A presença do Litcher me encomoda -- empurrei Silena para fora do quarto. Ela começou a andar pelo corredor, tagarelando como uma doida, e mal percebendo que eu havia ficado para trás.
Logo senti duas mãos conhecida enroscarem em minha cintura.
–- A minha presença te incomoda? -- ele perguntou em um sussurro, que pessoalmente, eu adorava.
–- Incomoda, e muito -- menti, retirando suas mãos da minha cintura.
E antes que ele pudesse tentar mais alguma coisa, o empurrei contra a parede.
–- Drew, se perdeu aí encima? -- Silena gritou.
–- Vejo você depois, Litcher -- me despedi, fazendo menção de que iria beijá-lo, mas acabei dando um beijo em sua bochecha.
Confesso que foi engraçado ver a sua expressão de decepção.
–- Já estou indo, Silena! -- gritei, dando as costas para ele.
–- Eu também sei jogar, Tanaka -- Érick desafiou.
Me virei e vi que ele ainda continuava no mesmo lugar onde o deixei.
–- Então que os jogos comecem, Litcher -- anunciei."
Isso meio que Jogos Mortais...
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Já vi que você gosta de ajudar as pessoas...
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Doce é tão... doce! Me enjoa! Ah, e eu amo água e café, só pra constar...
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Instrumentos Mortais? AHHHHH!... Nunca ouvi falar...
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Acho que é a galinha. Deus fez primeiro os animais, né...
Amei o capítulo, querida!
Eu piro nos Jogos Mortais u.u
Aceita uma água? O pó de café acabou ashuahushausas
Mais conhecido como "The Mortal intruments" é super f*** u.u
Minha pergunta gerou polêmica hehehehe .-.
Amei o review, querida ~ le plagiando de novo ~
Há que legal eu quero ver que merda vai dar
heheheh
Posta logo please
Não teve Charlena =(, não teve hentai =( Peninha...
Anyway, esse capítulo ficou divonicamente fodastico *o* Que pena que um hentai mudaria o rumo da história... Mas sei lá, faz tipo, eles bebendo, ai eles vão pra uma cama e depois nem lembram o que aconteceu, ou faz eles sonharem um com o outro fazendo o que é impróprio para menores, que talvez lerão meu review, então melhorar não usar muita linguagem desse tipo... Mas enfiiim, não teve hentai. Peninha. Mas teve romance!! Yayaaaaayayayayay! Vick adora romance ♥
"Me fale mais sobre como é experimentar do próprio veneno" minha consciência já disse uma vez isso pra mim! Juro, não to brincando! Hahahahha Ah mas, po consciência da Drew, era só uma brincadeira. E além do mais... Se ela parar de chamar ele pelo sobrenome, ele vai até sentir falta! Tenho conhecimento nisso u.u Hahahahahahah
Bem que a Silena poderia ter visto essa ceninha entre eles, enquanto tava esperando a Drew. Tipo espiã Silena sabe. Hahahahahahahahaha, caiu a ficha só agora do espiã, mas enfim, vou mudar a palavra... Tipo na espreita sabe. Ai ela da uma esquentada nesses jogos :3 Tipo os bilhetes com Thalico... Mas tem que ter hentai na história :3
*jogos mortais* Então que os jogos comecem -Muahahaahahah cofcof*-
Se bem que... Envolve a Drew então... Jogos Mortais é uma boa... Ó, se isso virar nome de capítulo, quero créditos viu? Hahahhaha brincadeira.
*Galinha vem primeiro*
É poooovooo, cade recomendação aqui?? Não to vendo... Cadê?? Hunf*
Amei o cap flower!! Muito lindjo *.* Mas quero outros shipps... Thalico... Percabeth...Charlena...Dérick... Argh, é muita coisa pra pouco capítulo!! Quero todos u.u
Sem discussão u.u
:X u.u
Ok, agora vou indo Hahahhaha, já enchi seu saco nesse capítulo.
Adeus.
Ok, chega disso.
Beijinhos flower!!
Vick ♥
Amo os seus reviews ashuahsuhausas
Beijooos ;*