Logo deve vir algo mais sobre isso, mas eu não entendo o motivo de Zartan conferir a dignidade de ser o portador do machado a alguém tão feroz e impulsivo como Bharin.
Vou tentar fazer uma observação sobre conjugação e, mais uma vez, eu gostaria que me corrigisse se estiver errada ou se esse foi o real objetivo da frase. “o dia ainda se vestia de noite quando a pequena embarcação os conduzira preguiçosamente (...)”. Veja bem: Um verbo conjugado no pret mais que perfeito da ideia de uma ação já realizada e, portanto, finalizada. Como o dia “ainda” se vestia de noite, aconselho que use o pret imperfeito como: o dia ainda se vestia de noite enquanto a pequena embarcação os conduzia preguiçosamente através do Rhallys. Ah, no primeiro parágrafo há um pequeno erro na frase: “apesar da chuva que continuar a cair incessantemente (...)”.
Demorei a comentar novamente. Dessa vez o meu carregador estragou e só agora consegui outro.
Bom, aquilo que causava tanta inquietação no velho mentor chegou rápido, antes mesmo do que eu esperava. Entendi o porquê de ele guardar consigo tanto receio e insegurança com relação aos futuros feitos do jovem discípulo.
Sabe aquelas vezes em que a gente prende “involuntariamente” a respiração no final do capítulo de uma estória e solta um longo suspiro ao final do ultimo parágrafo? É a primeira vez que isso acontece comigo lendo aqui no Nyah. Abraço,
Vamos por partes. Bharin realmente é um bruto, incapaz de qualquer ato de cordialidade (aos olhos dos homens, pelo menos) mas também é um amigo fiel. No primeiro capítulo foi narrado que ele e Zartan estiveram juntos em muitas batalhas, que colocaram a vida nas mãos do outro várias vezes e que ninguém derrotara mais inimigos que Bharin. Sem que Zartan soubesse, ele não matou Argen em NIlvorn, ao ver o aleijado se debatendo desesperadamente, mesmo ele tendo atirado contra seu amigo. Neste capítulo Zartan reconhece que seu amigo cuidou e carregou a ele, todo o equipamento de ambos e os mantimentos (dos quais apenas Zartan se alimentou das melhores partes) sozinho durante oito dias. Há uma nobreza a ser encontrada em Bharin, enterrada MUITO profundamente e que se mostra sempre de forma distorcida, mas há. Zartan consegue perceber isso e sua tristeza é fruto de Bharin tentar sempre escondê-la ou mesmo nega-la. Como O Senhor-da-Guerra Zartarian disse, pode ser que Zartan esteja errado, apenas o tempo dirá.
Quanto a frase “o dia ainda se vestia de noite quando a pequena embarcação os conduzira preguiçosamente (...)” a intenção foi de falar de algo que acontecia quando eles passaram pelo lago (o dia não havia ainda nascido). Não tenho certeza se está errada, mal construída ou foi apenas uma pobre tentativa minha de escrever de forma diferenciada. Mandei-a a uma professora de português aqui do site e aguardo resposta, mas muito obrigado pela observação.
Quanto a outra observação, ,muito obrigado, foi um descuido ENORME da minha parte. Reviso meus textos muitas vezes e acabo modificando um ou outro verbo, apagando e inserindo dados, reescrevendo o que julgo poder melhorar. Então, algumas vezes, mudo um tempo verbal, insiro um dado e a concordância de toda frase é perdida e não me apercebo disto. Novamente, muito obrigado. Continue a me puxar as orelhas.
Que bom que gostou (entendo que sua reação de prender a respiração foi por isso). Espero que o próximo lhe cause a mesma sensação (megalomania da minha parte).
Fantástico. Como sempre.
Logo deve vir algo mais sobre isso, mas eu não entendo o motivo de Zartan conferir a dignidade de ser o portador do machado a alguém tão feroz e impulsivo como Bharin.
Vou tentar fazer uma observação sobre conjugação e, mais uma vez, eu gostaria que me corrigisse se estiver errada ou se esse foi o real objetivo da frase. “o dia ainda se vestia de noite quando a pequena embarcação os conduzira preguiçosamente (...)”. Veja bem: Um verbo conjugado no pret mais que perfeito da ideia de uma ação já realizada e, portanto, finalizada. Como o dia “ainda” se vestia de noite, aconselho que use o pret imperfeito como: o dia ainda se vestia de noite enquanto a pequena embarcação os conduzia preguiçosamente através do Rhallys. Ah, no primeiro parágrafo há um pequeno erro na frase: “apesar da chuva que continuar a cair incessantemente (...)”.
Demorei a comentar novamente. Dessa vez o meu carregador estragou e só agora consegui outro.
Bom, aquilo que causava tanta inquietação no velho mentor chegou rápido, antes mesmo do que eu esperava. Entendi o porquê de ele guardar consigo tanto receio e insegurança com relação aos futuros feitos do jovem discípulo.
Sabe aquelas vezes em que a gente prende “involuntariamente” a respiração no final do capítulo de uma estória e solta um longo suspiro ao final do ultimo parágrafo? É a primeira vez que isso acontece comigo lendo aqui no Nyah. Abraço,
Letícia.
Letícia:
Vamos por partes. Bharin realmente é um bruto, incapaz de qualquer ato de cordialidade (aos olhos dos homens, pelo menos) mas também é um amigo fiel. No primeiro capítulo foi narrado que ele e Zartan estiveram juntos em muitas batalhas, que colocaram a vida nas mãos do outro várias vezes e que ninguém derrotara mais inimigos que Bharin. Sem que Zartan soubesse, ele não matou Argen em NIlvorn, ao ver o aleijado se debatendo desesperadamente, mesmo ele tendo atirado contra seu amigo. Neste capítulo Zartan reconhece que seu amigo cuidou e carregou a ele, todo o equipamento de ambos e os mantimentos (dos quais apenas Zartan se alimentou das melhores partes) sozinho durante oito dias. Há uma nobreza a ser encontrada em Bharin, enterrada MUITO profundamente e que se mostra sempre de forma distorcida, mas há. Zartan consegue perceber isso e sua tristeza é fruto de Bharin tentar sempre escondê-la ou mesmo nega-la. Como O Senhor-da-Guerra Zartarian disse, pode ser que Zartan esteja errado, apenas o tempo dirá.
Quanto a frase “o dia ainda se vestia de noite quando a pequena embarcação os conduzira preguiçosamente (...)” a intenção foi de falar de algo que acontecia quando eles passaram pelo lago (o dia não havia ainda nascido). Não tenho certeza se está errada, mal construída ou foi apenas uma pobre tentativa minha de escrever de forma diferenciada. Mandei-a a uma professora de português aqui do site e aguardo resposta, mas muito obrigado pela observação.
Quanto a outra observação, ,muito obrigado, foi um descuido ENORME da minha parte. Reviso meus textos muitas vezes e acabo modificando um ou outro verbo, apagando e inserindo dados, reescrevendo o que julgo poder melhorar. Então, algumas vezes, mudo um tempo verbal, insiro um dado e a concordância de toda frase é perdida e não me apercebo disto. Novamente, muito obrigado. Continue a me puxar as orelhas.
Que bom que gostou (entendo que sua reação de prender a respiração foi por isso). Espero que o próximo lhe cause a mesma sensação (megalomania da minha parte).
Um grande abraço
Daniel.