“mas o velho mentor sabia que alguma coisa sombria se ocultava nos gelados ventos dos últimos dias” Mais uma (provavelmente de muitas) das citações que instigam/instigarão minhas suposições.
No capitulo mesmo dá pra entender que chegará o momento em que Midler se verá diante de penosas decisões sem que o destino permita que o olhar - por vezes severo, por outras sereno - de Laertes esteja com ele para prestar assistência. Mesmo acreditando na circunstância possível de que o jovem fará escolhas apropriadas, (não digo certas porque considero que pode haver erros ate mesmo nas mais infalíveis respostas) temo que elas não sejam oportunas o suficiente para mantê-lo em seu caminho. Como você já disse, a falta de fé em si mesmo pode erguer um muro entre o discípulo e seu destino.
Espero ansiosamente pelo próximo. Abraço,
Letícia.
(Estarei aqui até que o ultimo ponto sobre este mundo seja colocado)
Tudo indica que MIdler terá que fazer parte de sua jornada sozinho, ou pelo menos sem Laertes a lhe indicar o caminho e é exatamente aí que residem os maiores temores do velho mentor: Estará ele pronto? O discípulo e o homem? Pode haver um sem o outro? Midler por vezes ainda tem uma visão peculiar do mundo, onde tudo é branco ou preto, sem espaço para tons cinzentos. Como escrevi nas primeiras notas da estória, existirão ao longo do caminho aqueles que o ajudará em sua jornada, com outras visões e lições que não fazem parte dos ensinamentos da Torre de Marfim, mas para que lado estes novos passos o guiarão?
No próximo capítulo encontraremos velhos rostos conhecidos...
Novamente muito obrigado pela atenção e pelo carinho, Desculpe a demora em te responder nestes últimos comentários, pois estou voando esta semana e escrevo de longe (o nick não é só apelido).
“mas o velho mentor sabia que alguma coisa sombria se ocultava nos gelados ventos dos últimos dias” Mais uma (provavelmente de muitas) das citações que instigam/instigarão minhas suposições.
No capitulo mesmo dá pra entender que chegará o momento em que Midler se verá diante de penosas decisões sem que o destino permita que o olhar - por vezes severo, por outras sereno - de Laertes esteja com ele para prestar assistência. Mesmo acreditando na circunstância possível de que o jovem fará escolhas apropriadas, (não digo certas porque considero que pode haver erros ate mesmo nas mais infalíveis respostas) temo que elas não sejam oportunas o suficiente para mantê-lo em seu caminho. Como você já disse, a falta de fé em si mesmo pode erguer um muro entre o discípulo e seu destino.
Espero ansiosamente pelo próximo. Abraço,
Letícia.
(Estarei aqui até que o ultimo ponto sobre este mundo seja colocado)
Letícia:
Tudo indica que MIdler terá que fazer parte de sua jornada sozinho, ou pelo menos sem Laertes a lhe indicar o caminho e é exatamente aí que residem os maiores temores do velho mentor: Estará ele pronto? O discípulo e o homem? Pode haver um sem o outro? Midler por vezes ainda tem uma visão peculiar do mundo, onde tudo é branco ou preto, sem espaço para tons cinzentos. Como escrevi nas primeiras notas da estória, existirão ao longo do caminho aqueles que o ajudará em sua jornada, com outras visões e lições que não fazem parte dos ensinamentos da Torre de Marfim, mas para que lado estes novos passos o guiarão?
No próximo capítulo encontraremos velhos rostos conhecidos...
Novamente muito obrigado pela atenção e pelo carinho, Desculpe a demora em te responder nestes últimos comentários, pois estou voando esta semana e escrevo de longe (o nick não é só apelido).
Um grande abraço.
Daniel