Sei que compete a mim e aos demais leitores ajudá-lo a tornar essa estória a melhor possível, mas um leitor inteiramente satisfeito é incapaz de fazer críticas. Esse é o motivo de eu não ter feito anteriormente da maneira que você gostaria. Talvez eu deva ver além da minha opinião para ajudá-lo da melhor forma.
Bom, vou tentar: De fato, “Os Filhos da Tormenta” ficou bastante descritivo. Sou admiradora da fantasia bem escrita e detalhada, por isso não me canso de ler capítulos assim. São, na realidade, atrativos pra mim (apesar de “afugentarem” grande parte das pessoas aqui). Essa é a razão de eu não caracterizá-los (nem mesmo o quarto cap) como enfadonhos. Mas é claro que a estória não é direcionada unicamente a mim. Você disse estar receoso pelo excesso de descrição no 4°. Eu não me importo, mas capítulos minuciosamente narrados como esse podem ser cansativos para alguns e até mesmo afastar leitores (preguiçosos, a meu ver). -você já deve saber disso tudo-
Eu estaria pensando “quando essa menina vai parar de falar bobagem e começar a me ajudar com alguma coisa?”, fique tranquilo. Prontifico-me a dar meu parecer caso encontre algum capítulo que contenha descrições/informações demais e, por isso, esteja confuso ou maçante (mesmo que eu não pense assim).
Agora falando do “Ladrão de Caendlia”, nós (leitores) acompanhamos a transmissão de alguns valores indispensáveis à conduta de um paladino justo. Imagino que eles estarão sempre presentes durante a caminhada do jovem até sua consagração (ou até depois dela). Suponho ainda que o encontro com Tallamir enriquecerá a alma e o caráter de Midler de alguma forma, e que não será a ultima vez que ele se depara com Brans Budir em seu caminho.
Enfim, só hipóteses. O capítulo ficou ótimo. Não há nada que possa ser tirado ou colocado que o torne mais perfeito. Lerei e comentarei os próximos assim que puder. Até mais,
Antes de tudo, lhe devo desculpas. Tenho agora a certeza de que não soube me expressar no último comentário que fiz. Mea culpa, mea culpa maxima! Não posso e não irei jamais exigir que alguém faça um comentário ou crítica sobre o que escrevi apenas porque desejo que o faça. É sempre muito bom quando alguém gosta daquilo que fazemos. O que quis dizer, na verdade, é que não tenha pudores em criticar ou comentar aquilo que, segundo a SUA opinião (não a minha, não a dos outros leitores), precise ser revisado. Como coloquei nas notas no começo da estória, este não é um projeto fechado. Não sou ciumento ou possessivo com aquilo que escrevo aqui. Elogie e critique o que VOCÊ achar que precisa. Muitas idéias vieram de conversas com amigos.
Quanto a Tallamir, ele é a personagem principal de um próximo capítulo e, possivelmente, seu nome irá aparecer nas Crônicas também. Quanto a Brans, tenho um carinho muito grande por ela. Por enquanto posso apenas dizer que ela será a personagem principal de todo um livro que está por vir (em um futuro distante), chamado Contos da Cidade Baixa.
Por fim, mas mais importante que todas as besteiras que EU escrevi acima, muito obrigado por toda sua atenção e carinho. Espero sempre encontrá-la aqui.
Um abraço.
Daniel
PS: Nada do que você escreveu até hoje passou sequer perto da definição de bobagem. Gostei demais de tudo que colocou.
PPS: Um segredo que realmente ninguém conhece, nem mesmo as pessoas envolvidas, Graeldar é um acrônimo dos nomes das pessoas que me ajudaram a formar o embrião deste mundo.
Sei que compete a mim e aos demais leitores ajudá-lo a tornar essa estória a melhor possível, mas um leitor inteiramente satisfeito é incapaz de fazer críticas. Esse é o motivo de eu não ter feito anteriormente da maneira que você gostaria. Talvez eu deva ver além da minha opinião para ajudá-lo da melhor forma.
Bom, vou tentar: De fato, “Os Filhos da Tormenta” ficou bastante descritivo. Sou admiradora da fantasia bem escrita e detalhada, por isso não me canso de ler capítulos assim. São, na realidade, atrativos pra mim (apesar de “afugentarem” grande parte das pessoas aqui). Essa é a razão de eu não caracterizá-los (nem mesmo o quarto cap) como enfadonhos. Mas é claro que a estória não é direcionada unicamente a mim. Você disse estar receoso pelo excesso de descrição no 4°. Eu não me importo, mas capítulos minuciosamente narrados como esse podem ser cansativos para alguns e até mesmo afastar leitores (preguiçosos, a meu ver). -você já deve saber disso tudo-
Eu estaria pensando “quando essa menina vai parar de falar bobagem e começar a me ajudar com alguma coisa?”, fique tranquilo. Prontifico-me a dar meu parecer caso encontre algum capítulo que contenha descrições/informações demais e, por isso, esteja confuso ou maçante (mesmo que eu não pense assim).
Agora falando do “Ladrão de Caendlia”, nós (leitores) acompanhamos a transmissão de alguns valores indispensáveis à conduta de um paladino justo. Imagino que eles estarão sempre presentes durante a caminhada do jovem até sua consagração (ou até depois dela). Suponho ainda que o encontro com Tallamir enriquecerá a alma e o caráter de Midler de alguma forma, e que não será a ultima vez que ele se depara com Brans Budir em seu caminho.
Enfim, só hipóteses. O capítulo ficou ótimo. Não há nada que possa ser tirado ou colocado que o torne mais perfeito. Lerei e comentarei os próximos assim que puder. Até mais,
Letícia.
Letícia:
Antes de tudo, lhe devo desculpas. Tenho agora a certeza de que não soube me expressar no último comentário que fiz. Mea culpa, mea culpa maxima! Não posso e não irei jamais exigir que alguém faça um comentário ou crítica sobre o que escrevi apenas porque desejo que o faça. É sempre muito bom quando alguém gosta daquilo que fazemos. O que quis dizer, na verdade, é que não tenha pudores em criticar ou comentar aquilo que, segundo a SUA opinião (não a minha, não a dos outros leitores), precise ser revisado. Como coloquei nas notas no começo da estória, este não é um projeto fechado. Não sou ciumento ou possessivo com aquilo que escrevo aqui. Elogie e critique o que VOCÊ achar que precisa. Muitas idéias vieram de conversas com amigos.
Quanto a Tallamir, ele é a personagem principal de um próximo capítulo e, possivelmente, seu nome irá aparecer nas Crônicas também. Quanto a Brans, tenho um carinho muito grande por ela. Por enquanto posso apenas dizer que ela será a personagem principal de todo um livro que está por vir (em um futuro distante), chamado Contos da Cidade Baixa.
Por fim, mas mais importante que todas as besteiras que EU escrevi acima, muito obrigado por toda sua atenção e carinho. Espero sempre encontrá-la aqui.
Um abraço.
Daniel
PS: Nada do que você escreveu até hoje passou sequer perto da definição de bobagem. Gostei demais de tudo que colocou.
PPS: Um segredo que realmente ninguém conhece, nem mesmo as pessoas envolvidas, Graeldar é um acrônimo dos nomes das pessoas que me ajudaram a formar o embrião deste mundo.