Nossa que prólogo misterioso O.o Tantas mortes sem uma causa visível, Amanda derrota o suspeito de camisa de força e foge ao ouvir chegar mais reforços. O que será que houve nesta lanchonete? O que será que houve com os policiais? E quem é Amanda? *curiosa*
Hum, ok. De princípio a ação é confusa e deixa o leitor desorientado, o que creio que tenha sido a intenção do autor. Realmente deixa com que nós fiquemos nos perguntando o que está acontecendo de verdade, em que época (pelo uso de uma arma como a espada, apesar do cenário ser urbano e moderno) e quem são essas pessoas.
Por que o ataque, quem é Amanda, quem é o homem da camisa de força? Em poucas palavras você conseguiu criar um bom ar de mistério nessa fic, parabéns.
O que cria problemas no seu texto é a construção confusa das frases, a ortografia e os problemas de coerência/coesão. Um conselho: procure um beta. Pode parecer desnecessário pra quem está escrevendo a história, mas sempre ajuda muito (mesmo que a dita pessoa se ache o rei da cocada preta no português). Sério, sempre ajuda, e existem muitos betas bons que dão conselhos também sobre o enredo e os desdobramentos da história!
No mais, parabéns pela fic e desejo muito sucesso.
bom. Vamos lá
Antes de tudo, obrigado pelo review.
A intenção não era essa de confundir o leitor.
Quem sabe, se o restante ficar legal eu deixo na confusão com (algumas) mudanças.
Sim, existe motivo para ter espadas num tempo moderno, mas será revelado para frente.
Bom, eu sei dos erros decoesão (no são os de coerência, mas valeu pelo toque). Quando eu estiver com tudo feito, mandarei para um beta reader sim.
Once again, Thanks.
Bom, de início, pareceu um pouco confuso. Mas acho que todas as histórias são assim logo que começam, não é? O enredo não se revelou muito, mas a pequena parte mostrada pareceu interessante. Entretanto há partes em que você usou vírgulas em lugares inexistentes, o que deixa o texto um pouco... estranho de ler, entende? Há também um local que você repetiu a palavra, nesse:
"[...] Tinha dois guardas mortos com um corte profundo no abdômen e mortos."
Acho que é desnecessário aquele segundo 'mortos', mas tudo bem, nada que uma pequena revisão não ajude.
Enfim, não tenho mais o que falar sobre este prólogo, então irei continuar lendo. :D
Olá. Bom, essa parte é confusa e irrelevante, e sim, todos os inicios são confusos. Eu tenho todas essas partes impressas aqui e betada, só que ainda não corrigi aqui no nyah ainda.
Demorei pra ler porque eu... eu esqueci, tá legal?! Esqueci mesmo. Mas vim, e é isso o que importa (eu acho)
Realmente, foi um prólogo rápido, mas serviu ao propósito de deixar o leitor curioso. Mas me pareceu confuso, não entendi muita coisa.
Reparei que você usa ponto e virgula após um dialogo para descrever uma ação. Eu nunca vi esse tipo de separação e, pessoalmente, acho confusa. O ideal seria o velho travessão, mas é você quem sabe.
Olá, estava esperando você aparecer.
tinha me perguntado porque você ainda não apareceu, mas não ia cobrar nem nada, poís a pessoa tem que ter liberdade de escolha em ler algo.
Sim, muita gente diz que esse prólogo é confudo (acabarei mudando ele de novo, quakquer dia).
Sobre usar vírgula, você vai ver depois, mas se parecer cômodo demais e não gostar, ou tiver fora de alguma regra, mas valeu por apontar.
opa, sim, esse é confuso, tem que prestar atenção na hora de ler, ahuahuhau.
Bom, espero que goste da fic.
E sobre teu MP, valeu pelas dicas, mudarei logo logo assim que tomar vergonha na cara e decidir corrigir o texto de novo.
Obrigado pelo review.
Sim, sempre o prolog tem cabimento nos meios da história. Gostei do prologo, apresento alguns bons fatos, gostei da forma que você escreveu, e não achei confuso, sinceramente,
Pude ver que o universo da história é daqueles que misturam o mundo atual com elementos antigos, acertei? A ruiva com a espada que me fez pensar isso. Mas é melhor continuar lendo mesmo para saber, visto que esse foi só o prólogo. :DD
A cena foi boa, mas você foi sucinto em algumas ocasiões, para ser mais exato, durante as mortes misteriosas dos policiais, um pouco mais de pânico nas palavras deixaria a cena mais tensa. E durante o aparecimento e a luta subsequente da garota com a tal pessoa, poderia ser mais detalhada, bem como a interação entre ambos.
Houve também uns errinhos.
"Seu colega acabará de morrer." (acabara)
"- Foi você que fez isso ? - Perguntou a menina apontando..." (perguntou)
Hum.... prólogos sempre parecem irrelevantes, e ao menos que ele permeie informações importantes para o restante da trama, ele realmente é irrelevante! hehehe vamos só ver!
Curti o começo, cheio de ação! Aparentemente o homem escapuzado, preso pela camisa de força usava algum tipo de poder psiquico, algo que pudesse liquidar com os policiais... mas não consegui entender direito o que aconteceu! Foi rapido demais! hehe ( e eu imagino que a intenção efoi bem essa mesma)
Hum...interessante, so achei estranho um policial(um humano normal na verdade), ver um cara usando camisa de força, com um pano na cabeça, e ir ajudar como se fosse um civil qualquer? Principalmente ao ver os seus companheiros serem mortos...bom, era isso.
Nossa que prólogo misterioso O.o
Tantas mortes sem uma causa visível, Amanda derrota o suspeito de camisa de força e foge ao ouvir chegar mais reforços. O que será que houve nesta lanchonete? O que será que houve com os policiais? E quem é Amanda? *curiosa*
Hum, ok. De princípio a ação é confusa e deixa o leitor desorientado, o que creio que tenha sido a intenção do autor. Realmente deixa com que nós fiquemos nos perguntando o que está acontecendo de verdade, em que época (pelo uso de uma arma como a espada, apesar do cenário ser urbano e moderno) e quem são essas pessoas.
Por que o ataque, quem é Amanda, quem é o homem da camisa de força? Em poucas palavras você conseguiu criar um bom ar de mistério nessa fic, parabéns.
O que cria problemas no seu texto é a construção confusa das frases, a ortografia e os problemas de coerência/coesão. Um conselho: procure um beta. Pode parecer desnecessário pra quem está escrevendo a história, mas sempre ajuda muito (mesmo que a dita pessoa se ache o rei da cocada preta no português). Sério, sempre ajuda, e existem muitos betas bons que dão conselhos também sobre o enredo e os desdobramentos da história!
No mais, parabéns pela fic e desejo muito sucesso.
Antes de tudo, obrigado pelo review.
A intenção não era essa de confundir o leitor.
Quem sabe, se o restante ficar legal eu deixo na confusão com (algumas) mudanças.
Sim, existe motivo para ter espadas num tempo moderno, mas será revelado para frente.
Bom, eu sei dos erros decoesão (no são os de coerência, mas valeu pelo toque). Quando eu estiver com tudo feito, mandarei para um beta reader sim.
Once again, Thanks.
Tá mesmo meio confuso, mas depois de ler umas duas vezes desenrola XD
Nada contra espadas em uma época moderna, rsrsrs
O prólogo sim é confuso, mas é um pouco irrelevante a história, mas precisa saber.
Olá! :}
Bom, de início, pareceu um pouco confuso. Mas acho que todas as histórias são assim logo que começam, não é? O enredo não se revelou muito, mas a pequena parte mostrada pareceu interessante. Entretanto há partes em que você usou vírgulas em lugares inexistentes, o que deixa o texto um pouco... estranho de ler, entende? Há também um local que você repetiu a palavra, nesse:
"[...] Tinha dois guardas mortos com um corte profundo no abdômen e mortos."
Acho que é desnecessário aquele segundo 'mortos', mas tudo bem, nada que uma pequena revisão não ajude.
Enfim, não tenho mais o que falar sobre este prólogo, então irei continuar lendo. :D
Olá.
Bom, essa parte é confusa e irrelevante, e sim, todos os inicios são confusos.
Eu tenho todas essas partes impressas aqui e betada, só que ainda não corrigi aqui no nyah ainda.
Demorei pra ler porque eu... eu esqueci, tá legal?! Esqueci mesmo. Mas vim, e é isso o que importa (eu acho)
Realmente, foi um prólogo rápido, mas serviu ao propósito de deixar o leitor curioso. Mas me pareceu confuso, não entendi muita coisa.
Reparei que você usa ponto e virgula após um dialogo para descrever uma ação. Eu nunca vi esse tipo de separação e, pessoalmente, acho confusa. O ideal seria o velho travessão, mas é você quem sabe.
Vou ler o próximo.
Kamui Black
tinha me perguntado porque você ainda não apareceu, mas não ia cobrar nem nada, poís a pessoa tem que ter liberdade de escolha em ler algo.
Sim, muita gente diz que esse prólogo é confudo (acabarei mudando ele de novo, quakquer dia).
Sobre usar vírgula, você vai ver depois, mas se parecer cômodo demais e não gostar, ou tiver fora de alguma regra, mas valeu por apontar.
Bom, espero que goste da fic.
E sobre teu MP, valeu pelas dicas, mudarei logo logo assim que tomar vergonha na cara e decidir corrigir o texto de novo.
Obrigado pelo review.
Sim, sempre o prolog tem cabimento nos meios da história. Gostei do prologo, apresento alguns bons fatos, gostei da forma que você escreveu, e não achei confuso, sinceramente,
Parabéns pela fic.
Nossa, que legal Moisés!
Garota Assassina ([Luto] mode on)
Narrativa boa (alguns errinhos...)! Simples, mas gostei.
Virei aqui depois para acompanhar o próximo capítulo!
Parabéns
Opa, valeu, ainda bem que esteja gostando.
Garota assassina? Que nada, ela é um doce de gente, uahauauhauh.
Obrigado pelo review.
Eita, já começou com mortes. Interessante.
Pude ver que o universo da história é daqueles que misturam o mundo atual com elementos antigos, acertei? A ruiva com a espada que me fez pensar isso. Mas é melhor continuar lendo mesmo para saber, visto que esse foi só o prólogo. :DD
Essa só é uma das prováveis (?) mortes da história.
tem lá o tempo contemporâneo misturado com as espadas mesmo. Pode até ser uma mistura sim.
Vai ver que foi um mix de tudo que gosto, heeh, ai dá nisso, hehe.
A cena foi boa, mas você foi sucinto em algumas ocasiões, para ser mais exato, durante as mortes misteriosas dos policiais, um pouco mais de pânico nas palavras deixaria a cena mais tensa. E durante o aparecimento e a luta subsequente da garota com a tal pessoa, poderia ser mais detalhada, bem como a interação entre ambos.
Houve também uns errinhos.
"Seu colega acabará de morrer." (acabara)
"- Foi você que fez isso ? - Perguntou a menina apontando..." (perguntou)
oh. Olás, Luiz.
ooh, valeu pela dica, aplicarei isso mais pra frente, em outras cenas de ''terror'' :D
Valeu pelos erros, mas não entendi o segundo.
UMa escrita bem envolvente. gostei do errendo
Voce consegui descrever o ambiente, deixano o leitor imaginar a cena e o que acontece ao redor!
o primeiro cap foi otimo ,não encontrei nada contra.
me deixou com curiosidade de saber quem e essa ruiva
Hum.... prólogos sempre parecem irrelevantes, e ao menos que ele permeie informações importantes para o restante da trama, ele realmente é irrelevante! hehehe vamos só ver!
Curti o começo, cheio de ação! Aparentemente o homem escapuzado, preso pela camisa de força usava algum tipo de poder psiquico, algo que pudesse liquidar com os policiais... mas não consegui entender direito o que aconteceu! Foi rapido demais! hehe ( e eu imagino que a intenção efoi bem essa mesma)
Vamos para o próximo!
Hum...interessante, so achei estranho um policial(um humano normal na verdade), ver um cara usando camisa de força, com um pano na cabeça, e ir ajudar como se fosse um civil qualquer? Principalmente ao ver os seus companheiros serem mortos...bom, era isso.