Acho que não sei o que comentar! E eu odeio estar nessa situação, pois devo traduzir tudo que sinto em palavras, mas estas simplesmente não concordam em sair! Poxa!
Novamente, estou encantada com sua escrita, com o tom sombrio, doloroso e ainda assim doce que você conseguiu introduzir. É maravilhoso ler algo inundado por tanto talento, tanta emoção! Sim, essa é a palavra que eu estava procurando para descrever sua escrita. É tudo tão dotado de um sentimento, uma emoção tão profunda que mal posso acreditar que são palavras que estou lendo e não uma melodia inaudível, uma canção que apenas minha alma é capaz de escutar. Não sei, realmente, mais o que dizer, apenas que espero pelos próximos capítulos e vou cobrar a aparição daquele ser misterioso do prólogo, hein?
Fico feliz que tenha chegado até o terceiro capítulo tão rapidamente assim e tenha gostado da leitura. Sei bem como se sentes,quando as palavras parecem não sair e o breve sentimento de continuar lendo, sem saber o que se move nas entranhas de sua mente e de seu coração podem realmente significar.
Sinto-me agraciada por vossos elogios. Não posso negar que tal como digas que se sente, ainda assim me senti completamente feliz, pois o pouco que já disseste tocou minha alma. Esta agradável melodia que também te tocas diz, afinal, o que quero que possam sentir também,não da mesma forma que sinto, mas de forma que minhas poucas palavras possam trazer em vosso coração a sensação de estar sendo tocada por algo nostálgico.
O próximo capítulo, dessa vez, sairá mais rápido que este saiu e, dessa forma, espero ser prestigiada com seus comentários atenciosos. O ser misterioso do prólogo será facilmente descoberto conforme a história andar.
Como prometido, aqui estou após um breve recesso em minhas visitas às suas agradabilíssimas palavras. Bem, creio que deveria ter feito isso antes, uma vez que - até o momento - este é o meu capítulo preferido. Está perfeito em todos os aspectos possíveis e imagináveis, sem mencionar a nata habilidade que você possui para mesclar exatamente as ações dos personagens ao psicológico - o conflito que se passa em seus âmagos, nos peitos onde batem os corações sôfregos -.
O que dizer desta excelente escrita, além de todos os detalhes que já conhece por meus elogios? Mas, como diria o grandioso Dom Casmurro - Senhor Bento Santiago -, o que se deve exercer ao leitor é a questão da repetição. Sendo assim, enfatizarei uma vez mais os detalhes e pormenores que mais me agradam... À começar pela essencial música a qual citou no início do capítulo. Como bem sabe, costumo agregar melodia as quais acho conveniente para que o leitor se aprofunde mais no clima da história, nos aspectos que assombram a alma e o espírito errante da personagem em questão. Sua descrição foi simplesmente tão agradável quanto a melodia em si, a qual estou escutando uma vez mais no momento em que redijo estas palavras. Pude entender perfeitamente o momento em que a música passa do Adágio Sostenuto - dos toques mais obscuros e fúnebres da alma de Thalía, os quais perpassam pelos dedos ágeis e delicados, atenciosos à todas as notas em questão depositadas nas partituras de sua vida -, para o Alegretto... Sem dúvida alguma, os toques mais melancólicos e entristecidos pelos acordes da história da garota combinam perfeitamente com a mesma.
Outro aspecto que chamou a minha atenção foi esse homem que surgiu em meio à música, a garota - tão compenetrada em executar a melodia, as notas envolventes e profundas; como se estivesse tocando com os próprios órgãos em suas entranhas atordoadas pelos acontecimentos passados e presentes - talvez um dia sinta a falta daquele que a observava de longe; arrisco dizer que até sinta esta falta no momento, tendo em vista as lágrimas derramadas por ambos, desfrutando do mesmo sentimento amargurante que corrói seus interiores. Estou muito emocionada com tudo o que se estendeu diante de meus olhos, e mal posso esperar para saber mais sobre estes indivíduos em questão.
Nos breves momentos de saudação perante vossas palavras idílicas, peço, primeiramente, perdão pela demora exaltada em responder seus comentários com palavras de profundo saber. Não posso deixar de mencionar que meu tempo é corrido, tamanha a rotina da vida e que prefiro respondê-la devagar, no entanto, com todos os detalhes possíveis.
Ao primeiro momento minha percepção não fora tão vasta sob minhas palavras quanto vossas palavras. Entretanto, como já diziam os bardos, a música constrói a cultura, e dessa forma, tento transpassar meus sentimentos perante esta.
Não há prazer sem sofrimento, nosso consagrado Machado De Assis já murmurava como mantra, e consequentemente, a solidão desfruta da alma de ambos, mesmo que para que saía um som tão delicado da destreza das mãos de Thalía seja necessário um sofrimento tão agudo. Consegue entender? Minha inspiração entoa hoje sob os errôneos caminhos, um momento de momentânea paz.
Deixo-lhe pensando, por este meio, se este personagem misterioso tem relação com os próximos ou não. Aproveite bem as dúvidas.
Não demorarei e esperarei, com isso, suas respostas nos próximos capítulos.
Thalía.
C
Cam Castro
Você tem o dom de me deixar sem palavras. Cá estou eu novamente sem saber como me expressar. Ady Nower está mexendo com minha cabeça, se antes já tinha teorias agora então poderia escrever um livro com essas ideias, rs. Ady Nower poderia ser o nome do tal homem misterioso? Ou isso é apenas um devaneio meu? Espero mais que ansiosa o próximo capítulo, mais um capítulo que você irá escrever magicamente bem.
Não consigo imaginar que este seja um senhor elogio. Não consigo identificar mesuras maiores do que construir leitores assíduos, porém sem saberem se expressar. Vossas teorias, se me permite dizer, gostaria muito que fossem compartilhadas, já que teria grande prazer em entender um pouco o universo dos meus leitores. Infelizmente, quanto vossas dúvidas, nada poderei responder-te, deixando-a, dessa maneira, presa em vossos anseios.
Então, eu voltei aqui depois de um belo tempo para ler sua história encantadora. Aliás, pretendo avisar que todo sábado entrarei no Nyah! para ler as histórias que acompanho, portanto, nesses dias, espere por um review meu :)
Enfim.
Como sempre, eu não achei nada de errado na sua história e digo que gostei bastante desse capitulo por causa da sua narração da música!!
Eu sou uma pessoa apaixonada por música, desde sempre, desde pequena. Gosto de ouvir música e tocar também - já que acabei aprendendo piano hehe - e acabei me apaixonando pelas clássicas. Quando você narrou a música que Thalia tocava, logo mergulhei profundamente no clima erudito e coloquei imediatamente para tocar a minha favorita de todas (Rondó Alla Turca, do Mozart. Eu adoro Mozart, e Bach) e fiquei ali, ouvindo e sorrindo.
As músicas clássicas são inexplicavelmente maravilhosas, não?
E a sua narração da música descreveu-a tão bem, tão bem que eu acho que, mesmo quem não conhecesse, poderia chegar a ouvi-la!
Bem, eu gostei bastante e estou bem intrigada com essa história do vulto. Novamente ele por ali. Quem será? E o que ele quer? Muito suspeito.
Encontro-me aqui novamente respondendo um de seus mágicos comentários, enlouquentes, extensos e magníficos. Não demoro a comprazer com esta notícia, esperando, com isso, um comentário vosso todas as vezes que eu postar um capítulo.
Minha paixão por música clássica também é deveras grande. Costumo mencionar rapidamente que fiz algum tempo de violino quando pequena -aproximadamente com meus catorze anos, -parando, por desatinos do destino, aos dezesseis. Aproveito para mencionar que para este instrumento extraordinário, este é um tempo tão leviano quanto comparado a extensividades da vida, tal como a passagem dos séculos.
Quanto a vossas dúvidas, deixarei-a enclausurada nestes devaneios, para respondê-los conforme o tempo. Esperarei vossas reviews nos próximos capítulos.
Nossa que perfeito *-* , aguardando o próximo capítulo mega legal ;D
Agradeço vossas palavras gentis. Sinto- me feliz por ter gostado. Espero que goste dos próximos capitulos que virão.
Thalia.
O que mais gostei: Gostei de tudo
O que acho que pode melhorar: Nada... pois esse capítulo é perfeito.
Cara Leitora,
Fico agraciada com suas palavras. Próximos capítulos virão. Espero que goste destes tal como gostou deste.
Thalía.
Acho que não sei o que comentar! E eu odeio estar nessa situação, pois devo traduzir tudo que sinto em palavras, mas estas simplesmente não concordam em sair! Poxa!
Novamente, estou encantada com sua escrita, com o tom sombrio, doloroso e ainda assim doce que você conseguiu introduzir. É maravilhoso ler algo inundado por tanto talento, tanta emoção! Sim, essa é a palavra que eu estava procurando para descrever sua escrita. É tudo tão dotado de um sentimento, uma emoção tão profunda que mal posso acreditar que são palavras que estou lendo e não uma melodia inaudível, uma canção que apenas minha alma é capaz de escutar. Não sei, realmente, mais o que dizer, apenas que espero pelos próximos capítulos e vou cobrar a aparição daquele ser misterioso do prólogo, hein?
Cara Escritora -E Leitora-;
Fico feliz que tenha chegado até o terceiro capítulo tão rapidamente assim e tenha gostado da leitura. Sei bem como se sentes,quando as palavras parecem não sair e o breve sentimento de continuar lendo, sem saber o que se move nas entranhas de sua mente e de seu coração podem realmente significar.
Sinto-me agraciada por vossos elogios. Não posso negar que tal como digas que se sente, ainda assim me senti completamente feliz, pois o pouco que já disseste tocou minha alma. Esta agradável melodia que também te tocas diz, afinal, o que quero que possam sentir também,não da mesma forma que sinto, mas de forma que minhas poucas palavras possam trazer em vosso coração a sensação de estar sendo tocada por algo nostálgico.
O próximo capítulo, dessa vez, sairá mais rápido que este saiu e, dessa forma, espero ser prestigiada com seus comentários atenciosos. O ser misterioso do prólogo será facilmente descoberto conforme a história andar.
Obrigada.
Thalia.
Estimada Escritora...
Como prometido, aqui estou após um breve recesso em minhas visitas às suas agradabilíssimas palavras. Bem, creio que deveria ter feito isso antes, uma vez que - até o momento - este é o meu capítulo preferido. Está perfeito em todos os aspectos possíveis e imagináveis, sem mencionar a nata habilidade que você possui para mesclar exatamente as ações dos personagens ao psicológico - o conflito que se passa em seus âmagos, nos peitos onde batem os corações sôfregos -.
O que dizer desta excelente escrita, além de todos os detalhes que já conhece por meus elogios? Mas, como diria o grandioso Dom Casmurro - Senhor Bento Santiago -, o que se deve exercer ao leitor é a questão da repetição. Sendo assim, enfatizarei uma vez mais os detalhes e pormenores que mais me agradam... À começar pela essencial música a qual citou no início do capítulo. Como bem sabe, costumo agregar melodia as quais acho conveniente para que o leitor se aprofunde mais no clima da história, nos aspectos que assombram a alma e o espírito errante da personagem em questão. Sua descrição foi simplesmente tão agradável quanto a melodia em si, a qual estou escutando uma vez mais no momento em que redijo estas palavras. Pude entender perfeitamente o momento em que a música passa do Adágio Sostenuto - dos toques mais obscuros e fúnebres da alma de Thalía, os quais perpassam pelos dedos ágeis e delicados, atenciosos à todas as notas em questão depositadas nas partituras de sua vida -, para o Alegretto... Sem dúvida alguma, os toques mais melancólicos e entristecidos pelos acordes da história da garota combinam perfeitamente com a mesma.
Outro aspecto que chamou a minha atenção foi esse homem que surgiu em meio à música, a garota - tão compenetrada em executar a melodia, as notas envolventes e profundas; como se estivesse tocando com os próprios órgãos em suas entranhas atordoadas pelos acontecimentos passados e presentes - talvez um dia sinta a falta daquele que a observava de longe; arrisco dizer que até sinta esta falta no momento, tendo em vista as lágrimas derramadas por ambos, desfrutando do mesmo sentimento amargurante que corrói seus interiores. Estou muito emocionada com tudo o que se estendeu diante de meus olhos, e mal posso esperar para saber mais sobre estes indivíduos em questão.
Atenciosamente
V.
Cara Leitora,
Nos breves momentos de saudação perante vossas palavras idílicas, peço, primeiramente, perdão pela demora exaltada em responder seus comentários com palavras de profundo saber. Não posso deixar de mencionar que meu tempo é corrido, tamanha a rotina da vida e que prefiro respondê-la devagar, no entanto, com todos os detalhes possíveis.
Ao primeiro momento minha percepção não fora tão vasta sob minhas palavras quanto vossas palavras. Entretanto, como já diziam os bardos, a música constrói a cultura, e dessa forma, tento transpassar meus sentimentos perante esta.
Não há prazer sem sofrimento, nosso consagrado Machado De Assis já murmurava como mantra, e consequentemente, a solidão desfruta da alma de ambos, mesmo que para que saía um som tão delicado da destreza das mãos de Thalía seja necessário um sofrimento tão agudo. Consegue entender? Minha inspiração entoa hoje sob os errôneos caminhos, um momento de momentânea paz.
Deixo-lhe pensando, por este meio, se este personagem misterioso tem relação com os próximos ou não. Aproveite bem as dúvidas.
Thalía.
Adorei. Não demora.
Bjs
Caro leitor,
Não demorarei e esperarei, com isso, suas respostas nos próximos capítulos.
Thalía.
Você tem o dom de me deixar sem palavras. Cá estou eu novamente sem saber como me expressar. Ady Nower está mexendo com minha cabeça, se antes já tinha teorias agora então poderia escrever um livro com essas ideias, rs. Ady Nower poderia ser o nome do tal homem misterioso? Ou isso é apenas um devaneio meu? Espero mais que ansiosa o próximo capítulo, mais um capítulo que você irá escrever magicamente bem.
Cara Leitora,
Não consigo imaginar que este seja um senhor elogio. Não consigo identificar mesuras maiores do que construir leitores assíduos, porém sem saberem se expressar. Vossas teorias, se me permite dizer, gostaria muito que fossem compartilhadas, já que teria grande prazer em entender um pouco o universo dos meus leitores. Infelizmente, quanto vossas dúvidas, nada poderei responder-te, deixando-a, dessa maneira, presa em vossos anseios.
Esperar-te-ei no próximo capítulo.
Thalía.
Oi, Thalia, tudo bem?
Então, eu voltei aqui depois de um belo tempo para ler sua história encantadora. Aliás, pretendo avisar que todo sábado entrarei no Nyah! para ler as histórias que acompanho, portanto, nesses dias, espere por um review meu :)
Enfim.
Como sempre, eu não achei nada de errado na sua história e digo que gostei bastante desse capitulo por causa da sua narração da música!!
Eu sou uma pessoa apaixonada por música, desde sempre, desde pequena. Gosto de ouvir música e tocar também - já que acabei aprendendo piano hehe - e acabei me apaixonando pelas clássicas. Quando você narrou a música que Thalia tocava, logo mergulhei profundamente no clima erudito e coloquei imediatamente para tocar a minha favorita de todas (Rondó Alla Turca, do Mozart. Eu adoro Mozart, e Bach) e fiquei ali, ouvindo e sorrindo.
As músicas clássicas são inexplicavelmente maravilhosas, não?
E a sua narração da música descreveu-a tão bem, tão bem que eu acho que, mesmo quem não conhecesse, poderia chegar a ouvi-la!
Bem, eu gostei bastante e estou bem intrigada com essa história do vulto. Novamente ele por ali. Quem será? E o que ele quer? Muito suspeito.
Bem, pretendo voltar aqui no próximo sábado ok?
Beijos e até a próxima
Claire L.F
O que mais gostei:
A sua narração ESPLÊNDIDA da música.
O que acho que pode melhorar:
Nada
Cara Leitora,
Encontro-me aqui novamente respondendo um de seus mágicos comentários, enlouquentes, extensos e magníficos. Não demoro a comprazer com esta notícia, esperando, com isso, um comentário vosso todas as vezes que eu postar um capítulo.
Minha paixão por música clássica também é deveras grande. Costumo mencionar rapidamente que fiz algum tempo de violino quando pequena -aproximadamente com meus catorze anos, -parando, por desatinos do destino, aos dezesseis. Aproveito para mencionar que para este instrumento extraordinário, este é um tempo tão leviano quanto comparado a extensividades da vida, tal como a passagem dos séculos.
Quanto a vossas dúvidas, deixarei-a enclausurada nestes devaneios, para respondê-los conforme o tempo. Esperarei vossas reviews nos próximos capítulos.
Thalía.