E entendo o que você disse que nunca conseguiria por ela em 5 mil palavras, uma vez que lhe custou mil delas apenas para apresentar a personagem principal.
Simpatizei-me por Faye, gosto de personagens assim, inteligentes e, ao que me pareceu, carismáticos. Você deu uma explicação plausivel pelo fato dela ainda acreditar em fadas, embora ainda seja um fato estranho.
A fada viria...
... Mas não era como Faye imaginava.
Essas duas últimas frases me deu vontade de ir direto a próxima parte, e lá vou eu ô/
Eu gosto de fazer a história num ritmo lento à principiio (embora essa tenha ficadp até num meio rapido) e achei a ideia boa para me limitar apenas com 5.000 palavras.
As duas ultimas frases realmente tinham a intenção de prender a atenção, que bom que funcionou ^^
Gostei do Plot. (: A história parece interessante, e o clichê 'herói-sem-pais' foi bem trabalhado. :B A crença da garota também foi bem embasada com a tal da velhota negra. xD Vou continuar lendo pra espantar o tédio! o/
É, agoa que você falou, é mesmo clichê esse do heroi-sem-pais. Mas tinha que ser dessa maneira hmmm...
Sim, sim, eu tinha que dar força para o fato dela acreditar, então criei toda essa situação xD
obrigado por ler ^^
E
Elyon Somniare
E pelo final vou deduzir que Faye tem razão em acreditar em contos-de-fadas… Ou não? Sei lá, como já tive a garantia de que não segue o “roteiro” vou ficar de pé atrás até a aparência efectiva do “ser mágico”. Achei extrema piada aos pais dela. Apesar da folia constante e das traições que geraram grande parte das discussões, parecem aquele tipo de casal que não existem um sem o outro, infelizmente isso também leva à sensação de que encaram a filha como um acessório no casamento, até arriscaria de que ela foi uma certa surpresa – afinal, de instintos parentais eles ainda não demonstraram nada. E a isso eu já torço o meu nariz -.-‘ Desejada ou não, uma filha é uma filha, merece um mínimo de atenção e afecto. Menina peculiar, a Faye, hein? Gostei do facto de que apesar de ser mais esperta que a maioria das crianças da sua idade, ela guardou em si a capacidade de acreditar no imaginável. Dá-lhe uma certa inocência, além de uma aura de atracção pelo seu mundo interior. E ela que não se importe em parecer mais nova do que é, em algum anos vai gostar XD A narração está boa, ainda bem porque não esperava menos, depois daquela “presunção” atiraria uma moca contra a tua cabeça, menino Renan, se não houvesse alguma coisa real a fundamentar isso ;P. Também gostei da descrição, foi bem colocada e não ficou enfastiada. No entanto acho que este capítulo é mais uma introdução do que um capítulo propriamente dito. Bjs Elyon
Muito obrigado por ler minha história Elyon ^^
Realmente não segue "o roteiro", na verdade acho que segue tão pouco ele que talvez deveria seguir um pouco mais xDD
No inicio da história eu consegui manter um certo drama, a pobre realidade da garotinha que não tem um bom relacionamento com os pais e coisa e tal. Mas isso meio que se perdeu nos capitulos subsequentes dada a aparição de um outro personagem, ás vezes fazendo a história beirar até mesmo a comédia.
Faye talvez seja o personagem mais... elaborado que fiz (tirando Hugim, que não aparece nessa história) mas ela acabou ficando um pouco apagada em relação à Owen, que aparece no proximo capitulo, já que ele, mesmo sem eu conseguir dar o clima que queria ter dado, um de loucura total à lá um coringa do bem mais ainda sequelado, ficou um personagem mais apelativo e carismático.
bem, como eu disse, muito obrigado por ler e comentar minha história ^^
Que bom que não se decepcionou xDD
E até que fingir presunção foi um bom marketing xDDDDDDD
"Você já "experimentou" a narrativa do Renan?É assustadora"
Eu não acreditei de primeiro...afinal,é dificil pensar em algo tão bom que lhe faça tremer assim como tremi com esta história.Algo tão detalhado e capaz de passar emoção e imagens claras da cena descrita pelo autor....foi isso que eu encontrei em "Um Outro Conto de Fadas".
Muito bom...muito bom mesmo.
Saiba que esta fic acabou de ganhar uma recomendação!!! Ò.ó
Bom, não sei se tenho muito o que dizer sobre esse primeiro capítulo. Ele de fato realça a curiosidade e já estou indo para a segunda parte para poder te passar um review melhor. Nem vou mencionar os errinhos basicos porque já sei que seu(sua) beta os corrigirá =B
(No mais, finalmente comecei a ler sua fic seu infeliz, então trate de ler a minha ò_ó)
Realmente você estava certo, a fic é ótima e super bem escrita, pelo menos o primeiro capitulo é. Vou continuar lendo e mandando reviews *-* [/eeuacheidoiserrinhosdeortografia,há q
Premissa muito interessante, mas quando fui imprimir li os reviews do capítulo - Achava que já tinha deixado um, mas nem tinha - e acabei pegando alguns spoilers, né. Mas não tirou o impacto do texto de forma alguma. Você descreve bem, escreve bem (E eu vi alguns erros por aí, mas não vou lembrar agora quais são. São pequenos, aliás) e tem uma capacidade impressionante de prender o leitor na história. Não havia visto isso tão intensamente nas suas histórias medievais. Acho que a influência de Stephen King é óbvia e bem canalizada aqui.
Faye é uma personagem um tanto cativante, mas não tenho certeza se é tanto quanto talvez deveria ser para fazer leitores chorarem com a história... Quer dizer, sei lá, né, estou imaginando que ela vai passar por muitas atribulações no decorrer da história, e eu vou querer sentir agonia no coração quando isso acontecer.
Gostei muito do começo, quando você explica a "habilidade" de Faye em simular o sono, praticada quando seus pais brigavam, e a forma como ela exige de si mesma, talvez por ter criado sobre si mesma uma necessidade em se auto-corrigir, por nunca ter esse tipo de correção por parte dos pais. Não sei se foi sua intenção, mas a personalidade de Faye é psicologicamente lógica. xD
E discordo de você, o capítulo não ficou sem graça! Pelo contrário, ele prende a atenção, você soube finalizar muito bem o capítulo, deixando no ar a curiosidade. Imagino o tipo de caractere você atribuiu à uma fada.
Cara, assim, eu escrevi Faye imaginando que caracteristicas faria sentido ela ter e como o relacionamento com os pais influenciariam no que ela é. Mas não sou nenhum estudante de psicologia, se eu consegui fazer algo realmente lógico e concreto foi pura sorte xD
Ele realmente prende atenção... Mas depende muito do gosto da pessoa xD Acho que o segundo capitulo tem mais chance de prender a maioria.
até mais o/
A
Alchem
Estou começando a gostar... Algo vai acontecer, pressinto isso.
Espero que ela não fique decepcionada, mas sei que ficará quando descobrir que fadas, duendes, gnomos etc não existem.
E aí, que achou de Ooki na Shitsubou? (comenta lá^^)
Gostei bastante de como a história se inicia. Temos a apresentação sucinta e detalhada da protagonista, conforme lemos sua descrição parcial na sinopse, bem como dos eventos que nortearão todo o conto. Logo de cara, somos introduzidos ao universo de Faye, com quem é fácil estabelecer uma ligação pessoal devido ao grande número de elementos explicitados na vida da personagem, tão comuns para os leitores.
Este, aliás, é o ponto forte da história. O realismo na descrição destes fatos. A meu ver, um bom conto reflete algo da condição da vida de quem lê, ou algo que é presenciado com frequência, e se propõe a explicá-lo ou analisá-lo usando-se da fantasia como caminho para isso.
Outro ponto positivo da história é um ligeiro desvio de enredos tradicionais. A velha fórmula da fada madrinha já foi amplamente usada por inúmeros escritores. Aqui, o autor usa-se de criatividade e deixa a dica no final do capítulo de que não trilhará a mesma rota esgotada. O espirro e a frase final deixam em suspense a identidade da fada, criando expectativa.
Ryuuzaki, a única crítica que tenho a fazer é em relação ao uso dos verbos. Por se tratar de um conto ao estilo fábula -não é uma fábula no sentido estrito da palavra, mas com certeza tem ares de uma-, é normal usar o pret. mais que perfeito. No entanto, devo confessar que ficou um pouco estranho ler toda ação narrada só nesse tempo verbal. Seria bom alternar em passagens mais longas, de 3 a 5 linhas, entre este tempo e o pretérito perfeito. Creio que deixará o texto um pouco mais fluido, okay?
No todo, começou muito bem! Prossegurei ao capítulo 2.
O que mais gostei: O realismo muito bem retratado, que não ofusca a fantasia da história.
O que acho que pode melhorar: Única crítica: muito uso dos verbos no pretérito mais que perfeito.
Fico feliz que tenha gostado da história, eu acho que esse primeiro capitulo foi um dos "melhores inicios" que escrevi, se não o melhor. Me esforcei em introduzir Faye logo de cara e apresentar uma personalidade plausivel. Pensei na questão de "ação e reação" para delinear os traços da garota, pensar coisas tipo: para ela ser desse jeito, algo nessa linha tem que ter acontecido.
Sobre o desvio do convencional, tenho que esclarecer que esta história não é de fato um conto de fadas, mas pega emprestado a roupagem da coisa para usar em outro tipo de história. Mas como meu objetivo foi que esse primeiro cap se parecesse com algo à lá fabula, acho que fui bem sucedido nesse ponto.
Ficarei atento ao lance dos verbos quando eu for fazer uma futura revisão (que esta longe de acontecer, quero terminar logo a história e então melhorar e reescrever o que for preciso). Fluidez no texto nunca foi meu forte, tenho realmente que prestar atenção à esse ponto.
Espero que goste do proximo capitulo. O risco de não ser do seu agrado é alto, já que ele... altera bastante o rumo esperado da história. Com um personagem meio... estranho, devo dizer.
Me tocou o coração, palavras bonitas, considerações bonitas.
Achei interessante abordar esse assunto, é claro que me surpreendi com ele, mais nada em que me preocupe, eu gostei, simples porém encaixara as palavras perfeitamente dentro do complô da coisa, entende?
Sim, eu vim aqui ler sua fic ô/
E entendo o que você disse que nunca conseguiria por ela em 5 mil palavras, uma vez que lhe custou mil delas apenas para apresentar a personagem principal.
Simpatizei-me por Faye, gosto de personagens assim, inteligentes e, ao que me pareceu, carismáticos. Você deu uma explicação plausivel pelo fato dela ainda acreditar em fadas, embora ainda seja um fato estranho.
A fada viria...
... Mas não era como Faye imaginava.
Essas duas últimas frases me deu vontade de ir direto a próxima parte, e lá vou eu ô/
Eu gosto de fazer a história num ritmo lento à principiio (embora essa tenha ficadp até num meio rapido) e achei a ideia boa para me limitar apenas com 5.000 palavras.
As duas ultimas frases realmente tinham a intenção de prender a atenção, que bom que funcionou ^^
Gostei do Plot. (: A história parece interessante, e o clichê 'herói-sem-pais' foi bem trabalhado. :B A crença da garota também foi bem embasada com a tal da velhota negra. xD Vou continuar lendo pra espantar o tédio! o/
Que bom que gostou, tomm :B
É, agoa que você falou, é mesmo clichê esse do heroi-sem-pais. Mas tinha que ser dessa maneira hmmm...
Sim, sim, eu tinha que dar força para o fato dela acreditar, então criei toda essa situação xD
obrigado por ler ^^
Achei extrema piada aos pais dela. Apesar da folia constante e das traições que geraram grande parte das discussões, parecem aquele tipo de casal que não existem um sem o outro, infelizmente isso também leva à sensação de que encaram a filha como um acessório no casamento, até arriscaria de que ela foi uma certa surpresa – afinal, de instintos parentais eles ainda não demonstraram nada. E a isso eu já torço o meu nariz -.-‘ Desejada ou não, uma filha é uma filha, merece um mínimo de atenção e afecto.
Menina peculiar, a Faye, hein? Gostei do facto de que apesar de ser mais esperta que a maioria das crianças da sua idade, ela guardou em si a capacidade de acreditar no imaginável. Dá-lhe uma certa inocência, além de uma aura de atracção pelo seu mundo interior. E ela que não se importe em parecer mais nova do que é, em algum anos vai gostar XD
A narração está boa, ainda bem porque não esperava menos, depois daquela “presunção” atiraria uma moca contra a tua cabeça, menino Renan, se não houvesse alguma coisa real a fundamentar isso ;P. Também gostei da descrição, foi bem colocada e não ficou enfastiada.
No entanto acho que este capítulo é mais uma introdução do que um capítulo propriamente dito.
Bjs
Elyon
Realmente não segue "o roteiro", na verdade acho que segue tão pouco ele que talvez deveria seguir um pouco mais xDD
No inicio da história eu consegui manter um certo drama, a pobre realidade da garotinha que não tem um bom relacionamento com os pais e coisa e tal. Mas isso meio que se perdeu nos capitulos subsequentes dada a aparição de um outro personagem, ás vezes fazendo a história beirar até mesmo a comédia.
Faye talvez seja o personagem mais... elaborado que fiz (tirando Hugim, que não aparece nessa história) mas ela acabou ficando um pouco apagada em relação à Owen, que aparece no proximo capitulo, já que ele, mesmo sem eu conseguir dar o clima que queria ter dado, um de loucura total à lá um coringa do bem mais ainda sequelado, ficou um personagem mais apelativo e carismático.
bem, como eu disse, muito obrigado por ler e comentar minha história ^^
Que bom que não se decepcionou xDD
E até que fingir presunção foi um bom marketing xDDDDDDD
Até agora estou gostando bastante, você escreve muito bem além de ser uma história bastante interessante. Continuarei lendo. ^.^
Muito obrigado por ler ^^
Espero que a continuação esteja à seu gosto xDD
"Você já "experimentou" a narrativa do Renan?É assustadora"
Eu não acreditei de primeiro...afinal,é dificil pensar em algo tão bom que lhe faça tremer assim como tremi com esta história.Algo tão detalhado e capaz de passar emoção e imagens claras da cena descrita pelo autor....foi isso que eu encontrei em "Um Outro Conto de Fadas".
Muito bom...muito bom mesmo.
Saiba que esta fic acabou de ganhar uma recomendação!!! Ò.ó
Brigadão pela recomendação, edrei mixx xDD
Acho que foi um pouco exagerada mas agredeço mesmo assim xD
Bom, não sei se tenho muito o que dizer sobre esse primeiro capítulo. Ele de fato realça a curiosidade e já estou indo para a segunda parte para poder te passar um review melhor. Nem vou mencionar os errinhos basicos porque já sei que seu(sua) beta os corrigirá =B
(No mais, finalmente comecei a ler sua fic seu infeliz, então trate de ler a minha ò_ó)
Minha beta (quildreen) Já corrigiu. Mas estou com preguiça de passar para cá DD:
Na verdade, só vou começar a passar pra cá quando ele tiver betado tudo, e o preguiçoso ainda tá no cap 5 ç.ç
I´m here... como disse que faria.
Capítulo interessante, gostei das descrições que fez sobre a personagem principal e os pais dela....
Gostei também do "era uma vez".
Essa coisa de ''carência afetiva' A criança sofre muito com isso.
única crítica que faria sobre o texto é que não colocaria uma 'ficha' da Faye logo de primeira.
Talvez, se durante a história em geral, fizesse de pouquinho em pouquinho poderia adicionar um sabor a mais. Só uma opinião...
De elogio: Bom, está bem escrita e narrada,
Seu ponto forte parte ser descrição (sou terrível).
Anyway... vou acompanhar a história...
Até +.
Realmente você estava certo, a fic é ótima e super bem escrita, pelo menos o primeiro capitulo é. Vou continuar lendo e mandando reviews *-* [/eeuacheidoiserrinhosdeortografia,há q
Premissa muito interessante, mas quando fui imprimir li os reviews do capítulo - Achava que já tinha deixado um, mas nem tinha - e acabei pegando alguns spoilers, né. Mas não tirou o impacto do texto de forma alguma. Você descreve bem, escreve bem (E eu vi alguns erros por aí, mas não vou lembrar agora quais são. São pequenos, aliás) e tem uma capacidade impressionante de prender o leitor na história. Não havia visto isso tão intensamente nas suas histórias medievais. Acho que a influência de Stephen King é óbvia e bem canalizada aqui.
Faye é uma personagem um tanto cativante, mas não tenho certeza se é tanto quanto talvez deveria ser para fazer leitores chorarem com a história... Quer dizer, sei lá, né, estou imaginando que ela vai passar por muitas atribulações no decorrer da história, e eu vou querer sentir agonia no coração quando isso acontecer.
Muito boa a sua escrita.
Gostei muito do começo, quando você explica a "habilidade" de Faye em simular o sono, praticada quando seus pais brigavam, e a forma como ela exige de si mesma, talvez por ter criado sobre si mesma uma necessidade em se auto-corrigir, por nunca ter esse tipo de correção por parte dos pais. Não sei se foi sua intenção, mas a personalidade de Faye é psicologicamente lógica. xD
E discordo de você, o capítulo não ficou sem graça! Pelo contrário, ele prende a atenção, você soube finalizar muito bem o capítulo, deixando no ar a curiosidade. Imagino o tipo de caractere você atribuiu à uma fada.
Parabéns!
Valeu pelo review, pedro ^^
Cara, assim, eu escrevi Faye imaginando que caracteristicas faria sentido ela ter e como o relacionamento com os pais influenciariam no que ela é. Mas não sou nenhum estudante de psicologia, se eu consegui fazer algo realmente lógico e concreto foi pura sorte xD
Ele realmente prende atenção... Mas depende muito do gosto da pessoa xD Acho que o segundo capitulo tem mais chance de prender a maioria.
até mais o/
Estou começando a gostar... Algo vai acontecer, pressinto isso.
Espero que ela não fique decepcionada, mas sei que ficará quando descobrir que fadas, duendes, gnomos etc não existem.
E aí, que achou de Ooki na Shitsubou? (comenta lá^^)
Alchem .'.
Gostei bastante de como a história se inicia. Temos a apresentação sucinta e detalhada da protagonista, conforme lemos sua descrição parcial na sinopse, bem como dos eventos que nortearão todo o conto. Logo de cara, somos introduzidos ao universo de Faye, com quem é fácil estabelecer uma ligação pessoal devido ao grande número de elementos explicitados na vida da personagem, tão comuns para os leitores.
Este, aliás, é o ponto forte da história. O realismo na descrição destes fatos. A meu ver, um bom conto reflete algo da condição da vida de quem lê, ou algo que é presenciado com frequência, e se propõe a explicá-lo ou analisá-lo usando-se da fantasia como caminho para isso.
Outro ponto positivo da história é um ligeiro desvio de enredos tradicionais. A velha fórmula da fada madrinha já foi amplamente usada por inúmeros escritores. Aqui, o autor usa-se de criatividade e deixa a dica no final do capítulo de que não trilhará a mesma rota esgotada. O espirro e a frase final deixam em suspense a identidade da fada, criando expectativa.
Ryuuzaki, a única crítica que tenho a fazer é em relação ao uso dos verbos. Por se tratar de um conto ao estilo fábula -não é uma fábula no sentido estrito da palavra, mas com certeza tem ares de uma-, é normal usar o pret. mais que perfeito. No entanto, devo confessar que ficou um pouco estranho ler toda ação narrada só nesse tempo verbal. Seria bom alternar em passagens mais longas, de 3 a 5 linhas, entre este tempo e o pretérito perfeito. Creio que deixará o texto um pouco mais fluido, okay?
No todo, começou muito bem! Prossegurei ao capítulo 2.
O que mais gostei: O realismo muito bem retratado, que não ofusca a fantasia da história.
O que acho que pode melhorar: Única crítica: muito uso dos verbos no pretérito mais que perfeito.
Muito obrigado por ler e mandar o review, Lisa ^^
Fico feliz que tenha gostado da história, eu acho que esse primeiro capitulo foi um dos "melhores inicios" que escrevi, se não o melhor. Me esforcei em introduzir Faye logo de cara e apresentar uma personalidade plausivel. Pensei na questão de "ação e reação" para delinear os traços da garota, pensar coisas tipo: para ela ser desse jeito, algo nessa linha tem que ter acontecido.
Sobre o desvio do convencional, tenho que esclarecer que esta história não é de fato um conto de fadas, mas pega emprestado a roupagem da coisa para usar em outro tipo de história. Mas como meu objetivo foi que esse primeiro cap se parecesse com algo à lá fabula, acho que fui bem sucedido nesse ponto.
Ficarei atento ao lance dos verbos quando eu for fazer uma futura revisão (que esta longe de acontecer, quero terminar logo a história e então melhorar e reescrever o que for preciso). Fluidez no texto nunca foi meu forte, tenho realmente que prestar atenção à esse ponto.
Espero que goste do proximo capitulo. O risco de não ser do seu agrado é alto, já que ele... altera bastante o rumo esperado da história. Com um personagem meio... estranho, devo dizer.
Me tocou o coração, palavras bonitas, considerações bonitas.
Achei interessante abordar esse assunto, é claro que me surpreendi com ele, mais nada em que me preocupe, eu gostei, simples porém encaixara as palavras perfeitamente dentro do complô da coisa, entende?