KKK Está bem divertida essa estória. Não sei se era para ser, mas está!
Vou ler os outros capítulos e esperar pelo próximo.
(Por coincidência, assim que li, pensei em comentar sobre a palavra "aquiescência", kkk não é uma palavra que alguém usaria tão naturalmente no dia-a-dia)
Sempre busco dar um tom leve, divertido, aos contos que escrevo. E isso também vem da minha experiência com o teatro, onde experimento muito mais a tragédia do que a comédia. Ponho, nas minhas tragédias, sempre algo divertido para compensar o clima pesado que às vezes se instaura.Aquiescência foi de propósito: Ganho duas vezes. Primeiramente introduzindo uma personagem que fala com naturalidade palavras que não são prosaicas, ou seja, é uma figura que leva para sua fala do dia a dia um discurso que aprendeu nos livros. É um ponto em comum que ela tem com Lúcio, aliás, os dois são muito parecidos em muitos aspectos, justamente por esse contato com a literatura. E em segundo plano eu faço o leitor se identificar coma obra: O leiotor lê aquiescência e estranha. E logo depois vem o narrador com o mesmo estranhamento, narrando a reação de Lúcio à palavra. Espero que esteja gostando, estava quase desistindo de postar esse texto nesse site, achando que não tinha apelo para o público jovem.
Gostei do capítulo. Mais uma vez, sem erros, e com vários detalhes. Notei que você escreve como os clássicos da literatura. As falas entre aspas. De qualquer jeito, achei Marcinha confiante e decidida, não abriu mão da seriedade para um garoto simpático. Detalhes à parte. Garota de vocabulário rebuscado, o deixou inquietante. Pelo visto, ele terá de conquistá-la. XD
B
Beatriz
Como disse anteriormente, quando as histórias são em 3ª pessoa, muitos descrevem somente sentimentos supérfulos, já você não.
KKK Está bem divertida essa estória. Não sei se era para ser, mas está!
Vou ler os outros capítulos e esperar pelo próximo.
(Por coincidência, assim que li, pensei em comentar sobre a palavra "aquiescência", kkk não é uma palavra que alguém usaria tão naturalmente no dia-a-dia)
Sempre busco dar um tom leve, divertido, aos contos que escrevo. E isso também vem da minha experiência com o teatro, onde experimento muito mais a tragédia do que a comédia. Ponho, nas minhas tragédias, sempre algo divertido para compensar o clima pesado que às vezes se instaura.Aquiescência foi de propósito: Ganho duas vezes. Primeiramente introduzindo uma personagem que fala com naturalidade palavras que não são prosaicas, ou seja, é uma figura que leva para sua fala do dia a dia um discurso que aprendeu nos livros. É um ponto em comum que ela tem com Lúcio, aliás, os dois são muito parecidos em muitos aspectos, justamente por esse contato com a literatura. E em segundo plano eu faço o leitor se identificar coma obra: O leiotor lê aquiescência e estranha. E logo depois vem o narrador com o mesmo estranhamento, narrando a reação de Lúcio à palavra. Espero que esteja gostando, estava quase desistindo de postar esse texto nesse site, achando que não tinha apelo para o público jovem.
Gostei do capítulo. Mais uma vez, sem erros, e com vários detalhes. Notei que você escreve como os clássicos da literatura. As falas entre aspas. De qualquer jeito, achei Marcinha confiante e decidida, não abriu mão da seriedade para um garoto simpático. Detalhes à parte. Garota de vocabulário rebuscado, o deixou inquietante. Pelo visto, ele terá de conquistá-la. XD
Como disse anteriormente, quando as histórias são em 3ª pessoa, muitos descrevem somente sentimentos supérfulos, já você não.
Estou gostando muito.