Comentários em “Felina”: “Marcinha”

A
AnaLancelot

KKK Está bem divertida essa estória. Não sei se era para ser, mas está!

Vou ler os outros capítulos e esperar pelo próximo.

(Por coincidência, assim que li, pensei em comentar sobre a palavra "aquiescência", kkk não é uma palavra que alguém usaria tão naturalmente no dia-a-dia)

MuriloVonNachtwind

Sempre busco dar um tom leve, divertido, aos contos que escrevo. E isso também vem da minha experiência com o teatro, onde experimento muito mais a tragédia do que a comédia. Ponho, nas minhas tragédias, sempre algo divertido para compensar o clima pesado que às vezes se instaura.Aquiescência foi de propósito: Ganho duas vezes. Primeiramente introduzindo uma personagem que fala com naturalidade palavras que não são prosaicas, ou seja, é uma figura que leva para sua fala do dia a dia um discurso que aprendeu nos livros. É um ponto em comum que ela tem com Lúcio, aliás, os dois são muito parecidos em muitos aspectos, justamente por esse contato com a literatura. E em segundo plano eu faço o leitor se identificar coma obra: O leiotor lê aquiescência e estranha. E logo depois vem o narrador com o mesmo estranhamento, narrando a reação de Lúcio à palavra. Espero que esteja gostando, estava quase desistindo de postar esse texto nesse site, achando que não tinha apelo para o público jovem.

Terume

Gostei do capítulo. Mais uma vez, sem erros, e com vários detalhes. Notei que você escreve como os clássicos da literatura. As falas entre aspas. De qualquer jeito, achei Marcinha confiante e decidida, não abriu mão da seriedade para um garoto simpático. Detalhes à parte. Garota de vocabulário rebuscado, o deixou inquietante. Pelo visto, ele terá de conquistá-la. XD

B
Beatriz

Como disse anteriormente, quando as histórias são em 3ª pessoa, muitos descrevem somente sentimentos supérfulos, já você não.

Estou gostando muito.