Comentários em “Prazer, Aninhapah!”: “Capítulo 2 - Mais um dia de mim”

José Vinícius

Peças de um quebra-cabeça.

Partes de um mapa perdido.

Pedaços de uma alma.

Poderíamos chamar nossas personalidades assim. Coisas que são de nós, vieram de nós, mas não são a gente. Não completamente, são como um fragmento que cresce, e se mostra alguém que queríamos ser, que gostaríamos de ser, vem de dentro, do subconsiente. Pessoas que fomos num passado, mas ao mesmo tempo, não fomos. Pessoas que eram bem diferentes da gente, mas eram a gente, por que vinham de dentro de nós.

Eu poderia dizer o quão bem escrita está esta história, mas isso é irrelevante. Ela está num grau muito alto de sentimentalismo que prezo muito. Muito alto, por que a cada linha escrtia há uma sensação diferente. Um sentimento aprisionado numa jaula invisível, mas que veio à realidade de maneira ociosa e indiferente.

A cada linha lida, este sentimento/senação se liberta, e vem até o nosso coração. Não sei se é em busca de refúgio ou apenas para nos habiturar ao que estamos lendo, mas seja o que for, está dando certo.

Continue a escrever.