Você, cara escritora, certamente já observou uma estrela. É claro que, como um astro, ela não vive e, portanto, não pode se comunicar conosco. Mas, em uma situação hipotética, vamos imaginar que uma estrela consiga falar. E, melhor, contar os seus mais obscuros sentimentos.
Não sei se você já tem conhecimento disso, mas certamente tem, que toda estrela tem brilho próprio. Entretanto, por algum motivo, aquela estrela sentia que não brilhava. Que toda luz que emitia era insuficiente e que precisava de alguém que a olhasse com mais atenção, que desse um minuto de admiração para o que ela era.
Espero que já tenha percebido que essa estrela é você. E que o brilho é seu talento na escrita. Em um mar de peixes tão repetidos, você foi um achado fantástico. É uma pena Jenna e Max serem uma história de um capítulo só. Eu adoraria mergulhar nessa incrível história que você criou com uma situação simples e rara hoje em dia.
Não fiquei entediada um só momento, pelo contrário: ficava impaciente quando você perguntava se o leitor já havia desistido. Por Deus mulher, como desistir? Afinal, quem em pleno século XXI faz declarações de amor no dia dos namorados? E melhor: sendo uma mulher? Porque uma mulher se declarando ou demonstrando afeto a um homem sem ter certeza do amor dele por ela é mal visto na sociedade de hoje. Ela é declarada como trouxa, tachada como errada, burra, aquela que vai se arrastar atrás do homem que sempre vai humilhá-la.
Com personagens marcantes e intrigantes, complicados, se me permite a referência, esse pequeno capítulo me fez ganhar o meu dia. E, espero que o meu comentário te ajude a acreditar que você escreve muito bem, maravilhosamente bem, e que se não investir nesse talento é porque, certamente, não é tão inteligente quanto eu julgo ser. Parabéns por ser alguém tão surpreendente nesse mundo tão prescindível!
O que mais gostei: Amei
Obrigada. ♥
Você, cara escritora, certamente já observou uma estrela. É claro que, como um astro, ela não vive e, portanto, não pode se comunicar conosco. Mas, em uma situação hipotética, vamos imaginar que uma estrela consiga falar. E, melhor, contar os seus mais obscuros sentimentos.
Não sei se você já tem conhecimento disso, mas certamente tem, que toda estrela tem brilho próprio. Entretanto, por algum motivo, aquela estrela sentia que não brilhava. Que toda luz que emitia era insuficiente e que precisava de alguém que a olhasse com mais atenção, que desse um minuto de admiração para o que ela era.
Espero que já tenha percebido que essa estrela é você. E que o brilho é seu talento na escrita. Em um mar de peixes tão repetidos, você foi um achado fantástico. É uma pena Jenna e Max serem uma história de um capítulo só. Eu adoraria mergulhar nessa incrível história que você criou com uma situação simples e rara hoje em dia.
Não fiquei entediada um só momento, pelo contrário: ficava impaciente quando você perguntava se o leitor já havia desistido. Por Deus mulher, como desistir? Afinal, quem em pleno século XXI faz declarações de amor no dia dos namorados? E melhor: sendo uma mulher? Porque uma mulher se declarando ou demonstrando afeto a um homem sem ter certeza do amor dele por ela é mal visto na sociedade de hoje. Ela é declarada como trouxa, tachada como errada, burra, aquela que vai se arrastar atrás do homem que sempre vai humilhá-la.
Com personagens marcantes e intrigantes, complicados, se me permite a referência, esse pequeno capítulo me fez ganhar o meu dia. E, espero que o meu comentário te ajude a acreditar que você escreve muito bem, maravilhosamente bem, e que se não investir nesse talento é porque, certamente, não é tão inteligente quanto eu julgo ser. Parabéns por ser alguém tão surpreendente nesse mundo tão prescindível!