review do capitulo dois: hum... as coisas ficam interessantes :P Catarina fareja as coisa no ar - ela é muito esperta, nasceu na época errada XD
detalhes históricos: Portugal nessa época não era mais feudal x.x e sim, uma monarquia centralizada e bem instituída - por isso a vantagem na navegação, além da posição geográfica, claro. O trabalho da Igreja era desassociado ao governo, embora as coisas fosse pouco separáveis nessa época, sendo que muitos nobres tornavam-se bispos e etc... mas obviamente a monarquia papal valia mais que qualquer monarquia secular. Quanto aos judeus - eles sofriam restrições comerciais, mas não havia limitação de comercio, sendo que Portugal - mesmo sendo um país bastante rural - já tinha um comercio bastante pleno acontecendo nas cidades. Outra coisa: os medievais dificilmente classificariam os seus com nomes saídos dos livros de história - "senhor feudal"; "burguês" e etc... são nomenclaturas inventadas posteriormente :P
Resposta a Review3 sobre capítulo2 lol Concordo em gênero e grau com tudo que você escreveu. Acontece que não fizemos muita pesquisa, e nem tínhamos uma professora de história envolvida no projeto, então... escorregamos na maionese. lol Catarina é a nossa heroína, lógico que ela tinha que ser a melhor de todas. lol. Mas não queremos transformá-la em Mary Sue. lol Quanto às denominações, sinceramente, tentamos ser simples, mas achamos que as pessoas consideradas superiores e importantes, deveriam ser tratadas com deferência; inclusive andei modificando o tratamento entre mãe e filha, pois Jéssica e eu tratamos nossos pais de forma diferente. lol Obrigada pelo review. ^^;
Done, viciei. Agora qualquer comentário que eu faça será suspeito, porque estou adorando a história que, honestamente, acho que é muito (mas MUITO MESMO) acima da média do Nyah. A linguagem é rica, a narração é espetacular e o enredo é interessante. Faltam, sim, algumas vírgulas, mas uma leitura mais atenta pode corrigir. Se quiser, posso até ajudar, mas se não for incômodo. De qualquer forma, ótima história - Embora se saiba bem o que vai acontecer daqui pra frente.
Começando: desculpe a demora, é que minha vida tá meio corrida e não deu tempo de ler nada antes ;/' mas aqui estou eu õ/'
cara, eu tinha simpatizado com o velhinho! E ele ajudava á queimar um monte de gente inocente i.i Que apenas gostava de pegar sapos e rãs inocentes! Que crueldade, gente T.T'
aaaain, a mãe da Catarina vai ser presa ou algo assim??' Tomara que não! Tadinha da Catarina, nem sabe o que é bruxaria direito e já tem um monte de gente na casa dela u.u'
Essa sequência da fic está tão distante dos acontecimentos correntes, que eu até me surpreendo. Sim a mãe de Catarina será presa. Acho melhor não contar mais nada. lol Muito obrigada pelo review. :-)
E
Elyon Somniare
Muita cor azul na descrição do padre… E esse final deixou-me com a pulga atrás da orelha! Miguel terá concorrência, parece-me… Se bem que no capítulo anterior Miguel pareceu-me mais como um irmão querido do que como um amante.
Ah, pobres crianças =( E pobres pessoas condenadas, não tenho dúvidas que esses confissões foram conseguidas sobre tortura!
Esperemos que nada de mal ocorra com Catarina e a mãe… Embora eu não acredite muito nisso, afinal, a história tem se fazer com alguma coisa.
LOLZ!!! E não é que é mesmo? Ainda não tinha percebido isso. :-D Quando tiver tempo tentarei tirar o AZUL do padre. ^^; Várias pessoas já comentaram que a relação entre os namorados é fria. Talvez a natureza deles seja realmente fria e ponderada, não sendo ambos muito inclinados a sensualismos e paixões. Não considero isso um erro na construção dos personagens. Existem pessoas assim também, que têm um grande amigo desde a infância, e com quem acabam casando. Confesso que quando escrevi a frase que fecha este capítulo, pensei o mesmo que você pensou. Antevi a disputa entre Miguel e o inquisidor pelo coração de Catarina, com a vitória do inquisidor, mas depois que mergulhei na alma dele... Bem, não quero fazer spoiler. lol Quanto às vítimas da inquisição, nenhuma delas era culpada. Essa é a minha opinião. Contudo li em algum lugar, que o comportamento atribuído a bruxas e feiticeiros, se encaixam no comportamento contemporâneo doa psicopatas. Quer dizer, algumas das pessoas acusadas de bruxaria, bem poderiam ser assassinos psicopatas. Mas é claro, toda a engrenagem da instituição da inquisição estava errada e podre desde sua concepção. Ainda bem que você entende que alguns personagens irão sofrer muito, principalmente com um tema desses. Não dá para deixar todos incólumes. Muito obrigada pelo review, Elyon. Um abraço. :-)
A
Alchem
Eita! Um religioso exibindo ouro em suas vestes, ou sobre elas... Ainda bem que era naquela época. Se andasse hoje pelo RJ ou SP, com certeza os trombadinhas iriam pegar o ouro pra sustentar o vício... Pobres meninos...
E pobres pessoas que foram acusadas injustamente. Democracia, naquela época? Nem pensar!
Era mais ou menos tipo 1984, só que com o Magistério no lugar do Partido. E não havia teletelas por toda parte. Apenas padres.
Não li "1984", mas já vi várias referências a ele. A igreja católica sempre foi rica, com excessão de seus primeiros anos, mas na época medieval, ela exercia o poder associada ao governante, ou estado. Então seria natural ostentar esse poder com acessórios preciosos. Se não me falha a memória, foi Francisco de Assis quem iniciou uma ordem, devotada a pobreza, obediência, e castidade. Sendo ele, na sua época, uma exceção, correndo o risco de ser excomungado como o foi Lutero.
Nada foi esclarecido, dúvidas e mais dúvidas; e ainda a jovem se depara com um também inquisidor de tempos atrás... Cruel...
Oh não, talvez tarde demais, vamos ver que explicações tem ele pra dar, e ela, perguntas a fazer ^^
Essa mãe dela não parece de todo mal, mas esconde algo, creio eu... Miguel... Talvez... Ahh todo mundo parece saber de algo, menos Catarina, isso não é bom...
Quando não existem respostas para uma questão, é porquê ela é óbvia. Na verdade, todos intuem que não poderão se safar ilesos da inquisição, mas precisam mostrar-se inocentes e desentendidos. Don Juan del Valle via a ação da inquisição com naturalidade, não lhe importando se as pessoas eram culpadas ou inocentes. Elas eram "casualidades" da guerra contra o demo, pois para ele a ira divina justificava tudo, como se o terror inquisitorial fosse uma força da natureza, ou do próprio Deus. Ele sentia-se como o bom soldado, que obedece ordens sem questionar.
review do capitulo dois: hum... as coisas ficam interessantes :P Catarina fareja as coisa no ar - ela é muito esperta, nasceu na época errada XD
detalhes históricos: Portugal nessa época não era mais feudal x.x e sim, uma monarquia centralizada e bem instituída - por isso a vantagem na navegação, além da posição geográfica, claro. O trabalho da Igreja era desassociado ao governo, embora as coisas fosse pouco separáveis nessa época, sendo que muitos nobres tornavam-se bispos e etc... mas obviamente a monarquia papal valia mais que qualquer monarquia secular. Quanto aos judeus - eles sofriam restrições comerciais, mas não havia limitação de comercio, sendo que Portugal - mesmo sendo um país bastante rural - já tinha um comercio bastante pleno acontecendo nas cidades. Outra coisa: os medievais dificilmente classificariam os seus com nomes saídos dos livros de história - "senhor feudal"; "burguês" e etc... são nomenclaturas inventadas posteriormente :P
mas sim, a história está interessantissíma ^^
Resposta a Review3 sobre capítulo2 lol Concordo em gênero e grau com tudo que você escreveu. Acontece que não fizemos muita pesquisa, e nem tínhamos uma professora de história envolvida no projeto, então... escorregamos na maionese. lol Catarina é a nossa heroína, lógico que ela tinha que ser a melhor de todas. lol. Mas não queremos transformá-la em Mary Sue. lol Quanto às denominações, sinceramente, tentamos ser simples, mas achamos que as pessoas consideradas superiores e importantes, deveriam ser tratadas com deferência; inclusive andei modificando o tratamento entre mãe e filha, pois Jéssica e eu tratamos nossos pais de forma diferente. lol Obrigada pelo review. ^^;
Done, viciei. Agora qualquer comentário que eu faça será suspeito, porque estou adorando a história que, honestamente, acho que é muito (mas MUITO MESMO) acima da média do Nyah. A linguagem é rica, a narração é espetacular e o enredo é interessante. Faltam, sim, algumas vírgulas, mas uma leitura mais atenta pode corrigir. Se quiser, posso até ajudar, mas se não for incômodo. De qualquer forma, ótima história - Embora se saiba bem o que vai acontecer daqui pra frente.
a loser que nâo sabe usar vírgulas sou eu. lol. Muito obrigada pelos elogios. :)
Essa é a minha história favorita de todo o Nyah!
Já adicionei aos favoritos, e estou simplesmente devorando cada capitulo, e adorando!
Realmente me animei com essa história, estou totalmente presa no enredo. Vou para o próximo capitulo!
beeijos e espere o meu review ;*
Começando: desculpe a demora, é que minha vida tá meio corrida e não deu tempo de ler nada antes ;/' mas aqui estou eu õ/'
cara, eu tinha simpatizado com o velhinho! E ele ajudava á queimar um monte de gente inocente i.i Que apenas gostava de pegar sapos e rãs inocentes! Que crueldade, gente T.T'
aaaain, a mãe da Catarina vai ser presa ou algo assim??' Tomara que não! Tadinha da Catarina, nem sabe o que é bruxaria direito e já tem um monte de gente na casa dela u.u'
Muito obrigada pelo review. :-)
Muita cor azul na descrição do padre… E esse final deixou-me com a pulga atrás da orelha! Miguel terá concorrência, parece-me… Se bem que no capítulo anterior Miguel pareceu-me mais como um irmão querido do que como um amante.
Ah, pobres crianças =( E pobres pessoas condenadas, não tenho dúvidas que esses confissões foram conseguidas sobre tortura!
Esperemos que nada de mal ocorra com Catarina e a mãe… Embora eu não acredite muito nisso, afinal, a história tem se fazer com alguma coisa.
Bjs
Elyon
Quando tiver tempo tentarei tirar o AZUL do padre. ^^;
Várias pessoas já comentaram que a relação entre os namorados é fria. Talvez a natureza deles seja realmente fria e ponderada, não sendo ambos muito inclinados a sensualismos e paixões. Não considero isso um erro na construção dos personagens. Existem pessoas assim também, que têm um grande amigo desde a infância, e com quem acabam casando.
Confesso que quando escrevi a frase que fecha este capítulo, pensei o mesmo que você pensou. Antevi a disputa entre Miguel e o inquisidor pelo coração de Catarina, com a vitória do inquisidor, mas depois que mergulhei na alma dele... Bem, não quero fazer spoiler. lol
Quanto às vítimas da inquisição, nenhuma delas era culpada. Essa é a minha opinião. Contudo li em algum lugar, que o comportamento atribuído a bruxas e feiticeiros, se encaixam no comportamento contemporâneo doa psicopatas. Quer dizer, algumas das pessoas acusadas de bruxaria, bem poderiam ser assassinos psicopatas. Mas é claro, toda a engrenagem da instituição da inquisição estava errada e podre desde sua concepção.
Ainda bem que você entende que alguns personagens irão sofrer muito, principalmente com um tema desses. Não dá para deixar todos incólumes. Muito obrigada pelo review, Elyon. Um abraço. :-)
Eita! Um religioso exibindo ouro em suas vestes, ou sobre elas... Ainda bem que era naquela época. Se andasse hoje pelo RJ ou SP, com certeza os trombadinhas iriam pegar o ouro pra sustentar o vício... Pobres meninos...
E pobres pessoas que foram acusadas injustamente. Democracia, naquela época? Nem pensar!
Era mais ou menos tipo 1984, só que com o Magistério no lugar do Partido. E não havia teletelas por toda parte. Apenas padres.
^_^
Siggo >>>
Olha só...
Nada foi esclarecido, dúvidas e mais dúvidas; e ainda a jovem se depara com um também inquisidor de tempos atrás... Cruel...
Oh não, talvez tarde demais, vamos ver que explicações tem ele pra dar, e ela, perguntas a fazer ^^
Essa mãe dela não parece de todo mal, mas esconde algo, creio eu... Miguel... Talvez...
Ahh todo mundo parece saber de algo, menos Catarina, isso não é bom...