Review do capitulo 1 fora de lugar: a descrição do cenário foi muito boa, dando ares de "contos de fada" - ainda assim foi possível ver que os malditos padres considerarão bruxaria os pequenos feitos de Catarina. Corja de safados :P
uma coisinha: " Enquanto lia na bíblia que Jesus era amor" - eu estou um pouco em dúvida se haviam biblias impressas em lingua comum na época dessa história, ainda mais nos reinos ibéricos, categoricamente católicos. Além disso, é incomum uma camponesa saber ler - mas Catarina parece ser diferente - e afinal, ela é quase uma fada xD
Resposta a review2 Primeiro, na minha cabeça, a fic se situa na Zona Rural da Espanha, e se passa entre 1650 a 1700. Não sei qual a opinião de Jéssica sobre isso. Acho que nessa época, Gutemberg já havia impresso a bíblia, e Lutero já havia sido excomungado. Acho que então, em comunidades protestantes, a leitura da bíblia começou a se difundir. Mas é claro, em comunidades católicas, isso seria visto como blasfêmia. É quase impossível que uma camponesa soubesse ler, mais impossível ainda que ela lesse a bíblia, mas eu creio que não se pode confiar em termos como "nunca", "jamais" e "sempre". Então talvez estejamos contando a história da única garota que lia a bíblia, compreendendo o significado, naquela época. lol O fato do início da história parecer um conto de fadas, não é tão ruim assim. Desculpe a comparação com a minha pessoa, pois estou mais para ogra do que para fada, mas há dias em que acordo com passarinhos, e esculto uma sinfonia de harpas; ando pelas calçadas limpinhas sob a sombra de flamboyants em flor, e o vento sopra meus cabelos, espalhando cachos dourados sobre minhas bochechas rosadas, etc, etc. Quero dizer com isso que a vida real pode ser mágica e bela, bastando usar um filtro cor de rosa. Isso pode ser muito prazeroso. Talvez seja um jeito Polyana de ser. lol. Muito obrigada pelo review Ana. Eu adoro quando você é radical nas suas afirmações, pois me dá vontade de replicar. XD
Novamente, com muita personalidade. Bem profissional, a escrita, e dosa bem a imersão. Afinal, aparentemente esse capítulo não era para isso, e sim para colocar certas perguntas na mente do leitor. Foi o que aconteceu comigo, e por si só foi capaz de me incitar a continuar lendo.
Gosto de uma boa discussão. Vejamos, Catarina conhece Miguel desde a infância, os dois são castos e pacatos. Logo eles são amigos. Dada a afeição mútua que sentem, tornam-se namorados, mas sem a sexualidade latente da maioria dos casais de adolescentes atuais, pois que ambos estão ainda com 15 anos. Você pode dizer que os dois são comprometidos, mas são muito jovens e nunca viveram uma grande paixão. Cocorda?
aaaah, como esses padres são malvados ò.ó' Eles apenas usam ervas para poderme curar doenças! Isso não tem nada a ver com bruxaria ¬¬' *revoltada com esse padres*'
Realmente, de todas as intransigências religiosas, todos os crimes cometidos por intolerância religiosa, a inquisição católica ocupa lugar de destaque, pela longevidade, truculência e envolvimento com o Estado ou poder estabelecido.
E
Elyon Somniare
É, a religião tem uma história carregada de contradições. E Catarina ainda não viveu o suficiente para perceber que por vezes ser inocente não basta – sempre tem forças e interesses políticos e económicos a mexer por trás das situações.
Concordo. Somos todos joguetes em mãos poderosas. Quando você dá poder de vida ou morte a alguém, ele acaba cometendo barbaridades, mesmo sob o manto da religião, do estado, do bem comum ou do bem maior. Este capítulo foi escrito por Jessica Varela. Muito obrigada pelo review.
A
Alchem
Bem, vai ver que sim XD Ou não. Mas já que eles se recusavam a falar no assunto, para catarina parecia que aquela máxima popular se aplicava. "Quem cala, consente".
^_^
Muito boa, e esse medo dos padres... Medo irracional! Eles também não resistem a um tiro de calibre 38. (desculpa rudeza)
Quanto ao medo irracional aos padres, na minha infância, os adultos não faziam piadas com o presidente da república, que era um general. Meus tios tinham temor e respeito pelos jeeps com soldados, que passavam pelas ruas; e se numa simples conversa, alguém mencionava o exército ou militares de uma maneira geral, outro vinha e dizia "cale-se se tem amor à vida" ou algo assim. Quero dizer com isso, que se é dado a alguém, poder de vida ou morte sobre os outros, ele será mais temido do que o capeta.
Não se esqueça que aquela era a idade das trevas, quando as pessoas tinham mais medo de um nome do que da coisa em si (tipo não falar "voldemort"), e quando os dogmas da igreja se restringiam popularmente, a uma disputa entre um poderoso velhinho de barbas brancas, contra um tipo com cabeça e pés de bode. Isto é, tudo isso era muito nebuloso e assustador. As pessoas poderiam pensar que estariam pecando, por imaginar a figura do diabo, ou falar sobre isso; da mesma forma, falar sobre bruxas e satanismo, poderias lançá-las ao mármore do inferno. Então naturalmente, eles se benzeriam, diriam uma ladainha 3 vezes, bateriam na madeira, etc, só de ouvir a pergunta de Carina. lol
esta ficando 10 nossa história minha querida vó!♥
Review do capitulo 1 fora de lugar: a descrição do cenário foi muito boa, dando ares de "contos de fada" - ainda assim foi possível ver que os malditos padres considerarão bruxaria os pequenos feitos de Catarina. Corja de safados :P
uma coisinha: " Enquanto lia na bíblia que Jesus era amor" - eu estou um pouco em dúvida se haviam biblias impressas em lingua comum na época dessa história, ainda mais nos reinos ibéricos, categoricamente católicos. Além disso, é incomum uma camponesa saber ler - mas Catarina parece ser diferente - e afinal, ela é quase uma fada xD
Muito bom, prossiguirei a leitura
Resposta a review2 Primeiro, na minha cabeça, a fic se situa na Zona Rural da Espanha, e se passa entre 1650 a 1700. Não sei qual a opinião de Jéssica sobre isso. Acho que nessa época, Gutemberg já havia impresso a bíblia, e Lutero já havia sido excomungado. Acho que então, em comunidades protestantes, a leitura da bíblia começou a se difundir. Mas é claro, em comunidades católicas, isso seria visto como blasfêmia. É quase impossível que uma camponesa soubesse ler, mais impossível ainda que ela lesse a bíblia, mas eu creio que não se pode confiar em termos como "nunca", "jamais" e "sempre". Então talvez estejamos contando a história da única garota que lia a bíblia, compreendendo o significado, naquela época. lol O fato do início da história parecer um conto de fadas, não é tão ruim assim. Desculpe a comparação com a minha pessoa, pois estou mais para ogra do que para fada, mas há dias em que acordo com passarinhos, e esculto uma sinfonia de harpas; ando pelas calçadas limpinhas sob a sombra de flamboyants em flor, e o vento sopra meus cabelos, espalhando cachos dourados sobre minhas bochechas rosadas, etc, etc. Quero dizer com isso que a vida real pode ser mágica e bela, bastando usar um filtro cor de rosa. Isso pode ser muito prazeroso. Talvez seja um jeito Polyana de ser. lol. Muito obrigada pelo review Ana. Eu adoro quando você é radical nas suas afirmações, pois me dá vontade de replicar. XD
Novamente, com muita personalidade. Bem profissional, a escrita, e dosa bem a imersão. Afinal, aparentemente esse capítulo não era para isso, e sim para colocar certas perguntas na mente do leitor. Foi o que aconteceu comigo, e por si só foi capaz de me incitar a continuar lendo.
jessica varela escreveu este capítulo. Ela tem uma grande imaginação e timing para criar ganchos.
é, não é todo dia que se encontra uma fic como a sua aqui no nyah.
talvez só por alguns detalhes, como concordância, essas coisas...
mas eu também não sou ninguém pra falar.
o que eu sei é que sua idéia é muuito original
tudo tem uma atmosfera de coisas antigas e dá pra imaginar que a história realmente se passa em outra época.
eu sou suspeita pra falar do tema, porque adoro, mas você escreve muito bem mesmo!!
bjx
Outro ótimo capítulo!
Só fiquei com uma dúvida: Miguel é ou não o 'namorado' de Catarina? Ou são apenas amigos?
Vou para o próximo capitulo já!
Parabéns pela fanfic!
beeijos ;*
aaaah, como esses padres são malvados ò.ó' Eles apenas usam ervas para poderme curar doenças! Isso não tem nada a ver com bruxaria ¬¬' *revoltada com esse padres*'
É, a religião tem uma história carregada de contradições. E Catarina ainda não viveu o suficiente para perceber que por vezes ser inocente não basta – sempre tem forças e interesses políticos e económicos a mexer por trás das situações.
Bjs
Elyon
Bem, vai ver que sim XD Ou não. Mas já que eles se recusavam a falar no assunto, para catarina parecia que aquela máxima popular se aplicava. "Quem cala, consente".
^_^
Muito boa, e esse medo dos padres... Medo irracional! Eles também não resistem a um tiro de calibre 38. (desculpa rudeza)
Siggo >>>
Oia só, tem coisa ai... Tem angu no caroço (ao contrário mesmo xD)
Boa pergutna, se todos são tão religiosos, por que a visita do padre os intrigava?
Vamos Catarina, pense, e nos dê uma resposta XD
Poxa, todo mundo omitindo informação, assim não dá, todos se tornam 'suspeitos' de algo, de alguma forma... É, vamos agaurdar.
Tá muito bom, coisa de doido xD
bjks mil e mta inspiração!!!
ai que meu coração ficou apertado....a curiosidade de CAtarina vai coloca-la em apuros.
Abraços!