Foi assim que a minha história começou de verdade.




12 anos depois, eu ainda estou aqui.




Perto do litoral, onde ventos sem freio ameaçam levantar as saias de cetim das moças e levar pra longe os papagaios dos meninos que desfilam pela passarela da nossa rua, com a linha na mão, conduzindo os brinquedos com a maestria de um piloto da aeronáutica. 




Aprendi, ao longo desse tempo, que as águas de um rio nunca cruzam duas vezes o mesmo caminho. E os ventos também não.




Quem dera assim fosse...





Quem dera assim fosse!