Únicos- segunda temporada

3 Se solicita un amor - final


Notas iniciais
Para InesAmazona COM TODO MEU AMOR, RESPEITO, ADMIRAÇÃO E GRATIDÃO. TE QUIERO MI CORAZÓN ❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤❤

Tess entrou gritando na sala, sua amiga estava abraçada com o homem que escreveu a carta pedindo um amor de verdade.

Tess: Olha, eu não sei vocês mais o destino realmente anda junto com o Amor, o Tempo e claro a Morte. Inês amiga, então você achou o homem que escreveu a carta e está com ele?

Inês: O que você está falando Tess?

Vict: Espera um pouco? A minha carta na garrafa esta com você Inês?

Tess: Espera, acho que falei demais. Vamos por etapas? – ela se aproximou e cumprimentou Inês com um beijo e depois dei a mão para Victoriano. – Bom agora devidamente, vamos lá. Inês como você está do acidente?

Inês: Estou bem, mas me explica uma coisa ele é o homem da carta? – apontou para Victoriano.

Vict: Como encontrou a carta Inês, era particular, não tinha esse direito.

Tess: Calma ai, ogro, não fale assim com ela. Te falei Inês os Santos são uns ogros.

Inês: Pare vocês dois. Eu encontrei uma garrafa na praia logo que cheguei aqui. Como Tess é historiadora pedi para ela ver o brasão que consta na carta, mais tinha até me esquecido disso, depois que ocorreu o acidente e que nos aproximamos.

Vict: Mesmo assim isso não te dá o direito de ler as cartas das pessoas, Inês eu... eu... tenho que sair daqui. – ele não espera nenhuma das duas falarem nada, saiu dali correndo.

Tess: Acho que pisei na bola.

Inês: Pisou e ainda deu o gol para o adversário. Como vou explicar isso tudo agora.

Tess: Você não tem que explicar nada amiga, ele soltou a carta no mar, o mar e o destino fizeram o resto, agora me conta tudo que aconteceu.

As duas conversaram por horas, Inês falou o que estava sentindo por ele, mas que não lembrava mais da carta, que ele era estourado mais muito gentil e carinhoso com ela.

Depois Tess foi descansar, e Inês ficou pensando em como reverter a situação, as duas semanas que eles se conheceram de verdade foi magico, ele esta gentil, carinhoso, fazia Inês sorrir, os passeios deles eram algo que deixava Inês bem, ele a fazia bem.

Inês ligou para ele, mas caiu direito na caixa de mensagem. Ela estava subindo para descansar quando escutou Alejandro e Diana chegarem.

Inês: Boa noite meus amores.

Ale: Oi mãe, como está? E a tia Tess boca de jacaré.- eles riram.

Diana: Meu pai ficou chateado, mas só será um tempo, eu conheço a fera.

Inês: Tess é bocuda demais, impulsiva fala demais e quando não deve. Ela está descansando, e vocês deveriam ir também, boa noite.

Diana: Caso queria saber, meu pai esta na casa da colina, fica perto do mirante sul, ele vai para lá quando quer pensar.

Ale: Vá antes da chuva mãe, claro se quiser.

Inês sorriu, foi para seu quarto se arrumou e foi para o local onde Diana falou, mas antes pegou na gaveta a garrafa com a carta.

Victoriano estava na janela, quando ouviu a porta da frente, ele foi até lá, olhou quem era e abriu.

Vict: Diana?- ela afirmou com a cabeça. – Entre.

Inês: Não, vou embora antes da chuva. – eles ouviram um grande estrondo do relâmpago, Inês pulou nos braços dele com medo do estouro. Sentiu o perfume dele, era único, só de Victoriano. – Desculpe, bom eu só vim lhe devolver isso, desculpas se li algumas vezes. Mas realmente fiquei tocada por suas palavras. – ela entregou e começou a caminhar descendo as escadas.

Vict: Inês! – ela parou e se virou, nesse momento uma chuva torrencial começou. – Vem entre, a chuva chegou antes. Estou fazendo uma lasanha, janta comigo?

Inês estava com a blusa com alguns pingos de água, não muito, mas com a água fria ela tremeu de frio. Ele deu a ela uma toalha, e uma camiseta, ela foi até o banheiro e trocou de blusa.

Inês: Eu não quero incomodar Victoriano, eu vou para casa.

Vict: Vem o jantar está pronto. – ele estendeu a mão para ela.

O jantar foi agradável, a conversa ficou tensa quando Inês contou sobre a mudança de seu casamento. Eles estavam sentados no sofá, um ao lado do outro, tomavam suas taças de vinho.

Victoriano, contou o real motivo da carta, quando perdeu a esposa e o filho no parto, como a dor estava acabando com ele, ele sentou ficando de frente para Inês, que fez o mesmo.

Inês sorveu seu ultimo gole de vinho, que escorreu entre os lábios, Victoriano prontamente levou o polegar para não deixar escorrer mais, depois levou o polegar para sua boca e lambeu, ela achou que ele estava era tão sedutor que pegou a nuca dele e o beijou.

Ela correspondeu ao beijo dela, suas cabeças giravam, suas línguas travavam uma batalha dentro de suas bocas. Quando o ar se fez necessário, eles pararam, juntando suas testas.

Inês: Eu não deviria. – ela tentou sair, mais ele não deixou.

Vict: Quantas vezes, Inês?

Inês: Quantas vezes o que?

Vict: Quantas vezes leu a minha carta solicitando um amor de verdade?

Inês: Muitas vezes, acho que li o que sempre pedi para mim, um amor de verdade.

Vict: é de verdade?!

Inês: É, Victoriano é verdadeiro.

Victoriano a beijou mais intenso, a chuva la fora se fazia cada vez mais intensa. Entre sussurros, ele a levou para a cama, os beijos trilhavam cada parte do corpo dela, enquanto ele tirava a roupa dela, Inês era linda, igual ao vinho, suas curva estava o deixando mais excitado e desejoso dela, lentamente ela tirou a roupa dele, bailava nus ao som da chuva e do mar, ele delicadamente a repousou na cama, entre beijos e caricias, ele se deitou ao lado ela.

Inês: Me sinto protegida ao sei lado, seu toque no meu corpo me leva a lua.

Vict: Quando te vi pela primeira vez, no chão desmaiada, queria ter você assim, te proteger, te amar. Te desejar.

Inês: você me tem agora. Me ame, me ame com todo seu amor Victoriano.

Victoriano ficou entre as pernas dela, começou a beijar seu rosto, desceu para o pescoço, para o colo dela, que arfou sentindo a boca dele quente em seu corpo, quando ele beijou um a um dos seios dela, ela soltou um gemido de prazer, seu toque estava deixando ambos mais desejosos. Ele desceu os beijos na barriga dela, depois chegou a extensão de suas pernas, beijou a coxa dela mordiscando, soprou de leve a intimidade dela, que gemeu amis alto de prazer.

Inês: Ahhhhhhhh, isso é tortura. – ele sorriu e soprou novamente, tocou a ponta da língua no ponto de prazer de Inês, depois beijou, lambeu e quando sugou-a, ela se contorceu, agarrando os cabelos dele com força, gemendo, explodiu de desejo, Victoriano, subiu beijando Inês, sem dizer nada queria a adoração dela, o corpo dela, o amor dela, ele queria Inês para ele.

Vict: Eu te quero morenita, mi morenita. – ele lentamente entrou nela, com calma, ternura, cuidado e amor. Aos poucos ambos iniciaram os movimentos, lento e prazeroso, quando Inês emitiu necessidade de mais, ela sussurrou....

Inês: Meu guapo, meu galã, me faça ir ao céu. – ele entendeu o recado e intensificou os movimentos, e juntos chegaram ao mais majestoso clímax.

A noite foi linda, assim como Inês, Victoriano encontraram uma ao outro, Encontraram o amor verdadeiro, que cuida, que ama, que compreende.


Agora....

Eles estavam sentados na praia, vendo o entardecer, o crepúsculo ali em Parayso, uma linda e romântica praia em Tulum, litoral mexicano, Inês e Victoriano agora estavam felizes e juntos.

Inês: Como o tempo passou rápido, hoje estávamos fazendo dois anos juntos.

Vict: Foram os dois anos mais felizes da minha vida.

Inês: Da minha também.

Vict: Inês, morenita, meu amor.

Inês: Sim, guapo.

Vict: Quer casar comigo, e ser minha para sempre?

Inês: Sim, aceito, para sempre.

O beijo deles selou o que o destino, o mar, o tempo e o amor, programaram para Inês e Victoriano.

Fim....