Último Vinho
Último Vinho
Sinopse
Diálogos perdidos de uma alcoólatra qualquer.
Notas adicionais
Eu o vi saindo do bar de cabeça baixa, olhar perdido e respiração desregulada. Não havia bebido. É óbvio que não...
Me sentei num banco e me apoiei no balcão. Pedi um triplo do "de sempre" acompanhado de um cigarro...
O que uma dama como você faz aqui? Ele riu, e tragou do meu cigarro.
Venho paquerar os copos de uísque.
Doçura. Se sentou ao meu lado, se curvou sobre o balcão e sorriu para mim Sorte dos copos...
Seu humor me dói no útero.
Quanto drama.
Quanta graça...
Eu estava para afundar sua cabeça contra a madeira velha que se estendia ponta à ponta do bar.
Ele esteve aqui.
Sei que esteve. Ele sempre está Puxei um cigarro da carteira, saquei um isqueiro do bolso e ameacei ascender.
Ele me encarou...
Ele ama minhas filosofias de merda.
...e puxou o cigarro
Filosofias de bar superam muitas filosofias que são ejaculadas de mentes brilhantes.
Ele gargalhou, como se tivessem lhe contado a piada do ano. Respirou fundo e ergueu as sobrancelhas. Apontou com o cigarro para um vinho da prateleira...
É francês, daqueles caros que não são tão bons assim, eu acho.
Parece bom.
É, não entendo muito de vinhos.
Se eu descobrir que o líquido na taça de vinho é vinho, considere milagre Ele riu Pois é.
Dificilmente vejo alguém escolhendo daquela garrafa.
Talvez porque seja cara, ou não esteja num bom lugar para que a vejam.
Ou talvez porque tenham medo de arriscar alto num copo de prazer.
Ele se ergueu, foi até a prateleira e puxou o vinho. Sacou a rolha e bebeu direto da garrafa.
Continuando Me passou a garrafa, e logo a virei... Você é esse vinho. Esse mesmo; estranho e que poucos arriscam. O que se esconde no mar de tentações e que, sem sombra de dúvidas, dá água na boca quando é visto.
Sou deliciosamente seca.
Concordo.
Coloquei dinheiro sobre o balcão, e um copo suado sobre as notas para que não voassem.
Onde vai? Ele perguntou, correndo atrás de mim pelas calçadas.
Vou encontrar meu apreciador. Não é sempre que algum maluco escolhe o ultimo vinho do bar...
Me sentei num banco e me apoiei no balcão. Pedi um triplo do "de sempre" acompanhado de um cigarro...
O que uma dama como você faz aqui? Ele riu, e tragou do meu cigarro.
Venho paquerar os copos de uísque.
Doçura. Se sentou ao meu lado, se curvou sobre o balcão e sorriu para mim Sorte dos copos...
Seu humor me dói no útero.
Quanto drama.
Quanta graça...
Eu estava para afundar sua cabeça contra a madeira velha que se estendia ponta à ponta do bar.
Ele esteve aqui.
Sei que esteve. Ele sempre está Puxei um cigarro da carteira, saquei um isqueiro do bolso e ameacei ascender.
Ele me encarou...
Ele ama minhas filosofias de merda.
...e puxou o cigarro
Filosofias de bar superam muitas filosofias que são ejaculadas de mentes brilhantes.
Ele gargalhou, como se tivessem lhe contado a piada do ano. Respirou fundo e ergueu as sobrancelhas. Apontou com o cigarro para um vinho da prateleira...
É francês, daqueles caros que não são tão bons assim, eu acho.
Parece bom.
É, não entendo muito de vinhos.
Se eu descobrir que o líquido na taça de vinho é vinho, considere milagre Ele riu Pois é.
Dificilmente vejo alguém escolhendo daquela garrafa.
Talvez porque seja cara, ou não esteja num bom lugar para que a vejam.
Ou talvez porque tenham medo de arriscar alto num copo de prazer.
Ele se ergueu, foi até a prateleira e puxou o vinho. Sacou a rolha e bebeu direto da garrafa.
Continuando Me passou a garrafa, e logo a virei... Você é esse vinho. Esse mesmo; estranho e que poucos arriscam. O que se esconde no mar de tentações e que, sem sombra de dúvidas, dá água na boca quando é visto.
Sou deliciosamente seca.
Concordo.
Coloquei dinheiro sobre o balcão, e um copo suado sobre as notas para que não voassem.
Onde vai? Ele perguntou, correndo atrás de mim pelas calçadas.
Vou encontrar meu apreciador. Não é sempre que algum maluco escolhe o ultimo vinho do bar...
Escrito por
Levier Marlb
Classificação 14+
Livro concluído
Publicado em 28 de set. de 2014, 15:34
Atualizado em 28 de set. de 2014, 15:34
356 palavras
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Notas adicionais
Eu o vi saindo do bar de cabeça baixa, olhar perdido e respiração desregulada. Não havia bebido. É óbvio que não...
Me sentei num banco e me apoiei no balcão. Pedi um triplo do "de sempre" acompanhado de um cigarro...
O que uma dama como você faz aqui? Ele riu, e tragou do meu cigarro.
Venho paquerar os copos de uísque.
Doçura. Se sentou ao meu lado, se curvou sobre o balcão e sorriu para mim Sorte dos copos...
Seu humor me dói no útero.
Quanto drama.
Quanta graça...
Eu estava para afundar sua cabeça contra a madeira velha que se estendia ponta à ponta do bar.
Ele esteve aqui.
Sei que esteve. Ele sempre está Puxei um cigarro da carteira, saquei um isqueiro do bolso e ameacei ascender.
Ele me encarou...
Ele ama minhas filosofias de merda.
...e puxou o cigarro
Filosofias de bar superam muitas filosofias que são ejaculadas de mentes brilhantes.
Ele gargalhou, como se tivessem lhe contado a piada do ano. Respirou fundo e ergueu as sobrancelhas. Apontou com o cigarro para um vinho da prateleira...
É francês, daqueles caros que não são tão bons assim, eu acho.
Parece bom.
É, não entendo muito de vinhos.
Se eu descobrir que o líquido na taça de vinho é vinho, considere milagre Ele riu Pois é.
Dificilmente vejo alguém escolhendo daquela garrafa.
Talvez porque seja cara, ou não esteja num bom lugar para que a vejam.
Ou talvez porque tenham medo de arriscar alto num copo de prazer.
Ele se ergueu, foi até a prateleira e puxou o vinho. Sacou a rolha e bebeu direto da garrafa.
Continuando Me passou a garrafa, e logo a virei... Você é esse vinho. Esse mesmo; estranho e que poucos arriscam. O que se esconde no mar de tentações e que, sem sombra de dúvidas, dá água na boca quando é visto.
Sou deliciosamente seca.
Concordo.
Coloquei dinheiro sobre o balcão, e um copo suado sobre as notas para que não voassem.
Onde vai? Ele perguntou, correndo atrás de mim pelas calçadas.
Vou encontrar meu apreciador. Não é sempre que algum maluco escolhe o ultimo vinho do bar...
Me sentei num banco e me apoiei no balcão. Pedi um triplo do "de sempre" acompanhado de um cigarro...
O que uma dama como você faz aqui? Ele riu, e tragou do meu cigarro.
Venho paquerar os copos de uísque.
Doçura. Se sentou ao meu lado, se curvou sobre o balcão e sorriu para mim Sorte dos copos...
Seu humor me dói no útero.
Quanto drama.
Quanta graça...
Eu estava para afundar sua cabeça contra a madeira velha que se estendia ponta à ponta do bar.
Ele esteve aqui.
Sei que esteve. Ele sempre está Puxei um cigarro da carteira, saquei um isqueiro do bolso e ameacei ascender.
Ele me encarou...
Ele ama minhas filosofias de merda.
...e puxou o cigarro
Filosofias de bar superam muitas filosofias que são ejaculadas de mentes brilhantes.
Ele gargalhou, como se tivessem lhe contado a piada do ano. Respirou fundo e ergueu as sobrancelhas. Apontou com o cigarro para um vinho da prateleira...
É francês, daqueles caros que não são tão bons assim, eu acho.
Parece bom.
É, não entendo muito de vinhos.
Se eu descobrir que o líquido na taça de vinho é vinho, considere milagre Ele riu Pois é.
Dificilmente vejo alguém escolhendo daquela garrafa.
Talvez porque seja cara, ou não esteja num bom lugar para que a vejam.
Ou talvez porque tenham medo de arriscar alto num copo de prazer.
Ele se ergueu, foi até a prateleira e puxou o vinho. Sacou a rolha e bebeu direto da garrafa.
Continuando Me passou a garrafa, e logo a virei... Você é esse vinho. Esse mesmo; estranho e que poucos arriscam. O que se esconde no mar de tentações e que, sem sombra de dúvidas, dá água na boca quando é visto.
Sou deliciosamente seca.
Concordo.
Coloquei dinheiro sobre o balcão, e um copo suado sobre as notas para que não voassem.
Onde vai? Ele perguntou, correndo atrás de mim pelas calçadas.
Vou encontrar meu apreciador. Não é sempre que algum maluco escolhe o ultimo vinho do bar...
Autor
Levier Marlb
Classificação 14+
Livro concluído
Publicado em 28 de set. de 2014, 15:34
Atualizado em 28 de set. de 2014, 15:34
356 palavras