Última Chance
17 Penúltimo Capitulo- Reencontro- Ded. Alice Weasley
Notas iniciais
Mas enfim, tenho uma boa noticia, segunda, depois que eu postar essa fic, vai ter uma nova logo em seguida hahahaha, e espero ver vocês lá, e só para dizer, ainda temos o epílogo dessa viu?
Mas, uma boa leitura a todos !!!!!
“Finalmente voltei, mas dessa vez para fazê-lo feliz...”
Sam reconhecia todos aqueles rostos a sua volta. Carly, Amy, Gibby, sua mãe e alguns de seus parentes, mas o que mais lhe importava não estava presente.
Carly: Vá chamar o médico Gibby! — gritou com o namorado.
Gibby: Ai! Já estou indo! — saiu de perto e a única coisa que Sam pode ouvir em seguida foi o barulho da porta.
Carly: Sam! Você está se sentindo bem?
Amy: Carly, acho melhor não ficar forçando nada com ela!
Pam: Garotas! Não briguem.
Carly: Eu só quero saber se ela está bem!
Amy: Mas ela deve estar fraca, ficou muito tempo desacordada.
Carly: Mas sei o que estou fazendo.
Sam: Gente... Parem — praticamente sussurrou, sua voz estava fraca.
Carly: Tudo bem Sam — afagou o rosto da amiga.
Sam: Onde está Freddie? Ele não fica aqui todos os dias? — encarou Carly.
Carly: Estava ficando, até ele ficar doido, ele estava dizendo que estava escutando alguém falando — riu.
Sam: Estava mesmo doido — sorriu, ao lembrar-se do que fizera com ele naquele dia — Ele demora para vir?
Carly: Não sei, era para estar aqui já.
Sam: Preciso ver ele — sussurrou com urgência.
Carly: Não pode sair daqui, o médico tem que examinar.
Sam: Não me importo com isso, preciso vê-lo, agora!
Carly: Apenas um minuto.
[...]
Os dias foram se passando e para Sam foram uma eternidade, teve que ficar naquele hospital por mais cinco dias para terem certeza de que ela estava bem e durante todos esses dias, Freddie não aparecera para vê-la, estava começando a ficar preocupada, ainda bem que saia daquele hospital agora, se não poderia enlouquecer.
Sam: Carly, quero que me leve a um lugar.
Carly: Gostaria, mas tenho que ver algumas coisas para Gibby, então vou só te levar para casa.
Sam: Tudo bem, então vou sozinha.
Carly: Onde quer ir? — Sam deixou Carly falando sozinha e entrou no carro no lado do motorista.
Sabia que não teria outra chance como aquela, mas não precisava ir para casa e ficar presa por mais uma eternidade. Ligou o carro e saiu de lá, deixando a morena parada sem entender nada. Sam foi apenas acelerando o carro, tinha pressa em chegar ao seu destino, a medida em que foi chegando ela foi desacelerando para procurar melhor.
Chegando ao endereço certinho, ela estacionou o carro em frente a casa e desceu, nem se importando em trancar o carro. Foi até a casa e bateu na porta, em poucos segundos apareceu uma mulher morena, sua expressão era de completo cansaço.
Marissa: Quem é você?
Sam: Sou a Sam, quero falar com o Freddie.
Marissa: Então você é a Sam, a garota que arruinou meu Freddie!
Sam: Olha, eu só preciso conversar com ele.
Marissa: Não! — praticamente gritou — Não quero você dentro dessa casa, não quero ver você destruindo a vida do meu Freddinho ele merece coisa muito melhor que você.
Sam: Você não sabe de nada e muito menos o que me fez vir aqui!
Marissa: Não me importo com o que aconteceu com você! Não quero você aqui! — fechou a porta na cara da loira.
Sam: Não preciso de entrar por porta — resmungou para si mesma.
Se afastou da porta e deu a volta pela casa, viu que havia uma árvore e logo começou a subir, arranhou um pouco seus braços que começaram a arder, mas não se deu ao favor de pensar nisso naquele momento. Assim que chegou perto do telhado da casa, pulou, por sorte não estava muito distante.
Viu que havia uma pequena janela, por ali e se aproximou mais, quando olhou através do vidro, viu Freddie deitado na cama olhando para o alto com os olhos fechados, sorriu ao vê-lo. Tentou abrir a janela, mas estava trancada e então começou a bater com força suficiente. Freddie abriu os olhos assustado, tentou ver de onde barulho e escutou novamente, olhou para a janela e viu a loira, correu até lá e destrancou e o abriu dando espaço suficiente para a loira pular e foi o que ela fez.
Sam estava sorrindo e Freddie estava confuso.
Freddie: O... O que... O que você está fazendo aqui?
Sam: Eu sai do hospital e vim te ver.
Freddie: O que quer comigo?
Sam: Quero me desculpar... Sei que eu não deveria ter feito aquela brincadeira, estou realmente muito arrependida, não quero mais brigar com você e confesso que gosto de você e não quero te perder. Gibby me obrigou a fazer todas essas coisas desde que éramos crianças, mas fiz isso pela minha mãe, ele prometeu que ela ganharia um bom emprego se eu fizesse isso então obedeci. Mas não foi a coisa certa e hoje eu enxerguei isso, não posso ter você longe de mim, por favor de desculpe, eu... — Sam se atrapalhava com as palavras e falara tudo rapidamente. Freddie tampou a boca dela em um forma de fazê-la ficar quieta.
Freddie: Até quando pretende falar? — sorriu.
Sam: Me perdoa?
Freddie: Devo fazer isso? Como vou ter certeza que não vai fazer isso de novo? E como não saber que isso é uma pegadinha.
Sam ficou pensando por um instante, se aproximou dele e o olhou nos olhos, em seguida passou os braços em volta do pescoço e o beijou. Freddie no começo não correspondeu a loira, mas logo a abraçou pela cintura e correspondeu o beijo. Dessa vez sim Freddie sentira algo diferente dos outros beijos que trocara com Sam quando ela estava apenas fazendo uma brincadeira, percebeu que da parte dela era verdadeiro e que ela o amava de verdade.
Com o ar ficou escasso eles se separam, mas ainda ficaram abraçados.
Sam: Por que não estava lá quando eu acordei?
Freddie: Imaginava que não iria gostar de me ver lá quando acordasse.
Sam: O nerd dessa vez errou.
Freddie: Acho que foi uma das primeiras coisas então.
Sam: Pode apostar que sim — ela se aproximou dele mais uma vez e colou seus lábios nos dele de novo — Me perdoa?
Freddie: Já te perdoei, mas tem uma condição.
Sam: Qual?
Freddie: Seja minha namorada.
Sam: Vou aceitar, mas não vai ser pela sua condição, é por vontade própria.
Freddie: Acho que pode ser melhor.
Eles ficaram em silêncio por um longo tempo, até Sam quebrá-lo.
Sam: Por que me perdoou?
Freddie: Porque eu te amo e acredito em você, sempre acreditei que pudesse mudar.
Sam: Mesmo com aquela brincadeira estúpida.
Freddie: Agora sei diferenciar.
Sam sorriu, fazendo Freddie sorrir também. E mais uma vez ela colou seus lábios nos dele, só que dessa vez por um tempo mais longo.
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