Ódio Ou Amor?
27 Capitulo 27: "Tadaima"
Notas iniciais
A claridade no quarto era absurdamente grande, e seus olhos não conseguiam se acostumar a ela com tanta facilidade, não sabia onde estava, e tal desnecessária claridade o fizera acreditar que estava morto, afinal sua vida passara diante de seus olhos e coisas que não queria relembrar lhe vieram a mente.
Pensou em seu ruivo, será que havia mesmo morrido e o deixado no mundo sozinho?
Será que depois de todos esses anos, Aizen finalmente tinha conseguido matá-lo?
Logo agora que não queria mais morrer?...
Agora que tinha encontrado alguém com quem queria passar o resto de sua vida?...
Os pensamentos de morte fugiram de sua mente, quando sentiu algo molhado bater em seu rosto, forçou ainda mais os olhos para se acostumar a claridade, e a primeira coisa que viu foi grandes e expressivos olhos castanhos cobertos por grossas lágrimas, sorriu, não estava morto afinal.
–Ichigo...- Sussurrou, agora que sentira a garganta seca.
–Shii... Não se esforce..- Falou forçando um sorriso apesar das lágrimas.- Você está dormindo à 5 dias, os médicos já estavam suspeitando de que estava em coma... Você, levou uma... Facada do Aizen e desmaiou, só acordou agora... Eu, eu estava tão preocupado...- Não se lembrava, não se lembrava de nada além de dor. Suspirou, seu corpo estava dormente, provavelmente anestésico, olhou para Ichigo, o que lhe fizera passar era imperdoável, e depois que saísse dessa cama, faria de tudo por ele que não o abandonou até o final.
–Te amo..- Murmurou dando um sorriso cansado, Ichigo engoliu um soluço e sorriu, riu e sorriu novamente enquanto enxugava as lágrimas.
–Eu também te amo...- Respondeu descendo seus lábios até os do maior, Grimmjow retribuiu o beijo, com fervor, 5 dias era muito tempo, tempo de mais...
Three Days Later
Seus lábios desciam devagar pela pele macia e pálida do moreno, beijando e chupando, deixando bem grandes e visíveis marcas na pele alva. Ulquiorra gemia sentindo a língua do ruivo percorrer seu peito, e parar em um de seus mamilos, lambuzando-o com bastante de saliva antes de começar a chupar um e brincar com o outro com os dedos. Sua língua percorria todo o abdome com afinco, criando uma linha imaginária naquele corpo tão delicioso.
Desceu até o umbigo, passando a língua com sensualidade no local, suas mãos livres começaram a descer mais do que a boca pelo corpo totalmente nu do namorado, passando pelo pênis já bem ereto, parando em suas coxas, apertando-as e fazendo com que gritasse. Coxas tão lisas e macias, adorava isso.
–P-pare de me torturar seu.. Uuh... Sádico tarado... Aaah! Awn...- Gemeu ao sentir os lábios do outro em seu falo, mas apenas de passagem, com um beijinho e uma lambida do saco até a pontinha como se fosse um picolé, e para provocá-lo ainda mais, levou sua boca até a coxa roliça do moreno, mordiscando-a e chupando-a. Ulquiorra quase urrava, pelo prazer que estava sentindo no momento. Renji parou, virou-o e o colocou de quatro, abrindo bem suas pernas deixando bem visível aquele circulo rosado e apertado que tanto desejava.
Os braços do menor fraquejaram ao sentir aquela língua tão quente entrar em contato com aquele ponto tão sensível, lambendo habilmente, afinal queria uma nova transa dês da noite anterior.
Quando chegaram Renji foi direto para a casa do moreno, entraram em casa aos beijos, tirando as roupas enquanto caminhavam até o quarto e deitando às carícias. E agora se encontravam nesse estado crítico.
Renji já imaginando que o que queria estaria ali, abriu a gaveta do criado mudo e tirou o vidro de lubrificante que tanto queria. Lambuzando os dedos com o liquido gelado e não demorando colocou os dois primeiros dígitos dentro, fazendo o moreno gemer em desconforto, que foi esquecido em segundos após o ruivo começar os movimentos de tesoura, fazendo-o gemer ainda mais alto.
O terceiro dedo foi introduzido e os movimentos de vai e vem intensificados, a mão livre do ruivo foi até o membro do menor, masturbando-o com a mesma velocidade que seus dedos entravam e saíam do moreno, ficaram assim até que um grito marcou o ápice de Ulquiorra.
–A melhor parte vem agora.- Falou divertido pegando na bunda de Ulquiorra e a empinando mais, posicionando-se e aos poucos começando a adentrá-lo, era incrível que mesmo depois da preparação conseguia ser tão apertado.
O moreno agarrou-se ao lençol com força, mordendo o lábio inferior para não gritar até ele parar, e agora sentia-o dentro de si, sentia-o totalmente dentro de si e nada era melhor do que esta sensação.
Renji começou a movimentar-se, movimentos que iam aumentando gradativamente, até Ulquiorra não aguentar mais se conter e gritar de prazer após Renji acertar aquele ponto tão especial, e quando o achou pôs-se a apenas acertar aquele local, Ulquiorra agora urrava de prazer, e neste momento foda-se o vizinho enxerido que está escutando.
Neste momento apenas importava ele, Renji e a transa bem gostosa acontecendo no momento. Não demorou a chegar no segundo ápice, Após Renji acertar uma ultima vez aquele ponto tão gostoso, e gozar dentro de Ulquiorra após mais algumas estocadas. Jogaram-se na cama, abraçados, mais uma vez. O moreno estava quase dormindo quando ouviu um "eu te amo" sussurrado em seu ouvido. Sorriu, antes de sussurrar a mesma coisa num som quase inaudível, isso se eles não estivessem perto.
Num baque os dois acordam com o som do despertador, e quando percebem o que era se jogam na cama novamente.
–Maldito despertador já devia ter jogado você fora há muito tempo.- Falou pegando o pobre despertador e o jogando na parede. Virou-se para Renji e sorriu. O outro sorriu em igualdade e beijou a ponta de seu nariz. Ulquiorra fez o mesmo ato e depois se levantou, jogando os braços para cima se alongando, Renji não perdendo a oportunidade também se levantou e sem demora e o abraçou por trás.
–Que bom que esse sofrimento está acabando, escola, tch.- Resmungou o moreno passando as mãos pela nuca do ruivo e virando a cabeça para beijá-lo.
–Você fica lindo reclamando assim. — Brincou beijando o rosto normalmente pálido do outro. Ulquiorra lhe mostrou a língua e saiu do abraço indo direto para o banheiro e quando o ruivo ia entrar ele fechou a porta. — Abre a porta coração.
–Você não tem roupa aqui vida. Vou acabar dormindo na sala se tivermos mais uma sessão, então nos vemos na escola. — Renji bufou e já iria se virar para ir embora quando a porta se abriu. Ulquiorra segurou o rosto do maior e o beijou, de forma completamente apaixonada. — Te amo. — Falou sem deixar o sorriso bobo em sua face desaparecer, encostando sua testa na do outro, e beijando pela segunda vez a ponta do nariz do ruivo que sorriu igualmente, e dando um ultimo abraço se separaram;
Já entravam na escola quando ouviram cochichos vindos de todos os lados, não que fosse assim tão estranho os grupinhos de adolescentes cochichando entre si. Mas grupinhos de adolescentes cochichando entre si sobre a mesma coisa poderia ser considerado uma coisa relativamente estranha.
Parando o primeiro grupinho de garotas que lhes vieram à frente, Renji foi o primeiro a perguntar:
–Sobre o que estão todos discutindo?- As meninas olharam para eles, com seus típicos olhares de puta, lambendo os lábios e olhando os dois garotos de baixo a cima.
–Vocês moram no mesmo condomínio e não souberam?
– Ora eles deviam estar ocupados, Asuka. — Falou uma segunda menina e todas começaram a rir,Ulquiorra perdeu a paciência.
– Ou vocês falam logo ou eu grito todos os podres de vocês, estou sem paciência para aguentar vagabundas esta manhã, então digam logo. — Ameaçou, as meninas podiam ver uma veia saltar em sua testa, e ter seus segredos revelados a todos não era uma coisa muito boa. Kaya, uma das meninas abriu a boca para falar, mas alguém foi mais rápida. De trás dos dois surgiu uma voz conhecida.
–O professor Aizen foi preso, por tentativa de assassinato. — Os dois se viraram para trás assustados, vendo uma loira baixinha de olhos inchados.
–Olhem, a feiosa chegou. — Brincou Asuka fazendo as amigas rirem.
–Cale a boca vadia chifruda! Você sabia? Que a sua amiguinha Kaya já dormiu com o seu namorado? Mais de uma vez?!- Gritou, chamando a atenção de vários. Pegou na mão dos dois adolescentes e saiu logo dali, onde tinha um princípio de briga. O paredão em volta das meninas já estava se formando, e se quisessem conversar em paz teriam que se afastar dali.
Sentaram-se em um banco de frente para a briga, e enquanto vários alunos ainda iam até lá, os três começaram a conversar.
–Como assim o professor Aizen foi preso? Ele tentou matar quem?!
–O Grimmjow, e o Ichigo também.- Os dois ficaram em estado de choque, abriam a boca para falar algo, qualquer coisa, mas nada saía de suas bocas, parecia que suas vozes haviam desaparecido.- Ontem a noite, eu acordei com o som de sirenes. Olhei pela janela e vi, um tumulto, ambulâncias e viaturas, e o que me chamou mais a atenção foi que o tumulto era em frente a casa de Grimmjow.
~~~ After Day~~~
O som alto irrompai seus ouvidos, levantou-se da cama e correu à janela e ao abrir as cortinas o brilho dos faróis e sirenes luminosas que bateram em seus olhos a incomodou. Ao se acostumar com as luzes repentinas olhou em volta para saber de onde vinham e se assustou ao ver que era da casa do azulado. Fechou as cortinas novamente trocou de roupa e saiu em disparada para ver o que tinha acontecido, e só o que vira fora desgraça.
Quase caíra quando viu seu melhor amigo preso a uma maca, e o namorado dele em outra, sangrando incessantemente. Tentou correr até os dois mas foi impedida por policiais, que não faziam assim tanta força para segurá-la.
–Me deixem ir lá! Soltem-me!- Gritava tentando se soltar mas os policiais não a ouviam, ignoravam-na e a afastavam, e, depois que se cansou deixou-se cair de joelhos aos prantos, totalmente derrotada. Os dois foram colocados na ambulância e sem mais demora ela seguiu para o hospital. Agora, que os sons tinham diminuído, que ela conseguia ouvir a gritaria do homem que tentava fugir dos policiais com garras e dentes.
–Soltem-me! Quem vocês pensam que são?! Vocês não tem o direito de encostar em mim! Eu apenas disciplinei um filho desobediente!- Esperneava enquanto lutava para não entrar na viatura, pois sabia que se entrasse não sairia mais. Mas, com mais ajuda, finalmente conseguiu ser colocado no carro, e também sem muita demora ser levado embora.
Agora, o único som que ouvia era dos cochichos, vizinhos apavorados comentavam entre si o que poderia ter acontecido: "Parece que ele esfaqueou o filho." Disse uma "Ele era um delinquente aquele jovem." respondeu outra, e mais um, um homem se juntou a conversa. "Parece que aquele ruivo, o vizinho novo, era namorado dele. Quem imaginaria não? Isso está se propagando como uma doença." Terminou. Alguns concordaram, outros ficaram na dúvida, mas nenhum descordou de tal afirmação.
Logo todos foram indo embora e os que sobraram foram as irmãs de Ichigo e Grimmjow, junto ao pai do ruivo, todos sentados à calçada. As meninas choravam, e o homem parecia tentar pensar no que fazer. Hiyori se levantou, e devagar foi andando até os quatro, parando bem em frente ao homem...
–Você...
–Hiyori, me chamo Hiyori, lembra-se de mim?- Perguntou sem ânimo para o homem que afirmou e voltou a abaixar a cabeça. Mas de repente a levantou novamente, totalmente esbaforido e fora de órbita, pensando em várias coisas ao mesmo tempo.
–Por favor, eu deixo as meninas com você.- Disse por fim pegando o celular e discando um numero desconhecido para a loira. Foi até a garagem, e pegou o carro, saindo em alta velocidade condomínio a fora. Hiyori olhou para as meninas, que agora era menos, mas ainda choravam muito. A noite seria longa.
~~~present~~~
–Eu mandei várias mensagens, mas ele não responde. A irmã de Grimmjow ficou em minha casa com minha mãe, e as irmãs de Ichigo foram para a escola. O pai dele parece que passou a noite do hospital, e aposto que a professora Yoruichi não virá hoje para dar a entrada de Grimmjow no hospital.
–Parece que não podemos fazer nada, né?
–Isso é tão frustrante...
Os cochichos continuaram assim como a briga, que não demorou para os professores separarem. Os três ficaram ali, pensando no quão insignificantes eram;
~~~one week later~~~
–Já está bem mesmo para sair? Você poderia ficar mais uma semana aqui não é?- Perguntou Ichigo olhando para o azulado com a típica cara de cãozinho que caiu da mudança, careta que fazia o maior repensar várias coisas, mas isso não, odiava hospitais com todas as suas forças, e queria sair dali o mais rápido possível.
Todos os dias Isshin lhes trazia algo, roupas, video-games, comidas também quando dava. Yoruichi também aparecia para ver os dois, divertindo-se perturbando o azulado pavio curto.
Grimmjow se trocou e já esperava a enfermeira vir para tirar aquelas malditas agulhas, e não demorou para que isso acontecesse. A moça tentou colocá-lo em uma cadeira de rodas, mas a pobre cadeira foi imediatamente rejeitada.
Aizen tinha pego uma sentença de dez anos de prisão, e quando fosse solto não poderia ficar menos de 50 metros longe dos dois, mas até lá, muita coisa iria acontecer ainda. Ichigo agora chegava em casa, junto ao namorado que ficaria um tempo morando na casa do moreno já que a sua ainda estava interditada. Mas mesmo se não estivesse, não voltaria a aquela casa.
Os dois foram recebidos por suas irmãs assim que colocaram o pé dentro de casa, um abraço caloroso e lágrimas quentes que eram afastadas de seus pequenos rostos pelos irmãos. Isshin pela manhã teve que fazer uma viagem, e Yoruichi deixou de ir com tanta frequencia tem dois dias, estavam praticamente sozinhos em casa.
–Ichi-nii, nós já tínhamos combinado com a Hiyori-chan que iríamos brincar na casa dela hoje, não sabíamos que vocês iriam chegar, ela que estava tomando conta da gente enquanto papai ia no hospital, então já estávamos indo para lá, tem algum problema?
–Nenhum, Karin. Podem ir brincar mas tomem cuidado.- Alertou, dando um abraço nas gêmeas e beijando suas testas.
–Não saia de perto delas.- Lembrou à pequena a abraçando, ela retribuiu com um abraço apertado e um largo sorriso. Depois de se despedirem elas saíram e os dois ficaram alguns segundos encarando a porta, até se entre olharem e rirem, Ichigo sentou-se na ponta do sofá e Grimmjow se deitou, com a cabeça no colo do outro. Olhando intensamente para aquele brilhantes orbes castanhos.- Parece que eu não tenho mais casa, acho que vou morar com você por um tempo..- anunciou com um sorriso safado, o que fe o ruivo rir e começar a afagar os cabelos azuis macios do outro.
–Ora se eu me lembro bem, naquele dia você falou à Nell que ela iria morar com você e comigo.- Brincou, rindo divertido com a cara encabulada do maior, que fez uma coisa que Ichigo nunca esperava ver, Grimmjow fazendo bico. Riu novamente, agora um pouco mais alto chamando a atenção do maior.- Você também fica lindo fazendo bico.- Murmurou chegando perto do mesmo, e beijando sua testa, Grimmjow pegou a mão do ruivo e a beijou, não demorou para começarem a trocar carícias ali mesmo. Quanto tempo não faziam isso, no hospital não tinham privacidade para tal carinho.
–Eu te amo.- Confessou uma vez mais, erguendo os braços e abraçando o menor, que retribuiu o abraço, cochichando no ouvido do maior um "também te amo..."
Era domingo, e teriam que se preparar para um cansativo dia de aula no dia seguinte, então, depois que comeram, verem um pouco mais de TV, e darem uns amassos finalmente subiram para o quarto. Deitando-se juntos, abraçado, cochichando besteiras um no ouvido do outro, rirem e conversarem bastante, finalmente dormiram.
Como mais qualquer dia normal, os dois acordaram com o som irritante do celular do ruivo despertando, e a paciência nesta manhã não era assim tão grande, e como resultado o celular voou pela janela, afinal, quem se importa, poderia comprar outro mesmo. Grimmjow não acordou com o despertador, apenas o ruivo, que se sentou e olhou em volta vendo o maior ressonando ao seu lado. Não evitou sorrir. Mas o sorriso se desfez, ao ver por cima da blusa branca do outro o curativo com uma pequena mancha de sangue, suspirou, com um olhar triste ficou encarando o outro até se levantar e ir finalmente para o banheiro.
Quando terminou o banho voltou ao quarto com a toalha enrolada na cintura, indo até seu guarda roupa e pegando o que desejava, acabou deixando a blusa cair, e quando se abaixou, olhou por entre suas pernas um Grimmjow com um sorriso safado de orelha a orelha.
–É a segunda vez que você mostra sua bunda para mim assim. Está me provocando?- Ichigo lhe mostrou o dedo do meio e se levantou, iria para o banheiro se trocar, mas pensou em algo, olhou de lado para o maior e deu um sorriso safado, tirando a toalha e ali mesmo, com o outro vendo, começou a se vestir. Quando se virou para o azulado riu ao ver um pequeno filete de sangue escorrer de seu nariz.
–Vai ficar o tempo todo aí, ou vai se arrumar para a escola?- Perguntou ainda rindo, Grimmjow também riu e logo se levantou, indo até o ruivo e o abraçando, beijando sua nuca e logo depois indo para o banheiro.- Alguns empregados trouxeram suas roupas da casa antiga.- Falou procurando a gaveta onde os empregados haviam colocado, estranhou o azulado não ter dito mais nada, e, sem perceber foi até o banheiro, abrindo a porta o viu em pé em frente ao banheiro sem a blusa e o curativo.
–Hm, aquela caixa de primeiros socorros seria boa.- Riu sem graça abaixando a blusa, Ichigo suspirou e fechou a porta. Depois de acabarem tudo o que tinham que fazer finalmente foram para a escola.
Assim que o portão se abriu e os dois entraram parecia que o tempo havia parado, todos pararam de fazer tudo o que estavam fazendo e olharam para eles, Ichigo deu um passo para trás, assustado, até mesmo Grimmjow sentiu-se nervoso, mas manteve-se firme na frente do ruivo. Da multidão apareceu uma pessoa, uma loira, com os olhos cobertos de água e um largo e lindo sorriso no rosto. Ichigo saiu de trás do azulado com um sorriso, convidando-a para que viesse até si e sem mais demoras ela correu até o ruivo abraçando-o com todas as suas forças, depois soltando-o e abraçando Grimmjow que ficou surpreso.
–Vocês demoraram, seus carecas!- Brigou pendurando-se no pescoço de cada um.- Okaeri...
Os dois se olhara e começaram a rir, abraçaram-se a loira e sussurraram.
"Tadaima..."
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