Sherlock estava em êxtase, tudo aquilo parecia um sonho insano de sua mente, ao lado dele estava à mulher mais incrível do mundo, Joan Watson, sua companheira, parceira e melhor amiga. Agora sua esposa. Ele estava feliz por todos seus amigos estarem ali, a festa estava linda, mas claro que Joan vetou qualquer tipo de bebida alcoólica, Mycroft tinha ficado responsável pelo buffer e Holmes teve que dar o braço a torce à comida estava maravilhoso. Começou o momento dos discursos, Bell subiu ao palco.

– Nem acredito que Joan e Sherlock se casaram. – comentou Bell. – Não poderia estar mais feliz, de ver meus melhores amigos juntos, eles combinam em tantas coisas, são as melhores partes de cada um. – ele sorriu. – Sherlock não pense em magoar Joan, pois não quero ter que matar você.

Todos riram o casal continuou na festa só por mais alguns minutos, se despediram de seus amigos e foram para casa. Durante o caminho, o cansaço e a fadiga do casal estava em seus corpos e em suas expressões, contudo tempo não iria faltar na vida deles. Sherlock pegou sua amada pelo colo e a levou para dentro de casa, ela entrou e pediu ao seu querido esposo para tomar um banho, vestindo uma linda camisola de renda. Holmes quando a viu beijou com muito carinho, fazendo-os esqueceram do cansaço e começaram a se abraçar e se beijar com muito amor e uma ardência fenomenal em um louco frenesi, começando assim uma entregar das delicias de um sexo feito com muito amor, carinho e tanta doçura. Ele passava sua língua no corpo de Joan e a lambia como um doce néctar dos deuses, e ao beijá-la, ela correspondia com muito carinho suas caricias, ele procurava seus segredos mais profundos com um jeito manso e ela o consumia com febre em suas entranhas, absorvidas pelo desejo de esta com aquele homem tão amado e tão querido. Sherlock olhava fixamente para ela enquanto a penetrava lentamente. Eles não quebraram o contato visual em nenhum momento, e aquilo foi a coisa mais erótica que Joan conseguiu imaginar. Ela podia ver a pupila dele dilatar enquanto ele aumentava o ritmo, e Watson arranhava as costas dele e tentava não gritar muito alto. Quando acabaram, estavam exaustos e suados, então eles foram tomar banho. Estavam muito cansados, então não fizeram nada, apenas deixaram a água morna cair sobre suas peles. Eles voltaram para cama, onde Joan deitou sobre o peito de Sherlock, deixando que ele fizesse carinho em seu cabelo.

– Lembra quando lhe pergunte se você acreditava em amor a primeira vista? – Perguntou Holmes, tento como resposta um pequeno aceno positivo de Joan. – Aquelas palavras nunca foram tão sinceras, te amo desde do momento que você entrou por aquela porta.

Beijaram-se até sentir seus pulmões pedirem ar, Sherlock passou os beijos para o pescoço de Joan, dessa vez sendo um pouco mais violento em suas caricias, deixando algumas marcas. Desceu para o busto da morena, voltando a beijar carinhosamente a volta dos seios, enquanto acariciava os mesmos com as mãos, ela apenas gemia e contorcia-se na cama, tamanha sua excitação e desejo. Subiu até os lábios de Watson e a beijou com vontade, agarrando seus cabelos com força, a morena fez o mesmo. Os dois abriram os olhos e Jon pode ver que o azul natural dos olhos de Sherlock, estavam escurecidos por desejo. Beijou sua boca mais uma vez e fez um pouco de esforço para mudar de posição, ficando sobre o ele. Começou beijando o pescoço dele, deixando algumas marcas vermelhas que logo ficariam roxas, beijou cada centímetro do peito e barriga dele, arrancando-lhe gemidos roucos e suspiros sôfregos. Sherlock posicionou-se e a penetrou lentamente, entrando devagar, apesar da imensa vontade de acelerar as coisas, dava estocadas lentas e fundas, fazendo Joan fechar os olhos e quase gritar. Descontava suas emoções no local mais próximo de suas mãos, ou seja, as costas de Sherlock arranhava com força a pele branca do esposo. Holmes estava tão extasiado com as sensações que estava sentindo que não reparou na força com que ela o arranhava. A cada estocada o prazer dos dois aumentava, ele começou a mexer-se com mais rapidez e brutalidade, chocando seu corpo com o dela. Aos poucos sentiu seu membro apertar dentro de Joan, sinal de seu gozo. Sentiu o corpo de Watson tremer e logo ela gritou, havia gozado. Sherlock deu mais algumas estocadas e também chegou ao seu limite.