Notas iniciais
Voçê não vé Agents of SHIELD ou Teen Wolf? Não se preocupe! Neste primeiro capítulo irá haver uma breve explicação das duas séries!

(Base Secreta da S.H.I.EL.D.)

— Preparem-se, já chegamos. — disse Coulson.

A equipa de Coulson preparava — se para uma nova missão. O combate com a hydra continuava. Uma nova pista seguida por Coulson levou-os a Beacon Hills, uma cidade onde o supernatural reina.

Durante a viagem Skye foi recolher informações a um prisioneiro, que pertence à Hydra:

— Skye...! — disse Ward, o seu ex-colega.

— Eu não vim aqui para conversar contigo. O que é que tu sabes sobre Beacon Hills?

— A sério? Quanto tempo mais vais estar chateada comigo...? Eu nao tive escolha...

Skye revirou os olhos.

— O que é que tu sabes sobre Beacon Hills? — disse Skye num tom, agora carregado de raiva.

— Eu não sei muito...mas vou fazer tudo para te ajudar... Okay. — disse concentrando-se — Beacon Hills é uma cidade muito misteriosa e perigosa. Vocês não têm ideia no que se estão a meter...

— Eu não vim pedir os teus avisos. Diz-me tudo o que sabes — disse Skye, começando a ficar sem paciência.

— Antes de eu me infiltrar na S.H.I.E.L.D. , era para ser essa a minha missão. A Hydra tem todas as informações. Mas acho que não chegou a investigar. Mas se agora...

— Agora... — disse Skye interrompendo-o — se a S.H.I.E.L.D. vai investigar quer dizer que a Hydra deve estar um passo à frente! — disse ela, raciocinando.

— Parece, que vão precisar da mi... — ouve-se o som da porta a fechar-se com força. — ...nha...ah...ajuda.

*

Skye encontrou todos lá fora, já reunidos.

— Então? — perguntou Coulson — Conseguiste descobrir alguma informação?

— Ele disse que a Hydra já tinha estudado Beacon Hills — disse Skye — mas, que nunca tinham chegado a vir cá e explorar a situação.

— Eu acho que devíamos leva-lo connosco — disse Skye, um pouco hesitante — ele sabe mais do que nós e pode ser uma mais valia.

— Depois de tudo que ele nós fez, não achas que trazê-lo seria completamente ousado? — disse Jemma — vocês viram o que ele tem feito... as probabilidades de ele ter um truque na manga são enormes.

— Não te preocupes, ele não terá hipótese de fazer nada — disse Skye, agora num tom confiante.

— Então está decidido — disse Coulson — o Ward irá. Fitz-Simmons preparem as super-algemas, a arma Sleep-Sleepy e tragam o equipamento de investigação. Ah, e encontrem-se comigo no laboratório — aponta agora para Skye — Skye, arranja maneira do Ward entrar, e, com uma história convincente o suficiente. May, Bobbi, Hunter. Para o BUS. Mack, tu e eu vamos buscar o Ward. Encontramo-nos daqui a 10 minutos.

Estavam o Fitz e a Simmons, a preparar tudo no laboratório.

— Fitz, Simmons, também não acho boa ideia levar-mos o Ward connosco. Não quero tomar riscos. Preciso que vocês instalem um dispositivo no Ward.

— Hum... — murmurou Fitz — podíamos usar aquele neuro-uranico com febrosidade máxima e...

— E... — continuou Simmons — essa reação vai dar um dispositivo controlado por titâminico que será facilmente controlado por nós. Fitz isso é de génio!

— Agora só faltava uma câmara...

— Hum...lembras-te daquela que encontramos no casaco do Garrett? — olha agora para Coulson, e continua a explicação, achando que este estava a perceber tudo — sim, ele tinha uma micro-câmara escondida num fio de cabelo. Incrível, han?!

— Sim, sim. Hey, acham que conseguem fazer isso em menos de, hum... — Coulson olha para o relógio — ...menos de seis minutos.

— Nós já temos três feitas! — dizem eles em uníssono e a sorrir.

— Perfeito. Agora as algemas.

O Coulson e o Mack foram ter à prisão do Ward.

— Arranja-te. Vamos sair agora em missão.

— Engraçado Coulson — disse Ward soltando um sorriso, meio desdenhoso, meio sensato.

Coulson abre a barreira invisível e Mack põe as algemas invisíveis ao Ward.

— Pra' que é isto?

— Achas mesmo que te iríamos deixar andar à tua vontade, Ward? — perguntou Coulson, de uma forma irónica.

— Hey, Pai Natal. Já tens muita sorte por te poderes movimentar à vontade com essas algemas. Ah, e já agora — Mack aponta para o seu próprio queixo.

— Vamos. Está na hora de partir. Todos para o Bus.

— Sim, senhor — disse Ward — de volta aos velhos tempos.