Notas iniciais
Bru Mikaelson, sua linda, gostosa e maravilhosa! Muito obrigada mesmo, amei/adorei a sua recomendação. Esse capítulo é especialmente dedicado a você, linda.

Bem que mais pessoas podia seguir o lindo exemplo da "Bru Mikaelson" e recomendar também, não é mesmo? *_*

E aí, gostaram da nova capa?

Boa leitura a todos.

A Gueixa

Titulo: É tão difícil dar certo...

Capítulo 5: Que noite...

Bonnie

23hrs

Estamos no meio da floresta de Mystic Falls, eu, Matt, Alaric, os irmãos Salvatore e os irmãos Gilbert. Eu usei o meu feitiço localizador para achar o exato lugar onde há muitos anos existiu uma árvore de Carvalho Branco, mesmo ela já tendo sido destruída pela família Mikaelson, a essência do carvalho ainda está espalhada por essa terra, foi uma forma que a natureza achou para equilibrar a extinção dos Carvalhos Brancos. E esse será o elemento principal do meu feitiço para destruir Klaus. Com a força que o eclipse dessa noite irá trazer eu irei unir o meu poder à essência do carvalho, e me ligar à energia de três humanos e três vampiros para equilibrar o meu feitiço enquanto desiquilibro a natureza, e para me ajudar a levar esse feitiço até o amanhecer eu vou invocar o espirito de todas as bruxas que assim como eu desejam a morte de Niklaus. O poder do Carvalho se projetará em uma estaca espiritual de Carvalho Branco que dará um fim a vida miserável de Klaus sem que ao menos precisemos chegar perto dele, é o plano perfeito, basta Caroline conseguir distrair ele direito.

(...)

Caroline

Entramos rindo na mansão Mikaelson, por conta de uma piada que ele contará, na verdade eu estou tão bêbada que mal ouvi a piada, mas quando ele começou a rir foi espontânea a minha vontade de rir, desde quando era tão fácil sorrir ao lado de Klaus? Eu nem percebi quando foi que eu consegui parar de rir, só sei que eu me peguei parada na porta o encarando descaradamente, só quando o vi ficar em silencio e arquear a sobrancelha enquanto me olhava curioso foi que eu me dei conta do que estava fazendo.

– Porque você está me olhando dessa forma, amor? – Desviei o meu olhar sem graça e baixei a minha cabeça, se fosse humana tenho certeza que estaria corada. – Amor? – Tremi com o seu toque em meu queixo, me fazendo levantar o meu rosto para voltar a encara-lo, quando ele tinha se aproximado de mim? Quanto tempo eu fiquei com a cabeça abaixada até ele se aproximar?

– Klaus... – Eu não sabia o que dizer, eu não tinha o que dizer. Estamos tão próximos um do outro e o olhar de Klaus, alterna entre meus olhos e minha boca, ele iria me beijar agora? Mais importante, eu deixaria ele me beijar? E por um segundo não sei se por susto ou expectativa, mas eu fechei os meus olhos e abri a minha boca levemente quando lentamente o rosto do Klaus foi se aproximando do meu, sim ele iria me beijar, e sim, eu iria deixar por que eu queria isso! Mas ele não o fez, ele não fez! Apenas fechou a porta que continuava aberta atrás de mim e a trancou, em seguida pegando a minha mão e me encaminhando até o sofá, eu apenas o acompanhei atônita e em silencio, não entendia o que tinha acontecido eu jurava que ele iria me beijar, então porque diabos ele não me beijou?

– Você deve estar com fome, não é mesmo? – Eu me limitei a assentir com a cabeça. – Vou pegar uma bolsa de sangue para você, depois dessa bebedeira toda você precisa se alimentar. – E ele sumiu me deixando sozinha com meus pensamentos naquela sala de estar gigantesca.

Enquanto eu percorria o lugar com os olhos não pude deixar de ver as horas naquele pomposo relógio de parede, que parece ser uma valiosa antiguidade como tudo na mansão do Klaus, incluindo o dono. Mas o que me chamou a atenção mesmo foi a hora marcada no elegante relógio: 23hrs

Eu precisava agir, tinha que correr contra o tempo para seduzir Klaus, pois as 24hrs em ponto meus amigos começariam com o feitiço. Mas como eu iria seduzi-lo se há alguns minutos sem mais nem menos, ele se recusara a me beijar? E pior, se afastou de mim com a desculpa de buscar uma bolsa de sangue. Como eu irei o seduzir agora que estou com o meu ego e autoestima feridos pela sua rejeição?

– Desculpa a demora. Foi difícil achar bolsa de sangue aqui em casa, sabe que eu prefiro beber direto na veia, bolsas só em ultimo caso. – Ele me disse me mostrando duas bolsas e se sentando ao meu lado no sofá enquanto abria uma bolsa e me entregava.

– Obrigada. – Foi só o que eu consegui dizer antes de atacar a bolsa que me era oferecida, porque eu estava realmente faminta. Já estava na metade da minha bolsa e com a boca toda lambuzada de sangue quando percebi que Klaus, não bebia a outra bolsa que trouxera, ele tinha ficado me observando beber enquanto deixava a outra bolsa repousando em seu colo, estranhei. – Klaus, você não vai beber da sua bolsa? – E apontei para seu colo indicando do que eu falava.

– Não. Como eu disse antes, prefiro beber direto na veia. As duas bolsas são para você, e como eu já havia dito, o mínimo que eu posso fazer essa noite é cuidar bem de você, e é isso que eu vou fazer. – Ai que fofo! Nesse exato momento eu o desejo mais que tudo, não existe plano não existe mais nada além da minha vontade gritante de me entregar a Klaus. E quando eu penso que não pode melhorar, Klaus deposita a bolsa de sangue que estava em seu colo, ao seu lado no sofá, e coloca os meus pés confortavelmente no seu colo e diz: — Esses saltos não parecem confortáveis. É melhor tirar eles, você não acha? – Confirmo com um leve balançar de cabeça, enquanto ainda estou terminando a minha bolsa.

Surpreendentemente, ao tirar meus sapatos vermelho de salto, ele começa a fazer uma deliciosa massagem nos meus pés, e céus! O toque desse homem no meu corpo está fazendo uma corrente elétrica passar por todo o meu corpo fazendo a minha já lubrificada intimidade gritar para tê-lo dentro de mim. Por Deus! O que ele está esperando para me atacar e usar e abusar do meu corpo tão disposto e receptivo ao toque desse hibrido filho da mãe!

Estou tão cheia de desejo que nem estou me reconhecendo, se ele não tomar uma atitude em 5 segundos, eu vou ser obrigada a tomar porque eu já me decidi, ou ele me ataca ou eu o ataco! Mas que a gente vai terminar essa noite “atracados” ah vai!

Terminei a minha segunda bolsa de sangue e o álcool ainda tinha forte efeito sobre mim, mas graças ao sangue que eu bebi, eu já estava bem melhor do que quando nós saímos do Grill, e eu tive que ser praticamente carregada pelo Klaus. Como ele não manifestou nenhuma reação além de continuar massageando os meus pés, decidi que já era hora de agir até porque o tempo estava correndo.

– Klaus... – Ele desviou os olhos dos meus pés e me encarou em silêncio, aquele olhar tão penetrante e charmoso que só mesmo o Mikaelson era capaz de dar, e céus... Eu molhei ainda mais! – Você gostaria de dançar comigo? – Ele me olhou espantado e arqueando uma sobrancelha parecendo surpreso com o meu pedido e logo depois esboçou um singelo sorriso que eu não soube definir ao certo o que queria dizer. Eu já começava a me sentir estúpida pelo meu pedido quando ele delicadamente colocou os meus pés no chão e se levantou me estendendo a sua mão.

– Será uma honra te conceder uma dança. –Ele falou com aquele inconfundível sotaque que de inicio eu odiei, mas que com o tempo aprendi a gostar. De mãos dadas fomos até o centro da sala onde com o controle remoto ele ligou o som na música: Wicked Game (Jogo malvado) de Chris Isaak.

O mundo estava em chamas e ninguém poderia me salvar, a não ser você.

É estranho o que o desejo faz as pessoas tolas fazerem.

Eu nunca sonhei que conheceria alguém como você.

E eu nunca sonhei que perderia alguém como você.

Lentamente ele me guiou na dança colando nossos corpos e nos rodando pela sala, eu na ponta dos pés o segurando pelo pescoço enquanto ele segurava firmemente – até demais — na minha cintura garantindo que eu não fosse cair. Não tive como não esboçar um triste sorriso, escondendo o meu rosto no peito de Klaus para que ele não visse, ele tinha me contando essa noite que tinha uma forte tendência a ser protetor demais com quem ele amava, e era isso que ele estava fazendo nesse exato momento comigo – sendo super protetor porque me ama – e como eu iria retribuir isso? Simples, iria entrega-lo de bandeja a morte. Essa noite, eu sou o monstro e não ele!

Não, eu não quero me apaixonar (este amor só vai partir o seu coração).

Não, eu não quero me apaixonar (este amor só vai partir o seu coração).

Por você (este amor só vai partir o seu coração)

Klaus é um caso sério, em alguns momentos ele me deixa com raiva pelas maldades que ele faz, mas em outros momentos, não tem como não sentir dó pela solidão dele, afinal desde que era humano ele sempre foi um rejeitado, até pelos próprios pais! Ele nunca teve grandes exemplos de amor e felicidade para se espelhar tudo que ele quis, ele tomou a força, mas amor e lealdade não se ganha à força, e ele demorou e teve que “quebrar a cara” muitas vezes para poder aprender isso.

Que jogo malvado de se jogar, para me fazer sentir assim.

Que coisa malvada para se fazer, permitir que eu sonhe com você.

Que coisa malvada para se dizer, você nunca se sentiu assim

Que coisa malvada de se fazer, fazer eu sonhar com você e,

Eu não quero me apaixonar (este amor só vai partir o seu coração)

Não, eu não quero me apaixonar (este amor só vai partir o seu coração).

Por você.

Confesso que em alguns momentos – muitos para falar a verdade – eu me perguntei se Klaus não fosse o que ele é e nunca tivesse feito todas as maldades que fez, eu teria gostado dele? Teria aceitado seu jogo de sedução, e me apaixonado por ele? Estaríamos agora em sua casa dançando justos e felizes por que seriamos namorados – e estaríamos realmente felizes, ao invés de estar só fingindo como eu estou – e não, porque eu tenho um plano para assassina-lo.

O mundo estava em chamas e ninguém poderia me salvar, a não ser você.

É estranho o que o desejo faz as pessoas tolas fazerem.

Eu nunca sonhei que conheceria alguém como você.

E eu nunca sonhei que perderia alguém como você.

E em um momento de lucidez – ou o efeito do álcool me fazendo alucinar – eu finalmente entendi – ou finalmente parei de mentir para mim mesma – que o que está feito, está feito! E nada – nem a força da vontade – vai mudar isso. Klaus era o que era, e provavelmente nunca mudaria essa era a sua natureza sua essência, porque se transformar em vampiro não transforma o seu caráter, apenas torna mais intenso aquilo que você já é. E apesar dele ser esse hibrido egoísta e possessivo capaz das piores coisas para alcançar aquilo que deseja – e ter como vitimas ou alvo de suas maldades, pessoas que são importantes para mim – mesmo assim foi inevitável eu me apaixonar por ele.

Não, eu não quero me apaixonar (este amor vai despedaçar seu coração).

Não, eu não quero me apaixonar (este amor vai despedaçar seu coração).

Por você (este amor vai despedaçar seu coração)

Não! eu...(este amor vai despedaçar seu coração).

(este amor vai despedaçar seu coração)

Ninguém ama ninguém.

A música acabou, mas continuamos juntos em silencio, é como se nenhum de nós dois ousasse quebrar o momento, qualquer palavra poderia acabar com o gesto mais intimo e inocente que tivemos desde que nos conhecemos: o abraço. Mas essa noite eu desejo muito mais que isso, eu quero tudo que Klaus tem a me oferecer, quero conhecer todas as façanhas de Niklaus, eu desejo tudo dele, e desejo mais ainda ser toda dele!

– Klaus... – Levantei o meu rosto e o encarei o olhando nos olhos. – Me da um beijo? – Ele vagarosamente se inclinou para frente para ficar mais perto do meu rosto e me beijou... Na testa! Porque diabos ele me beijou na testa? Qualquer idiota retardado teria entendido que eu quero um beijo na boca!

– Que merda que você está fazendo Klaus? Isso não é hora de bancar o Edward! Você é o hibrido perigoso que vive tentando me seduzir, e não o vampiro veado que brilha no sol. – Eu não estava falando, e sim gritando. Mas eu tinha ficado realmente “puta” da vida, e se Klaus me rejeitasse mais uma vez, as chances de eu entrar em depressão seriam enormes!

– Creio que você não me entendeu direito amo...

– É claro que eu não te entendi. – Estava tão nervosa que nem deixei ele se explicar e já voltei a gritar, ainda com as mãos envolta do pescoço dele, eu não pretendia sair daquela posição ou desistir tão cedo. E para a minha surpresa, apesar de estar me rejeitando, Klaus ainda não tinha largado a minha cintura e nem tinha tentado se distanciar de mim, e por incrível que pareça ele estava serenamente calmo, e nem tinha tentado me matar ou ferir gravemente por eu ter o comparado ao Edward. Reparar nisso foi me deixando mais calma, e me fez perceber que talvez não fosse ele a estar calmo demais, e sim eu que estava nervosa, mais do que deveria ter ficado, e por quê? Só podia ser culpa da bebida.

– Vou tentar explicar mais uma vez, e espero que dessa vez você me deixe falar antes de voltar a gritar igual uma maluca. – Não gostei de ser chamada de “maluca” por ele, mas eu não podia reclamar levando em consideração que eu estava me comportando como tal. – No Grill, quando eu disse que tomaria conta de você esta noite, até você estar apta a se cuidar por conta própria, não estava incluído no meu “pacote de cuidados” me aproveitar da sua vulnerabilidade por conta da bebida, e abusar sexualmente de você. – Ele falava calma e pausadamente como se estivesse explicando a uma criança porque ela não pode falar com estranhos. Só posso dizer que, fiquei extremamente surpresa com a explicação dele.

– Sei que você deve estar achando que eu só desejo você agora, porque eu estou bêbada, mas isso não é verdade, no momento não existe nada mais real do que a vontade que eu estou de me entregar a você, e se eu estivesse sóbria estaria sentindo o mesmo, eu juro. – Senti as mãos de Klaus apertarem a minha cintura com um pouco mais de força, e percebi que por um segundo o corpo inteiro de Klaus tremeu. Ele estava se controlando com toda a sua força para não me agarrar, e sim, ele me desejava muito.

– Amor... Você não sabe como eu queria ouvir isso da sua boca. Mas você não está sóbria para poder jurar que sentiria o mesmo se estivesse. Pense bem, isso não é estranho para você? Sóbria você sempre me repeliu, sempre resistiu a qualquer cantada ou convite meu, e de repente eu te encontro pra lá de bêbada, te convido a vir a minha casa e você aceita, e no decorrer da noite você vem me dizer que tudo o que você quer é se entregar a mim. Não me entenda mal, tudo o que eu mais queria é que isso fosse verdade...

– Mas é verdade! Eu juro, acredite em mim. – Falei o abraçando com força e me roçando nele o máximo que eu podia, e pude sentir uma nada modesta elevação em suas calças, sim ele estava pra lá de excitado.

– Caroline... Não... Não... Tente-me amor... – Ele falava devagar respirando fundo entre uma palavra e outra para tentar se controlar, enquanto eu brincava mais ainda com o meu corpo no dele. – Você não tem ideia... Do quanto está sendo difícil... Segurar-me pra não fazer uma besteira... Que ambos se arrependerão amanhã. — E de repente meu corpo travou, e meu coração se apertou com uma dor aguda. Parei de atiçá-lo, e voltei meus olhos para os seus novamente, as duas esmeraldas brilhavam para mim transbordando desejo.

– E se não houvesse amanha para um de nós dois? Não seria melhor viver o agora com tudo de melhor que ele pode nos oferecer, do que passar uma eternidade imaginando como poderíamos ter sido juntos?

– Amor, acontece que ambos somos eternos, o amanha existirá para nós dois. Agora imagine, um amanha em que você acorda enjoada por ver quem está nu ao seu lado e o odeia só por começar a ter flashes do que ele fez com você enquanto a bebida manipulava a sua mente, a deixando incapaz de responder por si mesma ou se defender de um pervertido aproveitador.

– Eu jamais acordaria enjoada por passar uma noite com você, Klaus você precisa entender, porque eu finalmente entendi que eu estou apa... – E as palavras morreram na minha garganta, eu não consegui terminar a frase, mas por quê?

– Eu não quero passar uma eternidade sendo lembrado por você, como um homem que se aproveitou de um momento de fraqueza seu. Eu já fiz coisas horríveis na minha vida Caroline, algumas porque era preciso, outras por puro tédio e outras porque eu acreditava ser o melhor para quem eu amava... Durante muitos séculos a minha visão de mundo e principalmente de amor era distorcida do resto da humanidade, mas eu estou tentando mudar isso agora, eu estou tentando mudar por você Caroline, e dormir com a mulher que eu amo sem saber se ela realmente deseja isso, ou se simplesmente está bêbada e com tesão, faz de mim o mesmo crápula que eu fui a minha vida inteira e que estou tentando deixar de ser, você entende isso amor? Consegue entender os meus motivos para resistir a você agora?

– Eu... Eu... Que... Quero... Quero dormir agora Klaus. – Sim, a minha resposta foi tosca. Mas eu não sabia mais o que falar ou o que fazer, na verdade nesse exato momento eu me sentia um lixo, e queria sinceramente que não houvesse amanha para mim.

– Que bom que você me entendeu, Caroline. – Ele disse pegando em minha mão e me guiando pelas escadas até o andar de cima. Entramos em seu quarto, e ele só me soltou quando eu já estava sentada em sua cama, sempre tão protetor. Ele foi até o outro canto do quarto me dizendo algo como “estou indo buscar um cobertor para você” não entendi ou não prestei atenção direito, minha mente já estava tão perturbada pelos últimos acontecimentos dessa noite que eu nem me lembrava mais do motivo de estar ali, só queria deitar, dormir e acordar no aconchego da minha cama, na fortaleza do meu quarto. Mas quando olhei para o lado a verdade veio à tona, e o que eu vi me chocou, e eu comecei a chorar...

Notas finais
Já que você leu até aqui, o que custa: comentar, favoritar e (se estiver achando a estória realmente boa) recomendar? #FicaaDica

Prepara! Que a ação, vai começar pra valer a partir do próximo capítulo.

PS: Não sei porque, mas os "comentários e favoritos" dessa fanfiction estão diminuindo ao invés de aumentar. Se eu estiver desagradando vocês de alguma forma, pode falar que eu melhoro por vocês!

Leitores vivos, estão morrendo e virando os temidos "leitores fantasmas", acho que isso é a "treva" para qualquer autor. #Desanimando.