É Tão Difícil Dar Certo..
16 Morte
Notas iniciais
~le desvia de tiros~
Á quanto teempo!! ~le desvia de pedras~
Calma gente, eu nunca irei abandonar essa fic, acrediteem!!
Nyaaah!! Teem mais leitorees na fic *O*
Supeer feliz!! :DD
Gomen por demorar minna X_X
Aqui está um cap, e tenho certeza que alguns de vcs irão me matar.. ou não! kkkkkk
Boa Leitura ;)
LUCY POV’S
Olhei para Lisanna e a mesma estava chorando. Percebi o que tinha acabado de falar e tampei minha boca com a palma da minha mão. Não dava mais para consertar. A albina era muito importante na minha vida, perde-la ia fazer uma enorme mudança na minha vida. Não gostava de magoa-la.
Lisanna me encarou com raiva. Ela cerrou os punhos e sem me dar conta, veio para cima de mim, agarrando meus cabelos.
- Lucy sua IDIOTA! DIGA LOGO NA MINHA CARA QUE SIMPLESMENTE FAZ ISSO DE PROPÓSITO! DIGA LOGO QUE EU NUNCA FIZ FALTA NA SUA VIDA!.- Ela gritava enquanto puxava meus cabelos com força, me fazendo cambalear para os lados de dor. Dei um tapa na sua cara e a mesma recuou para trás com a mão no lugar que eu bati, me recompus, e gritei.
- LISANNA PORRA! PARE DE FICAR FALANDO MERDA! VOCÊ É MUITO IMPORTANTE PARA MIM SIM! EU NÃO FIZ ISSO DE PROPÓSITO! VOCÊ É A MINHA MELHOR AMIGA, ACHA QUE EU IRIA FAZER ESSA PALHAÇADA COM VOCÊ? É A PRIMEIRA VEZ QUE SINTO ISSO! EU..- Não consegui falar, ela logo tratou de me interromper com um grito.
- MENTIROSA!.- E logo depois veio para cima de mim novamente.
Ficamos brigando por um bom tempo ali. Estava sentindo dor em alguns lugares devidos os machucados, mas eu certamente estava me defendendo, e dando uns também. Socos, tapas, chutes, xingamentos e acusações eram o que realmente estava acontecendo.
Brigar com alguém importante na sua vida, é nada menos que mais um sofrimento. Ver eu ali, dando um soco na cara dela era como se eu estivesse me matando. Um sofrimento psicológico terrível que estou sentindo.
De repente ela se levanta, limpa o seu nariz cheio de sangue e se posiciona para me bater mais uma vez. Levanto também e a encaro, quando do nada, algo acontece que eu sei que vai mudar minha vida completamente.
Um caminhão sem controle com duas pedras grandes e pesadas na sua carga atravessa a calçada rapidamente. Com o susto pulo para um lado, e quando me levanto, me arrependo amargamente por ter ido para a cama com o Natsu.
Lisanna estava debaixo do caminhão coberta de sangue. Seu corpo sanguentado estava praticamente todo debaixo de uma parte do caminhão. Seu rosto com alguns cortes não estava debaixo do veículo. Sem pensar duas vezes, corri até ela, me agachando para ficar de frente, gritando seu nome sem parar. Os olhos azuis brilhavam, e de repente se direcionaram a mim, seus lábios se moveram para sussurrar apenas uma palavra.
- Lucy..
Sim. Meu nome. Dito isso ela virou para o lado com os olhos ainda abertos, porém não se mexiam. Senti pelo seu braço, suas pulsações ficarem cada vez mais fracas. Peguei meu celular e chamei a ambulância desesperada. Não demorou muito, e a albina foi levada em uma maca direto para o hospital.
Fiquei por horas esperando notícias. Não parava de chorar nem um segundo. A culpa era toda minha. Se eu não tivesse ido para a cama com o Natsu, nada disso estaria acontecendo. Estava com uma enorme culpa, uma dor insuportável no meu coração. Nunca vou me perdoar por ter feito isso com minha melhor amiga.
Depois de horas esperando no hospital por notícias, finalmente um bendito médico veio avisar sobre o estado dela. Tinha ligado á pouco tempo para sua família, informando do acidente, eles estavam á caminho. Corri até o médico.
- Doutor, como está minha amiga?
- Você é a responsável pela Lisanna Strauss?
- Por enquanto sim, sua família já está a caminho. Mas conte-me.
- Ok. Bem, a senhorita Strauss sofreu muitos danos pelo acidente ocorrido. Foram várias musculaturas e ossos quebrados. O mais importante é que uma pedra ter acertado sua cabeça no tombo. Ela passou por várias cirurgias, e..- O médico fez uma pausa para continuar, porém, sua expressão mudou, não gostei dessa mudança.
— E?.- Perguntei com os olhos cheios de esperanças. Que Lisanna esteja bem, que voltaríamos para casa, e eu ia me desculpar. Ela contaria com meu apoio para conquistar o Natsu. Jogaríamos Banco Imobiliário a noite toda fofocando, assim como fazíamos quando criança. Comeríamos brigadeiro de colher feita por nós e nossa vida ia voltar ao normal, íamos voltar a serem melhores amigas. Só que o que o médico falou acabou com a minha vida.
- E a senhorita Strauss não resistiu aos ferimentos e nem as cirurgias. Ela está morta.
Agora, realmente posso dizer que minha vida simplesmente acabou. Fiquei pasma, sem cor. O meu mundo caiu. Lisanna estava morta?
- OQUÊ? COMO ASSIM MINHA MELHOR AMIGA ESTÁ MORTA? COMO ASSIM? EXPLIQUE-ME ISSO DIREITO!.- Agarrei a blusa do médico e fiquei gritando que nem uma louca, o mesmo estava assustado com a minha reação.
- E..e.. ei moça! Acalme-se!
- CALMA? CALMA? COMO VOCÊ ME PEDE CALMA NUMA HORA DESSAS?.- Lágrimas quentes rolavam pelo meu rosto. Agora eu agarrava o colarinho do pobre doutor. Não estava acreditando, isso não pode estar acontecendo! Pelo menos uma última vez, que seja uma última vez, eu quero vê-la antes de estar no caixão.- VÊ-LA! EU QUERO VER A MINHA MELHOR AMIGA!
- Hey, não pode, está restrito e..
- NÃO INTERESSA! EU QUERO VER MINHA MELHOR AMIGAAA!! LISANNA!!.- Eu gritava muito. A dor de ter perdido uma pessoa muito importante na sua vida, não é nada comparável á qualquer outro tipo de dor.
- LISANNA! NÃÃO!! LIS! NÃO VÁ EMBORA POR FAVOR! LISANNAA!! ESTEJA VIVA! ONEGAI!.- O médico olhou para mim de novo e pude constatar que ele achou que sou uma maluca. O infeliz chamou os seguranças, e os mesmos de preto, fortes e sérios me tiraram a força do hospital.
- NÃÃO! LIS! LISANNA! FALE COMIGO! POR FAVOR! LISANNA! EU QUERO TE VER! LISANNA!!.- Saí gritando pela entrada levada pelos seguranças nos braços. Acabei por atrair a atenção de todas as pessoas do local, mas eu não me importava. Agora, eu não me importaria mais com nada..
Ouço o barulho do despertador, anunciando que a manhã chegou. Olho as horas e vejo que são dez e meia. Tinha perdido aula mais uma vez. Mas eu não estava me importando, pelo contrário. Já estava me acostumando..
Já fazia uma semana que minha melhor amiga foi dada como morta. E nessas uma semana eu simplesmente não saí de casa. Literalmente. Virgo me trazia o café da manhã, almoço e jantar todos os dias na minha suíte. Meu pai tentou falar comigo as vezes, mas eu não deixava. Não queria falar com ninguém, absolutamente ninguém.
Só nesse meio tempo que passou, a dor se apoderou sobre meu corpo. Chorava o tempo todo, já não queria fazer mais nada. A culpa estava sob mim. A culpa me impedia de fazer qualquer coisa que fosse. Minha vida estava um caos em apenas uma semana.
Vozes na minha cabeça sempre me diziam a verdade.
“Lucy, você foi a culpada que Lisanna morreu!”
“Quem mandou ferir os sentimentos dela?”
“Como pôde fazer isso com sua melhor amiga?”
Com isso, me isolei do mundo, dos meus amigos, se é que são meus amigos depois do que fiz, me isolei da minha vida social. Não tinha mais lágrimas para derrubar de tanto que eu chorava, eu fui a culpada da morte da Lisanna..
Natsu correu atrás de mim nesse tempo, porém eu o dispensei. Era doloroso para eu fazer isso. Porém, toda vez que olhava para ele, lembrava da albina. De como foi à reação dela ao nos ver juntos, nossa briga, e a sua morte. Eu sempre me lembrava disso, por isso eu me afastei muito de Dragneel.
Agora, nada fazia sentido. Eu causei a morte da pessoa mais importante da minha vida. Da pessoa que mais me ajudou, ela fui a única a me ajudar! Eu causei a morte dela! EU! Sabe, viver não faz mais sentido..
GRAY POV’S
Desde que me conheço por gente, a sala de aula da Fairy Tail sempre foi agitada. Sempre foi conversas jogadas foras, brincadeiras divertidas e zoação com todo mundo. Mas agora, eu nem reconheço mais essa sala.
Tudo começou quando enviei aquela mensagem para a Lisanna. Eu tenho um vício terrível que começou da pré adolescência até hoje: drogas. Isso me prejudica muito, acabo ficando desorientado e faço coisas que não gostaria de fazer. Resumindo, fico mil vezes pior que um bêbado.
Experimentei drogas com doze anos. Sempre fui popular e até hoje prefiro sempre as garotas mais velhas. Acontece que um dia eu resolvi caminhar pela periferia para arranjar uma puta para transar comigo. Sim, aos doze anos eu era pior que um pervertido de dezenove anos. Andei por aquelas ruas e achei um ponto de um monte puta. Porém, nenhuma delas me chamou a atenção, dei meia volta frustrado e decidi procurar outro dia. Até que me esbarro com uma linda mulher. Descobri que seu nome era Ultear, Ultear Milkovich, ela trabalhava em um bordel bem em frente do ponto das putas. Tinha traços finos, elegantes e parecia ser do tipo santinha. Logo percebi que a cara de santa que ela tinha era apenas uma máscara, na verdade ela era digamos assim, uma ninfomaníaca. Transei com Ultear e nunca me esqueci dela. Quase todos os dias eu ia para o bordel para ter relações sexuais com ela, nisso conheci um garoto de cabelos rosa. Quando o vi levei um choque, mas me acostumei. Seu nome era Natsu Dragneel, ele virou meu melhor amigo.
Mas um dia, quando fui ao quarto de Ultear, encontrei-a fumando. Perguntei o que era aquilo, e descobri que era droga. Ela me ofereceu e eu recusei. Entretanto, todos os dias que eu ia para lá, Milkovich estava sempre fumando. Até que uma hora me bateu uma curiosidade tremenda e resolvi experimentar. Quando usei pela primeira vez me trouxe uma sensação muito boa, eu queria mais.
O vício foi se tornando cada vez mais dependente de mim. Mas eu sabia me controlar, já Ultear não. Isso me fez cuidar dela todas as vezes que nós fumávamos.
Acabei conhecendo outra linda mulher. Seu nome era Juvia, ela estudava comigo. Nunca tinha reparado nela totalmente, porque a mesma sempre ficava me bajulando e embora eu seja popular, odeio ser bajulado, então eu a ignorava. Mas na festa da Lucy Heartfilia, eu fui para a cama com ela, e acabei sentindo coisas novas. Começamos a namorar, porém eu não larguei Ultear. Eu também era um ninfomaníaco, queria toda hora, com estocadas ainda mais fortes, coisa que Juvia não poderia me dar. Já que tinha tentado com ela e a mesma não gostou. Seria traição o que estava fazendo, mas se ela não pudesse atender os meus desejos loucos, Ultear podia.
Contei sobre as drogas para o Natsu muito tempo depois. Mesmo eu confiando nele ainda não estava pronto para contar, e isso acabou deixando que eu contasse anos depois. Naquele dia, quando antes de ver Lucy correndo que nem uma doida pela rua do bordel, tinha atingido meu limite. Misturei todas as drogas e estava totalmente dopado. Quando a vi, agarrei-a com força e quis estuprá-la. Mas ela não deixou e me atingiu com um soco na cara, me fazendo ficar inconsciente.
Quando acordei, ainda estava sob o efeito das drogas. Procurei Lucy e achei-a dormindo com Natsu, na cama dele, pelada. Isso significa que os dois tinham passado a noite juntos. Acabei ficando desacordado por muito tempo, praticamente doze horas. A raiva subiu á minha cabeça, avistei meu celular numa cômoda e do nada mandei uma mensagem para Lisanna.
“De: O gostoso
Para: Lis
Lisanna, venha AGORA para cá na rua do bordel Sensações e muito Prazer. É URGENTE!”
Ela respondeu com um “To indo pra aí”, e eu desmaiei logo depois.
Quando acordei, Natsu estava chorando. Isso mesmo, chorando no quarto dele. Perguntei o que aconteceu e ele me disse que estava tudo acabado. Contou-me a história toda, da Lisanna ter pegado Lucy e ele na cama no flagra, e sobre a mensagem. Ele me perdoou ao falar que estava totalmente dopado. Percebi o impacto daquilo quando amanheceu no dia seguinte.
A sala toda estava numa fofoca tremenda, cheguei para minha namorada e perguntei o que estava acontecendo. Quando ela me contou, custei a acreditar. Lisanna estava morta.
A sala perdeu todo o caráter em apenas uma semana. Como eu previa, Heartfilia não apareceu nas aulas e Natsu diz que tenta falar com ela, mas a mesma não quer ver ninguém, apenas fica trancada em seu quarto. Não sabia quanto tempo isso ia durar, mas estava péssimo como estava. Depois do funeral, tudo ficou assim. Fora do lugar.
As aulas tinham acabado. Iria voltar com a Juvia, mas a mesma me disse que tinha um negócio sério para resolver na secretaria. Despedi-me dela com um beijo de cinema e fui na frente. Quando cheguei no portão, me assustei ao ver uma linda mulher de cabelos escuros.
- Ultear? O que está fazendo aqui?
- Oi Gray. — Ela me abraçou e fui para me dar um selinho, eu esquivei.- O que foi?
- Tá doida? Tenho namorada esqueceu? Não podemos fazer isso aqui!.- Ultear não era de me visitar na escola, o que será que havia acontecido?
- Eu fiquei.. com saudades.- Ela arfou no meu ouvido, mordendo o lóbulo da minha orelha logo depois.
- Hey, não me provoque! Não podemos fazer isso aqui já disse e..
- Shiiii..- Ela colocou o dedo indicador nos meus lábios.- Sabe, eu não me importo com isso, e o seu amiguinho aqui quer sabia?- Ela disse colocando a coxa entre as minhas pernas e com a sua mão, apertou levemente meu membro rígido. Meus pelos da nuca se eriçaram, ela sorriu com essa reação e arfou no meu ouvido novamente colocando seus braços em volta do meu pescoço.
- Gray, controle-se, Gray você não pode fazer isso aqui, Gray controle-se. — Eu dizia para mim mesmo, até que ela deu uma lambida no meu pescoço e não aguentei. Minha bolsa que estava no ombro direito foi jogada para qualquer lado. Agarrei os cabelos dela numa puxada forte, a mesma soltou um gemido e apertei sua bunda. Selei nossos lábios, e parecíamos que estávamos nos comendo pela boca, de tanto de nossas línguas batalhavam. Ficamos ali nos beijando por algum tempo até que ouço um grito e pauso o beijo.
- GRAY?.- Olho rapidamente para ver quem era e me assusto. Era Juvia. Ela estava com alguns papéis na mão, estes foram direto para o chão. Me desvencilhei de Ultear e fui em direção á azulada, porém a mulher de cabelos roxos me puxou pelo pulso. Olhei para ela, a mesma estava com um olhar de ódio para mim e para a Juvia.
- Não! Dessa vez você não vai me largar!.- Olhei para Juvia novamente e pude ver que ela estava com o rosto cheio de lágrimas, suas mãos estavam em sua boca e ela estava apavorada. Um rodinha de gente se formou para ver o que estava acontecendo. O que iria fazer agora com minha namorada? Quer dizer, ex-namorada..
Notas finais
Estou merecendo reviews? ~apanha~ ok ok.
hauhsuahsa.
Da próxima não irei demorar ok?
Beeijos!
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