Notas iniciais
Tem Hot geeente!! Então quem não gosta, sorry.

Bea POV's

Abri os olhos, caralho que dor de cabeça!! Devo estar morrendo. Olhei para os lados e vi que estava deitada no ombro de Finn e ele estava sem camisa. O que eu tinha feito ontem?? Será que eu fiquei com aquele Deus grego? Eu não podia, eu estou gostando de Ed, isso poderia estragar o que nem começou. Mas também quer saber? Por que Ed não me ligou ontem como combinado? Que raiva. Decidi que depois de toda essa análise eu devia levantar. Levantei, todos ainda estavam dormindo Roman, Finn e Jack, nunca trouxe tanto garoto lindo de uma só vez para essa casa. Eu poderia ficar horas só observando aquelas beldades. Todos sem camisa, Aah eu podia morrer.

Fui até a cozinha, arrumei a mesa, fiz panquecas peguei uns cereais e o leite. Fui até a sala e eles estavam lá conversando, chamei para o café. Arrumamos a mesa de volta, lavamos a louça, colocamos os colchões em seus devidos lugares e voltamos para a sala pra ver um pouco de TV.

Roman: Pqp que dor de cabeça!

Bea: Nem fala! Quer remédio? — ele fez que sim com a cabeça.

Finn: Traz um pra mim também linda!

Jack: Dois por favor. — fui até o banheiro e peguei, levei até eles.

Bea: Só esperar fazer efeito.

Finn: Senta aqui. — falou olhando para o lugar ao lado dele. Obedeci.

Jack: Vocês lembram de ontem?

Bea: Só lembro de pedirmos mais bebida, voltarmos pra cá e eu arrumar a cama.

Finn: Bea, você não lembra do nosso beijo? — COMO ASSIM?? EU NÃO POSSO TER BEIJADO ELE, NÃO É POSSÍVEL!! Corei.

Roman: É cara, seu beijo não é um dos melhores. — dessa vez Finn ficou vermelho.

Bea: Eu não tava bem ontem, desculpa Finn.

Finn: Não tem problema. — nesse mesmo minuto ele me agarrou e me puxou para um beijo. Sua língua pediu espaço e eu simplesmente não consegui negar. Nos beijamos por um bom tempo até que Roman enfiou seu dedo no meio. — PORRA CARA! — eu ri e corei. O que eu tava querendo??

Jack: E agora Bea o que diz desse beijo? — as mãos de Finn ainda estavam no meu rosto e as minhas em seu pescoço, ele aproveitou e terminou com um selinho.

Bea: Que não é da sua conta. — Eu estava feliz e triste ao mesmo tempo. Eu esperava por aquele beijo desde que conheci Finn, e tenho que dizer que ele beija maravilhosamente bem e não sei como esqueci do beijo de ontem.

Roman: Eita poxa! Calado depois dessa. — Finn não parava de sorrir que nem um bobo e eu a mesma coisa. Ficamos abraçados e trocando selinhos.

Bea: Esse filme é excelente! — disse pra tirar a atenção de nós dois. Meu celular tocou o alerta de mensagem mas eu não estava nem ai.

[...]

O filme acabou e os meninos foram embora. Finn foi superfofo comigo! Entrei no chuveiro. Tudo que vinha em minha cabeça era o beijo de Finn e o beijo de Ed. Eu acho que estou apaixonada pelos dois se é que isso seja possível. Os dois me faziam bem, com Ed era mais sério e com Finn era zuação. Eu precisava dos dois, eu não queria largar nenhum, eu sei que isso é errado, mas eu acho também que nenhum dos dois quer ter um relacionamento sério. Na verdade até ontem eu pensava que Ed queria mas ele nem sequer me ligou. Em dois disa eu fiquei com duas pessoas diferentes, isso nunca tinha acontecido, eu não sou dessas que fica, normalmente eu namoro. Apesar disso soar como vadia eu não estava nem ai porque que queria realmente os dois.

Depois de quarenta minutos no banho finalmente sai. Vesti uma roupa (http://www.polyvore.com/bea/set?id=65622027) peguei meu celular e tinha três ligações e uma mensagem de Ed:

" Ed: Meu bem me desculpa não ter te ligado ontem, minha mãe mandou eu fazer um monte de coisa e não deu tempo. Eu sei que isso não é desculpa mas me perdoa. Eu gosto muito de você e não quero que tudo acabe antes de sequer começar. Me liga quando puder. "

Que raiva, que raiva de lembrar que ele não me ligou ontem, que raiva de estar gostando de dois garotos ao mesmo tempo e que raiva de querer ver Ed. Eu então liguei para ele.

~~ Ligação On ~~

Bea: Oi. — falei bem seca.

Ed: Oi linda! Me desculpa por ontem.

Bea: Ta, tanto faz.

Ed: Acordou agora?

Bea: Não, já faz um tempo.

Ed: Ta afim de sair comigo para almoçar?

Bea: Aonde?

Ed: Vai escolhendo, estou aqui perto da sua casa pode ir pra porta.

Bea: Ta bom.

Ed: Beijos, te amo. — como amigo ainda??

~~ Ligação Off ~~

Por mais que eu goste muito de Ed o fato dele não ter me ligado ontem me deixou irritada. Ok vou parar de falar nisso já ta cansando. Terminei de pentiar meu cabelo e fui pra porta, Ed me esperava dentro do carro. Quando me viu ele veio até mim.

Ed: Bom dia Flor do dia. — dei uma risadinha só pra não deixá-lo sem graça. — Vamos? — ele colocou sua mão para eu segurá-la mas simplesmente ignorei. Ele abriu a porta do carro para mim e fomos o caminho todo escutando música sem tocar em assunto algum. — Chegamos.

Bea: Nossa, ta cheio.

Ed: Quer ir para outro lugar?

Bea: Não. — ele sorriu. Tentou novamente me dar a mão e eu recusei mais uma vez. Nossa eu não tinha reparado mas Ed era muito alto e muito bonito e recusar andar de mãos dadas com ele era difícil já que todas as mulheres olhavam pra ele.

Ed: Tem duas mesas na nossa frente, quer esperar? — balancei a cabeça positivamente. — Bea, fala comigo.

Bea: Eu to falando.

Ed: A claro! — ele se virou contra mim. Eu não fiz questão nenhuma de ir atrás. — Viu?!

Bea: O que?

Ed: Não ta nem ai. O Que foi?

Bea: Nada não, eu to normal.

Ed: Nossa então a Beatrice que eu conheci não é você.

Bea: Então tudo certo, porque o Ed que eu conheci promete uma coisa e cumpre.

Ed: Eu vacilei eu sei, mas ontem minha mãe estava impossível. Bea você sabe que eu te ligo todos os dias.

Bea: Mas logo ontem. Sexta a gente passou a noite toda juntos.

Ed: E se você quer saber, eu amei. Foi a melhor noite de todas. — ele sorriu, mas eu ainda continuava emburrada. — Vem cá. — ele me puxou, me abraçou, me deu um beijo na testa e depois um selinho. Eu sorri. — Você é muito linda.

Bea: Para com isso.

Ed: Isso o que?

Bea: Me dar carinho, eu não consigo me controlar assim. — ele riu

Ed: Tenho que usar as minhas armas. — ele me puxou para um beijo de verdade que foi interrompido.

Garçom: A mesa dos senhores já está pronta. — Ed passou os braços pelo meu ombro e fomos até a mesa.

[...]

Chegamos na minha casa, chamei Ed para entrar e obviamente ele aceitou. Fomos para o meu quarto ver TV.

Ed: Eu tinha me esquecido, posso saber o que a senhorita fez ontem? — Ótima pergunta para acabar com o clima nesse excelente momento que estávamos.

Bea: Fui em uma festa. — Respondi como se nada demais tivesse acontecido.

Ed: E estava brava porque eu não te liguei? Mereço viu?! — rimos. Estávamos deitados na minha cama que graças ao meu pai era de casal, Ed se virou para mim e começou a me beijar. Um beijo que começou lento mas logo nossas linguas estavam lutando. Ele subiu em cima de mim me prendendo entre seu corpo e a cama. Começou a beijar meu pescoço e eu beijava o dele. O clima estava pegando fogo. — Você quer? — falou tentando se controlar. Eu respondi sim com a cabeça e o puxei de volta para mim. Eu não sou mais virgem, perdi com meu ex namorado quando fizemos um ano de namoro mas mesmo assim eu estava tão nervosa quanto da primeira vez.

Voltamos a nos beijar e dessa vez o beijo já começou acelerado, ele tirou meu moletom jogando-o no chão. Giramos a posição e agora eu estava em cima dele. Passei a mão por debaixo da sua camisa e logo depois a tirei. Ele me beijava no pescoço e descia até meu peito, que ainda o protegia com o sutiã. Ele desceu uma alça mas antes eu desbotoei sua bermuda e a tirei com sua ajuda. O corpo dele era perfeito. E agora pela primeira vez o via só de cueca. Sorri safada e ele sorriu de volta. Ele desbotou meu sutiã com uma facilidade que estranhei. Paramos o beijo e ele observava meus seios, acariciando-os. Ele sorriu, podia perceber que ele já não estava mais aguentando aquela tortura. Giramos novamente e agora ele estava por cima. Ele me beijou no pescoço, no seio, no meu abdomen até o v da minha virilha que ainda estava protegida com minha calcinha. Ele sorriu pra mim e a tirou com a boca. Eu estava completamente nua e ele ainda de cueca. Ele parou por alguns instantes e me observou por inteira. Sorri maliciosa, escorregei na cama beijando o no pescoço, no abdomen e na virilha, tirei sua cueca com a mão e subi pela cama novamente.

Eu abri minha gaveta, peguei a camisinha e coloquei nele com sua ajuda. Ele sorriu e voltou a me beijar. Seu penis me penetrou lentamente, eu estava sentindo muito prazer. Ele aumentou a velocidade, me fazendo gemer, depois ele também gemeu. Empurrei para aumentar a velocidade ele obedeceu, quando chegamos juntos ao nosso ápice gememos alto, nos beijamos e deitamos. Ele sorriu e eu sorri de volta.

Ed: Você não pode ser virgem. — corei. Depois da transa é o momento mais tenso.

Bea: Bem, eu não sou. — ele me beijou.

Ed: Gostou? — Essa, essa pergunta, eu nunca vou estar preparada para ela. Fala sério como responder isso sem ficar sem graça?

Bea: Muito, e você? — corei na hora e ele sorriu, o maior sorriso que já vi naquele rosto.

Ed: Muito também. — rimos. Assistimos TV por mais algum tempo, Ed não vestiu roupa só colocou a cueca então eu só coloquei uma calcinha. Eu estava deitada no corpo dele e ele ficou acariciando meu corpo todo mas principalmente meu seio. Ed era safadinho. Passou uma hora assim.

Bea: Quer tomar um banho para irmos jantar?

Ed: Vamos? — ele sorriu safado. Concordei com a cabeça. Tomamos nosso banho super romantico, menos na parte que ele não parava de olhar para minha bunda, meu seio e minha parte intima sem sequer ser discreto. Eu olhava para seu membro mas discretamente.

Bea: Toma sua toalha — falei entregando-a. Saímos do banheiro e percebi que ele iria ter que vestir a mesma roupa. — Quer uma roupa do meu pai emprestada?

Ed: Se não tiver problema.

Bea: Nem tem, ele ta viajando. — fui até o quarto do meus pais de toalha, escolhi uma roupa que achei que ia servir e voltei para meu quarto. Ed e meu pai tinham mas ou menos a mesma altura, Ed era um pouco mais forte, porque meu pai era bem magro mas acho que vestiam o mesmo tamanho. — Aqui. — disse entregando a roupa para Eduardo que já estava de cueca.

Ed: Ficou ótima olha. — olhei e tinha ficado certinha. Ele veio até mim, rancou minha toalha e começou a me beijar.

Bea: Isso é injusto. — parei o beijo.

Ed: Injusto?

Bea: Sim estou nua e você todo vestido. — ele riu.

Ed: Quer que eu tire minha roupa? — que menino safado. Eu queria.

Bea: Não, quero vestir a minha. — tive que ser forte. Ele riu e me puxou para um beijo lento novamente. Ele me levantou pegando na minha bunda e me colocou em cima daquelas malas duras de colocar chapéu que ficava no canto do meu quarto. Eu fiquei da altura dele, ele me beijava enquanto pegava na minha bunda ao invés de pegar na minha cintura e eu pegava na nuca dele. Sua mão subia e descia pelo meu corpo ora na minha nuca, ora no meu seio ora na minha cintura e ora na minha bunda. Eu o puxava para mais perto de mim arranhando-o levemente nas costas. Ficamos nisso por alguns 15 minutos — Ta agora chega.

Ed: Tem certeza? Disse me beijando no pescoço para começarmos tudo de novo.

Bea: Sim, tenho. — Desci da mala de chapéu e sai andando e ele ficou ali parado me encarando.

Ed: Como você consegue ter esse corpo?

Bea: Pra que essa pergunta?

Ed: Nada. Seu corpo é perfeito. — sorri, corri até ele e dei um selinho.

Bea: Me ajuda a escolher minha roupa vem. — puxei-o pela mão.

Ed: Da pra você colocar uma calcinha e um sutiã pelo menos, fica difícil me concentrar aqui. — eu ri.

Bea: Você está na frente da gaveta. — ele a abriu e escolheu o conjunto, um conjunto lindo por sinal, aquelas lingerie de renda que na verdade não tampam nada.

Ed: E só pra avisar, vou dormir aqui hoje.

Bea: Quem te convidou?

Ed: Eu mesmo.

Bea: Então ta bom, o senhor que manda, mas amanhã temos aula e seus pais vão te matar.

Ed: Nem vão. — ele sorriu. Vesti minha lingerie e ele sorriu mais ainda.

Escolhemos minha roupa (http://www.polyvore.com/bea/set?id=64825149) entramos no carro e fomos.

Notas finais
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