Ás 7 Bruxas do Oeste
1 Capítulo 1: Um Reino Neutro
Notas iniciais
“Não basta contornar nossas fraquezas, temos que vence-las, para nunca teme-las novamente”.
Desde os princípios da terra, á ira apareceu, causando transtorno entre os deuses .O mundo já havia se formado e tomado sua forma, e então a raça humana criada, os primeiros povos andarão em perfeição obedecendo a um deus só, procurando nunca desobedecer; e assim o rei do submundo que lá, apenas lá, reinava teve inveja de um ser tão obediente; vendo que não conseguiria ter o mesmo domínio sobre o seu povo do submundo, resolveu mandar seres banidos, que antes do alfa tinham sido criados para testar a capacidade de cada um. Os seres, não permaneceram a obediência que o deus tinha mostrado a eles, então foram banidos ao submundo para que o rei, que lá reinava, pudesse mostrar que o mal nunca, é o melhor caminho...
Os seres, foram mandados á terra para que tentassem os seres de bom coração que lá viviam.
Os seres de mal coração, assim chamados pelos de bom coração, louvaram ao seu deus pedindo que os protegesse daquele mal que ali chegara, e causava tal transtorno ao povo.
Assim os Deuses perceberam que os povo, já não os obedeciam, por causa das criaturas do submundo, que ás tentavam fazendo com que deixassem de acreditar em apenas um Deus ou em qualquer existência de alguém maior que eles.
Por Shalbatian , meu querido filho Percy, já esta na hora de dormir, amanhã você terá de ir ao treinamento de Espadas & Arcos já que semana que vem você completara seus 9 anos, e já poderá iniciar seu treinamento seja na categoria de guerreiro ou nas grandes torres de Shalbatian, meu grande filho .Boa noite. –E saiu do quarto de Percy Samuel Torcan, Príncipe de Shalbatian reino que ficava nos Vales de Merlyn, um grande Guerreiro .O rei de Shalbatian pai de Percy, tinha fama de Rei que não perdoara nada e ninguém por qualquer razão que fosse, mas com sua mulher Eliza Torcan a rainha e o filho Percy era um simples homem, sua aparência já demonstrava que era um rei que não era ruim, ele estava acima do peso, tinha uma grande barba ruiva, seus cabelos ruivos emendava com sua longa barba que ia até sua cintura onde sempre esta seu cinto de couro, a fivela era á ouro puro fruto das grandes minas que haviam no reino, seus olhos eram cor castanho claro, era um homem um tanto baixo para um rei ;sua mulher Eliza era a mais bela de Shabatian, tinha cabelos longos cor castanho escuro, usava sempre roupas amarelas com detalhes azuis pois preservava em seu reino a luz do sol, seus olhos eram Verde água, eram únicos. Já Percy era um tanto baixo igual ao seu pai, tinha o cabelo ruivo com umas mechas naturalmente castanhas, seus cabelos eram de certa forma grande, iam até os ombros, em seu braço sempre estava um bracelete de cobre dado por sua mãe quando nascera, Eliza disse que dava sorte, que quando tivesse idade certa o bracelete ficaria perfeitamente em seu braço, mas é claro que ele não esperaria, ele sempre usava era largo em seu pequeno braço, branco rosado igual o de sua mãe ambos tiveram problemas com o sol, seu pai tinha a pele escura não chegava a ser negro, mas sua pele era meia esverdeada, ele dissera que tinha a pele assim por causa de uma vez de quando era criança derrubara um líquido verde escuro em seu braço direito e esquerdo, ambos ficaram com essa cor.
Shalbatian era conhecido como um reino neutro pois só havia lutado em uma guerra há mil anos, quando o tal mal foi mandado á terra, de certa forma o povo não acreditavam no mal do sub mundo que teria sido mandado á terra falavam que era pura superstição de gente que não tinha o que fazer, era de certa forma arrogantes .Até escreveram um livro sobre o tal mal, mas foi um fracasso, falavam que foi um gasto de papiro a toa.
Já Percy descordava totalmente, pois era louco por contos de fantasia, toda vez que alguém ofendesse tal livro, ele dizia “Como podem ter tanta certeza disso, vivemos em um mundo totalmente magico, com criaturas magicas, um total ato de arrogância.”
A família Torcan, era perfeita aos olhos do povo apenas mais conhecidos sabiam que eram como uma família normal pois tinham sua perfeição aos olhos alheios, mas também coisas imperdoável; haviam boatos que tal família tivera um filho com uma plebeia, uma mulher que não tinha sangue de reis em suas veias, os boatos também diziam que o filho quando completou 17 anos foi expulso do reino por ser acusado de espião do reino de Chimmin, um reino forte que já havia ganhado inúmeras batalhas.Esses boatos corriam sobre o continente de Malazar, um continente com fartura em minérios, desde pedra preciosas até a pedras que ajudariam em construções de reinos. Mas tudo só passavam de boatos, éra o que o rei inúmeras vezes falava.
Percy tinha uma vida de fartura nunca faltou nada a ele, mas ele sempre teve a duvida se seria como seu pai, um rei.
Percy aquela noite após seu pai sair de seu quarto após contar a lenda de Shalbatian , levantou-se de sua cama, dando um salto, correu até o armário de madeira de Pinheiro, uma árvore que diziam ser mágica;Percy abriu seu armário e deu de cara com um duende magrinho, seus olhos eram da cor de madeira, era pequeno servia sem problemas algum no armário, usava um traje de Plebeu branco encardido, suas características eram de raiva.
Percy o pegou pelo pescoço, mas ele o deu um belo de um chute na barriga de Percy e disse:
-Como ousa, me prender dentro desse armário?
Percy caminhou até a janela olhou para lua e falou:
-Meu pai não aceita que eu tenha um duende como amigo, por que-Percy suspirou, fechou as cortinas de veludo azul, e retomou o assunto-Bem você sabe que meu pai acha errado a convivência entre homens e duendes-Percy tentou continuar mas foi interrompido pelo duende que se chamava Aldin.
Aldin então falou:
-Sim, reconheço que seu pai nos no quer por perto, ainda mais de seu filho; mas só vim está noite por que o senhor me chamou, lembre-se que amanhã terei de trabalhar nas minas...
Percy franziu suas sobrancelhas ruiva, e fez um sinal com a mão para que Aldin viesse se sentar ao seu aldo na cama coberta por livros e almofadas com detalhes em dourado. Percy então após se sentar exclamou:
-Vamos Aldin sente-se o que tenho para te contar é algo importante-Aldin se sentou olhando intensamente para percy, então Percy logo falou-Bom, sabe que o meu pai quer que um dia quando tiver a idade ocupe os eu lugar no trono de Shalbatian, ele quer que eu faça o treinamento para guerreiro, mas não levo jeito com espadas, você conhece o meu medo de não ser aprovado e assim negado por meu pai.
Aldin o interrompeu na sua grande pausa:
-Ora, Percy não tenha medo, é normal entre os seres sentir medo, tudo funciona meu pai me dizia quando fomos capturados na floresta junto ao meu bando e nos mandaram para cá, ele apenas me encarrou e disse “Não devemos temer nossas fraquezas, pois se acreditarmos que somos capazes de vence-las, venceremos, sem a dificuldade que nos atormenta.”-Aldin se calou e mais nenhuma palavra foi dita depois disso nem por Percy e nem por Aldin.
Percy não sabia mas, ele não ia apenas temer á espada mas sim perda que futuramente viriam á acontecer...
Notas finais
Você leu á Primeira história de: Felipe.
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