sweet hatred
1 Dia comum
Notas iniciais
boa leitura!!
POV Narrador
O despertador toca pela décima vez indicando que já estava mais que na hora de começar os seus afazeres.
Emma se senta na cama incapaz de Ignorar mais uma vez. Olha o relógio e arregala olhos.
-Droga!A Regina vai me matar!-ela diz para si mesma enquanto praticamente se jogava para fora de sua cama.
A loira literalmente corre para o banheiro, quase como um passe de mágica suas roupas já estavam fora de seu corpo.
Toa banho na água gelada mesmo, e aproveitou isso para despertar-se do sono. Quando volta para o quarto pega uma calça jeans, uma blusa regata, e sua inseparável jaqueta de couro vermelha.
Coloca suas botas amarra os cabelos e vai para a cozinha onde toma um copo de suco e pega uma maçã e sai.
Pega seu velho fusca amarelo. E vai para adelgaça.
O caminho para a delegacia não levou muito tempo, como tudo nessa cidade.
Emma estacionou o carro e canha para entrada da delegacia. Ela nota que a porta estava aberta.
POV EMMA
Sinto meu sangue gelar, meu coração parece parar, prendo a respiração ao entrar no ambiente.
Caminho pelo local e quando estava próxima a minha sala vejo a porta se abrir, eu quase cai dura, mas logo o alivio veio ao ver que era apenas meu pai.
-olá filha!-ele diz animado a me ver.
-olá David!-apesar de que eu o chamava de pai às vezes essa historia era muito pra mm.
-está tudo bem querida?-pergunta me analisa por certo tempo.
-por que não estaria?-respondo sua pergunta com outra pergunta.
-porque quando sai da sua sala, você parecia estar vendo a morte de perto e agora você está relaxada.
-é que por um momento eu pensei que fosse a Regina. -digo balançando a cabeça negativamente na tentativa de afastar os pensamentos ruins que vinham em minha mente ao pensar no que ela faria comigo por ter me atrasado mais uma vez nessa semana.
-então eu acho melhor você não relaxar não Emma, pois a senhora mandona está lhe esperando na sua sala. -ele sussurra a ultima parte. Ah nesse momento tive quase certeza que já estava vendo a famosa luz dos moribundos.
Após meu choque olho em desespero para meu que retribui olhar, mas o seu olhar era de preocupado.
-você está brincando comigo?-pergunto em um sussurro.
-desculpe filha, mas não estou não. E acho você ir lá logo, pois ela está uma fera com seu atraso. -vamos dizer que ele não me encorajou quando disse essas palavras.
-é hoje que eu morro. -murmuro para mim mesma enquanto caminhava ate a porta da minha sala.
Paro ali e respiro profundamente pensando seriamente se eu entrava e morria ou se eu corria dali fugia pelo o resto da minha vida.
Droga Emma!Não acredito que você está com medo de uma mulher que sem os saltos é quase 20 centímetros menores que você.
Sorrio com meu próprio pensamento.
Abro a porta e imediatamente me arrependo dessa ação.
Encaro Regina que estava sentada sobre minha mesa, ela usava um vestido azul escuro, um, sobretudo preto e seus inseparáveis saltos, que eram da mesma cor do, sobretudo e seu famoso batom vermelho.
Ela me encarava com aqueles olhos castanhos e não foi difícil identificar que eles representavam minha morte.
E naquele momento a voz de Henry ecoava em minha mente como um lembrete desnecessário naquele momento.
“ela é má Emma, ela é a rainha má rainha má.”
-atrasada como sempre não é mesmo Miss Swan?Será necessário eu lhe dar um despertador de presente?-seu tom era frio e isso me causava calafrios.
-não é necessário senhora prefeita. E alias se continuar vindo aqui todas as vezes que me atraso, eu vou começar a achar que gosta de me ver ou até mesmo acha minha companhia agradável.
-não seja insolente garota. -ela se irrita e se coloca de pé me fitando com aqueles olhos fatais. -já não basta se intrometida e irresponsável e agora deu pra ser insolente.
-você não pode falar nada, pois você é uma... Malvada!-tento imitar seu tom de voz, mas acabou soando como uma criança mimada e infantil.
Ela gargalha e se aproxima mais de mim e me encara se inclina para frente semicerrando os olhos.
-você nem imagina o tanto querida!-depois dessa quase cai para trás. E sinto meu coração quase parar quando meus olhos encontram seus lábios vermelhos com um sorriso cruel.
-se me dá licença eu... Bom eu preciso começar a trabalhar.
-é começar... Coisa que você já devia estar fazendo a muito! Tempo!Agora eu realmente preciso ir, ao contrario de você eu já comece o meu e pretendo não atrasar meus afazeres por sua causa!
Ela passar por mim sem ao menos deixar que eu me defendesse.
Respiro fundo aliviadamente.
-pelo menos dessa vez sobrevivi!-vou para minha mesa onde me jogo em minha cadeira.
Jogo os pés sobre a mesa, coloco as mãos atrás da cabeça e fecho os olhos em uma tentativa de relaxar.
Ouço a porta se abrir, mediatamente olho em sua direçao, então vejo que era David me fitando preocupadamente e então ele relaxa também.
-parece que sobreviveu ao furacão Mills!-ele diz debochado.
-parece que sim!
Antes mesmo que eu pudesse mexer em alguns papeis que estavam sobre a mesa ouço o toque de meu celular.
Pego o mesmo que estava dentro do bolso de minha calça e ao ver quem era logo atendo.
-Alô!
-olá Emma!
-kid você não deva estar na aula?Por que estame ligando Durante a aula?
-calma Emma!Ás vezes você age como minha mãe, que dizer minha outra mãe. -ouvir ele falar sobre ela me dava cala frios.
-então se explique logo garoto!-ordeno
-É que hoje Mary disse que iria nos liberar mais cedo, e justamente hoje minha mãe disse que não vai poder me buscar porque vai trabalhar até mais tarde hoje. -ele diz tudo em um fôlego só, o que me fez soltar um pequeno riso.
-me deixa adivinhar você quer que eu morra?-digo indignada com o garoto.
-não eu só vou pedir pra você vir me buscar e ficar comigo.
-E depois diz que não quer ver minha morte.
-Mas mamãe eu não quero ficar sozinho enquanto a outra mamãe não chega. -meu filho diz em uma voz manhosa era nessas horas que eu queria matar Regina. Ela havia o ensinado perfeitamente como chantagear uma pessoa.
-tudo bem garoto só avise aos outros que não quero que chorem no meu velório.
-Larga de ser dramática Emma. -ouço meu pai sussurra ao meu lado.
-Não exagera mãe a mãe Regina não é tão má assim.
-Imagino que ela seja pior que nos livros porque ela está na vida real, mas em todo caso temos um problema...
-Qual?
-Não podemos ir escondidos da sua mãe.
-Ah às vezes acho que você quer morrer, me diz que você não quer ir lá pedir pra ela.
-Quero sim, e não importa cão que ladra não morde.
-não que esteja chamando minha mãe de cachorro, mas ela morde e arranca pedaço.
-ah deixa a sua mãe saber que você andou a comparando com um cachorro em garoto. -digo debochadamente.
-mas pense antes de falar algo dona Emma, pois quem começou envolvendo minha mãe com os cães foi você!-meu sorriso se desfez ao notar a mais pura verdade.
-tudo bem garoto você venceu!
-eu sempre venço. -é era nessas horas que eu tinha certeza de que Regina também era mãe dele.
-larga de ser convencido moleque. -ouço seu riso infantil. -mas que horas é pra mm ir te buscar?
-as três e meia!
-ok, agora volte a aula!
-tudo bem mãe.-então desliga.
Quando volto minha atenção para meu pai ele me encarava com as sobrancelhas arqueadas.
-que foi?
-quem não te conhece diria que você está louca pra ver a prefeita de novo.
-ah nem em meu pior pesadelo.
-sei...
-não começa David,deixa eu terminar meu trabalho logo.-ele apenas concorda com a cabeça e sai.
POV REGINA
Sai daquela delegacia deixando Emma Swan falando sozinha.
Eu ainda tento entender como eu perco tempo com aquela mulher tendo tanto trabalho para fazer.
Antes de ir para a prefeitura eu passo na lanchonete da vovó onde compro um café e alguns Paes de queijo, vou para a prefeitura onde me deparo com minha mesa repleta d documentos para assinar.
Começo o trabalho me esquecendo do mundo e focando somente ali.
Acabei perdendo ate mesmo o horário do almoço.Quando cai na real já era tarde então pedi um lanche da tarde e continue meu trabalho ate ouvir batidas na porta.
-pode entrar.-e então a porta se abre revelando a loira com meu filho ao seu lado.
-mamãe!-meu pequeno corre em minha direção eu a pego em meus braços e o encho de beijos.
-oi meu amor.
-mãe eu e a Emma viemos te pedir algo.
-ah sabia que meu pequeno não vira aqui me ver sem me pedir nada.
-não exagera mãe...
-falem que se eu ficar enrolando eu não saio daqui hoje não.
-fala Emma!-ele olha para a mulher parada no meio de meu escritório.
-fale logo Swan eu não tenho o dia todo.-digo rígida,sinto Henry me cutucar,mas o ignoro e continuo encarando Emma.
-é que eu e o Henry queríamos passar um tempo juntos.
-ah nem pensar!
-ah mamãe, por favor, eu não quero ficar em casa sozinho principalmente hoje que você vai sair mais tarde.-ele diz todo dengoso me abraçando e é lógico que eu não resisti,mas devera colocar limites.
-as oito na minha casa!
-oba!Obrigado mãe.-ele me dá um beijo estalado na bochecha e corre para Emma e eles saem felizes.
POV HENRY
Passei o resto da tarde com Emma,não fizemos nada de maneiro,mas foi bem legal ficar com ela.
Agora estávamos voltando para minha casa e posso ser sincero?
Estávamos bem encrencados,havia perdido a hora e já eram oito e quarenta e bem minha mãe era meio neurótica com esse negocio horário.
-ela vai matar nós garoto.
--na verdade ela vai matar você.
-obrigada pela sinceridade.
Caminhamos até a entrada da minha casa onde Emma ficou nervosa ao bater na porta.
Quando minha mãe abre a porta ela não estava com cara de uma pessoa amigável.
-está atrasada Swan!
Ela encarava Emma com um olhar tão cruel que eu sabia que seria difícil escapar dessa vez.
-JÁ PRA DENTRO HENRY.
- mas mãe...
-sem mais já pra dentro.
Eu corro parra dentro e pego o telefone e mando uma mensagem para meu avô dizendo pra ele vir logo se não quisesse ver o neto dele órfão de duas mães.
Então quando volto minha atenção elas o estrago estava feito
Notas finais
bjos amorres
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