sweet hatred
3 As Maçãs de Regina
Notas iniciais
EMMA
Acordei sentindo meu corpo inteiro doer, praguejar enquanto me sento na cama. Eu ainda não conseguia imaginar entender o porquê de eu ter entrado naquela discussão com a Regina e pior como fui entrar em. Um uma briga de verdade com aquela mulher.
Ela toda elegante cheia de não me toques saindo no tapa com uma outra pessoa é o pior é que a bicha era boa de briga,e bate doido,mas eu Emma Swan não deixei barato.
Eu só queria entender como nossas conversas civilizadas se tornavam o início da terceira guerra mundial.
Ela poderia simplesmente ignorar minhas idiotices, não que eu fosse idiota como ela diz, mas se eu a irrito tanto ela poderia simplesmente me ignorar e focar no que é nosso verdadeiro interesse Henry!
Mas se ela focasse apenas em Henry, ela não prestarão mais atenção em mim e eu não iria irritá-la então perderia completamente a graça.
Balanço negativamente a cabeça, depois desses pensamentos ridículos estava quase concordando com Regina sobre o fato de eu ser uma idiota, mas como eu bem disse QUASE!Mas para a infelicidade dela eu não concordei.
Reviro os olhos impaciente comigo mesma. Suspira antes de me colocar de pé e sentir aquela dor miserável novamente, e eu torcia para que Regina estivesse na mesma situação que eu.
Tento me esticar pra ver se aquela dor passava, mas pareceu piorar então desisti e resolvi tomar um banho quente talvez ele me ajudasse a melhorar.
Entrei no banheiro já me livrando de minhas roupas e nesse instante me arrependi de ter cedido às provocações dela.
Os hematomas pareciam estar maiores, e tinham uma dorzinha um pouco mais perceptiva que ontem à noite.
Suspiro derrotada e caminho para o chuveiro e deixo que a água morna relaxe meus músculos e alivie minha tensão.
Mas sabido ao horário eu não poderia ficar ali por mais tempo, o trabalho me chamava e não iria deixar a Regina com esse gostinho de não me ver hoje.
Sorrio com o pensamento de poder irritar a rainha má novamente.
Saio do banheiro enrolada em uma toalha e vou até meu armário pegar minhas roupas que como quase sempre era uma calça jeans e uma regata, botas e minha indispensável jaqueta de couro vermelho.
Penteio meus cabelos e os amarro de forma desajeitada.
Pego uma maçã que estava sobre a mesa e saio do apartamento seguindo em meu fusca para a delegacia.
POV Guilherme
Seguro a mão da minha irmãzinha enquanto caminho pelas ruas da pequena cidade.
–Gui, to com fominha... -Ela me olha com carinha triste.
–Não se preocupe, logo, logo arranjo comida pra nós.
Deixo-a num lugar seguro e ando pelas ruas da cidade. Vejo um enorme casarão, na frente dele, uma macieira carregada de maçãs, que fazem meu estômago roncar. "Acho que o dono não vai perceber a falta de quatro delas..." penso enquanto colho duas maçãs pra mim e duas pra Alice, minha irmã. Saio do local rápido e vejo um garoto olhando pra mim pela janela da casa. Fujo fingindo não ter visto ele.
Pov. Henry
Estava no meu quarto relendo meu livro quando percebo que havia uma movimentação estranha perto da macieira.
Acho aquilo estranho, pois minha mãe estava na cozinha fazendo o jantar.
Olho pela janela e só vejo um vulto rápido passar.
Imediatamente saio do meu quarto e vou para a cozinha onde vejo minha mãe cortando alguns tomates para fazer a salada.
–mãe!-chamo em voz alta enquanto corria em sua direção e abraçava sua cintura. Ela dá um pulo com o susto, mas logo sorri.
–nossa!Henry que isso menino.
–Eu vi alguém perto da sua macieira. -digo após algum tempinho em silêncio porque eu sabia do ciúme da minha mãe com aquela árvore.
–Ela me encara como se quisesse assimilar o que estava falando.
–Como assim Henry?
–eu vi um vulto passar em direção a macieira...
Nem terminei de fala e a mulher já estava pegando as chaves para sair de casa, não antes de desliga o fogo do fogão, e então em poucos segundos ela já estava fora de casa dando partida em seu carro.
Pov. Regina
Nem espero Henry terminar de falar e logo em minha mente se forma uma idéia de quem poderia estar metido nessa confusão, olho para a estrada escura, já era noite provavelmente a suspeita já estaria em casa. Mas não custava tentar.
Estaciono em frente à delegacia e saio do carro fazendo questão de bater a porta com força.
Caminho a passos duros até a entrada tudo indicava que a pessoa ainda estava aqui.
Respiro profundamente antes de entrar e caminhar para a sala da xerife Swan.
Ela estava sentada em sua cadeira atrás de sua mesa enquanto analisava nalguns papéis com cara de preocupação é isso me irritou ainda mais como ela podia agir tão naturalmente.
Tomo minha rotineira postura e caminho até a mesa dela, apoio as mãos sobre sua mesa e engolindo o corpo para frente e encaro-a com a cara mais mortal possível.
Ela ergue o olhar lentamente me encarando com aqueles olhos verdes completamente surpresa por me ver ali a essa hora da noite.
–Regina o que você faz aqui há essa hora?-ela diz afastando seu corpo do meu rapidamente e se recostando em sua cadeira.
–Eu que faço as perguntas aqui miss Swan. — digo com o tom mais fio.
–Que eu saiba, eu sou a xerife-ela diz cruzando os braços e me encarando Com as sobrancelhas arqueadas.
–que eu saiba sou sua chefa e pago seu salário então faço o que bem entender miss Swan.
–ah Regina qual seu problema?
–Você!
–a é? E o que foi que eu fiz dessa vez senhora perfeita... Quer prefeita. -ignoro sua ironia e continuo com minha fala.
–Você andou se embebedando com sua própria cidra de maça? -Como ousa ir até minha casa e mexer nas minhas coisas?
–Eu exijo respeito.
–ah e você vêm até aqui para me acusar de sabe se lá Deus e ainda exibe respeito?
–Você sabe muito bem do que eu estou falando miss Swan não se faça de desentendida.
–Eu não faço a mínima idéia! E agradeceria se vossa majestade me esclarecesse.
–só vou dizer por que você é loira e deve estar com uma dificuldade de se lembrar.
–O que você está insinuando?
–cala a boca e me escuta. Digo no meu tom mais autoritário e vejo a loira de encolher. -você entrou em minha propriedade e mexeu em minha macieira.
–Eu?Você está louca Regina?
–Abaixe o tom querida, e não eu não estou louca não. Henry me disse.
–E ele disse por acaso que fui eu?
–Não preciso dizer querida eu tenho certeza.
–Por acaso você tem bola de cristal?
–Não preciso de uma pra saber quando tem seu dedo metido no meio.
–Ah sei. Você deve mesmo ter problemas prefeita porque tudo que acontece na sua vida é culpa minha. Poupe-me eu já tenho a minha vida pra cuidar.
–É. Que às vezes não parece xerife, vive na minha cola o tempo inteiro.
–ah, mas é pelo meu filho.
–Filho esse que você abandonou.
–Você sabe que eu tive meus motivos então não venha com suas acusações, e se você cuidasse melhor dele ele não teria ido atrás de mim.
–você é a mãe que abandona e eu que sou a mãe má da história?
–Argh Regina já estamos em uma discussão de novo e tudo por culpa desse seu não humor.
–quer saber não vou perder meu tempo com você não.o que você estava fazendo na minha macieira Swan.
–Eu já disse que não fui a lugar algum e muito menos na sua casa e ainda menos na macieira até porque que é você é maçã seria a última coisa que eu pegaria de você.
–Não seja sinuca Swan.menti não vai te levar a lugar algum e você sabe muito bem disso não sabe?
–com voce me lembrando a cada palavra é impossível.-ela diz cruzando os braços e revirando os olhinhos verdes.
–Anda swan meu tempo é muito valioso pra gastar com você.
–Tudo bem Regina se é assim que você quer é assim que vai ser.-ela faz uma pausa é respira fundo antes de continuar a sua irritante fala.-fui eu que entrei lá e peguei umas maçãs pra comer,você como a prefeita devia saber que está tudo muito caro por aqui.
–Sua...Sua...-antes que eu pudesse encontrar uma palavra adequada o Telefone da delegacia toca atraindo nossas atenções.
Ela me lança um olhar que não soube identificar e pega o Telefone e atende.
–Xerife... Hã Gold?O que?Como foram parar ai?Quer dizer quem são eles?Como assim você não sabe.
–O que está acontecendo Swan?-tentei falar com ela, mas ela ergue a mão me impedindo de continuar.
Ela continua por alguns minutos antes de desligar.
–parece que temos intrusos na cidade.
Ela nem deixa dizer nada e já vai logo saindo.
Ah,mas ela não iria se livrar assim não.caminho atrás dela e quando ela ia atravessar A porta para sair eu entro em sua frente .
–onde você vai Swan?-coloco as mãos na cintura enquanto eu a questionava.
–resolver os problemas da cidade não é isso que você me paga prefeita?
–eu voou com você!
–ah nem pensar!
–eu não pedir sua opinião eu disse que vou e pronto.
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