Livros e fanfics

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Recomendado por Lary

Lary
As Desventuras do Caos é, com toda certeza, uma das melhores histórias disponíveis neste site. A escrita da autora é viciante e nem um pouco massante, o que é ótimo e te prende na leitura. Os personagens são incríveis e apaixonantes e há reviravoltas que você — ou pelo menos, eu — não esperava, fazendo com que você queira mais e mais desta história maravilhosa. E acredite: se você começar a ler essa história, não conseguira parar, e pode ter certeza de que passara seus dias e suas noites procurando novos trabalhos dessa autora (MA-RA-VI-LHO-SA!) para leitura, porque eu digo e repito: essa história te vicia na primeira linha. Eu não sei o que você faz da sua vida se ainda não leu essa história. Portanto, ouça meu conselho: pare de ler essa recomendação e corra para o primeiro capítulo, porque você não sabe o que está perdendo! E à essa autora (MA-RA-VI-LHO-SA!) eu apenas peço perdão por não ter feito uma recomendação à altura de sua história (também MA-RA-VI-LHO-SA!), mas peço que você continue a escrever As Desventuras do Caos e nunca, pelo amor de nós, mortais que lemos a sua história, pare de escrever. E é simplesmente isso, não há mais o que falar: se você procura uma história com a narrativa envolvente, personagens bem construídos e um enredo maravilhoso, finalmente achou o que procura.
A GENTE É AGENTE SECRETO?

Quando se refere a “nós”, é separado, resultando em “a gente”. Já “agente” é derivado do verbo “agir”, sendo aquele que AGE, então é tudo junto.

(1) MEXA / (2) MECHA

(1) Do verbo mexer, lê-se com o "e" forte (mêxa). -> Ex: Não mexa na minha bolsa.
(2) Relacionado ao cabelo, lê-se mécha. -> Ex: Eu pintei apenas uma mecha do meu cabelo.

Recomendado por Lumii

Lumii
Bendita hora que eu me empolguei com aquele post no grupo do Nyah no facebook! Por que? Porque eu nunca leio originais. Já li, mas há muito tempo. Porém, ao ver que se tratava de uma história com o enredo situado na segunda guerra mundial e que era yaoi, me empolguei. Me empolguei tanto que decidi dar uma chance, mesmo ao abrir a página e me deparar com "shotacon" nos avisos. Eu dificilmente leio esse gênero, porque me incomoda de várias maneiras, porém agradeço ter dado uma chance mesmo assim. O tema é incrivelmente bem tratado aqui. Não é o shotacon "fetichizado". É algo escrito com embasamento, sabe? Algo que você consegue ver uma real ligação, algo verdadeiro nascendo em meio a tanto sofrimento. Apesar de me sentir ligeiramente incomodada com os capítulos iniciais, pela situação dos personagens, tudo é muito bem construído. A análise psicológica do Wolfang é fantástica. A maneira como ele percebe que deixou de ser aquele garoto que um dia fora, os arrependimentos, como ele permite que a inocência de Louie o toque e faça com que repense seus erros. E o Louie é um personagem fantástico. Sua inocência é adorável e triste ao mesmo tempo. Sua visão de mundo, limitada pelo local que vivia e pelo que passara é horrível, mas tão convincente. Os personagens são muito bem desenvolvidos, a escrita é sensacional também. A história te guia pelos acontecimentos e você nem ao menos percebe, só sabe que quer saber o que vai acontecer. Uma história que arrancou diversos sentimentos de mim: raiva, nojo, compaixão no início e certo medo também. Para depois arrancar leves sorrisos, lágrimas e (ainda bem) sorrisos de novo. Recomendo essa história com muito gosto pra quem preza uma leitura diferente e sensacional.